O Estado do País

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Então mas expliquem-me lá uma coisa.. Os vários municípios do algarve não tiveram o POLIS?

Muitos tiveram, mas não todos...

Não houve investimento e privatização do tratamento de água e saneamento, sendo constituída a empresa Águas do Algarve? Bem sei das especificidades do Algarve, onde corre no inverno 30m3/h são 300m3/h no verão. Mas então, ou os investimentos foram subdimensionados, ou então nem sequer se fizeram e passou tudo para as Águas do Algarve?

O sistema em Alta passou todo para a Águas do Algarve, o sistema em Baixa ainda está com os Municípios (ou directamente nos serviços do Município, ou em Empresas Municipais que foram constituídas - EMARP; Tavira Verde; FAGAR;...). Por exemplo, a ETAR de Portimão, já está há muito tempo para ser desactivada, com a construção de uma nova, já de última geração. Entretanto, essa nova foi adiada por falta de verbas... Ainda há muito investimento para ser feito...

Fala-se já há algum tempo na passagem do Sistema em Baixa para a Águas do Algarve... mas ainda não foi (felizmente) concretizado...

Exageros à parte, pois acidentes e avarias acontecem (mesmo que os equipamentos instalados sejam em duplicado), mas pelo que se escreve o problema envolve mais de um município. Acho uma falta de respeito, em primeiro lugar para com os algarvios em geral, depois com os turistas e todos aqueles cuja vida depende dos rendimentos obtidos do turismo.

É hora para julgar os políticos, seja qual for a sua cor política!

Concordo, é hora de julgar quem tem tomado as decisões erradas...

Mas não esquecer que, por exemplo, a questão de cortar no pessoal, nos custos com horas, etc... decorre do Orçamento do Estado, o qual por sua vez necessita de grandes cortes devido às más opções dos governantes que por lá passaram nos últimos (20) anos....

Por exemplo, eu aqui há uns 5 anos atrás tinha umas 120 pessoas sob a minha alçada, no serviço de Limpeza... agora restam-me 60... por muita reorganização de serviços, reestruturação de equipas, etc que se faça, é impossível garantir a mesma qualidade... Mas nisso os jornais não falam...

Se as coisas continuarem assim, principalmente sem investimento ao nível dos sistemas em Baixa, os próximos anos ainda vão ser bem piores, quando as redes de águas residuais começarem a colapsar (vocês nem imaginam a idade de grande parte das redes existentes...), quando o abastecimento de água começar a ser seriamente afectado, quando não houverem viaturas em condições de fazer a recolha do lixo... aí não sairá apenas uma página central do jornal... sairá um jornal inteiro de noticias...
 
Pois é Ecobcg.. Eu trabalhei 3 anos na exploração e manutenção de ETA's, ETAR's, estações elevatórias e reservatórios! :) Sai precisamente quando passaram a alta (ETAs, ETARs, reservatórios e rede entre reservatórios), para as Águas do Centro! :) Adorava o que fazia, nem que tivesse de me levantar às 4h da manhã. O chato era fazer os horários, pois trabalha-se 7h/dia o que implica horas extra ou sobreposição de funcionários. Era uma guerra, todos queriam trabalhar nos feriados, ou na folga semanal ou na folga complementar, que dor de cabeça! Sempre a rodar os horários, ainda assim julgavam alguns que faziam noites a mais, dpx faziam-se as contas e batia certo no fim do ano! :) Hoje estou melhor, mas tenho saudades do trabalho e do pessoal, até tenho saudades dos stresses com a reparação de equipamentos. Quando ficam velhos, mesmo que tenhamos tudo duplicado, é um conta-relógio obter orçamento e esperar por peças e reparar até instalar de novo. Por vezes já não é rentável a reparação, e com o tempo alguns equipamentos ficam subdimensionados, também com o desgaste. Quando assim é mudam-se para outros locais, onde sejam mais eficientes. É um trabalho de gestão, sob pressão, mas gratificante em termos pessoais, pois aprendi muito também!

A passagem da baixa para as Águas de Portugal (digamos assim), e em termos de estações elevatórias de esgoto, só deve acontecer depois de termos uma rede separativa de águas pluviais. Pois se for tudo junto com o esgoto, pode acontecer que os equipamentos não façam o seu trabalho, e além disso, no fim do mês chega a factura! Cobrar água de chuva no esgoto, não faz sentido nenhum, pois não? Com uma rede de pluviais, evitam-se os maus cheiros de boeiros, poupa-se na factura pois a água segue para uma linha de água e não para uma ETAR. Por outro lado, a qualidade do tratamento é bem melhor, pois o esgoto não fica diluído, beneficiando o seu tratamento físico.

