Certas coisas são difíceis de se perceber neste país:
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Há pessoas de inúmeros países, incluindo europeus, a ir para o Médio Oriente (e Ucrânia) combater. O PM Britânico, o Obama e as autoridades francesas falam naturalmente acerca desse assunto. Só neste país (pequeno) é que o assunto é tabu. Prevenção e discussão das consequências do retorno (seja de quem for) será inexistente.

Economist
Soldados europeus não faltarão para a Jihad. Agora só falta é continuar a matar e pilhar o Médio Oriente.
O PS pediu para ouvir com urgência o Ministro dos Negócios Estrangeiros. Rui Machete revelou que algumas portuguesas militantes do Estado Islâmico pediram para abandonar o terrorismo, mas os socialistas acusam o ministro de irresponsabilidade por ter alegadamente revelado informação sigilosa.
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Rui Machete endereça esta carta ao DN em resposta a uma notícia publicada na quinta-feira pelo mesmo jornal, com o título “Ministro revela informações sigilosas sobre jihadistas”, depois da entrevista do titular da pasta dos Negócios Estrangeiros à Rádio Renascença. Machete dizia que “há dois ou três (portugueses), sobretudo raparigas, que se deixaram encantar pelo entusiasmo dos noivos ou por um espírito de aventura, que agora estão a querer voltar”.
O ministro contesta, alegando que “não existe também, na entrevista que dei à RR, qualquer referência, qualquer pormenor que permita identificar pessoas concretas. Os temas citados inserem-se num combate contra uma organização verdadeiramente hedionda pelos crimes que comete.(…)”.
Rui Machete acrescenta que “à jornalista (do DN) parece alheio o risco que representa, também para Portugal, o ISIS”, e que, lido o texto, não se percebe o que a ”jornalista considera como informações sigilosas”.
Questiona o ministro na carta: “Será o número aproximado de portugueses que militam no ISIS, já referido publicamente e também divulgado por diversos jornais? (…) Ou refere-se, antes, ao perigo que representa o regresso dos chamados combatentes estrangeiros aos países de origem, matéria desde logo analisada no célebre discurso do presidente Obama contra os perigos da organização terrorista ISIS, e concitando a uma coligação que os destrua? Ou, ainda, à necessidade de procurar reabilitação e reinserção dos que regressam às suas terras arrependidos, questões estas tão discutidas na imprensa nacional e estrangeira?”.
O ministro enviou também ao DN um excerto da entrevista que está na origem de toda a polémica. O jornal faz notar que, entre este excerto e a entrevista que está publicada no site da Rádio Renascença e da qual existe registo áudio, há diferenças, faltando no trecho enviado pelo governante a referência a “sobretudo raparigas”.
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Há pessoas de inúmeros países, incluindo europeus, a ir para o Médio Oriente (e Ucrânia) combater. O PM Britânico, o Obama e as autoridades francesas falam naturalmente acerca desse assunto. Só neste país (pequeno) é que o assunto é tabu. Prevenção e discussão das consequências do retorno (seja de quem for) será inexistente.

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Soldados europeus não faltarão para a Jihad. Agora só falta é continuar a matar e pilhar o Médio Oriente.
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É raro o dia que ela não sai assim... tristeza em pleno Sec XXI...