O problema destas situacoes e quando se esta a espera do subsidiozinho do Estado .
O subsídio é pago em função dos descontos efectuados anteriomente. Ninguém recebe subsídio se não tiver descontos.
O problema destas situacoes e quando se esta a espera do subsidiozinho do Estado .
O subsídio é pago em função dos descontos efectuados anteriomente. Ninguém recebe subsídio se não tiver descontos.
Facto 1: os tailandeses são muito mais baratos que os portugueses, essa empresa RAC está a mentir.
Facto 2: gostava de te ver a competir com os tailandeses pelos 485 euros de salário.
Facto 3: 485 em Portugal não te permitem viver... para um tailandês, fruto do cambio, são uma fortuna.
Em 2010, a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) obteve uma autorização do Tribunal de Segurança e Serviços de Informação no Estrangeiro (também dos EUA) para poder lançar operações de espionagem num total de 193 países - entre eles, Portugal. A autorização atribuída por este tribunal dá aos serviços secretos dos EUA a liberdade para lançarem operações de espionagem, através de meios eletrónicos e não eletrónicos, sobre pessoas e instituições suspeitas de terem informação relevante sobre potências estrangeiras.
A autorização para espiar não significa que a NSA tenha lançado operações em todos os 193 países que constam na lista agora divulgada pelo "Washington Post" - mas é reveladora do raio de operação a que os serviços secretos norte-americanos estiveram sujeitos nos últimos anos. Legalmente, a ação da NSA está delimitada pelo Plano de Prioridades dos Serviços Secretos dos EUA e por legislação conhecida por Section 702. Apesar destes limites legais, é deixada uma larga margem de manobra e de interpretação aos operacionais da NSA. Num depoimento escrito, Keith B. Alexander, diretor da NSA, explicou, em 2010, que as operações de espionagem apenas podem incidir sobre não-cidadãos dos EUA, que se encontram fora do território EUA, e que poderão estar em posse de informação relacionada com potências estrangeiras (a declaração não discrimina países aliados, inimigos ou neutros).
Além da lista que junta estados democráticos, ditaduras, países aliados e inimigos, e membros e não-membros da NATO, a autorização dada pelo Tribunal de Segurança e Serviços de Informação do Estrangeiro, dos EUA, estende-se a um total de 20 instituições supra ou transnacionais. Entre elas, há duas que merecem especial relevância para os europeus: O Banco Central Europeu e ainda uma entidade conhecida como "European Union", que se presume dizer respeito à Comissão Europeia. O Fundo Monetário Internacional (FMI), a Agência de Energia Atómica, o Mercosul e a Liga Árabe são outras das entidades que surgem referenciadas na lista.
As autoridades dos EUA não comentam, mas no circuito do poder e dos serviços de segurança há quem aproveite, sob anonimato, para amenizar os efeitos da mais recente fuga de informação, lembrando que os operacionais da NSA terão o raio de ação limitado a alvos precisos, e estão dependentes das devidas autorizações de tribunais e responsáveis hierárquicos (a Casa Branca é mencionada).
Aparentemente, apenas os denominados "Five Eyes" (tradução literal: "os cinco olhos") terão escapado ao raio de ação da NSA. Quem são os "Five Eyes"? EUA; Austrália, Nova Zelância, Reino Unido e Canadá. Nestes cinco países, que mantêm uma aliança semioficial, os serviços secretos como os da NSA têm de pedir a autorizações especiais às autoridades locais.
Não é a primeira vez que surgem provas ou indícios que dão conta de que a NSA poderá ter levado a cabo operações de espionagem em Portugal. Em novembro de 2013, uma das fugas de informação promovidas pelo ex-operacional da NSA, Edward Snowden, deu a conhecer um mapa com a localização de 50 mil redes informáticas infetadas com programas maliciosos (malware). No mapa, é possível confirmar que a NSA tem um posto de recolha de informação a operar em Portugal, que estará classificado no segundo de cinco níveis de importância (o quinto nível é o mais importante).
O presidente do Governo da Madeira, que se tornou hoje o político português há mais tempo no poder desde 1910, ultrapassando Oliveira Salazar, admitiu ter cometido “erros”, insistindo não se arrepender de ter feito dívida para desenvolver a região.
“Obviamente que não fazia tudo igual. Todos cometemos erros”, declarou o líder insular, mas sublinhou que “de fundo, nas opções principais fazia tudo igual”, disse Alberto João Jardim aos jornalistas à margem da cerimónia de homenagem às comunidades madeirenses espalhadas pelo mundo, na marginal do Funchal.
Mas o líder insular, fundador do PSD-Madeira, sublinhou que “de fundo, nas opções principais fazia tudo igual”, dando como exemplos os casos do “desenvolvimento da Madeira, opções pelos sectores sociais dado o estado lastimoso em que isto se encontrava, e a dívida pública para aproveitar os fundos europeus”.
O governo da Madeira vai gastar mais de 550 mil euros com um estudo, encomendado por Alberto João Jardim em 2002 e que é apresentado esta sexta-feira em Lisboa, com o objectivo de contrariar “a ideia de despesismo que se associa a esta Região Autónoma”.
Tragédia dos comuns...
o princípio liberal é sempre o mesmo: ninguém pagar nada. É tudo livre até acabar.
E o principio socialista e os contribuintes manterem o Estado , custe o que custar .

E já agora, o princípio comunista: Controlar os preços dos bens, até que chegam a um ponto, em que passam a controlar a quantidade que cada um pode comprar. Acaba-se o pão, o leite...![]()
- Pai, porque é que a água está fria?
- Não temos gás minha filha, não se pode aquecer a água...
- E porque é que não temos gás?
- Porque perdi o meu emprego, fui despedido da empresa...
- E porque é que foste despedido da empresa?
- Há gás a mais, a empresa tem demasiado gás nos depósitos e não tem quem o compre...
