O Estado do País

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1º - nem sou do PS nem do PSD, nem voto PS ou PSD, para não me sentir enganado passados 2 meses após ter votado num deles.:)
2º - sou dinosssauro na politica (18 anos), por uma lista independente;) onde sou membro/funcionario e tudo o mais, de uma freguesia, onde a grande maioria são idosos, onde a junta de freguesia ainda é e onde se trata de tudo e de todos com igualdade;)
3º - uma medida não aprovada pela maioria e que poupava muito ao país, claro que depois vai para lá o PS e faz o mesmo, e pensei tanto e tanto e lembrei-me desta, reprovada pela maioria e com a abstenção do PS (tinha que ser:lol:) a famosa moção de censura de ontem.
Claro que até governam bem, o povo vai para a rua festejar as medidas de austeridade....
Mas eu nem me queixo muito, pois tambem não votei/voto neles....

Desculpa Filipe, mas não compreendi qual é essa medida a que te referes (também não vi quanto representa em euros, nem quem a ditou), e muito menos a que alternativa política te referes e seu respectivo projecto para o país!

Podes-nos informar melhor? Estamos aqui todos para discutir idéias também, e de várias preferências ideológicas..

Eu não sou político nem polílogo, sou apenas treinador de bancada como todo o nosso povo..
 
A Suiça tem um sistema misto, público/privado, as pessoas para o público só descontam até certo montante do seu salário pois lá consideram que a segurança social não é uma gestora de fortunas, mas sim uma gestora de pensões sociais. Acima desse montante, cada um sabe de si, pode inscrever um adicional do que ganha num sistema privado incentivando o Estado que o façam via algumas benesses fiscais.

Em Portugal se amanhã este governo propusesse um sistema misto deste género, cairia o Carmo e a Trindade, blablabla, estão a privatizar a segurança social blablabla. Aliás, já se falou nisso no passado, e só de falar ficava toda a gente aos berros. É isso a esquerda que temos.

Por exemplo, ao Mário Soares, dava-lhe um ataque cardíaco, logo ele que nunca mas nunca descontou um CHAVO para a segurança social, nem caixa geral de aposentações, nem para coisa alguma!!
 
A Suiça tem um sistema misto, público/privado, as pessoas para o público só descontam até certo montante do seu salário pois lá consideram que a segurança social não é uma gestora de fortunas, mas sim uma gestora de pensões sociais. Acima desse montante, cada um sabe de si, pode inscrever um adicional do que ganha num sistema privado incentivando o Estado que o façam via algumas benesses fiscais.

Em Portugal se amanhã este governo propusesse um sistema misto deste género, cairia o Carmo e a Trindade, blablabla, estão a privatizar a segurança social blablabla. Aliás, já se falou nisso no passado, e só de falar ficava toda a gente aos berros. É isso a esquerda que temos.

Aqui podes ter sistema misto, podes sempre ter um PPR. E até alguns funcionários têm outros sistemas, tipo o "cofre" etc etc que complementam a futura pensão se ainda a houver da segurança social.

A questão é que aqui em Portugal o tecto das pensões mais altas estão demasiado inflacionadas e as mais baixas, são desumanamente incriveis.

Poderia como alguns defendem privatizar completamente e dar a iniciativa aos cidadãos de quem quiser desconta quem não quer não desconta. Mas e dados o exemplo de óptima gestão de recursos dos Portugueses como foi com os pedidos em massa de créditos à habitação e a visão miope em arranjar sustentabilidade no futuro espalharia a miséria na terceira idade.

A segurança social é uma tributação solidária, talvez a mais importante de todas para o equilibrio social.
 
Só nas energias renováveis devemos ter gerado sobrecustos nos últimos 5 anos que eram suficientes para quase tapar os buracos nos próximos 2 défices sem precisarmos de cortar salários. Energias renováveis também sempre foi uma bandeira querida da esquerda.
Só de computadores e Net distribuídas, o Magalhães e E-escola, dava para poupar quase meio corte de salários, 400 milhões.

[/B]

Algumas partes até concordo contigo mas nestas não. A factura paga pelas nergias renováveis é inferior ao pago às energias baeadas em combustões ( carvão, petroleo, etc) Além disso leva-nos a depender menos energéticamente, ou que equilibra a balança importações-exportações. A sustentabilidade ambiental não tem preço, caso contrário no futuro a factura será bem maior, coisa fácil de verificar até no nosso forum, o impacto das alterações climáticas. A não ser que não se pense nas próximas gerações.