Com horas extra, ou com pessoal a mais, ainda assim se obtêm benefícios, pois as reparações são sempre muito caras, e as bombas por vezes, nunca voltam a ser as mesmas, cada vez ocorrerão mais avarias e mais custos. É um ciclo retro-alimentado de despesas, a que se devem somar coimas e os custos economicos da comunidade em geral.

Com a passagem do horário para as 40h semanais, poupa-se nos recursos humanos sobrepostos e nas horas extra. Neste aspecto é uma vantagem, embora julgue que deveriam ganhar mais no salário. Não é nas categorias ditas menores, que se ganha demais, pois são trabalhadores que ganham pouco.
 
Então mas expliquem-me lá uma coisa.. Os vários municípios do algarve não tiveram o POLIS? Não houve investimento e privatização do tratamento de água e saneamento, sendo constituída a empresa Águas do Algarve? Bem sei das especificidades do Algarve, onde corre no inverno 30m3/h são 300m3/h no verão. Mas então, ou os investimentos foram subdimensionados, ou então nem sequer se fizeram e passou tudo para as Águas do Algarve?

Em Castelo Branco já temos a funcionar a 3a ETAR, de última geração, ou seja, que cumpre os requisitos atuais, com tratamento terciário de nutrientes. Tem até tratamento de gases, com efeito ela é coberta, sendo aproveitados os gases combustíveis para produzir energia, de tal forma que a ETAR é auto-sustentável! Está programado o encerramento das outras 2 ETAR mais antigas, pois estão já perto do perímetro urbano.

Exageros à parte, pois acidentes e avarias acontecem (mesmo que os equipamentos instalados sejam em duplicado), mas pelo que se escreve o problema envolve mais de um município. Acho uma falta de respeito, em primeiro lugar para com os algarvios em geral, depois com os turistas e todos aqueles cuja vida depende dos rendimentos obtidos do turismo.

É hora para julgar os políticos, seja qual for a sua cor política!

Tratamento de gases não existe por aqui. Eu dou-te dois exemplos, faço todos os dias o percurso Olhão - Faro e vice-versa, quando está vento do lado do mar, ainda não saiste bem de Faro levas com um cheiro que mais pareces que estás no 3ºmundo devido à etar de Faro Nascente, andas mais uns 4 kms e levas com outro pivete ainda maior à entrada de Olhão devido à etar poente de Olhão, há anos que isto está assim e as câmaras não resolvem nada é um autêntico atentado para a Ria Formosa, qualquer um pode pesquisar na net sobre isso. As Águas do Algarve já tem projectos para a construção de uma mega etar que vai juntar a Etar de Olhão Poente e a Etar de Faro Nascente, só espero que esse projecto não fique na gaveta.

É por isso que toda a gente diz quando vem na estrada, pelo cheiro estamos a chegar a Olhão.

Se as coisas continuarem assim, principalmente sem investimento ao nível dos sistemas em Baixa, os próximos anos ainda vão ser bem piores, quando as redes de águas residuais começarem a colapsar (vocês nem imaginam a idade de grande parte das redes existentes...), quando o abastecimento de água começar a ser seriamente afectado, quando não houverem viaturas em condições de fazer a recolha do lixo... aí não sairá apenas uma página central do jornal... sairá um jornal inteiro de noticias...
ecobcg, aqui em Olhão, não há semana que não rebente uma conduta aqui na cidade, há 2 anos rebentou a conduta principal que transporta a água a toda a zona envolvente aqui onde moro, o pessoal da CMO andaram a arranjar 1 dia e tal foram ligar a água rebentou logo parecia ser o repuxo de um poço de petróleo, a CMO só conseguiu resolver a situação porque chamaram as Águas do Algarve senão a situação nunca mais era resolvida, foi 3 dias sem água em pleno Verão. :rolleyes:
 
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Primeiro as pessoas
12/09/13 00:05 | José Manuel Moreira

Este é um dos motes mais embusteiros em campanhas eleitorais. Um slogan que cavalga a ideia de superioridade do Estado em relação ao mercado. Insinuando que o capitalismo tende a colocar "os mercados antes das pessoas", obrigando, por isso, à intervenção política para devolver às pessoas o seu devido lugar.


