O Estado do País

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Estamos ambos a falar do mesmo, discordamos na maneira de obter esse equlíbrio. A tua receita é mais austeridade, a minha é uma despesa calculada por forma a que seja obtido um crescimento que permita obter receita, que é exactamente aquilo que falta ás contas nacionais, receita, não austeridade.


Infelizmente concordo contigo neste capítulo, o presente governo não passa de um governo de gestão. Mais genica não lhes fazia mal... Porque é óbvio que desta maneira não será possível obter aquilo que verdadeiramente interessa para que as contas nacionais fiquem equilibradas, que é a receita, e não mais austeridade e os seus efeitos recessivos que removem ainda mais receita em vez de a trazer.

Então o que sugeres é que haja um 2o resgate. Digo isto porque o tratado está feito de acordo com o memorando, mais coisa menos coisa, mantendo o mesmo. Quando dizes que é preciso mais dinheiro para criar emprego, ou então mais tempo, só podes querer dizer um 2o resgate. Eles não nos dão mais dinheiro e ponto final. Eles deram-nos uma ligeira tolerância em relação ao défice, e isso acontece por um lado, devido aos resultados obtidos e por outro devido a condições iniciais que não entraram para o cálculo do memorando: custos finais do BPN, BPP, contas da Madeira, contratos blindados das PPP, e sei lá que mais.. Ps: Caixa geral de depósitos, ainda está por ser público o buraco de muitos milhões de euros :S
 
Quando dizes que é preciso mais dinheiro para criar emprego, ou então mais tempo, só podes querer dizer um 2o resgate.
Eu estava a pensar nos 5 mil milhões que estão estacionados no Banco de Portugal, que é a tranche do resgate destinada á banca e que não foi usada.

O que me parece que o Governo pretendo fazer com essa verba, é utilizá-la para amortizar dívida assim que a Troika sair. Mas por outro lado fosse utilizada para melhorar a condição económica actual, talvez o retorno fosse sufeciente.

Eles não nos dão mais dinheiro e ponto final.
Numa altura em que se fala numa linha cautelar, e ainda com o fantasma do segundo resgate, eu se fosse a ti não assinava por baixo.

Eles deram-nos uma ligeira tolerância em relação ao défice, e isso acontece por um lado, devido aos resultados obtidos e por outro devido a condições iniciais que não entraram para o cálculo do memorando: custos finais do BPN, BPP, contas da Madeira, contratos blindados das PPP, e sei lá que mais.. Ps: Caixa geral de depósitos, ainda está por ser público o buraco de muitos milhões de euros :S
Deram a nós, como também deram á Grécia... E penso que á própria Irlanda (não tenho a certeza).
 
Fala-se muito em PPP's mas o governo prepara-se para fazer mais uma, e esta, também não vai ficar barata.... Nas palavras de João Semedo...

«Cheque-ensino será a maior PPP de todo o país»

João Semedo critica «crescente transferência de dinheiros públicos para financiar o ensino privado»
 
Fala-se muito em PPP's mas o governo prepara-se para fazer mais uma, e esta, também não vai ficar barata.... Nas palavras de João Semedo...

«Cheque-ensino será a maior PPP de todo o país»

João Semedo critica «crescente transferência de dinheiros públicos para financiar o ensino privado»

Considero um erro tremendo, se essa idéia se concretizar.

Digo-o seja qual for o motivo para tal idéia. Para mim, PPPs nunca mais!

Imagino que a idéia do governo se baseia no facto das escolas no privado serem mais baratas que as escolas públicas. O ensino em é todo ele público, mesmo nas entidades privadas. Deve ser essa a aposta, do tipo paga-se até a um determinado valor limite inferior aos custos na escola pública, e cabe à entidade privada fazer a gestão. Enfim imagino que quem perde são os professores, pois nessas escolas devem ser remunerados não por uma tabela ou carreira como no público, mas caso a caso, consoante as possibilidades.

