O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Prédio construído sobre linha de água está à beira do colapso

Construtor e director da obra condenados a prisão, mas o julgamento está a ser repetido em Loulé.

O edifício Austral, em Quarteira, construído em cima de uma linha de água, pode vir a cair como um baralho de cartas, colocando em perigo de vida os moradores e os residentes nos prédios fronteiros. O imóvel, de oito pisos, tem vindo a rodar como um "corpo rígido", mas, a partir deste ano - se nada for feito para o estabilizar e endireitar -, pode entrar em colapso. A situação aproxima-se de valores, diz um relatório da JetSJ - uma empresa de geotecnia contratada para avaliar o problema -, de uma "situação de estado-limite último".

O alarme foi desencadeado em 2007, quando o prédio já apresentava uma inclinação superior a 25 centímetros para a via pública, e não mais parou de, lentamente, desafiar a lei da gravidade. À denúncia pública, promovida pela administração do condomínio, seguiu-se o julgamento. Resultado: o construtor foi condenado em 2010 a oito anos de prisão efectiva pelo crime de burla e violação das regras de construção, enquanto o director da obra e o encarregado levaram quatro anos e meio, mas com a pena suspensa.

O facto de ter sido então ultrapassado o prazo de 30 dias entre duas das audiências efectuadas levou, porém, como a lei determina, à anulação do julgamento e à sua repetição. É isso que está a acontecer actualmente, estando as próximas audiências marcadas para 25 e 27 de Junho, no Tribunal de Loulé.

Segundo o relatório pericial, datado de 2010, produzido pela empresa JetSJ, contratada pela Câmara Municipal de Loulé para avaliar o risco do edifício, situado na Rua da Alagoa, em Quarteira, "considera-se de extrema urgência que se tomem medidas de recalçamento e de reforço das fundações".

Desde há seis anos, quando um dos moradores do 7.º andar se deu conta de que a bola com que brincava com a filha deslizava de um canto para o outro da casa sem que ninguém lhe tocasse, o prédio passou a ser monitorizado. As últimas medições topográficas indicam que o imóvel já sofreu uma inclinação próxima dos 30 centímetros. Antes de a Câmara de Loulé emitir o alvará de construção, o engenheiro Paulo Martins, director da obra, subscreveu uma declaração em que se responsabilizava pela execução do projecto, aprovado em 1996.

Apesar de se situar na Rua da Alagoa, conhecido por ser uma zona lagunar, não foi exigido qualquer estudo geológico do terreno. Logo durante a fase de construção, apuraram os peritos, houve fissuras que foram disfarçadas, com rebocos suplementares. "A lei não obriga a estudos geológicos, e só se veio a falar disso depois de o prédio ter inclinado", referiu no primeiro julgamento o advogado Fernando Cabrita, mandatário do director da obra.

A fachada principal do Austral, no topo, tem vindo a sofrer deslocamentos na ordem dos seis milímetros/ano. E é no Verão, revela a análise da monitorização geométrica, que se dão as maiores variações, "devido à descida da cota do nível freático".

A juíza Ana Peixeiro, que preside ao colectivo que está a apurar a responsabilidade criminal dos intervenientes no processo, insistiu na quarta-feira: "É boa prática projectar e construir sem ter um estudo geotécnico?" Fernando Branco, professor do Instituto Superior Técnico, foi categórico: "Não, não é boa prática!"

O perito, co-autor de um livro sobre o Regulamento Geral das Edificações Urbanas, enfatizou: "O prédio está inclinado porque não tem fundações em condições, não vale a pena estar a divagar."

A laje que suporta o edifício, diz o relatório técnico, tem menos de metade da espessura que seria recomendável. A procuradora-geral adjunta Lina Guerreiro introduziu, no decorrer da audiência, a questão semântica de existir uma rua chamada "Alagoa" - assim designada por se situar sobre uma antiga linha de água - e esse facto não ter merecido a atenção dos técnicos que apreciaram o projecto e fiscalizaram a sua execução no terreno.