Há outras versões, como "As pessoas estão primeiro". Ou a mais recente - "Um estado social ao serviço das pessoas" - com que Seguro justifica um Pacto em defesa das funções sociais do Estado que se louva na identificação do "social" e do "público" com o "estatal": escondendo as clientelas que se servem do Estado como coutada para, na educação, saúde e segurança social, impedirem a liberdade de escolha.


Foi assim que, dos 5% do produto nacional até finais do século XIX, se chegou aos cerca de 50% de gasto público. Transformando o Estado, dito social, numa monstruosa máquina democrática de redistribuição compulsiva da riqueza da sociedade por três vias: transferência, tomando aos Pedros (favorecidos) para dar aos Zés (desfavorecidos); fornecimento de bens e serviços gratuitos ou a baixo custo, confiscando a uns (os contribuintes) para dar a outros (os utilizadores); e por meio das diversas formas de regulação ou de proteccionismo.


Ora, sem o reconhecimento dos efeitos perversos desta máquina de redistribuição da riqueza e rendimento, torna-se difícil compreender o porquê de na época contemporânea se ter reforçado a tendência para o agravamento do processo de infantilização e degeneração moral da sociedade civil. Um processo de redução do incentivo a trabalhar, a poupar ou a investir... mas também de tranformação de pessoas previdentes em irresponsáveis e de adultos em crianças...


É tempo de se perceber que o problema, mais que orçamental ou constitucional, é de falência de um modelo de confisco que levou sucessivos governos ao crescimento dos impostos, do emprego público e do endividamento. Modelo que, em nome do Estado de bem estar, colocou a política - isto é, os "clientes" - acima dos mercados, com os resultados que estão à vista.


Situação para a qual muito contribuiu a capacidade dos "socialistas de todos os partidos" para fazerem vingar a ideia de que capitalismo beneficia principalmente o capital e socialismo a sociedade. Quando na verdade o capitalismo (o livre mercado) tende a beneficiar a todos, e socialismo principalmente uns poucos (políticos e burocratas) pelo facto de se apropriarem de direitos alheios.


Ora, só pondo a nu o princípio organizador das nossas sociedades - o clientelismo político - se percebe como um Estado protector de direitos se transformou numa fraudulenta máquina de redistribuição. E se entendem tantas resistências e espúrias concertações. Até ao dia em que reformas "politicamente impossíveis" se tornem "economicamente inevitáveis"...

http://economico.sapo.pt/noticias/primeiro-as-pessoas_176972.html
 
Professoras de carreira com novas colocações a centenas de quilómetros de casa

[ame="http://videos.sapo.pt/y8l6ZVQqNiEZnzoduD97"]Professoras de carreira com novas colocações a centenas de quilómetros - SAPO Vídeos[/ame]

No regresso às aulas, professoras de carreira verificam que o alargamento das áreas de colocação pode levá-las a serem colocadas a centenas de quilómetros de distância da sua anterior colocação. Depois de vários anos na mesma localidade, com a vida organizada em função disso, vêem-se agora confrontadas com dificuldades e com despesas inesperadas.
 
um ministro surreal... um exame nacional de inglês para o 9º ano feito por uma universidade estrangeira... Será que ele admitia o mesmo na matemática sendo ele professor de matemática? :lol:
 
Portugal beneficia “elites económicas”. Arrisca-se a ser um dos países mais desiguais

Relatório da organização não governamental Oxfam alerta Europa para os perigos do caminho da austeridade e cita Portugal como exemplo de um país onde os cortes estão a travar o crescimento e a trazer mais pobreza.


Ou a Europa arrepia caminho em relação à austeridade ou o resultado da receita será apenas mais pobreza. Esta é a principal conclusão do último relatório da organização não governamental (ONG) Oxfam, que destaca Portugal como um dos casos onde as políticas seguidas estão a beneficiar apenas os mais ricos e a colocar o país em risco de se tornar num dos país desiguais do mundo.

De acordo com o relatório da Oxfam, se nada for feito e as medidas de austeridade actualmente em vigor continuarem a ser implementas, em 2025 vão estar em risco de pobreza cerca de 25 milhões de europeus. “Apelamos aos Governos europeus que liderem um novo modelo social e económico que invista nas pessoas, reforce a democracia e procure um sistema fiscal justo”, afirma Natalia Alonso, responsável pela Oxfam na União Europeia.

Outro problema é que a organização, que foi formada em 1995 por 17 ONG internacionais espalhadas por 90 países, estima que possam ser necessários 25 anos para que se recupere o nível de vida que se tinha antes da crise económica e financeira – um caminho que só poderá ser invertido com medidas muito bem estruturadas de combate à pobreza.

