Ao mesmo tempo que cresce o número de falências em Portugal (mais 15,5% no primeiro trimestre deste ano), também a criação de empresas tem aumentado: 28% nos primeiros três meses do ano, face ao período homólogo de 2012, num valor total de 11.722 empresas, o maior valor registado desde 2008.
Dados do Instituto Nacional Estatística (INE) revelam que no primeiro trimestre de 2013, os sectores mais dinâmicos foram a agricultura (mais 76%) e a indústria extrativa (mais 67%).
Na distribuição regional, a Região Autónoma dos Açores (mais 80,8%), a Região Norte (mais 35,7%) e a Região do Alentejo (mais 39%) apresentaram taxas de crescimento de criação de empresas acima da média (29%).
Segundo dados da secretaria de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, no primeiro trimestre foram apresentadas mais de 1200 operações às diversas soluções de financiamento público, estando decididas e aprovadas 289 com partilha pública de risco (crédito e capital).
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As nossas elites têm há muito a tentação de matar a iniciativa empresarial dos portugueses. Nos tempos da Inquisição os que vingavam eram acusados pela inveja dos vizinhos e acabavam por vezes por perder tudo, degredados ou na fogueira. No século XIX houve os monopólios e com Salazar o condicionamento industrial. Agora há impostos, regras, burocracias.
Curiosamente, ao longo de décadas, milhares e milhares de portugueses emigraram e fizeram sucesso lá fora em diversas áreas, depois desta terra madrasta os ter impedido de ascender socialmente.
Que se calem os sindicatos, esquerdistas, Direita do desprezo-pela-burguesia, comunistas, defensores do Estado obeso! Deixem os portugueses trabalhar!




há aqui alguém no fórum, que dúvide disso? Bolas é fácil, são contas de dona de casa, pelo amor de Deus.. 
