O Estado do País

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Vem aí um exercito de destruição em 2015, ou não, tendo em conta a conjectura criada pelo FMI.

É caso para dizer. TAMOS QUILHADOS!:sad:

Sem dinheiro, com medidas de revitalização da economia interna assente na construção do novo aeroporto de Lisboa, do TGV, da reabilitação urbana, de eventuais novas auto-estradas, com o aumento do poder de compra induzido pelos dinheiros do estado...vamos concerteza melhorar a condição do país:lmao:

As medidas que estes meninos da esquerda propõem, vão levar à bancarrota, em última instância a uma situação que nos force a saída do euro e o empobrecimento brutal e definitivo.

Continuo a dizer: estes meninos da esquerda deixaram o país de tanga, o Passos Coelho pegou o leme de um navio a afundar devido a um rombo gigantesco nas finanças públicas e tem tentado (não da melhor forma) trazer o navio aos estaleiros para reparações profundas.
E vão ser estes mesmos personagens a pegar no navio à deriva, com uns plásticos a tapar os seus buracos, e a levar-nos para novos rumos, os mesmo que afundarão de vez o país - talvez dessa forma tenhamos o tão almejado socialismo que eles tanto apregoam!
 
Valores do INE.

Pelo menos está-se a conseguir, finalmente, a equilibrar a balança comercial.

Pergunto-me, como é que se viveram décadas com tamanhos volumes de importação fase à exportação.

O Miguel Beleza explicou... graças às empresas exportadoras conseguimos vender produtos mesmo que ninguém os compre.

É caso para dizer. TAMOS QUILHADOS!:sad:

Sem dinheiro, com medidas de revitalização da economia interna assente na construção do novo aeroporto de Lisboa, do TGV, da reabilitação urbana, de eventuais novas auto-estradas, com o aumento do poder de compra induzido pelos dinheiros do estado...vamos concerteza melhorar a condição do país:lmao:

As medidas que estes meninos da esquerda propõem, vão levar à bancarrota, em última instância a uma situação que nos force a saída do euro e o empobrecimento brutal e definitivo.

Continuo a dizer: estes meninos da esquerda deixaram o país de tanga, o Passos Coelho pegou o leme de um navio a afundar devido a um rombo gigantesco nas finanças públicas e tem tentado (não da melhor forma) trazer o navio aos estaleiros para reparações profundas.
E vão ser estes mesmos personagens a pegar no navio à deriva, com uns plásticos a tapar os seus buracos, e a levar-nos para novos rumos, os mesmo que afundarão de vez o país - talvez dessa forma tenhamos o tão almejado socialismo que eles tanto apregoam!

Desejo-te boa sorte, a ti e ao Passos Coelho mas agora arranjem outro país para brincar. E levem o IMF a bordo desse navio imaginário.

Os dados do INE são cada vez piores. Desemprego, crescimento económico, dívida, défice, salários, situação social, emigração. Tenho um país decrépito, quero lá saber das exportações...
 
País de pandeireta...

É possível registar um "Afonso Henriques" ou um "Luís Figo" como nome próprio mas um comum "Idalécio" já não...
 
João José Cardoso, espalhado pelo Aventar e verdadeiramente sem vergonha... É só para daqui a 10 anos. Deve ser como a recuperação económica, a economia velha e a economia nova...

«Ser entrevistado por um jornal estrangeiro de fora liberta o que há de mais profundo num governante. Foi o que sucedeu com Nuno Crato perante a jornalista Nathália Butti, da brasileira Veja: foi um desfiar de fetiches a caminho da privatização do ensino, o que passa pela contratação de professores a cargo do gestor da escola, a cunha, o chicote, a perseguição política, o fim da escola pública como a conhecemos desde 1974 (antes já se saneavam os ideologicamente indesejáveis ou moralmente suspeitos, por exemplo). Pelo meio o mais miserável discurso anti-eduquês, capaz de nos deixar com saudades da Ana Benavente.
Muito aborrecido em vésperas de uma greve docente foi a entrevista ter chegado cá, primeiro elogiada no Blasfémias, olha quem, e ontem sintetizada nos jornais.
Correndo atrás do prejuízo sabemos agora que “o ministro foi mal interpretado“, são planos para 10 anos (eles vieram para ficar, só falta um Gomes da Costa).»

Coisas completamente ridículas e ultrapassadas... Eis o Ministro Crato:

Memorizar a tabuada, cidades e rios - Contra o 'eduquês' e as teorias de Jean Piaget, Nuno Crato defende a memorização. “É importante decorar a tabuada, o nome e a localização de certos rios e cidades e as datas mais importantes da História.”