Mais endividamento, menos crescimento

O relatório intitulado A Cautionary Tale: The true cost of austerity and inequality in Europe surge nas vésperas do encontro dos ministros europeus da Economia e pretende alertar os responsáveis políticos para que os resgates financeiros que têm vindo a ser feitos apenas estão a causar níveis de pobreza e de desigualdade que podem perdurar décadas. “Pelo contrário, as medidas de austeridade não estão a conseguir reduzir o nível de endividamento tal como se supunha que fariam, nem a impulsionar um crescimento económico inclusivo”, diz a Oxfam.

Ainda em relação a Portugal, a ONG salienta que a crise está a afectar muitos jovens, mas também a dificultar a vida a populações que são sempre mais vulneráveis nestas alturas, como as mulheres. Além disso, mesmo quando se mantêm os apoios sociais “adoptam-se diversas medidas que aumentam os requisitos que devem cumprir os desempregados” para poderem aceder às ajudas.


Desigualdade nos rendimentos
O relatório salienta também a pressão internacional para Portugal privatizar serviços como a energia, água e transportes, assim como alguns serviços de saúde, ao mesmo tempo que deveria liberalizar o mercado laboral. Só que aponta que tudo isto foi feito sem a garantia das devidas protecções ao emprego e sem uma vigilância apertada.

“Grécia, Portugal e Espanha aplicaram políticas dirigidas a desmantelar os sistemas de negociação colectiva, o que provavelmente se traduzirá no aumento da desigualdade e na queda contínua do valor real dos salários”, lê-se no documento – que refere ainda o aumento o IVA como mais um factor que dificultou o poder de compra no país.

Sobre Portugal é ainda dito que entre 2010 e 2011 a desigualdade nos rendimentos tem beneficiado as “elites económicas”, dando-se como exemplo o crescimento do mercado de bens de luxo, e é dito que após as crises financeiras em geral os mais ricos vêem os seus rendimentos crescer 10% enquanto os mais pobres os perdem na mesma proporção.

Continua aqui:
http://www.publico.pt/economia/notic...iguais-1605596





estes governantes que temos querem transformar Portugal na fabrica da europa,todos nós seriamos trabalhadores fabris e mal pagos!
 
Não me parece que contestar o aumento exagerado de alunos por turma seja parasitismo.

A questão dos sindicatos já foi explicada. Não dão aulas porque os tempos para o trabalho sindical são cedidos por outros professores.

A máfia xuxial controla o país... a máfia financeira esconde-se na Holanda para não pagar impostos.
 
Já se percebeu há muito tempo que o trabalho é uma coisa mesmo chata, quer para ti, quer para mim. Arranja lá um sistema qualquer que me permita viver sem trabalhar, de preferência bem subsidiado, de forma a que possa fazer imensas viagens anualmente pelo mundo. (suponho que à conta de um trabalhador qualquer escravo algures)

A tendência neoliberal é que quer transformar o trabalho na escravatura. Aliás há tempos li um documentário sobre a escravatura do séc XXI. Hoje as empresas têm dois tipos de contratação: estagiários para não pagarem, ou pessoas ou tipos de contratação descartável. No que toca à libertação do trabalho, obviamente não haverá, mas produzir cada vez mais para quem?? com crescimento limitado, com cada vez as familias com menos rendimentos, vão gastá-lo aonde? O problema económico atual não é falta de produção, é falta de consumo, não há procura.... Estas politicas levaram a um desiquilibrio estrutural da oferta e procura.
 
A mafia financeira esconde-se na Holanda para não pagar impostos aqui. E é isto, não há volta a dar.

Pede ai ao CDS do sítio para fazer um paraíso fiscal em Terras de Bouro. Não sei é se as palmeiras crescem no Gerês.
 
Ainda existem microcausas sociais em curso, por exemplo: produzir uma lei para criminalizar os piropos! Mais vale dizer, deixem de ser portugueses e tenham cuidadinho com o que dizem.

A estupidificação do zé povinho, no que toca à produção industrial, não passa de uma tentativa estúpida. Obviamente só quem nunca trabalhou no privado, não entende de onde vem o dinheiro nem os aumentos de salário. E acima de tudo, não entende nada de produção industrial, nos dias de hoje, em que a livre troca de comércio na globalização exige mais e mais competitividade, produtos diferentes e de qualidade!

Não acredito que ainda existam empresas que aumentem produção, só porque lhes apetece produzir para o monte, é dinheiro empatado, significa riscos para a sobrevivência da empresa!

