O Estado do País

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http://www.publico.pt/economia/noti...onal-entre-a-sensatez-e-o-anacronismo-1604443

Dezenas de constitucionalistas afirmam que as medidas do Governo são admissíveis à luz da Constituição. Pura e simplesmente os juízes do Tribunal Constitucional são "comparados" para ter interpretações iluminosas!

Mas andamos a pagar milhares de euros por mês a estes comilões para travar uma reestruturação urgente, e que a não ocorrer nos atira para uma situação inimaginável, para se reformarem aos 40 anos e favorecer apenas uma parte dos portugueses, desigualando o privado e público, quando reivindicam infindas vezes o direito à igualdade social? :angry:
 
http://www.publico.pt/economia/noti...onal-entre-a-sensatez-e-o-anacronismo-1604443

Dezenas de constitucionalistas afirmam que as medidas do Governo são admissíveis à luz da Constituição. Pura e simplesmente os juízes do Tribunal Constitucional são "comparados" para ter interpretações iluminosas!

Mas andamos a pagar milhares de euros por mês a estes comilões para travar uma reestruturação urgente, e que a não ocorrer nos atira para uma situação inimaginável, para se reformarem aos 40 anos e favorecer apenas uma parte dos portugueses, desigualando o privado e público, quando reivindicam infindas vezes o direito à igualdade social? :angry:

Oh Pedro! Eles reformam-se aos 40 depois de 12 anos de serviço, mas eles até disseram no comunicado que só decidiram 7 dos 13, pois os restantes encontravam-se de férias. E que só tinham direito a 7dias por ano, coitadinhos..

Enfim, também é como os professores, o que interessa é trabalho feito, tirando os dias que estão de férias e quando são chamados a decidir, o resto dos dias estão em casa!
 
Que tal te preocupasses antes com as aulas de ocupação/substituição, isso sim onde o estado bem pode poupar largas centenas de milhões de euros. Nisso já não há interesse em falar? E mais, já alguém se lembrou de contabilizar as horas de trabalho que os docentes fazem fora da escola?
Isto de tentar controlar se os funcionários públicos cumprem os horários de 40 horas já é mais que uma burrinha, pois o que se passou foi uma redução da massa salarial da função pública. Mas quem é que quer perceber isto … :lmao:



Ah, mas esse problema resolve-se facilmente; basta teres o cartão do partido que governa a tua autarquia. Eu, por acaso, até já tive a oferta de quinze dias de férias no estrangeiro com tudo pago; como sou honesto não aceitei...


Preocupe-me pelo que vai ler umas linhas mais abaixo. Quer falar da vida dos professores, é? Mas você pensa que eu não sei que esse tal trabalho que trazem para casa não pode ser feito na ESCOLA, vulgo, local de trabalho? Você acha que não sei que mais de metade dos professores nas horas que deviam estar na escola a tratar desses tais assuntos vão buscar os filhinhos às cresces ou ver montras ou ainda por a máquina de roupa a lavar, porque se esqueceram quando saíram de casa? Um dos meus professores do passado ano saiu da escola no horário de trabalho para ir comprar um televisor em desconto na Rádio Popular. Posso ser muito "primário a falar" como já aí me disseram, mais sei mais da vida e do funcionamento do Estado que você pensa.

Acha isto normal? E depois vinha-se queixar para as aulas que tinha uma vida de merd*, que não recebia nada que merecesse sair de casa, que é discurso comum entre todos os professores que tive, que faz muito trabalho em casa. Ai pobrezinhos. Vocês vivem numa esfera de vidro, protegida dos males do mundo, sabe? Já o desafiei a trabalhar no privado numa semana a ver se não cala a boca com lamurias mesquinhas e passa a amar o seu trabalho como nunca. Bem vos queria ver a morrer a trabalhar 10h e a ser pago em 8h, e ainda trazer trabalho até altas horas da madrugada, para estar a pino às 7h e às 9h10 no trabalho a picar para começar a trabalhar meia hora grátis. E trabalhas se queres, que há mais quem queira.

Raios vos partam, comem como ninguém e ainda se queixam do manjar. Olhe, na minha escola, não me abriram a porta da secretaria por 1 minutos depois das 17h, e graças a essa lambuzagem , tive que pagar o passe social completo, e a mulher que toca cafés em todos os intervalos, que é basicamente quando podemos ser atendidos ainda se riu que nem mula.

O vosso sistema de pensões está falido porque contribuem pouco para recebem demais! A CGA recebe 4,1 mil milhões de euros, mas paga 8 mil milhões só em 2011, um défice de mais de 50%, e que cobre a falha? O fundo de reserva do Regime Geral, que por sinal dá lucros anuais de 300 milhões em 2011, mais uma contribuição generosa do OE, e assim se faz passar que o Regime Privado de Pensões está falido e é insustentável. Se quiser continuar com a discussão, avise, se faz favor.
 
