O Estado do País

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Anda tudo a tentar encontrar uma forma de agravar impostos, agora querem por os fumadores a pagar a crise com o agravamento do imposto sobre o tabaco ? Mas que raio vai na cabeça desta gente, qual é o medo de cortar na despesa verdadeiramente ? Não entendo. Nunca mais vem a época do défice de 0% pra se poder cortar de forma "decente", o governo demonstra cada vez maior fraqueza e esquerdices obsessivas.
 
Nunca o Miguel Macedo disse nada de tão acertado. Este País tem excesso de cigarras e poucas formigas, mas aqui as cigarras exploram as formigas e não faltam exemplos. Não percebo o escândalo, tudo serve de escândalo. Se ele defendesse mais cigarras e mais despesa pública não havia escândalo nenhum.

Mário é mais uma palhaçada.
 
Nem mais.

A divisão no Conselho de Estado é o espelho da sociedade portuguesa: o país não quer mudar.​

Esqueçam a questão da TSU. O problema de Portugal é outro. As informações passadas por quem esteve na reunião do Conselho de Estado mostram que os presentes partiram-se entre apoiantes das medidas do Governo e os que não concordam com elas (ver "Público" de ontem) independentemente do posicionamento ideológico. Ou seja, a fractura teve pouco a ver com a tradicional divisão entre Esquerda e Direita. O que reforça uma ideia: as mudanças que temos de fazer não agradam a ninguém. Nem à Direita (veja-se a inacreditável entrevista de Freitas do Amaral à SIC, na semana passada e as declarações de Bagão Félix nas últimas semanas) nem à Esquerda (cujo rol, de tão extenso, me dispenso de referir aqui). Porquê? À partida poder-se-ia pensar que a Esquerda estaria mais inclinada a defender aquilo que criou nos últimos 38 anos (com a ajuda de alguns governos de Direita): uma presença sufocante do Estado na sociedade, traduzida na absorção de 50% da riqueza que o país cria. Mas não é isso que se passa: a mudança assusta tanto a Direita como a Esquerda.

A divisão no Conselho de Estado é o espelho da sociedade portuguesa: o país não quer mudar. Porque a mudança implica dor (recessão, desemprego) e porque a mudança implica o fim de privilégios e influência de grupos e personalidades de peso na sociedade portuguesa. Tanto à Esquerda como à Direita. É isto que está a bloquear a modernização de Portugal: o medo da mudança. E é isso que nos está a empobrecer, afastando-nos do centro da Europa. Estamos a chegar àquele ponto em que a única esperança de mudança se transferiu de quem tem a obrigação de mudar o país (nós) para… a Troika. Pior atestado de incompetência não poderia haver.

link: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=580155
 
Aumentar o custo do tabaco é poupar nos cuidados de saúde. Acho que podia aumentar ainda mais e que todos fossem obrigados a ir comprá-lo a Gibraltar ou Andorra, que fosse racionado e que só pudessem comprar um pacote de cada vez.
 
Realmente, estar a pagar para estragar o corpo para depois esperar tratamentos de saúde pagos pelo estado é tão contra-produtivo como algumas medidas do governo.

Fumar é uma opção de cada um e ninguém tem o direito de proibir ou taxar o que quer que seja. Muitos deles até vão ao privado.

Se eu pago para 'estragar o corpo' é uma opção minha e de mais ninguém, não pedi dinheiro a ninguém. Não andei a fazer estradas com o dinheiro que não é meu.

Agreste não sei porque não se taxa já o oxigénio que se respira, segundo se diz por ai também anda a causar problemas de saúde.
 
Eu por mim marimbo-me se se taxa ou não o tabaco... O que me irrita solenemente é este tipo de medidas que toda a gente sabe que não adiantam um chavo. Taxar o tabaco significa aumentar o contrabando, e significará uma quebra no consumo. Ao nível da saúde parabéns! Algumas pessoas deixarão de fumar... Bravo! Quanto ao que verdadeiramente interessa (o país) tudo na mesma. Economicamente a medida vale 0... cortar nas gorduras é que não... Continuemos nas medidas para tentar calar o povo...
 
Fumar é uma opção de cada um e ninguém tem o direito de proibir ou taxar o que quer que seja. Muitos deles até vão ao privado.

Se eu pago para 'estragar o corpo' é uma opção minha e de mais ninguém, não pedi dinheiro a ninguém. Não andei a fazer estradas com o dinheiro que não é meu.

Agreste não sei porque não se taxa já o oxigénio que se respira, segundo se diz por ai também anda a causar problemas de saúde.

Mas o tabaco é importado. Estás a contribuir para o despesismo orçamental. Só podes consumir o que produzes...
 
Olhão: Passivo da Câmara impede realização de Feira de São Miguel

Dívidas anulam feira

As dívidas da Câmara de Olhão a fornecedores impedem a autarquia de organizar a centenária Feira de São Miguel. "É a primeira vítima da Lei dos Compromissos", justifica o presidente do município, Francisco Leal.

"Desde a publicação da lei, as autarquias com dívidas a fornecedores não podem assumir novos compromissos financeiros", explica Francisco Leal. "Podem ser feitas excepções em situações de urgência, como o pagamento de horas extraordinárias a bombeiros, mas no caso da Feira de São Miguel não encontrámos qualquer justificação que permitisse o desbloquear da verba", acrescenta.

