Reflexão
Bem sei que aqui neste fórum ninguém acredita nas «teorias da conspiração» que por aí circulam. Tenho investigado sobre este tema, e acho que alguma informação que tem o seu fundamento.
Sempre achei que se o Governo anterior andava a anunciar a meio mundo tanta obra pública, é porque alguém por trás garantiu o dinheiro. Não são agentes externos os culpados pelos nossos erros, más opções ou problemas estruturais. Mas podem ser os culpados por estarmos tão endividados, e com um objectivo bem claro.
Imaginem um viciado em heroína. Não terá culpa maior quem lhe vende a droga para ficar com o seu dinheiro? Nós somos os viciados em dinheiro emprestado e num estilo de vida insustentável. Não terá culpa maior quem promete o dinheiro, em troca de juros absurdos e de mais umas coisas que só Deus e o diabo sabem?
É que andam por aí membros do anterior Governo a dizer que houve orientações internacionais, do estrangeiro, para aumentar a despesa pública. Para fazer obras públicas, para o Estado gastar mais. Mas não mencionam quem deu essas orientações. Foi o FMI? Foi a OCDE? Foi a UE? Foi Merkel? Foi a Goldman Sachs? Foi a Internacional Socialista? Quem foi? Onde foi dito? Quem deu essas orientações, onde e quando?
Seria fundamental sabermos de onde partiram. E passo a explicar a parte que ninguém aceita. Também não «acredito» piamente. Sou céptico. Mas há dados que não podem ser ignorados.
Actualmente há dois membros do Governo com forte poder de influência, António Borges e Carlos Moedas, ligados... à Goldman Sachs. Tal como membros de outros governos europeus.
Sabe-se que actualmente a economia americana e o dólar enfrentam sérias dificuldades, que a Europa poderia contornar e o euro poderia sair desta crise como substituição do dólar, levando à ruína dos EUA. O Velho Continente tem atributos e potência, para com uma UE forte, ser de novo a potência líder global em vários domínios, como foi até à Segunda Guerra Mundial.
Uma possível derrocada do euro teria muitos benefícios para a economia americana, principalmente se pelo meio houvesse um conflito bélico, cada vez mais provável no Próximo e Médio Oriente, mas que a partir daí poderia se estender ao Cáucaso, aos Balcãs, e num cenário extremo, à Europa Ocidental.
Os EUA são uma sociedade em decadência desde os anos 80. Em termos relativos desceram em vários indicadores sociais, especialmente na educação, embora ainda mantenham algumas das melhores universidades do mundo. Mas são uma sociedade com extremos cada vez mais notórios, mais desigualdades, e também menos liberdade e segurança. Estão mal como estavam nos anos 30...
A queda de Dominique Straussh Khan está envolta em várias teorias da conspiração. Várias declarações recentes confirmam que Dominique teria dado outro rumo à França e à Europa, e que se encontra contra a estratégia actual. Já Lagarde é pró-EUA, e parece seguir outras recomendações... e insiste numa receita que está a levar a Europa à ruína.
A estratégia que levou à queda de Dominique foi a mesma empregue para remover outros indesejados, como Berlusconi ou Assange. Um escândalo sexual propagado por todo o mundo pelas mesmas agências de comunicação que nos andaram a enganar sobre o Iraque e a Líbia e que agora nos mentem sobre a Síria e o Irão.
Se é verdade que temos que resolver os nossos problemas estruturais, se é verdade que temos que viver de acordo com as nossas possibilidade, também é verdade que a insistência nesta estratégia e neste plano só vai arruinar ainda mais o país, como está à vista até de muita gente com o quarta classe ou mesmo analfabeta. Portugal precisa de uma redução na taxa de juros, e de mais anos para ordenar a sua economia. Precisa também de um perdão parcial da dívida, ou de mais tempo para pagar o que deve. Para além disso, é necessário reduzir custos na Educação, Saúde, ou Segurança Social, garantindo que os mais necessitados não ficam de fora e têm o suficiente para viver com dignidade. Mas o mais importante é limpar os partidos da plutocracia que vampiriza o país, e que segue as ordens daqueles que controlam oligarquias ou monopólios que vivem de rendas e privilégios garantidos pelo Estado. Toda a gente aqui sabe de quem falo, vários escritórios de advogados, alguns banqueiros, empresas do sector energético e energias renováveis, construção civil e obras públicas, ateliers de arquitectura, empresas públicas deficitárias, alguma comunicação social.
Cada vez mais creio que há um plano arquitectado para destruir o euro e a Europa, para destruir a classe média e até levar a uma espécie de Idade Média tecnológia, a um neo-feudalismo na era da Ciência.
