O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
O meu maior pesadelo é encontrar um gajo americano a tentar vender-me um empréstimo para comprar uma coisa qualquer, provavelmente vou acabar por comprar um terreno na lua...

Também não gosto dos alemães quando tentam vender a sua suposta organização do trabalho.

E o modelo social dos japoneses, no japão aplica-se a pena de morte, os condenados podem passar anos na cadeia mas são avisados minutos antes da execução...

Tomara termos neste país à beira mal plantado o dinheiro dos americanos ou o metodo de trabalho alemão! Já trabalhei numa fábrica gerida por Alemães e o método de trabalho é fantástico| Altamente competente e recompensador. Claro que a maioria quer é viver da mama das camaras e do estado, não desejam em nada o método alemão, trabalhar? Trabalhar é para os pobres.

Cada vez fico mais impressionado com a maneira de pensar da nossa esquerda parola, estamos mergulhados na mais profunda crise mas só debitam cá pra fora ridicularidades e números circenses, acho que neste caso o FMI ainda fez muito pouco!
 
Um profissional a sério não tem uma média final de 10 ou 11.
Um aluno dedicado que queira ser competitivo continua a ter uma média superior a 17. Mas tem de se esforçar e nem pensa em facilitismo.;)

Média superior a 17 deve ser algum subdotado. :lmao:

Conheço muita gente que determinou os cursos com 15 ou 16 e são um autêntico flop no trabalho, porque só sabem as coisas como estão nos livros e prontos. Muitos amigos meus que conheço que acabaram o curso com médias 15 para acima estão no desemprego e aqueles que acabam com 10 ou 11 têem emprego e são excelentes profissionais. :lol:
 
Tenho orgulho em escrever em Português de Portugal, uma das línguas europeias (latinas) mais antigas. Ou era, até há pouco tempo.

Eu gostava de saber escrever Kartveliano. É o mais antigo dos alfabetos. O país é muito bonito.

porque raio escrevem Portugal e lêem Portugau; ou Brasil = Brásiu???? Ou escrevem como lêem ou lêem como escrevem.

Não vou mais longe: um galego entende perfeitamente um português (até ao Douro).

Um galego entende perfeitamente um português até às ilhas desertas. Um sevilhano também se falarmos devagar. Eu compreendo um catalão. Os noruegueses entendem perfeitamente os suecos, os dinamarqueses e os finlandeses. Porém estes últimos não entendem nenhum dos outros povos. Os ucranianos entendem os russos, porém os russos não falam corretamente ucraniano.

Procura exemplos na nossa História e encontrarás exemplos da submissão de Portugal a outros países (Inglaterra, França, etc.). A História repete-se!

Portugal não se submeteu a outros países. Fez maus negócios. Houve 2 episódios interessantes. A troca do antigo condado portucalense por toda a andaluzia e aquando da luta pela independencia no sec XVII, portugal esteve para ser anexado à frança com as devidas garantias de autonomia mas o cardeal Richelieu era muito ganancioso.
 
Será isto Camarate? Tráfico de armas para Irão feito pelas empresas americanas do Carlucci e do Dick Cheney?

Fernando Farinha Simões explica como foi:
[ame="http://www.youtube.com/watch?v=c6M_6qOz-yw&feature=results_main&playnext=1&list=PLED6B3EEC90605279"]Camarate - A confissão de Farinha Simões - YouTube[/ame]
 
Será isto Camarate? Tráfico de armas para Irão feito pelas empresas americanas do Carlucci e do Dick Cheney?

Fernando Farinha Simões explica como foi:

Demasiados pormenores para ser mentira.

Foi há seis dias. Vivêssemos nós num país livre e o escândalo já teria rebentado na comunicação social. Mas não há qualquer eco, continua tudo na clandestinidade de youtube.

Quanto ao conteúdo, nada de que já não se suspeitasse. O papel do grupo Bildeberg, do "partido amigo da América" (não era só o PC que representava interesses estrangeiros), Kissinger, Carlucci e de Otelo. Se calhar é por estas colaborações que esta personagem tem sido tão bem protegida pelo nosso sistema judicial.
 