A empresa JetSJ, na avaliação que fez da situação do imóvel, traça um cenário no mínimo preocupante, prevendo que a fissuração se venha a agravar, podendo o bloco "evoluir rapidamente para uma situação de estado-limite último, parcial ou total, dos elementos estruturais do edifício".

Perigo vê-se, não se sente

O edifício apresenta sintomas de se estarem a "agravar drasticamente as patologias actuais", colocando em causa a segurança de pessoas e bens. Porém, nem todos os que lá vivem se sentem em perigo. Paulo Alexandre, a gozar umas curtas férias no apartamento do pai, no 7.º andar, confidencia: "Se pensasse nisso, no perigo, não dormia - não ligamos ao assunto." Mas depois, a provar que o prédio está mesmo a ceder, puxa a porta de casa para dentro, e ela fecha-se sozinha. Cá fora, no terraço, aponta as marcas da deslocação. Os vizinhos do lado recusam-se a falar do caso, a pretexto de que o "prédio fica queimado, desvaloriza ainda mais".

Paulo Alexandre, proprietário de um apartamento no mesmo andar, afirma: "Não tenho medo nenhum, se tivesse medo, não alugava a casa - e tenho a casa alugada." Profissionalmente, está ligado à construção civil, e quando há meia dúzia de anos se falou no assunto, fez o seu próprio teste: "Tirei uma prumada, e não havia mais de 17,5 centímetros de deslocação."

Fonte: Publico

Considero o comentário do morador muito inteligente. :rolleyes: Ligado à construção civil e diz que não é nada de especial, imagino os prédios que vão ruir quando houver um violento tremor de terra em Portugal, vai tudo ruir que nem um baralho de cartas.
 
Considero o comentário do morador muito inteligente. :rolleyes: Ligado à construção civil e diz que não é nada de especial, imagino os prédios que vão ruir quando houver um violento tremor de terra em Portugal, vai tudo ruir que nem um baralho de cartas.

Portugal, país do terceiro mundo. Só gente irresponsável e claramente estúpida. Por isso é que é difícil este país ir para a frente com tanta corrupção.

------------------------------

Falando noutro assunto, para os "amigos" do comunismo :p

snz.png
 
A greve de hoje parece ter atingido os objectivos. A situação política do ministro é penosa. Rapidamente se arranjou outra data. O plano inclinou-se definitivamente para ele.
 
António Pina: Aquilo que o IPTM fez foi um crime para Olhão


António Pina, candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Olhão, em entrevista ao «barlavento» arrasa o IPTM - Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, classificando-o de “obsoleto e retrógrado”, a dificultar a gestão da Frente Ribeirinha do concelho, culpa este organismo por estar “desaparecido” o projeto para a criação de infraestruturas de apoio ao porto de recreio da cidade e admite que uma marina inserida na Ria Formosa tem capacidade para concorrer com as Vilamoura e Albufeira. Aponta como uma das suas principais prioridades para os próximos anos a captação de investimento e a consequente criação de postos de trabalho, quer recuperar o Cinema Topázio na localidade da Fuzeta, gerir o Parque Natural da Ria Formosa e instalar um polo universitário, entre outras apostas, mas reconhece que a “chamada pobreza escondida” é um dos grandes problemas sociais em Olhão, onde já são servidas quinhentas refeições diárias a carenciados.

Com 37 anos e militante do PS desde os 16, na Juventude Socialista, casado e pai de dois filhos, natural de Olhão e residente nesta cidade, António Pina é vice-presidente da câmara municipal desde 2009 e licenciado em Economia e MBA em Finanças Empresariais. A nível profissional exerce as funções de técnico superior da AMAL (agora denominada Confederação Intermunicipal do Algarve), além de ser empresário aquícola. Destaca a honestidade e a frontalidade como as suas virtudes e ser “vaidoso” como o defeito. Ocupa os tempos livres junto da família e de amigos, dedica-se à leitura e ao futebol e basquetebol, sendo árbitro nacional nesta modalidade e Presidente do Conselho de Arbitragem Regional. O Olhanense e o Benfica são os seus clubes preferidos. E indica a solução para resolver os problemas financeiros do clube da sua terra.


barlavento - Que balanço faz ao atual mandato na Câmara?

