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Em causa está o facto de terem em atraso o reembolso de investimentos realizados em papel comercial da ESI e de outras sociedades do grupo que, alegam, lhes foram apresentados pelo banco suíço do GES como produtos sem risco, mas que agora estão sob a ameaça de incumprimento.

Estes produtos também foram comercializados aos balcões do BES em Portugal, e venderam esse "lixo" exactamente da mesma forma...
 
Acredito que sim, neste país só mesmo os crimes de "calarinho branco" são inpunes... o mexilhão tem de ter a pestana bem aberta... Aceito e agradeço o seu conselho.

Aguardemos...

valeu. a' partida bes <> ges, o bes n esta' insolvente, pode ate' recorrer a dinheiro estado/troika. os problemas estao no ges. e convinha q nova administracao se mexesse rapidamente p isolar problemas. nesta altura maior bronca tuga esta' na PT, q emprestou €€ ao GES (nao BES).



deixo grafico c epoca dourada da banca, qd foi ?

VuJQtLF.png
 
:eek::eek::eek:

Moody’s corta "rating" da ESFG para oito níveis abaixo de "lixo"

A notação financeira da "holding" que detém 25% do BES foi revista em três níveis e encontra-se agora numa posição considerada fortemente especulativa. O "rating" de Caa2 está a poucos níveis de "default".
A agência de notação financeira Moody’s cortou o "rating" da Espírito Santo Financial Group em três níveis, de B2 para Caa2, o que traduz um corte de três níveis e deixa a classificação oito níveis abaixo de "lixo".

Negócios
 
a este metem-no no lixo... a nossa república tem há 10 meses segundo o governo uma recuperação económica e não há meio do rating estar em AAA
 
tem calma, economistas do centro estudos sociais universidade coimbra devem estar prestes a entrar c processo contra agências de rating na PGR
http://www.publico.pt/economia/noti...eixa-contra-agencias-de-rating-na-pgr_1489319

Se eu fosse advogado do diabo, diria o seguinte:

As agencias de rating, não só emitem opiniões, como também são pagas para isso. De facto, sem qualquer agência de rating, não teríamos provavelmente crédito junto dos credores que emprestam dinheiro a Portugal. Por essa razão temos agencias de rating contratadas.

Agora, também é verdade que as opiniões que emitem são por vezes, no mínimo criticáveis quanto a argumentos, ou no nível atribuído ou no timing em que notícias são tornadas públicas. De facto, se trabalhasse numa agencia de rating e me inteirasse atempadamente, poderia fazer com que terceiros ganhassem deveras rios e rios de dinheiro, apostando na subida ou na descida de cotações.
 
Se eu fosse advogado do diabo, diria o seguinte:

As agencias de rating, não só emitem opiniões, como também são pagas para isso. De facto, sem qualquer agência de rating, não teríamos provavelmente crédito junto dos credores que emprestam dinheiro a Portugal. Por essa razão temos agencias de rating contratadas.

Agora, também é verdade que as opiniões que emitem são por vezes, no mínimo criticáveis quanto a argumentos, ou no nível atribuído ou no timing em que notícias são tornadas públicas. De facto, se trabalhasse numa agencia de rating e me inteirasse atempadamente, poderia fazer com que terceiros ganhassem deveras rios e rios de dinheiro, apostando na subida ou na descida de cotações.


era piada minha p acaso o flaviense entendeu. varios economistas levaram agencias rating a tribunal em 2011 e poucos anos depois eles mesmo assinaram manifesto de q a nossa divida era insustentavel, como jose reis do centro de estudos sociais da UC e outros. ou seja levaram a tribunal agencia pq disse uns anos antes a mesma coisa q eles disseram uns anos depois.
 
A Universidade Católica reviu em baixa a previsão de crescimento da economia portuguesa este ano, para 1%, destacando "a insuficiência de medidas" para cumprir a meta de 4% do défice este ano.

