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«As metas orçamentais de 2013 foram mais do que cumpridas (...) O que se acumula hoje paga-se amanhã. Não há nada à borla.»

«(...)como principais razões as receitas fiscais arrecadadas acima do orçamentado, muito à custa do perdão fiscal lançado no final do ano passado»

Governo antecipa défice inferior a 5,5% em 2013 :lol::lol::lol:

Se ao menos explicassem bem o perdão fiscal... injustiças, lobbies....:(
 
Durante a tempestade que se abateu sobre quase todo o território nacional, o SIRESP falhou e deixou os serviços de emergência sem comunicação móvel, deixando conselhos isolados e sem capacidade de coordenação dos meios de socorro. Esta reportagem descreve a situação da falha, o custo do sistema e como, segundo o Governo, não é possível responsabilizar nem pedir indemnização à SIRESP, SA.





Programa da RTP, de autoria de Sandra Felgueiras, Margarida Neves de Sousa, Patrícia Lucas e Filipe Oliveira Pinto.
 
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Transportes rodoviários aplaudem prioridade a ferrovias e portos

O presidente da Associação de Transportes Rodoviários de Passageiros admitiu, esta terça-feira, que o Governo deve dar prioridade a projectos portuários e ferroviários e às mercadorias, como defende um relatório do grupo de trabalho para as infra-estruturas de elevado valor.

"Esta opção parece-nos óbvia e relativamente razoável, porque, efectivamente, ao nível dos investimentos em infra-estruturas, nos últimos anos, tem havido uma aposta quer na componente rodoviária quer nas infra-estruturas de transportes de passageiros", disse à agência Lusa o presidente da associação (ANTROP), Luís Cabaço Martins.

O grupo de trabalho que estudou os projectos de obras públicas prioritárias até 2020 entregou na segunda-feira um relatório ao Governo, defendendo primazia à construção e expansão de portos e de ferrovias em detrimento das rodovias e do transporte de passageiros.

"Não há necessidade de fazer grandes investimentos na área rodoviária, percebemos que os grandes investimentos, designadamente nos portos e ferrovias, digam muito mais respeito às mercadorias e menos aos passageiros", afirmou Luís Cabaço Martins, acrescentando que já existem "bastantes infra-estruturas de transportes de passageiros".

O que é preciso, ressalvou, é que essas infra-estruturas de passageiros sejam, utilizadas de facto.

"Para isso, temos de mudar o contexto de utilização do transporte público e, nesse aspecto, é fundamental a redução e o controlo dos custos de contexto para que as empresas também possam ser mais competitivas e captar mais procura", defendeu.

No documento entregue na segunda-feira ao primeiro-ministro e que começará a ser debatido publicamente na quarta-feira, o grupo de trabalho define 30 projectos prioritários, entre os quais se destacam a expansão do porto de Sines, a construção de um terminal de águas profundas em Lisboa e a modernização da Linha do Norte.

A conclusão do túnel do Marão e a abertura de um novo terminal de carga no aeroporto de Lisboa são outros dos projectos escolhidos entre uma lista prévia de 238 potenciais investimentos indicados pelo Governo.

Os projectos para os próximos seis anos, num investimento global de 5,1 mil milhões de euros. Do conjunto de projectos apresentado, 18 estão ligados ao sector marítimo, oito ao ferroviário, dois ao rodoviário e outros dois ao aeroportuário.

O grupo de trabalho, segundo o documento hoje citado pela imprensa, dá prioridade à ferrovia em detrimento da rodovia e aos portos em vez de aeroportos, dando ainda preferência à carga e mercadorias e não a passageiros.

Fonte: RR

Será que vai ser desta que vamos gastar o dinheiro em obras necessárias ao país e não meros fetiches. O dinheiro desperdiçado, em auto-estradas fantasma, em aeroportos fantasma (Beja), já devia ter sido aplicado em Sines mas há uns 10 anos atrás, já que Sines tem tudo para ser uma porta aberta para a Europa. Finalmente, uma das propostas é a electrificação da Linha do Algarve, outra obra essencial à região e talvez fosse fundamental fazer uma ligação a Espanha seria muito importante para o Algarve e isso traria mais turismo ao Algarve e mais receitas para Portugal.