António Pina - Estes quatro anos ficam marcados pela conjuntura nacional e por uma alteração das receitas dos municípios com uma redução de mais de 12 milhões de euros (cerca de 35 por cento de receita efetiva). Com esta redução seria de esperar um colapso da autarquia e uma redução dos serviços e apoios que prestamos à população. Porém, foi opção deste executivo inverter as prioridades, optando por efetivar algumas obras necessárias e prementes e continuar a manter todos os apoios, todas as estruturas e equipamentos que a população de Olhão tem e merece. Na área social mantemos o programa de apoio às rendas, às bolsas escolares (livros, transporte e material escolar) e na alimentação nas escolas (incluindo nos períodos de férias). Também temos o apoio alimentar através de cabazes a centenas de famílias carenciadas, bem como a todas as associações sociais do concelho, seja direta ou indiretamente. O nosso esforço tem sido o de nunca deixar de apoiar quem precisa.

b. - E qual é a dívida do município?

A.P. - No que respeita à questão da dívida de curto-prazo cifra-se em cerca de oito milhões, dos quais 3,5 são ao Estado (Capital Social Águas Algarve e Polis).

b. - O que ficou por concluir e porquê?

A.P. - Por concluir está tudo! O sonho e a realidade não param. Nos próximos anos, estaremos na fase do imaterial, mas há sempre alguns pormenores a melhorar no concelho, nomeadamente a recuperação dos espaços verdes e desportivos (falta-nos mais campos de futebol), reabilitação do Pavilhão Municipal e da zona ribeirinha, no incentivar à reabilitação do centro histórico com a conclusão da obra dos largos e o caminho das lendas, sem esquecer o Porto de Pesca na Fuzeta, o Porto de Abrigo/Marina, entre outras intervenções.

b. - O que de mais negativo e positivo destaca no concelho?

A.P. - O aspeto mais negativo e preocupante do nosso concelho é o desemprego. O aspeto mais positivo é o facto de o nosso território ter potencial em diversos sectores económicos, nomeadamente no turismo de qualidade ligado às experiências que a Ria Formosa pode proporcionar. Temos um enorme potencial na área agrícola no concelho, como por exemplo na área dos produtos vermelhos e na floricultura. Lamentavelmente, muito deste desenvolvimento não tem sido conseguido porquanto o nosso território não depende juridicamente de um só organismo ou entidade. A Frente Ribeirinha tem um inadequado, obsoleto e retrógrado IPTM (Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos), a nossa Ria Formosa, a ARH (Administração da Região Hidrográfica, agora designada por Agência Portuguesa do Ambiente - n.d.r.), o Parque Natural da Ria Formosa, a Capitania dos Portos. Não é fácil, diria mesmo quase impossível, conseguir-se fazer crescer toda uma zona riquíssima em potencialidades.

b. - Se for eleito presidente, o que irá mudar? Quais as suas prioridades?

A.P.- A principal prioridade é a captação de investimento que crie economia para o concelho e consequentemente postos de trabalho. É nesta vertente que iremos incidir, que iremos apostar todas as nossas energias. Temos que olhar para o território e ver onde existem boas condições para o desenvolvimento de projetos nas diferentes áreas e ir à procura de investidores. A outra prioridade é a manutenção deste grande condomínio que é o concelho. Temos que ter os nossos espaços verdes cuidados, as estradas sem buracos, melhorar as acessibilidades, criar e melhorar os espaços de lazer ao ar livre e dotá-los de alguns equipamentos, continuar a dar condições aos clubes e associações culturais para manterem e aumentarem a sua atividade e reforçar a nossa rede social, juntamente com as IPSS, que fazem já um trabalho de qualidade e meritório. Não posso deixar de referir o facto de ser meu objetivo conseguir junto do Governo a resolução imediata de muitos dos problemas reais de Olhão, como por exemplo o estado do Porto de Pesca, a construção da Variante Norte, bem como a Frente Ribeirinha, terrenos e equipamentos obsoletos propriedade do IPTM em zonas nobres e comercialmente atrativas e que muito têm dificultado o desenvolvimento da nossa cidade.

b. - Em que estado se encontra o projeto para a criação de infraestruturas de apoio ao porto de recreio?