O magalhães foi das melhores apostas do Sócrates, a literacia informática poderá ser um setor económico que poderá dar frutos, hoje já o é, pelas inumeras aplicações e produções criadas. Hoje temos miudos que já sabem mais que os pais, comaça a criar-se um fluxo vectorial de saberes em varios sentidos.

A visão defendida por uma ala de direita em que não existiria investimento, em que tudo são utopias de esquerda, onde se quer um mercado auto-regulador mas sem competir com nada, pois carece de falta de infa-estruturas, levar-nos-ia ao brilhantismo económico agricola de subsistencia dos anos 70 herdados pelo visionário Salazar. Onde o nosso atraso era ridicularizado pelos países europeus, com cofres cheios a viver na miséria e, às tão apetitosas babatinhas com azeite.

:thumbsup:
 
Epa, que a esquerda vá toda para o raio que a parta, não só arrebentaram com o país como não tem um pingo de vergonha em admitir que o fizeram e tem ainda a lata de dizer que isto está muito mau.
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Parecem todos uns grandes moralistas. Roubam do povo e defendem o povo, nunca vi...
Ainda hoje o Soares, o maior chulo do estado que alguma vez se viu, dizer o povo isto, o povo aquilo. Se tivesse mas é vergonha naquelas ventas... Só não roubou mais porque não pôde. Se o deixassem, ainda hoje estaria a extorquir... o povo.
Mas há lá alguma dúvida que estamos a pagar a factura destes senhores?
E como convém a muitos que a fonte não esgote são eles agora os "bons da fita" e tem tempo de antena reforçado.
CALEM-SE! E deixem governar.
 
Algumas partes até concordo contigo mas nestas não. A factura paga pelas nergias renováveis é inferior ao pago às energias baeadas em combustões ( carvão, petroleo, etc) Além disso leva-nos a depender menos energéticamente, ou que equilibra a balança importações-exportações. A sustentabilidade ambiental não tem preço, caso contrário no futuro a factura será bem maior, coisa fácil de verificar até no nosso forum, o impacto das alterações climáticas. A não ser que não se pense nas próximas gerações.

O magalhães foi das melhores apostas do Sócrates, a literacia informática poderá ser um setor económico que poderá dar frutos, hoje já o é, pelas inumeras aplicações e produções criadas. Hoje temos miudos que já sabem mais que os pais, comaça a criar-se um fluxo vectorial de saberes em varios sentidos.

A visão defendida por uma ala de direita em que não existiria investimento, em que tudo são utopias de esquerda, onde se quer um mercado auto-regulador mas sem competir com nada, pois carece de falta de infa-estruturas, levar-nos-ia ao brilhantismo económico agricola de subsistencia dos anos 70 herdados pelo visionário Salazar. Onde o nosso atraso era ridicularizado pelos países europeus, com cofres cheios a viver na miséria e, às tão apetitosas babatinhas com azeite.

:thumbsup:

Não te quero ofender, mas até pareces um político a escrever! Contudo essa linguagem esbarra na realidade: não há dinheiro. Nem para Magalhães, nem para renováveis. E já não havia em 2008, nem em 2005, nem em 2000.
 