Aumenta a cadência de produção, na fase em que o produto tem crescimento da procura. Neste processo ligado à vida do produto, procura-se desde o início reduzir o custo hora, com melhores métodos de fabrico, com novos layouts de produção, que possibilitem melhorar a produção e alocar trabalhadores noutras áreas que entretanto se iniciam. É tudo muito dinâmico, no fundo tenta-se produzir apenas o necessário, sucessivamente com menos recursos, só assim é possível reduzir o custo-hora e até aumentar os salários!

De uma forma muito simples, é assim que funciona. Não tem nada a ver com a forma como funciona o estado: queremos gastar mais, vamos buscar mais aos contribuintes, fácil! A seguir as empresas têm de se desenrascar e puxar pela cabeça, o que inclui os trabalhadores.

A questão, produzir mais para quê, ou para quem, não se coloca, é estupidificante mesmo, pois só serve para enganar quem não trabalha! Hoje em dia, não se produz sem encomendas, ok!
 
Deve ser por isso que há tanta fila nos supermercados da Venezuela para comprar pão e leite. Ou deve ser por isso que na Argentina todos se sentem mais pobres a cada dia que passa e o governo esconde os dados da inflação. Ou deve ser por isso que há campos de concentração na Coreia do Norte. Tudo fruto do "neo-liberalismo"....
Deixa-me dizer-te uma coisa, de forma frontal, sem ofensas pois não é nada de pessoal. Não falta procura nenhuma, só imbecis que nunca criaram riqueza, empregos e negócios, podem afirmar tal disparate.

Mas o que é que o que eu disse tem a ver com Cuba, Coreia do Norte e afins? Será que cada vez que tocam na ferida se remete a conversa para ditaduras que nada têm a ver com a aspiração de uma sociedade mais justa?

Com a modernização de mecanização de tudo, aliás hoje simples programas de faturação e gestão já se fazem via web multiplicado por postos de trabalho. Portagens sem portageiros, sistemas HomeBanking, etc etc etc.

Solução, aumentar horas de trabalho e aumentar a produtividade, consequência, desemprego, miséria, destruição de relações, perda de valores, pois as pessoas criam-se como "bichos" sem atenção familiar dada a exigência imposta por meia duzia de trogloditas encaixotados nas off-shores estrangeiras. A solução por mais que doa à direita saloia, será redução de carga horária, esta será a solução!

No que toca a criar riqueza, caro amigo, prezo os valores de esquerda moderada e politicas sociais, no entanto, no que toca a criar emprego ou trabalho, não generalizes, provavelmente já criei mais do que se calhar vais criar na tua vida... E não é com off-shores, tenho milhares de pés de videiras para vindimar este mês, somados a outros....
 
Aí no teu distrito há uma serie de empresas a exportar de forma pujante para a China, queijos, enchidos, vinhos, etc. Enquanto perdes tempo com patetices ideológicas, outros lá vão trabalhando.
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Só o senhor Vince é que trabalha e cria postos de trabalho... Os outros é tudo uma cambada de inuteis. Apenas ele teve a graça da competência e o talento... Já para não falar no tipo de linguagem agressiva que tão bem fica a um moderador. Vince parece que nasceu afortunado por tudo, graças a uma vontade infinita de trabalhar, com a sua hortinha imagina-se um latifundiário.
Santa ignorância....

Se fosse-mos a dizer améns a algumas ideias ridiculas de alguns seguidores da direita, certamente andava-mos a competir com o Sudão ou com alguns países do corno de áfrica.

Por estes indíviduos teriamos estradas em terra batida para não gastar dinheiro em alcatrão, as empresas exportavam em carros de bois. A educação era em turmas de 100 alunos com chicote e no máximo até à segunda classe. De preferencia Turmas separada por sexo. A saude, que se morra aos cantos na imundice e solidão.... Na justiça que se recorra ao linchamento público e atenção aos conspiradores....

Acho piada a estes individuos que passam o dia a falar mal no haver estado, quase a incitar a uma espécie de anarquia, no fundo acabam por cavar a própria cova, uma antítese curiosa, mas depois recorrem aos serviços deste como perdigueiros.....
 
Apesar da profunda crise que vivemos, parece-me que a maioria das pessoas ainda não percebeu a enormidade da parasitagem que tem que sustentar.

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Por acaso nunca vi a imprensa falar de professores corruptos... aliás, sabe-se muito bem qual a opinião da classe profissional docente junto da população, quando comparada com outras categorias profissionais :lmao:


Sou mesmo analfabeto político ... :D

 
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