A.P. - Encontra-se no estado «desaparecido»! Aquilo que o IPTM fez foi um crime para o concelho. No seguimento do concurso público para atribuição da concessão para a construção, manutenção e gestão do Porto de Recreio/Marina de Olhão, o júri do concurso atribuiu a licença (definitiva) a um vencedor faz ano e meio. Como possivelmente não havia interesse político nessa atribuição, o IPTM pura e simplesmente deixou que todos os prazos fossem vencidos, diria mais, permitiu que uma licença que já deveria estar atribuída ficasse perdida numa gaveta qualquer entre a presidente do IPTM e a secretaria de Estado do Mar!

b. - O que iria permitir para a cidade em termos turísticos?

A.P. - Este era (é!) um projeto fundamental para a nossa cidade. Uma marina com dinâmica tem um efeito multiplicador semelhante à de um hotel de 5 estrelas. Uma marina inserida na Ria Formosa tem capacidade de concorrer com Vilamoura ou Albufeira, porquanto qualquer embarcação poderá navegar 365 dias por ano sem ser necessário sair a barra e ir para alto mar. Não podemos cada vez mais ser proibidos de intervencionar em áreas que estão ao abandono pelo poder central, onde não se realizam investimentos, onde poderiam ser as nossas melhores zonas de desenvolvimento e de atração de turismo e investimento. É preciso deixarmos de ser «arrendatários» dentro da nossa «casa».

b. - Há fome em Olhão? Quantas famílias sofrem carências básicas?

A.P. - Há famílias a passar muitas dificuldades, mas o problema da fome, caso seja assumido, tem por parte da autarquia um apoio imediato. Temos em Olhão uma rede de apoio que garante essa ajuda, através das IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), que distribuem 400 a 500 refeições diárias, bem como 12 instituições que recebem alimentos do Banco Alimentar. Para além deste apoio às famílias, a Câmara reforça esta ajuda com cerca de 700 cabazes mensais e alimentação gratuita para todos os alunos carenciados nas escolas do ensino básico. O grande problema é a chamada “pobreza” escondida. Muitas famílias têm vergonha de vir ao encontro das instituições ou da autarquia e quando o fazem é já em desespero. É muito difícil gerir esta questão, mas com a ajuda de professores e auxiliares, temos detetado algumas situações em que os jovens vão para as escolas com fome, o que nos permite uma intervenção imediata.

b. - Há empresas que se queixam de burocracia e de ser necessário demasiado tempo para verem aprovados os seus projetos?

A.P. - É verdade. Mas repare, a legislação, a burocracia não é criada pelas autarquias. Todos dizem que entregaram um projeto há “ene” meses na Câmara Municipal e que as respostas são longas, mas a verdade é que a maioria dos projetos tem que ter pareceres de outras entidades e, essas sim, são burocráticas… Somos nós a cara de quem recebe o projeto/processo e por isso é-nos atribuída a responsabilidade, mas ficamos presos a pareceres de diversas entidades, como por exemplo o Parque Natural, a APA (Agência Portuguesa do Ambiente), a CCDR (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional), o Ministério da Economia, da Agricultura, o IPTM, a Marinha. Um processo de licenciamento pode chegar a mais de 40 entidades, mas a face para o Investidor é a Câmara Municipal.

b. - Como avalia a situação do Olhanense?