Mesmo assim, sou contra a idéia. Se o estado é mal administrado e esbanja dinheiro desenfreadamente, então corrijam-se essas situações!
 
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O cheque-ensino é um crime contra os portugueses. É estoirar dinheiro!


Sabiam que os alunos da pública são, segundo estudos, melhores alunos universitários que os da privada?

Sabiam que as privadas inflacionam as médias internas, e tal foi provado por investigadores da UP?

Sabiam que a escolha pública está sobredimensionada para as nossas necessidades nas próximas décadas, devido à queda do índice de fertilidade para um dos valores mais baixos do mundo?

Se temos uma escola pública sobredimensionada, vai-se promover a saída de alunos para o privado?

Ou isto serve para salvar um sector falido? Fecharam perto de 200 escolas privadas nos últimos anos e mais irão fechar devido à queda da natalidade e à crise económica!

Que se dê autonomia às escolas, que se exijam melhores resultados, mas cheque-ensino? Estão a gozar com os portugueses.
 
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O cheque-ensino é um crime contra os portugueses. É estoirar dinheiro!

Não discordo do conceito, claro que todos sabemos o "que a casa gasta" e desconfiamos que em Portugal será apenas uma negociata para favorecer os "mamões" do costume. Mas a ideia até é boa e permite uma maior igualdade entre todos. Por que razão os alunos realmente interessados de um bairro social têm de ser obrigados a partilhar a sala de aulas com delinquentes?


Sabiam que os alunos da pública são, segundo estudos, melhores alunos universitários que os da privada?

É absolutamente irrelevante para o caso quem tem os melhores alunos, mas muito me estranha que os alunos com melhores médias nos exames do secundário tenham desempenho inferior no ensino superior.

Sabiam que as privadas inflacionam as médias internas, e tal foi provado por investigadores da UP?

Todos sabemos que isso acontece, mas também é verdade que as escolas privadas têm melhor média nos exames do 12º ano (corrigidos externamente) que as públicas.

Sabiam que a escolha pública está sobredimensionada para as nossas necessidades nas próximas décadas, devido à queda do índice de fertilidade para um dos valores mais baixos do mundo?

Se temos uma escola pública sobredimensionada, vai-se promover a saída de alunos para o privado?

Se o sector está sobredimensionado, que se fechem escolas. E que façam um estudo independente, sem qualquer amarra ideológica, que mostre o que é mais vantajoso para o erário público: um aluno numa escola pública ou um aluno numa privada com uma compensação paga pelo Estado por cada aluno aceite nessa escola.

Algumas questões mais interessantes, e que fariam certamente poupar muito mais ao erário público do que qualquer cheque-ensino:

- Vale a pena o ensino ser obrigatório até ao 12º ano? Vale a pena gastar milhões de euros para pagar a instrução de quem não a quer ter? Vale a pena ter as escolas povoadas de alunos desinteressados que mais não fazem que perturbar o ambiente escolar prejudicando os restantes?

- Vale a pena abrir tantos cursos no ensino superior, quando é neste momento claro que temos excesso de licenciados na maior parte das áreas de formação para o mercado de trabalho em Portugal?

- Valeu a pena a "festa" da Parque Escolar?

- Faz sentido a obrigatoriedade da compra (nalguns casos empréstimos) de manuais escolares, quando hoje em dia se pode fazer download de toneladas de bibliografia a partir da internet?

Todas estas questões custam dinheiro ao erário público e à população. E quem tira benefício disto são não só as escolas privadas, como também todas as corporações que beneficiam do negócio (sim, também a escola pública é um negócio) como as editoras, os sindicatos de professores, as universidades, as construtoras, etc.

PS: Outro ponto de análise interessante. Apesar do ranking ser sempre liderado por escolas privadas, costumam sempre haver algumas escolas públicas no top 20. Este ano a melhor pública ficou em 32º. Será que o clima com que foram realizados os exames nas escolas públicas - greve dos professores - não contribuiu para o avolumar da diferença?
 
