O Estado do País

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Meios de pagamento de portagens para veículos estrangeiros disponível na A 22 e A 23

Disponível na área de serviço da A22, em Olhão, ao km 97

A Estradas de Portugal informa através de comunicado enviado à nossa redacção que, a partir da próxima segunda-feira dia 12 de setembro, na área de serviço da A23 em Abrantes ao km 44, passa a ser possível aderir aos meios de pagamento de portagens para veículos de matrícula estrangeira que circulem nas ex-SCUT.

Por sua vez, a partir de terça-feira dia 13 de setembro, este serviço estará também disponível na área de serviço da A22, em Olhão ao km 97.

Esclarece o mesmo comunicado que os veículos de matrícula estrangeira que circulem nas ex-SCUT podem optar pela aquisição de títulos pré-pagos com validade limitada temporalmente mas sem a obrigatoriedade de possuir um dispositivo eletrónico, ou então, comprar ou alugar um dispositivo eletrónico no qual é possível fazer pré-carregamento ou optar pelo débito direto na conta bancária. Para os veículos de matrícula estrangeira não está disponível a modalidade pós-pagamento.

Para informações detalhadas sobre formas de aquisição e modalidades de pagamento disponíveis, o comunicado aconselha uma consulta às páginas das entidades de cobrança http://portagens.ctt.pt/ e

www.viaverde.pt/

Mais informações e esclarecimentos sobre o sistema de portagens eletrónicas, estão disponíveis no portal de tráfego da Estradas de Portugal, em http://www.estradas.pt//

Fonte: Região Sul

Aí vem as portagens e adeus ao turismo.

O inferno já existe para entrar em Faro vindo de Olhão, as alternativas que existiam não existem devido às obras da Variante de Faro, ou entras em Faro pela 125, ou então ir fazer um percurso de mais de 10 kms e entrar pela N2 onde é outro martírio devido ao trânsito que vem de Estói, A22 e São Brás de Alportel. Vai ser o caos na 125 com a introdução de portagens, todas as manhãs demora-se mais de 30 minutos para entrar em Faro, quanto mais com as portagens na A22.

Bem-vindos ao regresso ao passado onde a 125 era a estrada mais mortífera da Europa, é esta a pura realidade. A 125 encontra-se em obras, eu não estou contra as portagens mas sim, contra o timing escolhido numa altura que a 125 encontra-se em obras.
 
Sim, isso acontecia muito nos filmes americanos. Só que nos Estados Unidos a Sociedade sobrepõem-se ao Estado e as prisões americanas estão cheias.

A corrupção está ligada à desigualdade e à falsa sensação de competição. Não tem nada que ver com quem exerce o poder.

O Tea-Party está na moda, mas é apenas isso, uma moda passageira.
 
O erro primário que existe é atribuir esse vícios apenas ao "capital" ou às supostas sociedades ditas "capitalistas". Vá lá, pensa um pouco sobre o assunto e perceberás que esses vícios são dos homens, e não das ideologias. Quanto tempo mais teremos que perder com isto ? Há ideologias que só garantem mais poder a indivíduos para fazerem exactamente aquilo que não te agrada.

Ora Vince, reflitamos então os dois, repara, olhando para os teus posts anteriores o unico que cola a ideologia sistemática aos comentários tens sido tu, com os ditos xuxualistas, comunistas cubanos etc etc.

O que eu quero, dizer é que isso faz parte dos tais vicios dos homens, mas começo a entender que aqui já não se discutem propriamente reflexões do estado do País, mas aquela politica pura e profunda acompanhada por alguns melindres.
 
Havendo concorrência deixa de haver corrupção. Isto é a mecânica do ser humano.

Havendo uma concorrência feroz num nicho de mercado, pode haver corrupção afim de adquirir essa quota de mercado. Eu não estou contra as empresas, muito pelo contrário, hoje são a base economica e subsistência social, mas, e como já disse atrás que não há sistemas perfeitos, nas empresas privadas também não há.
 