A.P. - É extremamente difícil um clube algarvio manter-se na 1º Liga por todas as razões sobejamente conhecidas, em que posso destacar o facto de todos os jogos (fora) serem acima de Lisboa, pesando muitíssimo nas despesas de deslocação. A gestão financeira e a desportiva deste movimento de massas que é o futebol nem sempre são compatíveis, ditando o futuro uma separação entre o “negócio” futebol profissional e a formação desportiva dos nossos jovens. Deverá em meu entender existir uma SAD (Sociedade Anónima Desportiva), na qual os potenciais investidores se responsabilizem pelo seu investimento e, consequentemente, façam uma gestão em consonância, permitindo assim a salvaguarda da Instituição Sporting Clube Olhanense, responsável pela formação de jovens e de futuros jogadores.

b. - Qual a principal obra com que pretende marcar o seu mandato presidencial?

A.P. - Este novo tempo não é de obras, é de homens obreiros! A diferença que gostaria de deixar é de termos maior atividade económica e um melhor aproveitamento do nosso território, ter um concelho com mais emprego onde as pessoas vivam melhor, um concelho aprazível onde todos, residentes e visitantes possam desfrutar nos momentos de lazer de uma cidade com dinâmica desportiva e cultural. Pretendo efetuar a recuperação do Cinema Topázio na Fuzeta e a criação de espaços para a formação artista (teatro, dança e musica). Na área do desporto, irei aumentar os espaços desportivos ao ar livre e o grande desafio vai ser a recuperação do circuito de manutenção e assumir a responsabilidade da Gestão da sede do Parque Natural da Ria Formosa, criando em Olhão um Parque da Natureza único no Algarve por forma a ser um ponto de interesse turístico. Com uma ligação forte à Universidade, pretendo criar um polo de investigação científica na área do mar mas também da biotecnologia. Já nas ilhas (Armona e Fuzeta) é fundamental criar ancoradouros e um meio de transporte entre a Armona Ria e Mar.

Fonte: Barlavento Online

Medo muito medo que eu fiquei agora. :cold: Dar a gerência da sede do PNRF à CMO é o mesmo que dar aos bandidos. Basta ver que a CMO deu autorização à construção de prédios na frente ribeirinha da Fuzeta chamado Delmar e o IPTM não deu licença para essa construção e está tudo em tribunal mas em princípio os prédios vão ser deitados abaixo por estarem a 50 metros da Ria Formosa em zona de domínio público. Eu vejo, o Macário Correia perder o mandato da CMF por ele violar o PDM, a REN por construir vivendas e piscinas nessas zonas e em Olhão vejo uma câmara muito pior e ninguém faz nada, aliás fazem que correm vários processos contra a Câmara. O parque da cidade que o PS promete há mais de 10 anos para a zona onde moro continua um oásis e fala nele nos espaços verdes, em Olhão onde existe espaços verdes? :unsure:

Já esqueceram do PIN previsto em Olhão em pleno Parque Natural da Ria Formosa curiosamente junto à sede desse mesmo parque? Deve ser para destruírem a única riqueza que Olhão tem que é a Quinta de Marim (Sede do PNRF) que a câmara quer gerir esse local.

O PS está na Câmara desde do 25 de Abril, e os olhanenses devem ter uma pala como os burros que só vêem rosa à frente. :angry::angry:
 
Medo muito medo que eu fiquei agora. :cold: Dar a gerência da sede do PNRF à CMO é o mesmo que dar aos bandidos. Basta ver que a CMO deu autorização à construção de prédios na frente ribeirinha da Fuzeta chamado Delmar e o IPTM não deu licença para essa construção e está tudo em tribunal mas em princípio os prédios vão ser deitados abaixo por estarem a 50 metros da Ria Formosa em zona de domínio público. Eu vejo, o Macário Correia perder o mandato da CMF por ele violar o PDM, a REN por construir vivendas e piscinas nessas zonas e em Olhão vejo uma câmara muito pior e ninguém faz nada, aliás fazem que correm vários processos contra a Câmara. O parque da cidade que o PS promete há mais de 10 anos para a zona onde moro continua um oásis e fala nele nos espaços verdes, em Olhão onde existe espaços verdes? :unsure:

Já esqueceram do PIN previsto em Olhão em pleno Parque Natural da Ria Formosa curiosamente junto à sede desse mesmo parque? Deve ser para destruírem a única riqueza que Olhão tem que é a Quinta de Marim (Sede do PNRF) que a câmara quer gerir esse local.