Vamos ver se vão fazer realmente as obras importantes ou vão inventar mais umas auto estradas...
 
Quando a conversa começa no controlo dos custos de contexto estamos conversados sobre o que realmente se pretende. Deixar os trabalhadores sozinhos a pagar impostos. Podes poluir, podes degradar, os impostos dos trabalhadores servirão para reconstruir.
 
Tendo em conta a discussão sobre o salário minimo (a Alemanha vai ter um a partir de 2015), um artigo interessante sobre como os salários baixos das empresas têm por consequência maiores custos sobre os contribuintes. Basicamente, quando se trabalha e o ordenado não estica, as pessoas pedem ajudas estatais para sobreviverem.

http://edition.cnn.com/2013/10/29/opinion/temple-hidden-fast-food-taxes/

"In reality, whether you eat the fries or not, fast-food companies such as McDonald's actually shift billions of dollars in hidden costs onto taxpayers every year. How? These costs flow directly from their business model of low wages, nonexistent benefits and limited work hours, which force millions of fast-food workers to rely on public assistance to afford basic necessities such as food and health care."

Ou então, e utilizando o sarcasmo/ironia:

http://www.thedailyshow.com/watch/tue-january-28-2014/wage-against-the-machine
 
PS tenta travar leilão dos quadros de Miró

O PS anunciou hoje uma providência cautelar para impedir a venda dos 85 quadros de Miró da colecção do BPN.

O PS vai apresentar uma providência cautelar para impedir o Governo português de vender em leilão internacional as 85 obras de Joan Miró provenientes da colecção que pertencia ao Banco Português de Negócios (BPN).

"Esgotados os passos no quadro parlamentar e face à ausência de respostas do Governo às questões sucessivamente formuladas e aos requerimentos apresentados, o PS decidiu partir para uma providência cautelar, intentando uma ação judicial para evitar que esse espólio artístico neste momento português seja vendido em leilão na próxima semana", declarou a ex-ministra da Cultura Gabriela Canavilhas no Parlamento.

O leilão para a venda das obras está marcado para 4 e 5 de Fevereiro, em Londres, e é organizado pela Christie's.

Sexta-feira será também votado na Assembleia da República um projecto de resolução d'Os Verdes que defende a suspensão do leilão. No entanto, ao Diário Económico o deputado do CDS, Michael Seufert lembra que a Assembleia "não pode fazer uma lei contra a venda dos quadros".

Na Assembleia está também uma petição pública pela "Manutenção em Portugal das obras de Miró", cujo parecer foi ontem aprovado. Na quinta-feira à noite, a ex-ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite disse, na TVI, que a venda desta colecção é a prova do "alheamento" da actual política.

Fonte: DE

A colecção do Miró, o tipo nem é português ainda fosse um pintor português ainda tolerava-se agora um pintor catalão que vendam e façam bom negócio. Em Portugal há pessoas que vendem os seus bens para conseguirem sobreviver e o PS está calado, agora por uns quadros do Miró vai colocar uma providência cautelar é mesmo uma anedota este PS.
 
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A colecção do Miró, o tipo nem é português ainda fosse um pintor português ainda tolerava-se agora um pintor catalão que vendam e façam bom negócio. Em Portugal há pessoas que vendem os seus bens para conseguirem sobreviver e o PS está calado, agora por uns quadros do Miró vai colocar uma providência cautelar é mesmo uma anedota este PS.

Eu discordo.

Nós temos museus pobres se compararmos com outros países europeus. Em parte isso deve-se ao terramoto de 1755, às invasões francesas e ao fim das Ordens Religiosas. Mas o pior desastre foi mesmo o terramoto.

Portanto, seria do interesse nacional deixar cá este conjunto de obras para ficarem num dos museus de Lisboa.
 
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