Pandemia da COVID-19 2021

Na semana passada eram 500 e poucos casos reportados, hoje são 394. A segunda-feira a confirmar os números mais baixos (baixa testagem no fim de semana).
Na próxima quarta-feira já deveremos estar abaixo dos 1000, ou seja, abaixo do pico da 1ª vaga, no ano passado.
 
Na semana passada eram 500 e poucos casos reportados, hoje são 394. A segunda-feira a confirmar os números mais baixos (baixa testagem no fim de semana).
Na próxima quarta-feira já deveremos estar abaixo dos 1000, ou seja, abaixo do pico da 1ª vaga, no ano passado.
Os números de quarta-feira representam tanto a "realidade" como os de segunda, o melhor é usar médias, e a média dos últimos 7 dias já está abaixo dos 1000 casos
 
Desconfinamento antes da Páscoa seria erro crasso (rtp.pt)

Obviamente, que as escolas devem abrir daqui a 2 semanas (creches, infantário e 1º ciclo). São os mais prejudicados, claramente.
No entanto, quando se teima em olhar apenas para os números diários e opinar esquecendo a totalidade dos factos (estes nº são uma luz ao fundo do túnel) não há muito a fazer.

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Última edição:
62% of Russians don't want Russian Covid-19 vaccine
Nearly two thirds of Russians are not willing to receive Russia’s Sputnik V vaccine, and about the same number believe the new coronavirus was created artificially as a biological weapon, an independent pollster said on Monday.

Reuters reports

LOL. Nao admira que Putin a queira vender.
 
Desconfinamento antes da Páscoa seria erro crasso (rtp.pt)

Obviamente, que as escolas devem abrir daqui a 2 semanas (creches, infantário e 1º ciclo). São os mais prejudicados, claramente.
No entanto, quando se teima em olhar apenas para os números diários e opinar esquecendo a totalidade dos factos (estes nº são uma luz ao fundo do túnel) não há muito a fazer.

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A questão é que o Ricardo Mexia (presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública) disse que essas metas de internados foram aí postas meio ao calhas, estão 200 e 1500 como podiam estar 100 e 1000, ou 400 e 3000...
 
Um tal de Pedro Simas diz que o desconfinamento não terá utilidade em ser prolongado porque não vai ter utilidade, que se vai atingir um planalto de casos, e que as escolas dos mais jovens deviam abrir o mais rapidamente possível, deve ser só mais um conspiracionista que nega a existência da pandemia, claro

Mais um virologista que nunca será convidado para as reuniões no Infarmed.
 
A questão é que o Ricardo Mexia (presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública) disse que essas metas de internados foram aí postas meio ao calhas, estão 200 e 1500 como podiam estar 100 e 1000, ou 400 e 3000...

Não é só isso. Mesmo as metas excessivamente restritivas que estão aí apresentadas (para se conseguirem menos que 1500 internados em enfermaria não poderíamos ter 2000 casos diários) estão virtualmente alcançadas.
Com o número de novos casos que temos registado, estando já há cerca de 10+7 dias abaixo dos 2000 casos e estando há 1+7 abaixo dos 1000, é uma questão de tempo até os cumprirmos. Mesmo que se desconfine à balda hoje, dentro de cerca de 5 dias cumpriremos os números de internados e em menos de 15 dias atingiremos a meta para UCI.
Não há tempo para os casos crescerem novamente a um ritmo que origine mais de 2000 casos nos próximos 15 dias que impeçam o cumprimento das metas propostas para internados.
 
Última edição:
E depois há esta treta:

Apesar do cenário favorável nas estatísticas, o matemático Henrique Oliveira revela que o índice de transmissibilidade - o famoso índice RT - na região de Lisboa e no sul do país já começou novamente a aumentar. A culpa é de uma espécie de desconfinamento informal.

O Rt vai subir em todo o país nos próximos dias. Nunca mais desconfinaremos se o critério for o Rt começar agora a subir. Neste momento o importante é a manutenção da tendência de descida até estarmos abaixo dos 500 casos diários.
 
Com bastante mais folga do SNS, e sem a presença de variantes, em Setembro o Pedro Simas definiu o patamar de 5000 casos/semana como o limite. Palavras do próprio: "não pode haver mais do que 5000 casos/semana".