O PS está na Câmara desde do 25 de Abril, e os olhanenses devem ter uma pala como os burros que só vêem rosa à frente. :angry::angry:


Esses prédios devem ir tanto abaixo como foi a «Casa Picasso» em Cacela Velha.

A cidade de Olhão não precisa de mais crescimento urbano pois o centro está degradado e despovoado. O que se fez nas últimas décadas foi um crime contra a nação pois Olhão era uma das vilas mais singulares da Europa. Demoliaram chalets e casas tradicionais com uma estética interessantíssima. As demolições de muitas fábricas foram outra asneira pois há muito que noutros países estas fábricas abandonadas são restauradas para comércio ou habitação.

Quanto ao Pólo Universitário é uma anedota: é sabido que a Universidade do Algarve tem falta de alunos e no futuro terá de encerrar cursos por não terem empregabilidade. Para além disso por uma questão de boa gestão das contas públicas e de benefício dos próprios estudantes não faz sentido dispersar os estabelecimentos de ensino superior.

O PIN é curioso pois bem perto há PIN's idênticos que estão falidos e segurados pela nossa banca. Sei de um onde as casas estão por vender há dez anos, são às dezenas e pedem preços milionários. Um dos investidores, dizem, já se suicidou perante o descalabro.

Trata-se de mais um socialista a debitar vacuidades. Uma nulidade, portanto. Algo a que já estamos habituados no nosso triste país.
 
A greve de hoje parece ter atingido os objectivos. A situação política do ministro é penosa. Rapidamente se arranjou outra data. O plano inclinou-se definitivamente para ele.

:thumbsup:

Kyrie Eleison: A greve dos professores

"A trapalhada conjuga duas vertentes. Em primeiro lugar, Nuno Crato, como Lurdes Rodrigues, não sabe absolutamente nada de educação. Dizia umas generalidades de aparente bom-senso no Expresso e na televisão, com as quais se concorda facilmente, mas a especificidade da vida numa escola era-lhe e é-lhe desconhecida. Em segundo lugar, há uma agenda ideológica (já existia, embora diferente, com Sócrates) na governação, uma agenda que visa transformar os professores em gente muito, mas muito mal paga. Isto não tem a ver apenas com o défice. Pretende baixar o custo do professor para privatizar as escolas. Privatizar significa que o Estado, como já acontece, dá dinheiro a empresas de educação e estas gerem as escolas. Os lucros dessas empresas virão dos magros salários pagos aos professores. Há muita gente desejosa de pôr as mãos nos dinheiros públicos da educação. É isto que está em causa. Há muito que, no ME, há inimigos da escola pública que vão minando e tornando a sua existência num inferno. Enfim, isto não vai parar enquanto parte substancial dos salários dos professores não for parar às contas dos futuros "empresários" da educação.

Abraço e obrigado pela solidariedade."

http://kyrieeleison-jcm.blogspot.pt/2013/06/a-greve-dos-professores.html
 
Que objectivos conseguiram para além de prejudicarem os alunos ? Uma greve a avaliações não é uma greve, é uma filhadaputice, e quem a fez não é digno de ser professor, vocação para o ser não tem certamente.

A felicidade do homem com os seus particulares objectivos atingidos, não importando os milhares que prejudicou (por exemplo alunos que se candidatam a universidades de alguns países já se tramaram)

HCmtAId.png

Subscrevo inteiramente.
 