Havendo uma concorrência feroz num nicho de mercado, pode haver corrupção afim de adquirir essa quota de mercado. Eu não estou contra as empresas, muito pelo contrário, hoje são a base economica e subsistência social, mas, e como já disse atrás que não há sistemas perfeitos, nas empresas privadas também não há.

Se fores bom normalmente na concorrência até no emprego os bons sobressaem, em monopólios estatais vem a velha treta que todos tem de ganhar o mesmo.
 
Muito engraçada "essa" concorrência; veja-se o exemplo dos combustíveis. :palmas:

Essa que a petrogal ficou com a refinaria e pipeline, Grupo Galp
E da PTC que ficou com a rede de telecomunicações, incluindo um avanço de 3 anos na rede móvel.

Foram sem dúvida um roubo aos Portugueses!
 
Alberto João Jardim A verdade sobre a Madeira disse:
1. Quando assumi o Governo da Região Autónoma da Madeira, este arquipélago era a zona mais pobre do País. Havia muita gente, bem como povoados, a viver nas condições humanamente mais degradantes.

2. Obviamente que os meus esforços foram no sentido de trazer os Portugueses da Madeira, ao mesmo nível de condições e de qualidade de vida da média dos restantes Portugueses.

3. Para conseguir este Direito fundamental, tive de desenvolver políticas que não mereceram o acordo de Lisboa - que é diferente do Continente – pois os Portugueses da Madeira não iam continuar para trás, só para fazer a vontade, em Lisboa, àqueles que não aceitavam os nossos Direitos à diferença política e à igualdade de cidadania entre todos os Portugueses.

4. Assim, deu-se prioridade ao investimento e ao aproveitamento dos Fundos Europeus, em prejuízo de políticas subsidiaristas e de consumo, mesmo à custa de imediatos proventos eleitorais.

5. O investimento não seguiu um critério exclusivamente economicista, em termos de rentabilidades directas e imediatas, mas também teve objectivos sociais, culturais e ambientais, com retornos financeiros indirectos, ou apenas benefícios sociais indiscutíveis e inadiáveis em termos de dignidade e de qualidade de vida.

6. Esta política foi duramente contestada em Lisboa e pela Oposição regional, acarretando-nos os ódios da Direita e da Esquerda, aquela porque houve uma Revolução Tranquila, a Esquerda porque fizemos o que ela gostaria de ter feito, mas se revelou incapaz.
Se não tivéssemos mantido firmemente esta política quando havia dinheiro disponível na União Europeia, em Portugal e nos Bancos, se tivéssemos seguido a Oposição local ou certos sectores da Opinião Pública de Lisboa, hoje como estaria a Madeira?

Sempre no maior atraso, pois agora todos conhecem a impossibilidade de fazer o que então se fez.
Quem teve razão?

7. Mas, a par desta política, também fomos sempre mantendo uma oposição ao sistema político-constitucional da República Portuguesa, alertando o todo nacional para a sua inadequação às realidades portuguesas, e vaticinando, desde há dezenas de anos, que Portugal acabaria por mergulhar num impasse dramático.
Quem tinha razão?
8. Desde a colonização, a partir de 1418, e até à Autonomia Política (Constituição de 1976), isto é durante cinco séculos e meio, está comprovado que à volta de dois terços do valor produzido na Madeira, ia para as mãos de Lisboa.
Mas, na propagan
da orquestrada para a Opinião Pública, é como se a Madeira só tivesse sido “descoberta” depois da Autonomia.
E, mesmo depois da Autonomia, a Madeira, com as suas receitas, paga toda a despesa pública, incluindo investimentos e o aproveitamento dos Fundos Europeus, à excepção dos poucos Serviços que estão sob tutela de Lisboa. As dotações do Orçamento de Estado, à volta de dez por cento do Orçamento Regional, são para compensar receitas fiscais geradas na Madeira mas pagas aos cofres do Estado central.
É falso que a República Portuguesa, no Governo Guterres, tenha pago as dívidas dos Açores e da Madeira. Cumpriu, sim, o que estava na lei, no sentido de as Regiões Autónomas beneficiarem das receitas das privatizações operadas nos respectivos territórios, consignando-as ao abatimento da dívida pública.
Afinal, passados quase seis séculos, já que querem ir por este caminho, quem ainda “deve” a quem?