Com bastante menos folga no SNS e com a presença de variantes, como ao dia de hoje, tivemos à volta de 7000 casos na última semana, cerca de 2000 casos acima do patamar definido por Pedro Simas numa altura em que tudo estava relativamente calmo. Não é conspiracionista mas, tal como os outros epidemiologistas, é susceptível ao erro e a mudanças drásticas de posição.
 
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Com bastante mais folga do SNS, e sem a presença de variantes, em Setembro o Pedro Simas definiu o patamar de 5000 casos/semana como o limite. Palavras do próprio: "não pode haver mais do que 5000 casos/semana".

Com bastante menos folga no SNS e com a presença de variantes, como ao dia de hoje, tivemos à volta de 7000 casos na última semana, cerca de 2000 casos acima do patamar definido por Pedro Simas numa altura em que tudo estava relativamente calmo. Não é conspiracionista mas, tal como os outros epidemiologistas, é susceptível ao erro e a mudanças drásticas de posição.
Obviamente que pode errar e/ou mudar de opinião, só quis mostrar que há epidemiologistas conceituados que não concordam com a ideia de que o confinamento agora é a melhor opção. É que há quem queira transformar isto num "pessoas normais que querem abrir vs cientistas que realmente percebem", basta ver a resposta ridícula que a primeira-ministra neozelandesa deu a um crítica perfeitamente legítima que lhe foi feita
 
Julgo, pelo que tenho lido/visto na TV, que os número 200/250 em UCI estão relacionados com:
1º O pessoal profissional de saúde a trabalhar não é inesgotável (quem está no terreno não aguenta outra semelhante),
2º Há doenças para além da COVID-19 que morrem por falta da assistência ou medo de ir às urgências,
3º Pelo que percebi, os números do natal tínhamos 20 e tal mil casos ativos, hoje temos 70mil. Ignorar isto...
4º Dados a 26/02/21 somos o 10º país pior do mundo ao nível de infetados e o 8º ao nível dos óbitos (isto desde março 2020). Ótimo historial. Muitos óbitos, COVID e não COVID, ocorreram por falta de capacidade do SNS. Claramente não aguenta estes números de grandeza.
5 º Continuámos a olhar só para aquilo que nos interessa, a parte, e esquece-se o todo. Os factos, não interessam.
6º Considero que o confinamento está a chegar ao seu fim. A retoma deverá ser gradual para não voltarmos ao mesmo.
 
Com bastante mais folga do SNS, e sem a presença de variantes, em Setembro o Pedro Simas definiu o patamar de 5000 casos/semana como o limite. Palavras do próprio: "não pode haver mais do que 5000 casos/semana".

Com bastante menos folga no SNS e com a presença de variantes, como ao dia de hoje, tivemos à volta de 7000 casos na última semana, cerca de 2000 casos acima do patamar definido por Pedro Simas numa altura em que tudo estava relativamente calmo. Não é conspiracionista mas, tal como os outros epidemiologistas, é susceptível ao erro e a mudanças drásticas de posição.

Ele disse que não deveria haver 5000 casos por semana, caso contrário teriam que ser tomadas medidas. Não defendeu um confinamento agressivo caso se atingisse esse patamar.
 
Julgo, pelo que tenho lido/visto na TV, que os número 200/250 em UCI estão relacionados com:
1º O pessoal profissional de saúde a trabalhar não é inesgotável (quem está no terreno não aguenta outra semelhante),
2º Há doenças para além da COVID-19 que morrem por falta da assistência ou medo de ir às urgências,

Ninguém aqui defende que o número de internados em UCI não deve estar abaixo de 250, por essas duas razões. O que digo é que esse número está virtualmente alcançado neste momento. É como uma equipa ter 10 pontos de avanço no campeonato a 3 jornadas do fim, o campeonato ainda não acabou, mas já é virtual campeã.

3º Pelo que percebi, os números do natal tínhamos 20 e tal mil casos ativos, hoje temos 70mil. Ignorar isto...

A 24 de dezembro tínhamos 68 690 casos activos. Hoje temos 68 370.

4º Dados a 26/02/21 somos o 10º país pior do mundo ao nível de infetados e o 8º ao nível dos óbitos (isto desde março 2020). Ótimo historial. Muitos óbitos, COVID e não COVID, ocorreram por falta de capacidade do SNS. Claramente não aguenta estes números de grandeza.

Sim, mas isso é passado, o desconfinamento é para o presente.

6º Considero que o confinamento está a chegar ao seu fim. A retoma deverá ser gradual para não voltarmos ao mesmo.

Já deveria ter acabado. O desconfinamento deverá ser, obviamente, gradual.