David sf
Moderação
Os funcionários do estado, não são funcionários públicos! Não são TCO-Trabalhadores por conta de outrem, nem TI-Trabalhadores independentes!
Então são o quê? Quem é o patrão dos funcionários públicos?
Os funcionários do estado, não são funcionários públicos! Não são TCO-Trabalhadores por conta de outrem, nem TI-Trabalhadores independentes!
Quem está endividado é o Estado, pelo que a lógica passa por tentar reduzir os gastos do Estado. Logo, se o Estado tem que poupar, é natural que tente baixar os seus custos com pessoal, tal como as empresas em dificuldades o fazem. Seria justo os funcionários do Estado levarem cortes nos salários para salvarem empresas privadas em dificuldades?
Mas o estado contraiu dívida para proporcionar aos seus assalariados e aos do sector privado. Como: PPP´s que servem todos nós, por exemplo.
Então, aqui quem deve pagar esta dívida? Só os assalariados do estado ou todos os que são servidos (bem ou mal) pelas empresas concessionárias?
Não é só o estado que está endividado: são os portugueses\empresas que assumiram dívidas perante o sistema bancário. É o estado que deve assumir estes custos?
Em parte...é isto que tem acontecido. Quantas empresas fecharam por não conseguirem pagar as suas dívidas e os seus trabalhadores foram para o desemprego. O estado assume aqui o pagamento do subsídio de desemprego, e bem - até porque descontaram para isso.
Então são o quê? Quem é o patrão dos funcionários públicos?
Para isto pagamos impostos, IRS, IVA, imposto de circulação, IMI, e as empresas IRC.
Não é para resolver estas dívidas que estamos a ser assistidos pela ajuda internacional, a dívida privada é problema de cada um que a tenha contraído.
Para isto descontamos ainda 11% para a Segurança Social, mesmo aqueles que prefeririam não descontar e ficar sem essa assistência.


Se o estado não tivesse "mais olhos que barriga"...o dinheiro chegava!
Se a TROIKA não empresta dinheiro ao estado, as famílias portuguesas é vão sustentar a dívida pública; se já assim é mau, imaginem os privados como ficariam se não houvesse ajuda externa. A dívida privada é um problema que diz respeito tanto aos assalariados do estado como do privado.
Infelizmente o estado não tem dinheiro para tudo.
Dizem que deviam cortar nos ordenados dos políticos (central\local) e nas mordomias. CONCORDO EM ABSOLUTO, mais ainda pelo exemplo que poderiam e deviam dar ao país. Mas no bolo total seria migalhas, ainda que migalhas gordas...
Cada vez está mais certo que este governo não aguentará até ao próximo ano, se não aguentar, vamos ver toda gente em festa, todos a gritar que venceu a vontade do povo etc etc....Mas depois? Qual vai ser a alternativa??? O povo volta a votar nos MESMOS que até hoje não apresentaram alternativa nenhuma...

Protestar é um direito.
Portanto quem quiser protestar proteste.
E ninguém gosta de dificuldades.
E ninguém aprecia a austeridade.
Concordo com os protestos, porque eles permitem exorcizar as raivas, os demónios da impotência, as frustrações do corte nos salários...
Mas verdadeiramente não adiantam nada.
Partindo do princípio que os governantes estão a fazer o melhor possível para vencer a crise, protestar não trás mais-valia nenhuma, e até pode provocar alguma desconcentração na escolha das medidas inadiáveis e inevitáveis.
Mas enfim...
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/torre-de-castelo-coberta-de-negro-com-a-palavra-basta=f753506#ixzz26XctiADn
Oxalá que o PM se decida a sair da sua "bolha" e abra os olhos para o que está a fazer e a acontecer à sua volta! Porque a continuar assim, vamos certamente ficar numa situação tão ruim ou bem pior se voltamos a ter eleições. Como é possível um PM ser o único, juntamente com o ministro da finanças, a não perceber que ninguém acredita nestas medidas, nem mesmo os "beneficiados" pela mesma? A mim também me preocupa o rumo que isto está a tomar...ou pior, o facto de não haver rumo nenhum![]()
Quem se anda a queixar é gente que depende muito do mercado interno, e sabem que para o ano haverá menos poder de compra, logo menos consumo. Ora como disse o Primeiro Ministro empresários como Belmiro de Azevedo têm boa opção, podem fazer reflectir a redução da TSU numa redução dos preços. Pois, mas isso se calhar já não interessa.