Bem sei que aqui neste fórum ninguém acredita nas «teorias da conspiração» que por aí circulam. Tenho investigado sobre este tema, e acho que alguma informação que tem o seu fundamento.
Sempre achei que se o Governo anterior andava a anunciar a meio mundo tanta obra pública, é porque alguém por trás garantiu o dinheiro. Não são agentes externos os culpados pelos nossos erros, más opções ou problemas estruturais. Mas podem ser os culpados por estarmos tão endividados, e com um objectivo bem claro.
Imaginem um viciado em heroína. Não terá culpa maior quem lhe vende a droga para ficar com o seu dinheiro? Nós somos os viciados em dinheiro emprestado e num estilo de vida insustentável. Não terá culpa maior quem promete o dinheiro, em troca de juros absurdos e de mais umas coisas que só Deus e o diabo sabem?
É que andam por aí membros do anterior Governo a dizer que houve orientações internacionais, do estrangeiro, para aumentar a despesa pública. Para fazer obras públicas, para o Estado gastar mais. Mas não mencionam quem deu essas orientações. Foi o FMI? Foi a OCDE? Foi a UE? Foi Merkel? Foi a Goldman Sachs? Foi a Internacional Socialista? Quem foi? Onde foi dito? Quem deu essas orientações, onde e quando?
Seria fundamental sabermos de onde partiram. E passo a explicar a parte que ninguém aceita. Também não «acredito» piamente. Sou céptico. Mas há dados que não podem ser ignorados.
Actualmente há dois membros do Governo com forte poder de influência, António Borges e Carlos Moedas, ligados... à Goldman Sachs. Tal como membros de outros governos europeus.
Sabe-se que actualmente a economia americana e o dólar enfrentam sérias dificuldades, que a Europa poderia contornar e o euro poderia sair desta crise como substituição do dólar, levando à ruína dos EUA. O Velho Continente tem atributos e potência, para com uma UE forte, ser de novo a potência líder global em vários domínios, como foi até à Segunda Guerra Mundial.
Uma possível derrocada do euro teria muitos benefícios para a economia americana, principalmente se pelo meio houvesse um conflito bélico, cada vez mais provável no Próximo e Médio Oriente, mas que a partir daí poderia se estender ao Cáucaso, aos Balcãs, e num cenário extremo, à Europa Ocidental.
Os EUA são uma sociedade em decadência desde os anos 80. Em termos relativos desceram em vários indicadores sociais, especialmente na educação, embora ainda mantenham algumas das melhores universidades do mundo. Mas são uma sociedade com extremos cada vez mais notórios, mais desigualdades, e também menos liberdade e segurança. Estão mal como estavam nos anos 30...
A queda de Dominique Straussh Khan está envolta em várias teorias da conspiração. Várias declarações recentes confirmam que Dominique teria dado outro rumo à França e à Europa, e que se encontra contra a estratégia actual. Já Lagarde é pró-EUA, e parece seguir outras recomendações... e insiste numa receita que está a levar a Europa à ruína.
A estratégia que levou à queda de Dominique foi a mesma empregue para remover outros indesejados, como Berlusconi ou Assange. Um escândalo sexual propagado por todo o mundo pelas mesmas agências de comunicação que nos andaram a enganar sobre o Iraque e a Líbia e que agora nos mentem sobre a Síria e o Irão.
Se é verdade que temos que resolver os nossos problemas estruturais, se é verdade que temos que viver de acordo com as nossas possibilidade, também é verdade que a insistência nesta estratégia e neste plano só vai arruinar ainda mais o país, como está à vista até de muita gente com o quarta classe ou mesmo analfabeta. Portugal precisa de uma redução na taxa de juros, e de mais anos para ordenar a sua economia. Precisa também de um perdão parcial da dívida, ou de mais tempo para pagar o que deve. Para além disso, é necessário reduzir custos na Educação, Saúde, ou Segurança Social, garantindo que os mais necessitados não ficam de fora e têm o suficiente para viver com dignidade. Mas o mais importante é limpar os partidos da plutocracia que vampiriza o país, e que segue as ordens daqueles que controlam oligarquias ou monopólios que vivem de rendas e privilégios garantidos pelo Estado. Toda a gente aqui sabe de quem falo, vários escritórios de advogados, alguns banqueiros, empresas do sector energético e energias renováveis, construção civil e obras públicas, ateliers de arquitectura, empresas públicas deficitárias, alguma comunicação social.
Cada vez mais creio que há um plano arquitectado para destruir o euro e a Europa, para destruir a classe média e até levar a uma espécie de Idade Média tecnológia, a um neo-feudalismo na era da Ciência.