Quem conheça um bocadinho de história de Portugal - o que inclui a económica - sabe perfeitamente o que é que custou a edificar um módico de classe média no país. Falo da "burguesia", a pequena e a média "empreendedora" ou de "serviços" que, por exemplo, num dado momento a inquisição ajudou a não se formar (e a destruir com método) com as perseguições que moveu e que não eram apenas "culturais". Vitorino Magalhães Godinho também explicou a persistência de elementos de "antigo regime" num século, o XIX, por natureza destinado ao triunfo da referida burguesia na sociedade portuguesa. Persistência essa que transitou para o século seguinte, com défices preocupantes em matéria de industrialização com um sector terciário hipertrofiado e uma macrocefalia demográfica e social preocupantes. Salazar preferia um país manso e habitual, ligado à terra, e com "condicionamento industrial" para não criar lumpen destinado a alimentar as bolsas ideológicas da oposição. O Estado Novo, tal como o actual regime, favoreceu o funcionalismo e os serviços, e a classe média acabou por florescer por aí e por entre o pequeno e médio comércio de bairro e de avenidas novas. A "Europa", com os seus fundos, melhorou o estado da arte das infraestruturas e quase nada as mentalidades chico-espertistas que dominam. A reforma fiscal de Cadilhe "adaptou" (e adoptou), bem como a alteração do sistema retributivo da função pública, esta realidade. O "cavaquismo", tal como o "guterrismo", é o filho pródigo de uma classe média reconhecida que se "aguentou" até aos primeiros anos deste século. Ironicamente o sistema fiscal elaborado a pensar nela, virou-se contra ela. O Estado, social e "associal", cresceu sobretudo fora dele por causa da agiotagem e da plutocracia partidárias. Vítima da voragem própria (modos de vida, nenhuns hábitos de poupança, iliteracias várias) e alheia, a classe média - no fundo, um corpo social remediado e fundamentalmente urbano com nichos de qualidade de vida no "interior" e em algum litoral - desmoronou-se. Ao preferir "atacar" pelo lado de uma receita fiscal exaurida porque a classe média que ela atinge, no essencial, se desmoronou, Vítor Gaspar emerge menos reformista do que supõe. Porque a persistência dos elementos de "antigo regime" a que aludia Magalhães Godinho, aquando da transição do século XVIII para o século XIX, traduzem-se hoje na incompreensível subsistência de blocos aparentemente inatingíveis de despesa pública "modernaça" (como naquela altura, de certos privilégios nobiliárquicos) que impedem qualquer desígnio reformador integral. Há, pois, algo de manco nisto tudo que a História explica. Não aprendemos nada.

http://portugaldospequeninos.blogs.sapo.pt/
 
Na sua análise do que está a acontecer...

...não se esqueça da origem da crise. E qual é ela? Bem, ponhamos a coisa como "eles" gostam de pôr: consumimos mais do que produzimos. Ora, para consumir mais do que se produz é preciso pedir dinheiro emprestado. Daí a dívida. Pois, em boa economia, consumir mais do que produzir, a nível nacional, diz-se: poupar menos do que investir. Não há nada a fazer, é isso mesmo. Porquê? Porque os bancos não emprestam, na esmagadora parte, para consumir, mas para investir, pois precisam de colateral, isto é, de bens ou de rendimentos que garantam os empréstimos. Dê-se as voltas que se derem, um défice na conta corrente da Nação significa isso e outra coisa não: a taxa de poupança é inferior à taxa de investimento. É por isso que entra dinheiro no país. Então "poupámos" de menos? E investimos ou "gastámos" demais? Sim. E porquê? Pois, só há uma razão: o euro ou, melhor, a política monetária da zona euro, que foi definida, não consoante as necessidades do país, mas consoante as necessidades das economias mais importantes da moeda única. Como? Assim: com taxas de juro baixas relativas ao "equilíbrio" nacional, as pessoas não tiveram incentivos para poupar o suficiente, para pôr o dinheiro no banco; e com as mesmas taxas de juro baixas, as pessoas tiveram todos os incentivos para investir. E o Estado? Bem o Estado, os governos, pode ter tido culpas que as pessoas não tiveram, mas essas culpas não chegam para virar esta história ao contrário. Em suma, o socialismo de alguns governos poderá ter ajudado ao desastre, mas não o explica, e o povo apenas reagiu, como os mercados mandam, a taxas de juro demasiadamente baixas (acrescente-se, que há bibliografia que "prova" a existência dessas taxas de juro baixas). Parece-me fundamental ter esta interpretação como pano de fundo para analisar a loucura que hoje foi apresentada em mais uma encenação no Ministério das Finanças.

Ver aqui: Pedro Lains

Esta é uma boa análise que tanto serve aos defensores da austeridade como aqueles que defendem que a culpa da crise só tem um rosto - do lado dos mercados e dos governos e não do povo.
O problema aqui é assumir que as pessoas pagam pelas opções que tomam, quer seja de forma consciente ou não.
E como as pessoas usufruiram das opções que foram tomadas, quer melhorando o seu nível de vida ao adquirir melhor habitação, melhores carros, etc., quer melhorando o seu status social através de viagens, serviços ou outros, o facto é que todos nós teremos de pagar porque fomos coniventes com a situação.
Há culpados? Há...uns mais do que outros, mas agora o importante é remarmos todos no mesmo sentido para sairmos desta miséria social em que nos metemos.
 