Perante este cenário, a iniciativa, que tradicionalmente se realiza no final de Setembro e é a primeira da época de feiras na região, foi cancelada este ano. Ainda segundo o autarca, a organização logística do evento custava "mais de 100 mil euros" ao município.

No final de 2011, com base nos dados fornecidos pelos municípios à Inspecção-Geral das Finanças, a Câmara de Olhão tinha uma dívida a rondar os 34,3 milhões de euros. Para "tirar as contas do vermelho", Francisco Leal assume que a autarquia vai recorrer à linha de crédito, que o Governo vai disponibilizar para os municípios. "Vamos solicitar cerca de seis milhões, que nos permitirão pagar aos fornecedores e equilibrar as contas", adianta o autarca.

O Governo apenas deverá disponibilizar as verbas, no âmbito do Programa de Apoio à Economia Local, em Dezembro deste ano.

Fonte: CM

Aonde a Câmara gastou o dinheiro todo? Câmara socialista desde do 25 de Abril. Olhão está a precisar é de uma revolução e espero bem que para o ano, o PS perca as eleições. Olhão nem um parque de feiras tem, há mais de 20 anos é prometido e nada. A feira é feita sem nenhumas condições.

Façam uma auditoria às contas da CMO e certamente devem encontrar um desvio colossal. :angry::angry:
 
A Tabaqueira do Alfredo da Silva, nacionalizada em 75 já pertence à PM. Já não se produz tabaco em Portugal.

Olhão é o retrato do país. Existe um partido que ganha as eleições mas no fundo, do PS ao CDS, todos governam.
 
Olhão é o retrato do país. Existe um partido que ganha as eleições mas no fundo, do PS ao CDS, todos governam.

Permite-me acrescentar que ao nível autárquico a cor política é o factor menos importante. Como sabemos existem autarquias que já tiveram presidentes que vestiram camisolas diferentes (Rosas, Laranjas, outras cores e ás vezes em Branco sem Letras...). Desde que haja amor à camisola com o nome da localidade nada contra... Mas isto para dizer que a realidade do rendilhado autárquico é uma realidade distinta e por vezes afastada da realidade partidária nacional (embora condicionada sempre por esta última).
 
Nunca o Miguel Macedo disse nada de tão acertado. Este País tem excesso de cigarras e poucas formigas, mas aqui as cigarras exploram as formigas e não faltam exemplos. Não percebo o escândalo, tudo serve de escândalo. Se ele defendesse mais cigarras e mais despesa pública não havia escândalo nenhum.

Mário é mais uma palhaçada.

Mas a salmonela macedo já provou alguém ser uma das formigas?

Repara nas referências profissionais brutais deste senhor. Dirigente da JSD, Deputado, verador numa câmara, presidente assembleia municipal.

Até há bem pouco tempo recebia ajustas de custo pois tinha morada em Braga no entanto o facto de ter casa em Lisboa levantou polémica o que abdicou dadas as pressões que geraram essa polémica.

Como podemos ver além de ser politico profissional, nada mais de realce fez na vida ao contrário de muitos portugueses que terão de pagar mais para sustentar este parasitismo.

Por isso comparo-o a uma salmonela intestinal em resposta à sua provocação da cigarra.

É Militante do PSD desde jovem, Miguel Macedo foi Dirigente da JSD. Foi Eleito Deputado entre 1987 e 2002, regressando ao Parlamento em 2005, sempre pelo círculo de Braga. A sua primeira experiência governativa aconteceu no primeiro Governo de Maioria Absoluta de Cavaco Silva, como Secretário de Estado da Juventude do Ministro Couto dos Santos, entre 1990 e 1991.
Wikipedia
 
As autarquias devem perder autonomia financeira. O número de concelhos deve ser reduzido a metade, e o Estado Central deve levar a cabo auditorias anuais ou binanuais aos gastos do poder local. O número de funcionários públicos locais deve ser avaliado, bem como os gastos em obras públicas, concursos públicos, manutenção de espaços, etc. Dessas avaliações devem sair recomendações para cumprir, por exemplo, se uma autarquia tiver funcionários a mais deve reduzir e ponto final, sem lamúrias nem queixinhas. As câmaras devem também ser proibidas de subsidiar toda e qualquer associação local ou sociedade recreativa. As associações que se financiem com o dinheiro dos sócios, sorteios, organização de eventos, etc. As empresas municipais devem ser todas extintas, os seus serviços integrados nos departamentos camarários e os seus empregados devem ser dispensados. O Ordenamento do Território deverá voltar a ter planeamento feito a nível central, como sucedia durante o Estado Novo. Se as coisas funcionassem assim as câmaras não estariam agora endividadas.
 
Anda tudo a tentar encontrar uma forma de agravar impostos, agora querem por os fumadores a pagar a crise com o agravamento do imposto sobre o tabaco ? Mas que raio vai na cabeça desta gente, qual é o medo de cortar na despesa verdadeiramente ? Não entendo. Nunca mais vem a época do défice de 0% pra se poder cortar de forma "decente", o governo demonstra cada vez maior fraqueza e esquerdices obsessivas.

Qualquer dia taxam também o açúcar. Um dia acordamos e já vivemos com menos liberdade que no tempo do Estado Novo.
 
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