Relativamente ao ensino, há uma coisa que não compreendo muito bem:

Então os professores têm de preparar as aulas, enfim, escrever o plano de formação de cada aula. Isso dá muito trabalho, sei do que falo. Mas também é verdade que nos próximos anos, é basicamente o mesmo, com algumas adaptações-zitas..

No meio laboral, empresarial ou do estado, quando se fazem formações ou reuniões por vídeo-conferência (mais barato), tiram-se poucos apontamentos, pois no fim são distribuídos os conteúdos. Então porque razão os alunos têm de passar no caderno as aulas, quando podiam estar atentos às matérias e obter os conteúdos no fim? Enfim, serão métodos do século passado. Não do século XVIII, pois nesse tempo o marques de pombal expulsa os jesuítas, que só por acaso eram os únicos professores nesse tempo. Digamos que Portugal esteve 150 anos com 500 a 10000mil alunos, pois professores havia muito poucos, assim como vontade em ter uma nação minimamente alfabetizada.

Eu lembro-me de um professor de filosofia que tive, um dos melhores dramaturgos de Portugal. Ele entrava na aula com um papel enrolado no bolso e lançava 3 temas, que eram falados sem qualquer conteúdo escrito no quadro ou gravado em suporte informático.
 
Preocupe-me pelo que vai ler umas linhas mais abaixo. Quer falar da vida dos professores, é? Mas você pensa que eu não sei que esse tal trabalho que trazem para casa não pode ser feito na ESCOLA, vulgo, local de trabalho? Você acha que não sei que mais de metade dos professores nas horas que deviam estar na escola a tratar desses tais assuntos vão buscar os filhinhos às cresces ou ver montras ou ainda por a máquina de roupa a lavar, porque se esqueceram quando saíram de casa? Um dos meus professores do passado ano saiu da escola no horário de trabalho para ir comprar um televisor em desconto na Rádio Popular. Posso ser muito "primário a falar" como já aí me disseram, mais sei mais da vida e do funcionamento do Estado que você pensa.

Acha isto normal? E depois vinha-se queixar para as aulas que tinha uma vida de merd*, que não recebia nada que merecesse sair de casa, que é discurso comum entre todos os professores que tive, que faz muito trabalho em casa. Ai pobrezinhos. Vocês vivem numa esfera de vidro, protegida dos males do mundo, sabe? Já o desafiei a trabalhar no privado numa semana a ver se não cala a boca com lamurias mesquinhas e passa a amar o seu trabalho como nunca. Bem vos queria ver a morrer a trabalhar 10h e a ser pago em 8h, e ainda trazer trabalho até altas horas da madrugada, para estar a pino às 7h e às 9h10 no trabalho a picar para começar a trabalhar meia hora grátis. E trabalhas se queres, que há mais quem queira.

Raios vos partam, comem como ninguém e ainda se queixam do manjar. Olhe, na minha escola, não me abriram a porta da secretaria por 1 minutos depois das 17h, e graças a essa lambuzagem , tive que pagar o passe social completo, e a mulher que toca cafés em todos os intervalos, que é basicamente quando podemos ser atendidos ainda se riu que nem mula.

O vosso sistema de pensões está falido porque contribuem pouco para recebem demais! A CGA recebe 4,1 mil milhões de euros, mas paga 8 mil milhões só em 2011, um défice de mais de 50%, e que cobre a falha? O fundo de reserva do Regime Geral, que por sinal dá lucros anuais de 300 milhões em 2011, mais uma contribuição generosa do OE, e assim se faz passar que o Regime Privado de Pensões está falido e é insustentável. Se quiser continuar com a discussão, avise, se faz favor.

Pedro também não é assim.. Os professores não têm culpa de tudo, é o sistema isso sim! Como sabes muitos professores são obrigados a inscrever-se no centro de emprego todos os anos, e quando são família vai um para o norte, outro pro sul e os filhos é que sofrem mais, isto quando têm colocação! Também não é fácil ser professor neste sistema. O que o Dan argumentou são razões bastante plausíveis, mas claro que há um oceano de melhorias a introduzir no sistema, que considero desigual aos restantes funcionários. Mas podia estar a falar aqui de médicos, de polícias, juízes, enfim há diferenças laborais evidentes e muitas delas injustificadas!
Assim vai o nosso país..
 
Pedro também não é assim.. Os professores não têm culpa de tudo, é o sistema isso sim! Como sabes muitos professores são obrigados a inscrever-se no centro de emprego todos os anos, e quando são família vai um para o norte, outro pro sul e os filhos é que sofrem mais, isto quando têm colocação! Também não é fácil ser professor neste sistema. O que o Dan argumentou são razões bastante plausíveis, mas claro que há um oceano de melhorias a introduzir no sistema, que considero desigual aos restantes funcionários. Mas podia estar a falar aqui de médicos, de polícias, juízes, enfim há diferenças laborais evidentes e muitas delas injustificadas!
Assim vai o nosso país..