9. Em 2006, instrumentalizando o Estado português para fins político-partidários, o Governo socialista, com a abstenção farisaica do CDS, aprova uma nova lei de finanças regionais que retira à Madeira, no decorrer de um mandato e com investimentos já adjudicados e expectativas legítimas estabelecidas, várias centenas de milhões de euros, entregando-os aos cofres de Lisboa e dos Açores (estes, recebendo três vezes mais do Estado e da União Europeia, do que a Madeira, não se lhes percebe o atraso).
E não se tratou só do roubado.
É que a falta de liquidez impediu a Madeira de aproveitar também centenas de milhões de Fundos Europeus, já que a quota nacional, no arquipélago, é paga pelo Orçamento Regional.


10. Mesmo após as catástrofes de Fevereiro de 2010, e apesar de a Assembleia da República, poucas semanas antes, ter com uma nova lei atenuado os efeitos da lei megera das finanças regionais socialista, a Madeira teve de abdicar da tal nova lei mais favorável, em troca de ser prestada assistência através de uma Lei de Meios.

11. A par disto e apoiado num chorrilho de mentiras, o Governo socialista tentou inviabilizar a Zona Franca da Madeira, absolutamente imprescindível ao futuro da Economia do arquipélago e também a toda a Economia portuguesa, fazendo assim um frete – a que preço? – às Zonas Francas europeias concorrentes.

12. Perante tantas adversidades, das duas, uma.
Ou a Madeira se rendia, parando tudo, da Educação à Saúde, passando pelos investimentos e aumentando o desemprego ainda mais, e assim “obedecia” aos intentos socialistas.
Ou a Madeira prosseguia, mesmo à custa da dívida pública, procurando contribuir politicamente para a queda dos socialistas.
Em consciência, optei por esta via de Resistência legítima e democrática.
Fizemo-lo com a Transparência de quem não tem compromissos com interesses económicos ou sociedades de fins menos transparentes, colocando os Direitos do Povo Madeirense acima de quaisquer posições partidárias quaisquer que estas sejam.
Assumindo os custos da independência pessoal.

13. Eleito um novo Governo da República, a Este solicitámos uma intervenção, em termos semelhantes aos da “troika” para Portugal.
Se os Portugueses da Madeira têm de fazer sacrifícios em solidariedade com os restantes Portugueses – e apesar dos alertas de decénios sobre a situação em que Portugal mergulhou – então os Portugueses da Madeira têm o mesmo Direito dos restantes Portugueses em ver também resolvida a sua situação financeira e nas únicas condições possíveis, as da alavancagem da Economia, inclusive Zona Franca.

14. Esta questão das contas da Madeira, particularmente explorada também por aquele segmento da “troika” com funcionários da União Europeia – traquinices da Internacional Socialista?... – serve às mil maravilhas para não se falar do resto, apesar de o passivo madeirense, no seu global, ser uma gota no oceano do descalabro português.
Porque esse resto, todo o gigantesco resto, é a situação a que os socialistas trouxeram Portugal.
Enquanto se fala da Madeira na Opinião Pública, esta fica alienada dos verdadeiros problemas enormes que vai enfrentar e sofrer.

15. Isto, o que se passou e se passa, abstendo-me de entrar, agora, noutras considerações de natureza política, constitucional e de interesses financeiros e de outras naturezas, em jogo no espaço nacional, os quais levaram à manifestação de tanta falta de carácter em Lisboa, mentindo e deturpando, incidindo no momento eleitoral que se vive na Madeira.