Os alunos de muitas privadas têm dinheiro para pagar bons explicadores. Isso explica parte do seu sucesso nos exames nacionais.

Eu quando andei na Secundária de Olhão, na minha turma todos andavámos em explicações. Agora, o cenário pode ser diferente mas nessa altura era esse o cenário, conhecia tantos que andavam em explicações essencialmente em Matemática. Mas também há por aí tantos explicadores, de explicadores não têem nada.

Quanto aos exames aos professores, concordo plenamente, em qualquer profissão com mais estudo, seja para engenheiro, advogado, TOC se queremos entrar para a Ordem temos que fazer o exame de admissão à respectiva ordem. Se queremos ter uma escola pública de qualidade temos que ter os melhores professores e existem tantos maus professores nessas escolas por esse país inteiro. Mas parece que existe por aí, muito professor com medo do tal exame e diz mesmo que pagar 20 € por dito exame é um roubo. Que dirão aqueles que para serem TOC pagam só pelo exame 200 €.

Os professores têem medo é de tirarem notas tão fabulosas como os alunos tiraram nos exames nacionais do 12º ano.
 
o MAGO falou nas PPP no ensino,faz-me lembrar a saude no privado. O hospital Garcia da Horta agradece :bombar:
:cold:

uma entrevista ao abominável bicho das neves, aquilo pode mesmo ser mortal.Deliciem-se....
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Eu quando andei na Secundária de Olhão, na minha turma todos andavámos em explicações. Agora, o cenário pode ser diferente mas nessa altura era esse o cenário, conhecia tantos que andavam em explicações essencialmente em Matemática. Mas também há por aí tantos explicadores, de explicadores não têem nada.

Eu frequentei os dois "mundos" (privado e público) e posso dizer que enquanto andei num privado quase nenhum dos meus colegas tinha explicações por fora. Os alunos mais fracos tinham aulas extra nas disciplinas essenciais (português e matemática), sem pagarem mais por isso, pelo que não era necessário recorrer a explicadores. No público, a esmagadora maioria dos meus colegas tinha explicadores. Isto foi há pouco mais de 10 anos, entretanto pode ter mudado (mas duvido).

Quanto aos exames aos professores, concordo plenamente, em qualquer profissão com mais estudo, seja para engenheiro, advogado, TOC se queremos entrar para a Ordem temos que fazer o exame de admissão à respectiva ordem. Se queremos ter uma escola pública de qualidade temos que ter os melhores professores e existem tantos maus professores nessas escolas por esse país inteiro. Mas parece que existe por aí, muito professor com medo do tal exame e diz mesmo que pagar 20 € por dito exame é um roubo. Que dirão aqueles que para serem TOC pagam só pelo exame 200 €.

Discordo de exames para se poder exercer. A melhor maneira de se avaliar as competências de qualquer trabalhador é no vendo-o trabalhar, ver o que produz. Um exame apenas avalia as competências teóricas, não avaliando outros factores muito importantes, como aspectos humanos (essenciais nos professores), capacidade de trabalho, sentido de responsabilidade, etc.

E 200€ para se fazer um exame é de facto um roubo. É mais caro do que fazer um exame de condução, que exige mais recursos (um avaliador durante cerca de 45 minutos por pessoa) e tem algum risco associado. Ninguém deve ter que despender essa quantia para poder trabalhar.
 
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Não tenho problemas em admitir que andei em explicadores e tive como colegas alunos do Ribadouro, Nossa Senhora do Rosário, D. Duarte e Ellen Key. Resolvi os testes desses colégios nas explicações e devo dizer que eram mais fáceis que os testes da escola pública que frequentei. Tinha uma colega filha de um deputado da Direita que chegou a gastar 1000 euros num mês em explicadores e só entrou em Medicina porque andava no Ribadouro, pois as médias internas dela estavam muito inflaccionadas em relação às médias de testes e nos exames tirou notas «baixas» para quem quer Medicina. A noção que fiquei é esta: parte do sucesso destes colégios explica-se graças ao trabalho dos explicadores. Há turmas inteiras no privado onde os alunos têm explicações todas as semanas desde o início do ano lectivo às disciplinas que são específicas. Os explicadores são como treinadores, obrigam a uma rotina de estuda desde cedo e no Porto há gente com décadas de experiência em preparação para exames, há explicadores óptimos que preparam dezenas de alunos para 20.

