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Existe duas coisas, que carece distinguir, em que há portugueses lhes custa perceber algo tão simples.

Uma coisa são os que precisam do RSI, e este deve ser dado legitimamente, não como uma esmola mas como um direito. Outro são os que o recebem sem precisar, os fraudulentos. Mas a fraude não se encontra só no RSI, é transversal à sociedade, desde o pequeno ao grande empresário que foge aos impostos, ao trabalhador por conta de outrem e funcionário publico que usurpa de uma baixa fraudulenta, ou seja, fraudes existem em todo o lado. Deste modo, não devemos acabar com estes apoios, mas sim uma melhor eficiência na fiscalização de modo os recursos chegarem a todos os que precisam.

Dizer que devia acabar, não faz qualquer sentido...
 
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O Governo vai vender o excesso que detém em reservas de petróleo até ao final do ano. O compromisso foi assumido durante os trabalhos da 11ª avaliação, revelam os documentos do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgados hoje.

No memorando de entendimento assinado entre o Governo português e os credores internacionais, o Executivo elenca as medidas adicionais que estão na calha. Entre elas está a “venda do excesso de reservas de petróleo” que deverá acontecer até ao final deste ano.

Com o mesmo calendário está também prevista a transferência do fundo de saúde dos CTT e a concessão da Silopor. É esperado que a concessão de portos e a venda de património termine no final de Setembro deste ano.

Em 2013, a EGREP (a empresa pública que gere as reservas estratégicas nacionais) foi obrigada a vender reservas de petróleo em excesso para cobrir os custos com um contrato de 'swap'.

http://economico.sapo.pt/noticias/g...rvas-de-petroleo-ate-final-do-ano_191599.html

Excesso de reservas de petróleo é novo para mim. Mais negociatas para esconder os contratos ruinosos.
 
Não percebo qual é o problema de vender-mos em excesso petróleo. Também vamos vender o ouro?

Para um país que importa todo o petróleo que consome, não acho que exista a noção de petróleo em excesso. Até porque quando o BCE ligar as impressoras e o euro baixar o seu valor essas "reservas em excesso" vão ficar mais caras para serem repostas.

Quanto ao ouro (se é que ainda existe no BdP). Com 382 toneladas de ouro e 10/11 M de pessoas devíamos era fazer como os chineses. Um escudo apoiado (backed) em ouro.

Mas isso sou eu a pensar.
 
Os maiores exportadores portugueses contribuem bem menos do que se pensa para o aumento da riqueza interna da economia, vulgo PIB, diz o Banco de Portugal.

O caso mais evidente é o do sector dos produtos petrolíferos refinados, onde a Petrogal (grupo Galp) é o maior ator: é o grande exportador por excelência, em peso e em dinamismo anual, mas importa tanto que acaba por quase anular o seu contributo aparente para a expansão anual.

No boletim económico da primavera, o banco central governado por Carlos Costa denuncia a situação, analisando o que aconteceu em 2013. “Por exemplo, os produtos petrolíferos refinados reduzem o seu peso (de 7,8% nas exportações nominais totais de bens para 1,9%) enquanto os artigos de vestuário registam um aumento (de 5,5% para 7,1%)”. É a diferença entre considerar-se a evolução normal – utilizada pelo Governo para se congratular pelo sucesso do ajustamento externo – e usar uma medida corrigida da dependência desses sectores às importações.

Também o contributo líquido dos refinados é muito menor. As exportações de bens totais avançaram 27,4% em 2013, sendo que o contributo oficial do sector em causa se saldou em 2,1 pontos percentuais. A medida corrigida baixa essa ajuda para apenas 0,5 pontos.

Vestuário vale mais que combustíveis
Naquele exemplo em concreto, torna-se evidente que o sector do vestuário está muito mais emancipado em relação às importações, é mais nacional que os outros. Portanto, ajuda muito mais do que se julga à retoma da economia. O seu peso (corrigido) no total das exportações de mercadorias até é superior ao do sector dos combustíveis.

Segundo o Banco de Portugal, “é possível constatar que nos últimos anos as exportações nominais de bens têm registado na maioria dos meses uma taxa inferior quando se leva em consideração os conteúdos importados”. E que “um determinado aumento das exportações terá um impacto maior no PIB se assentar em bens com menor conteúdo importado”.