Questionado sobre o modo como as crianças aprendem, o ministro afasta a ideia do gosto pela aprendizagem. Esse é um “pensamento muito limitado” e exemplifica: “Veja o caso da leitura. Muitos educadores acham que para ler bem a criança precisa, antes de qualquer coisa, estar desperta para o gosto pela literatura”, mas não, Crato considera que “tem de se ler muito, mesmo sem gostar. O treino precisa de ser permanente e exaustivo. Quanto mais automática se tornar a leitura, mais hipóteses a criança terá de retirar prazer”.

Crato, Santos Pereira, Gaspar, Passos Coelho, Cavaco... a maior vergonha da democracia portuguesa!
 
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Isto é perigoso e estranho que agora apareça alguém do CDS/PP a defender a saída do euro.

Portugal tem a vigésima dívida externa mais elevada do mundo. Está em euros. Sair da moeda única implicaria a falência das famílias, das empresas e da Banca portuguesa. Contudo imaginemos que os credores perdoavam boa parte da nossa dívida e a dívida das famílias e empresas era convertida em escudos. Portugal voltava entretanto a crescer, depois do empobrecimento brutal que se seguiria a uma saída do euro. Que sucederia em Espanha? Na Grécia? Em Itália? Chipre? França? Cuidam que não haveria fortes pressões populares e políticas internas para seguir os passos de Portugal? E depois, que sucederia à Banca do Centro e Norte da Europa? E em última análise, que sucederia à paz na Europa?

A quem interessa a saída do euro, e também da UE? Cá dentro tudo esteve bem enquanto os contribuintes do Norte enviaram dinheiro e fecharam os olhos ao comportamento das nossas elites políticas e financeiras.

O abandono do projecto europeu interessa a todos os sectores onde a UE tem vind a exigir mais concorrência, um mercado mais aberto e mais transparente: comunicações, energia ou jogo. Interessa aos patos-bravos do betão que vêem a UE como um entrave à disseminação do cimento por áreas protegidas. A quem tem dinheiro lá fora: poderiam comprar casas ou lojas, quintas e outros activos a preço de saldo. À Esquerda demagógica, que assim poderia ligar a máquina impressora e financiar as suas políticas populistas, mesmo que isso significasse o empobrecimento da população.

E depois de sairmos do euro, quem financiaria a economia portuguesa? Como viria a retoma, se não teríamos dinheiro para financiar as empresas?

Enfim, estes políticos parecem umas crianças ou adolescentes irresponsáveis! É uma espécie de estado de loucura colectiva o que se vive neste momento em Portugal!

Os nossos problemas não passam certamente pelo euro, e ficarão cá com uma nova moeda, bloqueando o desenvolvimento económico, social e cultural do país: Justiça lenta, abandono escolar elevado, pouca mobilidade social, ausência de mercado de arrendamento, mau Ordenamento, corrupção e tráfico de influências, carga fiscal elevada, Estado obeso.

Ninguém quer fazer as reformas que o país precisa: extinguir as empresas municipais, reduzir o número de autarquias, extinguir institutos e observatórios, encerrar escolas, rever os contratos com os colégios privados, rever o financiamento às fundações e IPSS's, calcular novamente todas as reformas (salvaguardando as mais reduzidas), cortar nos privilégios da classe política, mudar as leis do Ordenamento do Território, acabar com a promiscuidade do Estado com escritórios de advogados e empresas, reduzir os impostos, acabar com burocracias e regulamentações, etc.




No Conselho Superior da Antena1 desta manhã, Pires de Lima afirma que a única alternativa viável à atual política do governo é a saída do euro. O dirigente do CDS-PP recorda que esta não foi uma alternativa discutida na sessão pública “Libertar Portugal da austeridade”, que juntou dirigentes do PS, PCP e Bloco de Esquerda na passada semana.

“A única alternativa que eu vejo é a saída do euro, mas não vi ninguém na Aula Magna propor essa medida essencial, porque essa é que poderia ser uma conclusão. A conclusão de que a moeda única está a fraturar a Europa, não funciona e é em si mesma um fator responsável pela crise económica, pela crise social, pelo desemprego que os países do sul da Europa estão a viver”, aponta.

Pires de Lima acrescenta que retiraram a Portugal “uma boa parte da soberania, dos instrumentos que tínhamos antes para combater este tipo de situações de ‘default’ financeiro, como aconteceu no passado”.

“Para além do caminho que estamos a traçar, essa é a única alternativa que vale a pena estudar e aprofundar”, argumenta o empresário, em declarações ao jornalista Luís Soares.



http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=656843&tm=9&layout=123&visual=61
 
A recessão chega a Finlândia

Finland’s economy shrank in the first quarter, entering a recession as its fellow euro-area countries struggle with austerity and surging unemployment.

http://online.wsj.com/article/SB10001424127887323844804578526704062469308.html
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a saída do euro levarmos-ia para os anos 80,acabam as roupas importadas de marcas, grandes opções de produtos nos mercados, tudo mais simples, austero.
Dentro do euro não temos hipóteses de revitalizar a nossa economia
É preferivel sermos pobres no nosso quintal mas soberanos e com controle do nosso destino do que escravos de Bruxelas numa politica errada e sobretudo imoral.
 