Quanto à alegada qualidade dos colégios. Os programas são iguais aos da escola pública, os professores têm genericamente a mesma qualidade contudo há aspectos positivos, não são toleradas as faltas de docentes, o ambiente entre colegas é melhor, há mais carga horária a algumas disciplinas, os horários têm outra organização e claro os alunos são seleccionados.

Contudo o exemplo da gestão dos privados pode ser aplicado à escola pública sem necessidade de cheque-ensino. Na escola pública identifico os seguinte problemas:

- os programas nem sempre são cumpridos;
- há professores que faltam muito;
- há alunos que estão a passar o tempo e criam mau ambiente e prejudicam quem quer aprender.

Resolver a questão dos maus professores não é rocket science, basta dar mais autonomia às direcções das escolas. Por sua vez o Ministério deve obrigar os estabelecimentos a ter horários mais produtivos, que não estejam feitos à medida dos interesses dos professores, sem furos pelo meio. Os professores devem ser avaliados rigorosamente quanto ao cumprimentos dos programas e às faltas, e devem ser obrigados a repor as aulas sempre que faltarem, excepto em situação comprovada de doença prolongada ou outras excepções. Os alunos menos capacitados devem ser encaminhados desde cedo para o técnico-profissional, e devem ser separados dos alunos que pretendem prosseguir estudos universitários.

Lá por a escola pública ter problemas não significa que não tenham solução. O cheque-ensino é um embuste e um estoiranço brutal de dinheiro que não temos. Nas últimas décadas gastou-se tanto dinheiro no parque escolar público, há tantos funcionários e professores, a natalidade está a cair, e agora deitamos tudo para o lixo? É de loucos. Mudem as regras na escola pública, mas cheque-ensino nunca!
 
BBC News viu no Porto uma “Detroit europeia” ou uma “mini-Havana”

Numa reportagem intitulada “Portugal debate-se sob o fardo da austeridade”, o site BBC News Business escolheu a cidade do Porto como cenário representativo da crise que assola o país.

“Caminhando pelo centro da cidade, encontram-se não só lojas fechadas, mas quarteirões inteiros de casas abandonadas. O Porto está a tornar-se rapidamente numa espécie de Detroit [a cidade norte-americana que, após o declínio da indústria automóvel, declarou falência] europeia ou de mini-Havana [a capital de Cuba, país alvo de bloqueio económico por parte dos EUA ]”, descreve-se.

Assinado por Nigel Cassidy, o texto abre com a descrição de mulheres que lavam a roupa nos tanques comunitários, de pedra e água fria, da escarpa das Fontainhas. A cena parece ter impressionado o repórter, que sustenta que este quadro não teria nada de especial noutras partes do globo, mas que não seria expectável aqui: “Estamos num país da União Europeia, no centro da segunda maior cidade do país e capital regional”, enfatiza, desconhecendo por certo que os tanques das Fontainhas e de outros pontos da cidade sempre foram utilizados, mesmo sem crise.Mas o repórter britânico acreditou ter visto neste “equivalente medieval de uma lavandaria” o sinal de que há gente sem emprego, com contas de energia por pagar e sem meios para substituírem uma máquina de lavar avariada.

A reportagem também refere a existência de “muitas as centenas de edifícios” em estado de ruína e salienta que, embora haja quem garanta que o Porto sempre foi uma cidade que sugere uma certa melancolia, o certo é que agora cada esquina “é um monumento à crise económica”.