Em termos mais agregados, o Banco mostra que o contributo para o PIB de mais de 30% das exportações portuguesas em 2013 está sobrevalorizado. A seguir aos refinados, os sectores mais inflacionados são: petróleo bruto e gás natural; produtos associados a serviços de saneamento básico e tratamento de resíduos; produtos da pesca e da aquicultura; e produtos químicos, diz o estudo.

Este enviesamento não é um exclusivo de Portugal, é uma consequência de o país estar inserido nas “cadeias de valor globais”, como também observa o Banco, mas levanta o problema de saber se a retoma em curso pelas exportações não será em parte engolida pela dependência que muitos exportadores nacionais têm face à produção importada, sejam produtos intermédios, seja a tecnologia que o país não fabrica.

Esse risco da retoma pelas exportações poder não ser sustentável até foi visitado pelo FMI já este ano, provocando reações muito negativas no seio do Governo. Paulo Portas, o vice-primeiro-ministro, chamou às exportações “o porta-aviões da recuperação”.

O BdP manteve as projeções económicas publicadas em março. A economia deverá crescer 1,2% este ano. As exportações ajudam com 2,1 pontos, mas as importações engolirão na íntegra esse ganho. O crescimento só acontecerá graças à procura interna (consumo e investimento).

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO341574.html?page=0
 
O Parlamento Europeu (PE) não se esquece dos "seus" quando é chegado o momento da despedida. Cada eurodeputado que regressa a casa depois de algum tempo passado em Estrasburgo tem direito a um subsídio de reintegração e a uma pensão mensal que começará a ser paga assim que atingir os 63 anos de idade.

O subsídio destina-se a "cobrir o período compreendido entre o fim do mandato e o recomeço de uma atividade profissional", sendo equivalente a um mês de salário por cada ano de trabalho. No mínimo contam seis meses, no máximo dois anos.

De entre os deputados que vão deixar o PE, no total de 12, no próximo mês de junho, Alda Sousa (BE) é a que permaneceu menos tempo no cargo. Chegou em maio de 2012 para substituir Miguel Portas e teria direito a 12 401,44 euros mas irá prescindir desta ajuda.

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3827290&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Será que é uma pensão indexada à economia europeia e/ou à produtividade?
 
A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) estima que a valorização do euro tenha impedido que a dívida pública aumentasse mais 700 milhões em 2013, além da subida que já se verificou.

De acordo com a nota sobre as contas nacionais das administrações públicas em 2013 da UTAO, a que a Lusa teve hoje acesso, "a variação da dívida pública em 2013 fixou-se em 8,8 mil milhões de euros, valor superior em 649 milhões de euros ao défice orçamental".

No entanto, acrescentam os técnicos independentes que apoiam o parlamento, "registou-se durante 2013 uma perda de valor em euros da dívida nominada em outra moeda que não euro", pelo que "não considerando o efeito cambial, a dívida pública subiu aproximadamente 9,5 mil milhões de euros", um aumento superior em 700 milhões à variação registada.

http://expresso.sapo.pt/valorizacao...de-mais-700-me-na-divida-publica-utao=f866869
 
Peço desculpa se for uma repetição, mas como as moscas (da esquerda, nomeadamente do PS) andam por aí empertigadas contra o governo atual, por estes dias de celebração do 25 de abril, deixo um vídeo para que pensem bem na forma mesquinha, eu diria cruel até, como se comportam os ditos.
Como alguém escreveu "Convém Recordar para que ninguém seja atraiçoado pela memória curta, que é uma doença crónica de muitos Portugueses....":



Este é um vídeo de 2012. É tão atual e serve para desmontar os hipócritas que se colam ao povo por estes dias. É Cravos na lapelas, jantares "de abril", é críticas a defender os ideais da liberdade e em defesa do estado social...enfim, um chorrilho de imbecilidades de muitas das personagens do PS. Tristes...:(
Da esquerda, nomeadamente a ligada ao PCP louvo a posição de defesa dos ideais do 25 de abril, embora não concorde com os ideais políticos propriamente ditos, mas a defesa da liberdade é um princípio basilar para o homem, e este ideal tem de ser defendido sempre.:thumbsup:
 