Artigo de Opinião de : Alberto João Jardim

http://www.jornaldamadeira.pt/not2008_12.php?Seccao=12&id=194888&sup=0&sdata=

Discutiremos, se assim quiserem apartir deste artigo :)
 

1 - É inacreditável que, em período de pré campanha eleitoral, um dos candidatos tenha um artigo de opinião num jornal pago com dinheiro público. Sei que a coluna de opinião de AJJ é habitual no mesmo jornal, mas uma coisa é o presidente do governo regional escrever sobre o mar, sobre filosofia, sobre botânica, outra é fazer campanha eleitoral.

Pelo menos na edição de hoje, não há artigos de opinião escritos por pessoas de outros partidos. Há três artigos, o de AJJ, outro de um Gilberto Teixeira a criticar o CDS e o PS, e um outro sobre as jornadas mundiais da juventude.

http://www.jornaldamadeira.pt/not_list2008_op.php?Seccao=12

2 -
Ou a Madeira se rendia, parando tudo, da Educação à Saúde, passando pelos investimentos e aumentando o desemprego ainda mais, e assim “obedecia” aos intentos socialistas.

É mais ou menos o que se está a passar no continente. Os madeirenses têm os mesmos deveres e direitos que os continentais e açorianos, pelo que têm que aguentar com as medidas de combate à crise, quer gostem, quer não gostem.

3 -
Desde a colonização, a partir de 1418, e até à Autonomia Política (Constituição de 1976), isto é durante cinco séculos e meio, está comprovado que à volta de dois terços do valor produzido na Madeira, ia para as mãos de Lisboa.

Foi o que se passou com quase todas as regiões do país, incluindo colónias. Se este argumento se justificasse, o Brasil teria direito a reaver o ouro que de lá trouxemos.

4 -
1. Quando assumi o Governo da Região Autónoma da Madeira, este arquipélago era a zona mais pobre do País. Havia muita gente, bem como povoados, a viver nas condições humanamente mais degradantes.

2. Obviamente que os meus esforços foram no sentido de trazer os Portugueses da Madeira, ao mesmo nível de condições e de qualidade de vida da média dos restantes Portugueses.

Sem dúvida que AJJ tem este mérito, e por isso os madeirenses só têm que lhe agradecer. Mas neste momento em que todo o país está parado, a Madeira não tem que ter tratamento de excepção. O desvario orçamental da Madeira é enorme, proporcionalmente superior ao do resto do país.
 
1 - É inacreditável que, em período de pré campanha eleitoral, um dos candidatos tenha um artigo de opinião num jornal pago com dinheiro público. Sei que a coluna de opinião de AJJ é habitual no mesmo jornal, mas uma coisa é o presidente do governo regional escrever sobre o mar, sobre filosofia, sobre botânica, outra é fazer campanha eleitoral.

Pelo menos na edição de hoje, não há artigos de opinião escritos por pessoas de outros partidos. Há três artigos, o de AJJ, outro de um Gilberto Teixeira a criticar o CDS e o PS, e um outro sobre as jornadas mundiais da juventude.

http://www.jornaldamadeira.pt/not_list2008_op.php?Seccao=12

2 -

É mais ou menos o que se está a passar no continente. Os madeirenses têm os mesmos deveres e direitos que os continentais e açorianos, pelo que têm que aguentar com as medidas de combate à crise, quer gostem, quer não gostem.

3 -

Foi o que se passou com quase todas as regiões do país, incluindo colónias. Se este argumento se justificasse, o Brasil teria direito a reaver o ouro que de lá trouxemos.

4 -

Sem dúvida que AJJ tem este mérito, e por isso os madeirenses só têm que lhe agradecer. Mas neste momento em que todo o país está parado, a Madeira não tem que ter tratamento de excepção. O desvario orçamental da Madeira é enorme, proporcionalmente superior ao do resto do país.

1. O DN não publica artigos de opinião de AJJ. Nunca publicou e nunca o ira fazer pois este é o alvo a abater.

2. Os Madeirenses e Açoreanos não podem ver reduzidas as transferências da republica neste período. Tem sim de aplicar medidas para eles também reduzirem as suas dividas. Têm pegado mal pela questão o que vós tira razão.