Há uns meses Pedro Namora disse num programa qualquer da tarde ou da manhã que o «americano» referido pelas vítimas da Casa Pia era o Frank Carlucci. Afirmou ainda que alguns jovens foram levados para os EUA e nunca mais apareceram. Isto foi apenas divulgado pelo blog Portugal Profundo e a comunicação social ignorou por completo. Mário Soares e todos aqueles que o rodeiam parecem ter uma espécie de véu com poderes sobrenaturais que os protegem há décadas de todo o tipo de escândalos.
 
Há uns meses Pedro Namora disse num programa qualquer da tarde ou da manhã que o «americano» referido pelas vítimas da Casa Pia era o Frank Carlucci. Afirmou ainda que alguns jovens foram levados para os EUA e nunca mais apareceram. Isto foi apenas divulgado pelo blog Portugal Profundo e a comunicação social ignorou por completo. Mário Soares e todos aqueles que o rodeiam parecem ter uma espécie de véu com poderes sobrenaturais que os protegem há décadas de todo o tipo de escândalos.

http://pt.scribd.com/doc/88497109/The-Pocalyko-Portuguese-Gate
 
Os EUA andam há mais de um século a preparar um Império global. Aqui não há nenhuma conspiração, há factos e documentos. Portugal também teve um Império global, aliás nós fomos o primeiro Império colonial europeu e o primeiro império global da História. Durante séculos o português foi a língua franca no Índico e no Pacífico. Mas há uma diferença entre Portugal e os EUA. Parte da nossa elite estava a construir um império «espiritual», que visava a difusão do Cristianismo e a união dos povos. Não é por acaso que a Igreja Católica promoveu a miscigenação. Diz-se que os portugueses inventaram a mulata ou a cabocla! Nós éramos o único povo europeu que praticava casamentos interraciais com aceitação social, prática considerada decadente pelos ingleses ou pelos holandeses! Claro que havia depois a componente comercial e a escravatura, mas devo acrescentar que a Igreja e parte das nossas elites sempre condenaram estas práticas. Um grande exemplo dessa condenação foi o Padre António Vieira. Os portugueses foram sem dúvida o povo que mais respeitou os outros povos com que nos cruzámos. Vejam só os genocídios brutais provocados pelos espanhóis nas Canárias, no México ou no Peru, ou pelos ingleses e americanos contra os povos nativos da América do Norte.

Ora ao Império americano falta esta componente elevada, nobre, espiritual. Aquilo é o Império do deus Mamon, do deus dinheiro, com o apoio daqueles cujo nome não pode ser dito, uma mão cheia de famílias de um povo que controla a Alta Finança global.

A construção do Império tem sido faseada, e deve ser salientado que Wall Street na primeira metada do século XX financiou uma série de partidos e revoluções, tendo tudo culminado no comunismo russo ou no nazismo alemão. A verdadeira História do século passado está por fazer...

Nós temos uma visão «americanizada» da História, somos deslumbrados pelo entretenimento americano, as suas séries, música, cinema, somos iludidos pelas notícias que parte das suas agências jornalísticas, e que hoje em dia são rapidamente difundidas por todo o Ocidente. Veja-se o que sucede em Portugal, os nossos jornais online todos os dias publicam e dão destaque a dezenas de artigos que são meras traduções literais de artigos provenientes de jornais anglo-saxónicos.

Através da CIA, ao longo do século XX os EUA manipularam a política interna de dezenas de países, especialmente na América Latina, mas também em África, na Ásia ou na Europa, incluindo Portugal. Colocaram no poder quem lhes dava jeito, incluindo ditadores, e não se inibiram na hora de matar, ao ponto de terem cometido um dos maiores atentados de sempre contra a humanidade, o lançamentos das bombas atómicas em Hiroxima e Nagasaki. Com a Segunda Guerra Mundial, aliás, conseguiram a queda da Europa. Com a sua crise dos anos 30, e o financiamento dado ao comunismo e ao nazismo, contribuiram para o que por cá sucedeu. O resultado foi o fim dos nossos impérios coloniais, lançando África no caos, e a fuga de boa parte da nata intelectual europeia para o lado de lá do Atlântico. A Europa nunca mais se recompôs dessa guerra. Os avanços científicos de que hoje gozamos devem-se a todas as descobertas feitas em solo europeu até meados dos anos 50. Até nas artes, na arquitectura, no cinema, na literatura, até aí, há um antes e um depois.