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ENTREVISTA A SALGUEIRO MAIA

Link para a entrevista em audio

Por ocasião dos 40 anos do 25 de Abril, a Antena 2 transmite a histórica entrevista concedida por Salgueiro Maia pouco antes da sua morte a Manuela Cruzeiro, investigadora do Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra. Ouviremos um excerto alongado da entrevista, com cerca de duas horas, em que o Capitão de Abril narra os acontecimentos e o contexto desse dia histórico de 1974: os preparativos, o trajeto da coluna militar na madrugada do dia 25, o encontro com as forças do regime na Rua do Arsenal, o cerco ao Quartel do Carmo e a rendição do presidente do concelho Marcelo Caetano. A entrevista é transmitida a partir do ponto em que é evocado o chamado golpe das Caldas, ocorrido em 16 de março de 1974.

A Antena 2 agradece a cortesia do Centro de Documentação 25 de Abril.
 
O estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) revela que as desigualdades aumentaram nas últimas três décadas, incluindo nos Estados com uma tradição mais equitativa, como Finlândia, Noruega e Suécia, onde 1% dos mais ricos detinha cerca de 7% do rendimento total em 2012, ou seja um aumento de 70% em relação a 1981 (4,3%).

Em relação a Portugal, cujos dados disponíveis são referentes ao período entre 1981 e 2005, o estudo revela que 1% dos mais ricos detinha 9,8% do rendimento total em 2005, contra 4,3% em 1981.

Nos Estados Unidos, 1% da população com mais rendimentos detém 20% da riqueza total, ou seja o dobro do montante de 1981, indica ainda o estudo, que baseia os cálculos da riqueza antes de impostos para todos os países e exclui ganhos de capital, exceto no caso da Alemanha.

O aumento foi menor nos países da Europa continental como França e Espanha, onde os mais ricos são detentores de 10,1% do rendimento total.

A crise não afetou da mesma forma os mais ricos, que em média aumentaram 4% da riqueza em 2010, e os mais pobres, dos quais 90% viram estagnar os seus rendimentos.

O secretário-geral da OCDE, Ángel Gurria, sublinhou num comunicado que "é importante assegurar que as pessoas com melhores salários paguem uma parte justa dos impostos".

"Sem uma ação política coordenada, a diferença entre ricos e pobres crescerá ainda mais nos próximos anos", alertou Gurria.

A OCDE recomendou mudanças da tributação, com medidas entre outras como a harmonizando dos impostos sobre capital e trabalho, a redução de algumas deduções e isenções do pagamento de impostos, bem como a revisão das taxas sobre a riqueza, por exemplo através do imposto sobre a herança.

http://www.noticiasaominuto.com/economia/210966/mais-ricos-da-ocde-tem-cada-vez-mais-dinheiro
 
O IVA vai aumentar de 23% para 23,25% já em 2015 e a Taxa Social Única (TSU) sobe 0,2% para os 11,2%. Ao mesmo tempo, o Governo vai repor os cortes salariais na Função Pública nos próximos cinco anos e aliviar a CES (Contribuição Extraordinária de Solidariedade). É esta a receita encontrada para atingir as metas do défice que consta do DEO (Documento de Estratégia Orçamental).
No documento, o Governo prevê que seja aplicada uma Tabela Remuneratória Única a partir de 1 de Janeiro de 2015, passando todos os trabalhadores da administração pública a ter os salários calculados a partir desta grelha.

De resto, os vencimentos dos trabalhadores do Estado vão começar a ser repostos em 2015, sendo devolvidos 20% dos cortes já no próximo ano. O objectivo é fazer uma reposição progressiva ao longo dos próximos cinco anos, mas serão tidos em conta factores como a evolução da massa salarial, a redução de efectivos e ganhos de eficiência nessa reposição.

O DEO prevê também 200 milhões de euros de receitas adicionais na Saúde, nomeadamente através da indústria farmacêutica e uma limitação à despesa pública com medicamentos, que possa poupar 850 milhões de euros nos gastos com fármacos.

O documento prevê também que o Metro e os autocarros de Lisboa e Porto sejam concessionados a privados até ao final deste ano. E aponta o final da privatização da REN para o 1º semestre de 2014, deixando em aberto a data da venda da TAP e da CP Carga.

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=104608
 
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