De acordo com a Folha Trimestral de Conjuntura, hoje divulgada, o Núcleo de Estudos de Conjuntura sobre a Economia Portuguesa (NECEP), da Universidade Católica, projeta um crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014, menos 0,4 pontos percentuais do que anteriormente, e de 1,8% em 2015, menos 0,2 pontos percentuais do que a previsão anterior.

"O crescimento económico em 2014 e 2015 continuará muito dependente da conjuntura externa, da política monetária na zona euro e dos desenvolvimentos orçamentais em Portugal", escrevem os economistas do NECEP, justificando a revisão em baixa das previsões com os "maus resultados observados no primeiro trimestre deste ano que revelam uma recuperação mais lenta face à estimada no trimestre anterior".

Relativamente ao segundo trimestre de 2014, a Católica calcula que a economia portuguesa tenha crescido 0,2% em cadeia e 0,4% em termos homólogos, "o que corresponde a uma ligeira melhoria face ao 1.º trimestre do ano (-0,6% e 1,3%, respetivamente)".

Confirmando-se esta estimativa - acrescentam os economistas - isso quer dizer que "a economia portuguesa não recuperou o suficiente face à queda inesperada observada" no primeiro trimestre.

O NECEP considera ainda que "de forma algo surpreendente", o mercado de trabalho "continua a dar sinais de melhoria de magnitude superior ao que seria de esperar, tendo em conta o crescimento ténue do PIB", antecipando que a taxa de desemprego tenha caído pelo quarto trimestre consecutivo, para os 14% no segundo trimestre do ano.

Os técnicos da Católica destacam ainda "a insuficiência das medidas em vigor para atingir as metas orçamentais, em particular um défice de 4% em 2014", bem como "a dificuldade em antecipar o que será a política orçamental efetiva em 2014 e 2015, quer em termos de despesa, quer do ponto de vista fiscal".

Para os economistas, a economia portuguesa "continua a estar sujeita a um grau de incerteza muito elevado da sua política orçamental, o que adia a recuperação do investimento".

O PIB aumentou 1,3% no primeiro trimestre face ao mesmo período de 2013, mas caiu 0,6% face ao trimestre anterior, depois de ter fechado o ano de 2013 com uma recessão de 1,4%, de acordo com números do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Já o défice orçamental das Administrações Públicas atingiu os 6% no primeiro trimestre do ano, abaixo dos 10% registados no período homólogo, mas acima da meta de 4% fixada para 2014, também segundo os números mais recentes do INE.

O Tribunal Constitucional chumbou três medidas do Orçamento do Estado para 2014, incluindo o corte dos salários acima de 675 euros dos funcionários públicos, o que abriu um buraco orçamental de 860 milhões de euros brutos, segundo disse a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, no parlamento.

O executivo optou por não anunciar quais as medidas com que vai compensar este montante, argumentando que ainda não conhece a dimensão total das medidas a compensar, uma vez que os juízes do Palácio Ratton estão ainda a deliberar sobre as medidas do Orçamento Retificativo.

http://www.ionline.pt/artigos/dinhe...evisoes-crescimento-da-economia-2014-1/pag/-1


Mario Draghi e o Banco Central Europeu estão debaixo de fogo. As aspirinas anunciadas de tempos a tempos em Frankfurt não estão a curar a grave crise económica da zona euro e agora são os poderosos patrões europeus que estão a perder a paciência com os paliativos do BCE.

O último, anunciado com pompa e circunstância no dia 5 de Junho, não serviu, para já, para alterar o quadro negro de uma economia em crise desde 2008 e com crescimentos anémicos previstos para este ano e o próximo.

A verdade é que a baixa das taxas de juro para 0,15% e a injecção de 400 mil milhões na banca europeia, operações que vão começar no dia 18 de Setembro, ter a segunda fase a 11 de Dezembro e que o BCE promete repetir em Março, Junho, Setembro e Dezembro de 2015 e em Março e Junho de 2016, pouco ou nada alteraram a situação.