A recessão chega a Finlândia

Finland’s economy shrank in the first quarter, entering a recession as its fellow euro-area countries struggle with austerity and surging unemployment.

http://online.wsj.com/article/SB10001424127887323844804578526704062469308.html
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a saída do euro levarmos-ia para os anos 80,acabam as roupas importadas de marcas, grandes opções de produtos nos mercados, tudo mais simples, austero.
Dentro do euro não temos hipóteses de revitalizar a nossa economia
É preferivel sermos pobres no nosso quintal mas soberanos e com controle do nosso destino do que escravos de Bruxelas numa politica errada e sobretudo imoral.

Mas mesmo em crise vários sectores têm crescido e têm-se modernizado. Escravos de Bruxelas? A Alemanha enviou para cá muito dinheiro, que o tenhamos aplicado mal é apenas culpa da nossa sociedade. Tínhamos e temos sectores sobredimensionados, portanto a mudança para um tecido económico mais saudável e sustentável seria sempre dolorosa.
 
O Miguel Beleza explicou... graças às empresas exportadoras conseguimos vender produtos mesmo que ninguém os compre.

Os dados do INE são cada vez piores. Desemprego, crescimento económico, dívida, défice, salários, situação social, emigração. Tenho um país decrépito, quero lá saber das exportações...

Põe as exportações dos últimos 3 anos ao níveis de 2010 e calcula lá em quanto seria o crescimento económico, a dívida e o défice...

A tua última frase é tão no sense... "Tenho uma infiltração em casa, quero lá saber das telhas partidas".
 

O banco de Portugal que prepare um bom stock de tinteiros para as impressoras, vai ser imprimir muito papel. Bem isto pior não fica, a saida do euro está conjugada com o perdão da divida. As poupanças irão levar um "hair cut" mas depois compensam com os juros altos. A economia levará um bom arranque na competitividade, os bens de consumo importados irão baixar drásticamente, mas se o trabalho for bem feito pode ser que o rombo no casco não deixe meter muita água neste barco sem rumo e sem comandante. ;)
 
A verdade é que as boas graças dos mercados também acabaram...

Taxa a 10 anos exigida a Portugal no mercado de dívida: 6,07%, +60pts base nos últimos dias... Acho que as emissões de dívida vão ser adiadas. Alias os prazos dispararam em todas as maturidades e em todos os países periféricos. E contra factos não há argumentos, já nem os mercados acreditam que se cumpram quaisquer indicadores macro económicos e isso está a reflectir-se no prémio de risco.
Cada vez estou mais convicto que a austeridade era necessária, mas não desta maneira nem com intensidade tal que apenas serve para enterrar de vez o país... falam da balança comercial... é verdade que pela primeira vez em décadas temos saldo positivo, mas esse saldo é devido não à forca das exportações mas sim há queda brutal do consumo interno e por consequencia das importações...
Meus amigos, um país que não cresce, que não cria riqueza, jamais criará emprego, jamais pagará a sua dívida! A nossa dívida não será paga! Desta forma não será!
 
"O mau tempo do primeiro trimestre prejudicou a atividade da construção" - Vitor Gaspar.

Que fazer...

(toda a gente sabe que a seca tem o dobro do impacto de um inverno chuvoso porque a recuperação dura meses e normalmente sai-se do inverno para o verão onde é muitíssimo provável que não chova).

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As exportações de bens aumentaram 3,1% e as importações de bens diminuíram 2,7% no trimestre terminado em abril deste ano, face ao período homólogo (fevereiro de 2012/abril de 2012), tendo-se verificado uma redução do défice da balança comercial no montante de 730,1 milhões de euros.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) em termos de taxa de variação homóloga, em abril de 2013 as exportações aumentaram 17,3% e as importações 9,2% (respetivamente, -3,5% e -9,9% em março de 2013).

A aceleração das exportações e das importações refletiu em parte um efeito de calendário pois, em 2013, a Páscoa celebrou-se em março e não em abril como aconteceu em 2012. No caso das exportações, é ainda de salientar o contributo do crescimento significativo do grupo de combustíveis minerais.

No trimestre terminado em abril de 2013 - e face ao período homólogo - as exportações registaram um aumento de 8,7% e as importações de 6,8%, a que correspondeu um défice de 622,8 milhões de euros.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/exportacoes-aumentam-no-trimestre-de-fevereiro-a-abril=f812534#ixzz2VWxFAzYH
 
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