Em boa verdade, é bom que se diga que hoje em dia já há quem considere que os EUA mataram mais que Hitler ou Estaline, através de todas as suas intervenções militares ao longo do século XX e da última década.

Lamentavelmente, só vislumbro um futuro líder europeu com noção da verdadeira natureza daquele país, Marine Le Pen. Tudo o resto anda da mão estendida. A UE foi importante para os EUA durante a Guerra Fria, mas agora já não interessa à América. A força do euro e a Alemanha são um problema para os americanos, aliás, o euro já motivou, em parte, uma invasão ao Iraque e outro à Líbia. No dia em que o petróleo deixar de estar cotado em dólares, aquilo cai como um castelo de cartas.
 
Aliás, devo acrescentar que não percebo o deslumbramento de parte da nossa Direita pelos americanos. Nunca foram nossos amigos e não se inibiram até de negociar a invasão de Timor-Leste pela Indonésia logo nos anos 60. E pelos vistos o seu papel no 25 de Abril e no pós-25 de Abril começa agora a ser descortinado... Salazar sempre os topou...
 
Parece que em breve poderemos passar a ter uma taxa única de IVA. Ora isto é uma espécie de pau de dois bicos. Para já tudo dependerá da taxa escolhida. Já ouvi duas sugestões, 23%, o que seria absurdo, e 18%.

A subida dos alimentos para 16, 17 ou 18% traria um aumento da receita, pois a população está a cortar no consumo de bens taxados a 23%. Por outro lado, as empresas de alguns sectores aumentariam as suas margens de lucro, combustíveis, roupas ou calçado poderiam baixar e ganharíamos alguma competitividade em relação a Espanha.

Contudo, quem mais sofrerá com esta taxa única são os pobres, aqueles que praticamente só gastam em alimentação. Que se tenha isso em atenção.

Fica provado que tudo será possível para manter as receitas do Estado... estamos a entrar numa espécie de ditadura fiscal... o Estado Novo, esse, tinha impostos baixos... :lmao:
 
Uma ideia que ultimamente tem-me vindo a ideia é a de provocar um choque fiscal inverso.

Uma redução brutal das taxas obrigando depois as pessoas a pagarem os serviços pelo seu valor real.

Passar por exemplo tudo para uma taxa de 5%. A comprovada fuga ao fisco representaria então a uma perca de licença permanente ao exercício das suas profissões e ramos.
 
Sabemos que estamos em Portugal quando:

Os juros da dívida pública em 3 anos deram um lucro de 3.828 milhões de euros aos bancos nacionais.

Só no período 2008-2011 foram transferidos para o exterior 74.942 milhões de euros, cerca de 43,6% do PIB.

Viva a liberdade de circulação de capitais...
 
Sabemos que estamos em Portugal quando:

Os juros da dívida pública em 3 anos deram um lucro de 3.828 milhões de euros aos bancos nacionais.

Só no período 2008-2011 foram transferidos para o exterior 74.942 milhões de euros, cerca de 43,6% do PIB.

Viva a liberdade de circulação de capitais...

Se Portugal for considerado país não cumpridor (ou lixo como a Grécia") não serão apenas capitais que se perdem, será a minha (ou tua) casa, terreno, negócio que será desvalorizado.

Essa questão do "lucro" tem de facto muita piada (depende do ponto de vista), porque o que faz o aumentar/diminuir o lucro é a relação procura/oferta e neste momento a Troika foi o quem fez melhor preço. :(
 
Pensionistas da banca vão poder acumular salários por funções públicas com reforma

A maioria parlamentar PSD/CDS-PP apresentou uma proposta de alteração ao orçamento retificativo para que os pensionistas da banca que passaram para a Segurança Social passem a poder acumular salário por funções públicas com reforma.
De acordo com a proposta de alteração da maioria parlamentar, os pensionistas da banca, cuja responsabilidade pelo pagamento das suas pensões passaram para o Estado no âmbito da transferência dos fundos de pensões da banca para a Segurança Social (operação que permitiu cumprir o défice de 2011), deixam de estar abrangidos pelo artigo 202 da lei do Orçamento do Estado para 2012.

Este artigo impede que os beneficiários de pensões de reforma pagas por entidades públicas, como a Segurança Social, possam exercer funções públicas remuneradas, exceto quando existe uma lei específica que o permita, como existe nalgumas profissões.


visao
 
Estado
Fechado para novas mensagens.