A deflação é um risco, o crescimento medíocre e o desemprego elevadíssimo. Por isso mesmo cresce a pressão sobre o Banco Central Europeu para combater o euro forte. Agora são os próprios líderes das maiores companhias europeias a pedir que o banco central actue para reduzir o valor da moeda europeia face ao dólar.

Frabrice Brégier, CEO da transportadora Airbus, foi uma das vozes que deu corpo a esse pedido, defendendo que o BCE deveria intervir para baixar em 10% o valor do euro face a níveis considerados "excessivos", dos 1,35 dólares para os 1,20 dólares.

http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/bce-debaixo-fogo-euro-tem-baixar-os-120-dolares/pag/-1

Para os países europeus o petróleo vai ficar mais caro (e haverá menor crescimento). Da mesma maneira, é uma boa altura para comprar metais preciosos antes que a diferença EURUSD fique menor.
 
http://www.ionline.pt/artigos/dinhe...evisoes-crescimento-da-economia-2014-1/pag/-1




http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/bce-debaixo-fogo-euro-tem-baixar-os-120-dolares/pag/-1

Para os países europeus o petróleo vai ficar mais caro (e haverá menor crescimento). Da mesma maneira, é uma boa altura para comprar metais preciosos antes que a diferença EURUSD fique menor.

A apetencia, ou melhor, a procura pelos metais preciosos não está apenas relacionada com a variação do preço do petróleo. Em tempos de crise financeira, há maior procura nos metais preciosos e em obrigações, em vez de acções.

Atualmente encontramo-nos num "pequeno" ciclo de bear market, mas dentro do ciclo bull market. Digo isto, pois mesmo persistindo a crise, devido ao fraco crescimento económico, a parte financeira já cresceu bastante de há 2 anos para cá, só que de momento começam a sobresair dúvidas em relação ao futuro, resultados aquém do esperado nos indicadores, em especial no desempenho da banca. Por falar de banca nacional, enfim, é escusado falar pois só saem más notícias nos jornais, diariamente, e parece que já nem as agências de rating influenciam alguma coisa. O sentimento de quem investe em produtos financeiros é de descredito total. Enfim, investe-se nos aumentos de capital e pouco mais.. Daí que neste momento é melhor estar fora do sistema financeiro, excepto os ditos "tubarões" que tudo sabem ou fazem acontecer. Ou então.. ter algum dinheiro para entrar e sair, seguindo o cardume dos ditos tubarões. :)
 
Publico aqui porque será transversal a todos os países. A Alemanha antecipa o uso do bail-in para salvar os bancos (começará em 2015):

Germany's cabinet Wednesday approved plans to force creditors into propping up struggling banks beginning in 2015, one year earlier than required under European-wide plans that set rules for failing financial institutions.

The new bail-in rules are part of a package of German legislation on the European banking union--an ambitious project to centralize bank supervision in the euro zone and, when banks fail, to organize their rescue or winding-up at a European level.

Germany "leads the way" in Europe by implementing European rules quickly and "creates instruments that allow the winding-down of big systemically relevant institutions without putting the financial stability at risk," the country's finance ministry said in its draft bill seen by The Wall Street Journal.

"This ensures that in times of crisis mainly owners and creditors will contribute to solving the crisis, and not taxpayers."

European finance ministers agreed earlier this year on Europe-wide legislation on bank recovery and resolution, which sets a cascading hierarchy of investors who would be hit when a bank fails. These rules will come into force in 2016.

Germany will apply these rules already from next year, according to the bill. Struggling bank creditors, in addition to shareholders, will have to help financial institutions, covering up to 8% of liabilities, before the banks can tap Germany's financial markets stabilization fund SoFFin.

http://www.marketwatch.com/story/ge...-up-banks-2014-07-09?link=MW_home_latest_news
 
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