A felicidade do homem que é permanentemente insultado pelos tea party portugueses. Nos professores, os sindicatos valem pouco na consciência colectiva mas a entrevista da revista Veja valeu muitas horas de trabalho sindical. Logo ele que nunca trabalha... :lmao:

O dia está a ser penoso para o ministério. Dizer que 80% dos alunos fizeram exame é o ridículo total.
 
O Palácio de Belém é o que resta da base de apoio mas Cavaco tem semanas que não se deixa ver e o Governo tem de ser visto todos os dias mesmo que os ministros se riam uns dos outros.

Vão sair derrotados. Estão piores do que Sócrates porque são ainda mais demagogos.
 
O Palácio de Belém é o que resta da base de apoio mas Cavaco tem semanas que não se deixa ver e o Governo tem de ser visto todos os dias mesmo que os ministros se riam uns dos outros.

Vão sair derrotados. Estão piores do que Sócrates porque são ainda mais demagogos.

Que raio de tirada sem nexo...

A Greve dos professores aí está a entreter o povo e todos aqueles que estão simplesmente no contra.:rolleyes:

Por mim íamos todos para as ruas protestar tal e qual os nossos compinchas turcos. Afinal são todos iguais...
(só para sair do tema do dia) ;)
 
Por mim íamos todos para as ruas protestar tal e qual os nossos compinchas turcos. ;)

Ora está aí uma opinião válida que eu concordo plenamente :thumbsup:

Quando foi, é e será preciso estarei sempre na defesa da escola pública; sei perfeitamente qual a opinião da população sobre a honestidade das diferentes actores da sociedade, nomeadamente a posição relativa dos professores e a posição relativa dos políticos (já agora acrescento que cada tenho contra os privados):

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=280353&tm=8&layout=122&visual=61

Uma coisa triste que vejo em certos comentadores é o achincalhar as pessoas em vez de defenderem e contraporem argumentos válidos. Até porque vivemos num mundo em que somos, ao mesmo tempo, todos iguais e todos diferentes; e o mundo é composto de diversidade.
 
resta saber o que os professores ganharam com isto tudo para além de virarem meio mundo contra eles.
Do odio dos alunos já não se escapam


o Crato não vai ceder
 
Os sindicatos também deram uma data para os exames de ontem, para dia 20 (5ªfeira), ou seja, na véspera dos exames de Física e Química, onde estas duas cadeiras são fundamentais para quem vai concorrer a cursos nas àreas das ciências e engenharias. Os sindicatos só olham para o seu umbigo.

Crato, ao menos teve a coragem de não ceder a parasitas e marcou o exame para 2 de Julho, ao menos uma data muito melhor.

Eu tive uma professora de português no 12ºano que não dava-me mais de 5 nos testes não ia comigo e isso era notório nas aulas, anulei a disciplina e ela teve o descaramento de dizer-me na cara nem 3 vais ter no exame e fui como aluno externo a exame, enquanto os meus colegas escorregaram no exame e reprovaram todos, eu fui a exame com um valente obsesso na cara parecia ser o popeye e tirei 13 no exame e fui o único a passar da minha turma no exame, os outros tiveram que ir à 2ª fase. Nesse dia, tive com a professora e disse-lhe não tive 3 mas sim 3+10 afinal não era assim tão fraco nos testes sabia muito bem que a minha nota não era aquela que merecia. :unsure: Ainda, por cima, apanhei no exame com o Fernando Pessoa e seus heterónimos todos que era a parte que menos percebia. :lol:
 
Apesar da promessa de aumento do salário mínimo em 2015, justamente quando já não for governo, o partido do contribuinte será garantidamente ultrapassado pelos trotskistas. Não sabemos como será o desastre das autárquicas e ainda falta o capítulo do despedimento massivo de funcionários públicos.

A comunistagem vai a caminho do melhor resultado desde a saída de Álvaro Cunhal e certamente bloqueará a maioria absoluta do PS.

http://margensdeerro.blogspot.pt/2013/06/the-polls-in-portugal.html
 
Estado
Fechado para novas mensagens.