3. É o que digo desta a implantação da republica nada foi feito para quebrar o colonialismo Lisboa/Resto do País, e sem ser a Madeira ninguém é contra.

4. O desvario orçamental esta fixado entre 5 à 7 mil milhões de euros na Madeira, 3 à 5 mil milhões de euros nos Açores, incluí tudo o sector público regional. Portugal não se encontra apenas com uma divida de 75 mil milhões de euros, é superior mas esses números não saem e ninguém de vós tem a coragem de os apresentar se o saberem.
 
1. O DN não publica artigos de opinião de AJJ. Nunca publicou e nunca o ira fazer pois este é o alvo a abater.

O DN é privado, faz o que entender. Sobre o Jornal da Madeira, remeto para o que disseste na discussão sobre corrupção e poder estatal.

2. Os Madeirenses e Açoreanos não podem ver reduzidas as transferências da republica neste período. Tem sim de aplicar medidas para eles também reduzirem as suas dividas. Têm pegado mal pela questão o que vós tira razão.

Porquê? São diferentes do Alentejo, Algarve, Trás-os-Montes, Minho...? E que medidas são essas para "reduzirem a dívida"? Não deveria ser menos obras, menos inaugurações, menos subsídios para clubes de futebol, jornais, e tudo o que está pendurado no governo regional?


4. O desvario orçamental esta fixado entre 5 à 7 mil milhões de euros na Madeira, 3 à 5 mil milhões de euros nos Açores, incluí tudo o sector público regional. Portugal não se encontra apenas com uma divida de 75 mil milhões de euros, é superior mas esses números não saem e ninguém de vós tem a coragem de os apresentar se o saberem.

Página do Governo Regional da Madeira, escrito por AJJ:

Mas, em 2003, o peso do PIB da Madeira no PIB nacional era 2,8%

http://www.gov-madeira.pt/madeira/conteudo/displayartigopr.do2?numero=11237

Presumo que hoje esteja parecido, logo a dívida da Madeira é de cerca de 8% do total nacional, enquanto que o PIB ronda os 3%, logo proporcionalmente a dívida da Madeira é maior que a do total nacional.
 
Aceitas que deve haver pluralidade nos meios de comunicação? Pelo menos ainda hoje é o motivo para não defenderem, muitos de vós, a privatização do grupo RTP.

A Madeira e os Açores são as duas regiões com maior índice de auditores sobre as suas finanças. Além do Banco de Portugal, Ministério das Finanças temos o Tribunal de Contas e auditores em que tudo onde entra fundos comunitários da UE, logo quase tudo que é feito na Madeira.

Esse pressuposto não deixa de ser errado, pois não utilizas dados actuais. Pressupões numa altura em que houve milhares de PPP's pelo Governo da Republica.
 
Aceitas que deve haver pluralidade nos meios de comunicação? Pelo menos ainda hoje é o motivo para não defenderem, muitos de vós, a privatização do grupo RTP.

De todas as privatizações de que se fala, acho que a mais urgente e a que representa uma menor perda para o erário público é a RTP. Nunca terá lucros e não presta serviço público. Que venha a sua privatização, e se possível, na totalidade.

Esse pressuposto não deixa de ser errado, pois não utilizas dados actuais. Pressupões numa altura em que houve milhares de PPP's pelo Governo da Republica.

Se tiveres dados actuais apresenta-os, eu não os encontrei.
 
Não devo, não tenho forma de os confirmar embora tenha de fonte segura de técnicos que acompanharam a Troika. Não quero o SIS a me escutar as conversas...

Quanto ao Resto do País vs Lisboa alguém ainda vai fazer o favor de explicar porque o QREN foi aplicado em 75% em Lisboa.

O Quadro de Referência Estratégico Nacional constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária de coesão económica e social em Portugal no período 2007-2013

E ainda dizem que a autarquia de Lisboa é auto-sustentavem... Esse programa não devia ser para a Madeira, nem prao Porto nem muito menos para Lisboa. Se é que me faço entender...
 
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