Mais eu não aponto as culpas todas aos professores. Eu não concordo com esse sistema de colocação à distância, quando há professores do Alentejo em Viseu e vice-versa com a mesma formação. Mas sempre assim foi, e quando se escolhe uma profissão, tem que se ter a noção do que vamos passar, e quem quer ser professor sabe bem que assim é, por isso, pouca pena tenho.

E há professores a mais, portanto parem de formar professores por um ou dois anos só para balançar a coisa. É assim que tem que funcionar, por que raio hão de ter tratamento diferencial?
 
Provavelmente se alguns aqui subessem o desgaste físico e piscológico da maior parte dos professores, não estariam certamente a debitar o chorrilho de asneiras baseados no caso fictício do professor A, B ou C.
 
Provavelmente se alguns aqui subessem o desgaste físico e piscológico da maior parte dos professores, não estariam certamente a debitar o chorrilho de asneiras baseados no caso fictício do professor A, B ou C.

Isso é normal, a chamada generalização...tudo serve para deitar abaixo...
Os privados portam-se todos bem;) vou generalizar...ainda estes dias encomendei um hotspot para a net, numa loja privada, tipo de bairro, (e eu a promover o comercio local ;)) com venda oficial dos ditos cujos, e esperei 3 semanas, o funcionario já tinha uma cunha no seu superior, este no chefe de armazem e tal e tal, no fim desse prazo desisti e fui comprar na hora à loja oficial de uma grande superficie;)
 
Nos países com forte influência do puritanismo, do luteranismo e do calvinismo, nos países onde houve Iluminismo a sério, revolução científica e revolução industrial há uma noções de comunidade, Estado, individualismo, serviço público ou família que não existem nos países do Sul da Europa, especialmente em Portugal, Grécia, Espanha, Sul de Itália ou Chipre.

Em Portugal é difícil estabelecer um sistema de colocação dos professores diferente do actual, pois se se desse a liberdade de contratar às autarquias ou agrupamentos por todo o lado haveria cunhas e compadrios, ou pelo menos fortes suspeitas, e rapidamente a população perderia a confiança no sistema, nem que fosse pelas suspeitas instaladas, pela desconfiança. Tenho um amigo que terminou Ciências do Desporto na UP, com um média razoável, e está num ginásio, pois não conseguiu colocação em nenhuma autarquia, e conhece pessoas que tiveram «cunha» e estão colocadas.

A única alternativa que me parece viável a este sistema centralizado seria uma selecção via jurado, constituído por representantes da associação de pais, representantes dos docentes, representantes dos funcionários e conselho executivo do agrupamento escolar, talvez também o presidente da junta e um representante da autarquia (por que não?). O director lançava as vagas de emprego disponíveis, os candidatos apresentar-se-iam em entrevista ao jurado, cada júri atribuiria uma nota ao candidato com base no currículo e percurso de vida, e depois as notas seriam somadas e ficaria com o lugar o candidato com nota mais elevada. Contudo haveria sempre o risco de serem preferidas pessoas da terra, mesmo que com pior currículo.
 
Provavelmente se alguns aqui subessem o desgaste físico e piscológico da maior parte dos professores, não estariam certamente a debitar o chorrilho de asneiras baseados no caso fictício do professor A, B ou C.

Os professores que trabalham a sério e com dedicação dignificam a profissão, contudo tem havido muitos abusos por parte de alguns professores, e a imagem da profissão está muito manchada entre a população portuguesa.

No sétimo ano a minha professora de Francês faltou tanto que deu pouco mais de 30 aulas, das cerca de 90 previstas. A professora de História faltou imenso e não soube gerir o programa, nem acabou a matéria do Império Romano. A minha professora de Matemática dos três anos de Secundário não leccionou cerca de metade do programa dos 3 anos, safou-se no exame nacional quem andou a pagar explicações no 12.º ano. A minha professora de Biologia do 12.º ano não deu o capítulo de sistemas excretores e disse que não valia a pena perdermos tempo com isso, pois foi o que saiu em força no exame nacional desse ano. A de Português não terminou o programa nem nos ensinou a fazer um resumo.

Entre faltas e programas por leccionar, a incompetência tem sido muita. Não admira que o negócio das explicações prolifere tanto em Portugal. E depois há a injustiça das avaliações, que desde os anos 80 se tornaram altamente subjectivas, com a introdução das avaliações da participação ou do comportamento, e o gradual desprezo pela avaliação dos conhecimentos. Assim na escola pública os bons alunos são com frequência prejudicados por alguns professores, que resistem a dar o 18, o 19 ou o 20, enquanto maus alunos têm as notas inflacionadas para passarem de ano.
 