Não te quero ofender, mas até pareces um político a escrever! Contudo essa linguagem esbarra na realidade: não há dinheiro. Nem para Magalhães, nem para renováveis. E já não havia em 2008, nem em 2005, nem em 2000.

Não sou, nem nunca o fui , nem nunca tive qualquer avença ou favor através da politica. São só pontos de vista. :thumbsup:

Ainda li o ponto de vista do Vince, já não deu para responder, amanha tenho de me levantar às 7h para trabalhar na agricola.

Fiquem bem....
 
Desculpa Filipe, mas não compreendi qual é essa medida a que te referes (também não vi quanto representa em euros, nem quem a ditou), e muito menos a que alternativa política te referes e seu respectivo projecto para o país!

Podes-nos informar melhor? Estamos aqui todos para discutir idéias também, e de várias preferências ideológicas..

Eu não sou político nem polílogo, sou apenas treinador de bancada como todo o nosso povo..

Moção de censura votada na AR na 5ª ouviste falar não!!!! as manifestações de rua, com milhares a dar vivas ao governo pela boa governação, as greves recentes e as futuras......:huh:
Em €s talvez não se poupa-se nada, mas o deixar andar, e já com decadas deste andamento vamos bem....
As alterações propostas por toda a oposição ao codigo do trabalho, chumbados pela maioria...e muitas mais.
Os meninos nomeados para acessores, vindos das creches dos partidos, diz alguma coisa....bem aqui estou a dar um tiro no pé, isto criou emprego:D
Eu tambem não sou politico,nem defendo o x nem o y....mas detesto quando perguntam ao zezinho se é do porto ou do benfica, quando há mais clubes de escolha...assim é com a politica;)
 
Melhor era limpar a corja que nos levou para este abismo, desde os gajos do bpn, aos dos submarinos, as ppp's, passando pelo boys do psd e ps, pelo governo de Sócrates e pelo próprio, aos ex-ministros que estão nas empresas que tem as ppp's outros que nos chularão
 
Moção de censura votada na AR na 5ª ouviste falar não!!!! as manifestações de rua, com milhares a dar vivas ao governo pela boa governação, as greves recentes e as futuras......:huh:
Em €s talvez não se poupa-se nada, mas o deixar andar, e já com decadas deste andamento vamos bem....
As alterações propostas por toda a oposição ao codigo do trabalho, chumbados pela maioria...e muitas mais.
Os meninos nomeados para acessores, vindos das creches dos partidos, diz alguma coisa....bem aqui estou a dar um tiro no pé, isto criou emprego:D
Eu tambem não sou politico,nem defendo o x nem o y....mas detesto quando perguntam ao zezinho se é do porto ou do benfica, quando há mais clubes de escolha...assim é com a politica;)

Eu compreendi, e digamos que era mesmo para ser chumbado! Os políticos têm destas estratégias, quando as medidas doem, anuncia-se o pior mas para depois dar uns pequenos recuos. São pequenas vitórias para a oposição, e assim ficam todos contentes! Isto acontece sempre, mas sempre todos os anos, é questão de estarmos atentos!

Penso que nenhum partido discorda do direito à greve. O direito à greve é um direito consagrado na constituição, e que serve também para desanuviar a ira popular!

Pessoalmente, discordo apenas dos motivos de algumas greves, em especial as dos máquinistas da CP, que auferem mais de 1500eur/mês.
E também da TAP!

Mas para organizar greves, portugal não precisa de partidos, apenas de sindicatos! Se a atividade do BE e do BCP, apenas se resumir a organizar greves e a chumbar tudo e mais alguma coisa, sem apresentar medidas alternativas, nunca vão conquistar votos suficientes para governar.

Por exemplo, nunca cheguei a compreender porque chumbaram a lei do psd contra o enrriquecimento ilícito! Alguém me pode explicar as razões do BE ou do PCP?

Mas como esta, houve muitas! Por exemplo: a redução do número de deputados, iria cortar na despesa do estado, mas foi chumbada pelo BE e PCP!

Enfim.. O que eu quero dizer é que muito importante termos uma oposição, mas seria muito melhor se a oposição contribuisse com idéias e soluções quantificadas, para nos ajudar a salvar o país.

Estamos todos no mesmo barco, não esqueçam! O dizer, quanto pior, melhor para nós, não vale nada!
 