Observa que das dificuldades também pode surgir a inovação e dá o exemplo do negócio criado por alguns arquitectos desempregados, que criaram o The Worst Tours. É um serviço que também mostra o Porto dos becos, das tascas, das ruas de má fama e dos mercados degradados. “O passeio mostra o impacto real” do programa de ajustamento imposto pelo resgate financeiro de Portugal, como as duas mil empresas encerradas na cidade apenas nos dois últimos anos, acrescenta.

Ressalva que estas visitas guiadas são assumidamente comprometidas, do ponto de vista ideológico, e que a guia, a arquitecta e artista gráfica Gui Castro Felga – conhecida pelos cartazes que elaborou para manifestações e outras acções políticas –, pretende mostrar que as medidas de austeridade não são algo de teórico, mas qualquer coisa de concreto em que as pessoas podem tocar ou sentir enquanto passeiam pela segunda cidade do país.
http://www.publico.pt/local/noticia/...havana-1612575



A comparação com Detroit é muito exagerada, não tem mesmo nada a ver com a realidade da cidade e a cena dos tanques de lavar roupa é de quem conhece muito pouco sobre Portugal. Enfim, o jornalista viu aquilo que procurava mas isso não quer dizer que seja verdade.
 
a excelência do 20 não serve absolutamente para nada.

«Os alunos menos capacitados devem ser encaminhados desde cedo para o técnico-profissional, e devem ser separados dos alunos que pretendem prosseguir estudos universitários.»

Isto é que me assusta. Supostamente pretende-se competir e não aprender. E chegamos novamente à excelência do 20 que não serve para nada.
 
Para mim a frase de ontem de um economista deve ter sido aplaudida aqui de pé ontem ...

" Aumentar o salário minimo é estragar a vida aos pobres"

Sim porque se existem pobres é graças a tipos como ele ...

Outra coisa que se fala por aqui ...
A questão da avaliação dos professores deverá ser feita obviamente .... mas nunca desta forma, através de uma prova escrita e que custa 200 euros, mas minha nossa o que é isto? Esta gente está louca ?
Um professor para ser bom professor tem que saber conjugar a componente conhecimento com a componente pedagogia. Infelizmente foram muito poucos os professores que tive assim.
Foi mais do tipo " Este é o livro, temos que dar tudo até ao fim, toca a acelerar"

Avaliar um professor tem que ser com acompanhamento do professor, quer a nivel de conhecimentos quer sobretudo a nivel de pedagogia, e este ultimo é mais fundamental do que a componente de conhecimento. Um teste escrito avalia somente a primeira componente !

Outro aspecto que se falou aqui ... foi o financiamento dos colégios. Digo já que isto para mim é a maior palhaçada de governação, se temos um ensino público o objectivo passa por dar um ensino razoalvelmente gratuito aos nossos alunos.
Num colégio os alunos já pagam uma espécie de propina anual ou mensal, pertence a privados, os pais que os colocam lá têm boas posses, querem uma melhor qualidade de ensino aos seus filhos por os frequentadores desse tipo de ensino, serem geralmente menino bem comportados, têm até uma farda que o colegio implige.
Não faz qualquer sentido os apoios estatuais nem a esses alunos, nem aos colégios, sou totalmente contra esse tipo de apoio.
Uma coisa ou é privada ou é pública, já basta as PPP para sugar o Estado !

No Estado actual da nossa economia sabem o que acontecia se não existisse salário minimo? Simples ... voltavamos ao tempo da escravizão, com salários na ordem os 200/300 euros. Se calhar segundo esse economista estavamos a ajudar os pobres !

Em Portugal quer-se licenciados a ganhar bem (as chamadas mais valias). Os restantes servem somente para desculpem a palavra "limpar porcaria" !

Salários minimos apenas não fazem sentido em países em que as economias são extremamente fortes, onde não existe pobreza, nem as pessoas são discrimadas pela sua classe social ou pelas funções que desempenha !
 
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