Para mim a colocação de professores deveria ser a seguinte, por ordem de importância:
1) Maior antiguidade, em anos de serviço exclusivamente de ensino. Dar maior importância a quem mais tempo lecionou.
2) Preferência regional. É de certa forma injusto e contra-producente, que haja por exemplo professores de Faro em Bragança e vice-versa.
3) Caso faltem professores, selecionar licenciados com a melhor nota obtida num exame nacional. Desta forma é avaliada a qualidade do ensino que obteve no ensino superior.
4) Entrevista psicotécnica. Uma coisa é saber saber, outra é saber fazer e outra é saber ser. Nem todos temos aptidão e atitude adequada ao ensino, adquirir competências não basta.

Nota: À classificação obtida seria subtraido X valores, para os casos em que os professores tenham sido suspensos por alguma razão laboral.

Não compreendo porque é que todos os anos são colocados e despedidos professores, é evitavel pelo menos em parte! Suponho que as razões sejam justificadas pela variabilidade de alunos inscritos, ou do número de alunos por turma, ou da alteração das disciplinas no programa anual.

Uma forma de minimizar o número de despedimentos por cessação do contrato de trabalho, seria a seguinte:

Cada agrupamento de escolas, é composto de um conjunto de escolas, professores e alunos. Bastaria definir que a escola X, servisse de amortecedor da variabilidade que ocorre todos os anos, enquanto que as restantes escolas mantinham o mesmo número de alunos, professores e turmas. Desta forma, apenas os professores da escola X teriam de concorrer todos os anos.
 
Se houvesse uma preocupação por um Ensino de qualidade até haveria muita falta de professores em algumas áreas.

Isso é apenas uma pequena parte. O problema da qualidade do ensino em Portugal, é que tudo parece ser resumido a números:
- Número de professores função de: total de disciplinas x (total turmas = total de alunos/max de alunos por turma)

esta fórmula grosseira é só composta de números, não depende daí a qualidade do nosso ensino. Várias questões se levantam:

- ensinamos o quê, e para quê?
- preparamos os alunos para o futuro, ou para um passado que já não volta?
- como ensinamos? Ensinamos só para dar conhecimento, ou também para adquirir aptidões e atitudes?
- estamos preocupados com as motivações dos alunos relativamente às matérias lecionadas?

Devia haver uma uniformização dos métodos de ensino, de forma a fazerem parte do programa anual. Assim, obrigava-se todos os professores às melhores práticas de ensino, aula a aula. Se há livros novos todos os anos, porque é que não se estuda a melhor forma de transmitir conhecimento em cada matéria? Tá bem que há turmas e alunos diferentes, há sempre ajustamentos a fazer, mas partia-se de uma base comum..

Devia ser proibido os alunos terem de escrever o que o professor fala. O aluno só tem de estar atento e esperar que no fim da aula recebe os conteúdos.

Cada disciplina deve ter pelo menos 20% de componente prática ou de laboratório. E quando digo prática, quero dizer prática aplicada a algo real. Até podem coisas abstratas, mas que se saiba para que servem, que tenham uma aplicação na vida real!

Esta é uma das formas de motivar e de formar cidadãos, que sabem da prática e não apenas conceitos teóricos que se esquecem com o tempo. Não precisamos de formar adultos que só vêem números à frente, pois não? Nem de adultos que só vêem ideologias e pensamentos estereotipados! Queremos formar cidadãos, que queiram fazer algo da vida, construir e servir em comunidade.
 
A reforma de David Justino matou as disciplinas práticas no Secundário. Em Química agora as experiências são estudadas no papel em muitas escolas. As disciplinas técnicas tinham poucos alunos porque idealmente uma laboratório tinha x mesas e cada mesa levava um grupo de 3 ou 4 alunos. Mataram-se as disciplinas técnicas e parte das disciplinas de 12.º ano.
 
Consumo de eletricidade sobe em agosto

O consumo de eletricidade aumentou em agosto pelo segundo mês consecutivo e pela quarta vez este ano, em relação ao período homólogo do ano anterior, reduzindo a queda verificada desde janeiro para 0,4%.
Segundo os dados disponibilizados na página da REN - Redes Energéticas Nacionais, o consumo de energia elétrica apresentou em agosto uma evolução homóloga positiva, com um crescimento de 1,5%, influenciada pelas temperaturas elevadas ocorridas este mês, que se limita a 0,2% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.
...

Fonte: TSF

Se Julho teria sido efeito das elevadas temperaturas, Agosto não poderá ser.
A meu ver tem sido um Verão repleto de estrangeiros e emigrantes e será aí que estará a diferença no consumo de electricidade.
 
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