Mas para organizar greves, portugal não precisa de partidos, apenas de sindicatos! Se a atividade do BE e do BCP, apenas se resumir a organizar greves e a chumbar tudo e mais alguma coisa, sem apresentar medidas alternativas, nunca vão conquistar votos suficientes para governar.

Nem sequer precisa de sindicatos, o direito à greve é individual, cada um pode fazê-la quando bem entender, desde que respeite todas as formalidades prévias.

Por exemplo, nunca cheguei a compreender porque chumbaram a lei do psd contra o enrriquecimento ilícito! Alguém me pode explicar as razões do BE ou do PCP?

Chumbaram, e para mim com razão. Era o que faltava que tivéssemos de ser nós, cidadãos, a provar que não cometemos um crime, e não o Estado a ter de o provar. Era um precedente perigosíssimo, amanhã alguém inventava algo sobre ti, e tu tinhas que provar que isso era mentira, enquanto o acusador não tinha que provar nada. O próprio nome da lei é estúpido, se o enriquecimento é ilícito, já existe alguma lei que o criminaliza.

Mas como esta, houve muitas! Por exemplo: a redução do número de deputados, iria cortar na despesa do estado, mas foi chumbada pelo BE e PCP!

Porque perderiam representação parlamentar, com o sistema de eleição de deputados, baseado no método de Hondt, esses partidos corriam o risco, mesmo mantendo as votações absolutas, de passarem a ter um grupo parlamentar residual. A solução pode passar, como já alguém propôs e causou grande alvoroço, por haver deputados com direito a mais do que um voto, do tipo, cada círculo eleitoral tinha apenas um representante por partido, e esse representante tinha direito ao número de votos correspondente ao número de mandatos conseguido por esse partido nesse círculo eleitoral. De qualquer modo, como já existe disciplina de voto para todas as matérias de interesse para o país, não se sentiria grande diferença.
 
Garcia Pereira: “Temos de dizer que não temos medo de sair do euro”

Portugal “tem de suspender imediatamente o pagamento da dívida” e “expulsar” a troika. Quem o defende é António Garcia Pereira, a figura mais mediática do PCTP-MRPP, que interveio nesta sexta-feira à tarde no Congresso Democrático das Alternativas. “Não se negoceia nem renegoceia com os inimigos da pátria.”

Garcia Pereira considera que, além da troika, também o Executivo liderado por Passos Coelho deve sair. “Não há nenhuma solução que não passe pelo derrube do actual Governo.” O advogado defende que à queda do Governo devem seguir-se eleições antecipadas.

O ex-candidato à Presidência da República vai mais longe: “O Governo patriótico [que sair dessas eleições antecipadas] deve estar pronto para emitir moeda imediatamente.” Para Garcia Pereira, Portugal deve dizer que “não tem medo de sair do euro”. “Não cedemos a chantagens.”

O regresso ao escudo é, na opinião do militante do PCTP-MRPP, uma possibilidade real e a considerar para o futuro imediato. E sugere “meter a tropa nos bancos a uma sexta-feira à tarde para garantir a execução do plano [de viabilização de uma moeda portuguesa]”.

Fonte: Publico

Eu gostava de ver este senhor que quando tem um cliente que não lhe pague a ver o que ele faz se perdoa também a dívida. :lol:

O que esta esquerda quer é que o povo ainda fique mais na miséria, sempre defenderam isso. Os sindicatos, PCP, BE e outros são uma corja dos diabos, querem é greves quanto mais greves melhor que assim o trabalhador ganha menos.
Não é com greves que vamos lá é com trabalho, produzir cada vez mais para termos uma economia competitiva.
 
Eu gostava de ver este senhor que quando tem um cliente que não lhe pague a ver o que ele faz se perdoa também a dívida. :lol:

O que esta esquerda quer é que o povo ainda fique mais na miséria, sempre defenderam isso. Os sindicatos, PCP, BE e outros são uma corja dos diabos, querem é greves quanto mais greves melhor que assim o trabalhador ganha menos.
Não é com greves que vamos lá é com trabalho, produzir cada vez mais para termos uma economia competitiva.

Já viste como sabes .... bora todos trabalhar de graça, para ajudar a economia !

Sim porque se dependesse dos capitalistas trabalhavamos mas era todos de graça ...

Não precisamos produzir mais, já cá temos os chineses que nem têm que se preoucpar com nada, com contribuições, com impostos, até trazem a marmita e tudo para não ter que pagar a ninguém.
 
Estado
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