Pandemia da COVID-19 2021

-> https://www.ipsos.com/en/global-attitudes-covid-19-vaccine-january-2021 & https://www.ipsos.com/en/what-worries-world-february-2021

if-a-vaccine-for-covid-i-would-get-it.png
 
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Manaus é exemplo de que imunidade de rebanho está longe, avaliam cientistas



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“If Brazil does not control the virus, it will be the largest open laboratory in the world for the virus to mutate,” said Miguel Nicolelis, an epidemiologist and neuroscientist at Duke University. “It could not only be the epicenter of the pandemic, but the epicenter of the dissemination of more lethal and infectious variants. It’s in the interest of the entire planet.”

O que não faltam por esse mundo fora são países cujos planos de vacinação/controlo são uma trampa, permitindo isto um ambiente muito favorável ao aparecimento de outras variantes.

Researchers who took nose and throat swabs from the bodies of recently deceased people at the University Teaching Hospital morgue in Lusaka, found a far higher incidence of Covid-19 than expected. Of 364 bodies tested, Covid-19 was detected in 70.

Zambian morgue study suggests Covid-19 deaths being undercounted

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Vacinas diferentes poderão/deverão ter resultados diferentes.

From Israel with hope: Best data yet suggests vaccines will empty COVID wards

 
Última edição:
Julgo, pelo que tenho lido/visto na TV, que os número 200/250 em UCI estão relacionados com:
1º O pessoal profissional de saúde a trabalhar não é inesgotável (quem está no terreno não aguenta outra semelhante),
2º Há doenças para além da COVID-19 que morrem por falta da assistência ou medo de ir às urgências,
3º Pelo que percebi, os números do natal tínhamos 20 e tal mil casos ativos, hoje temos 70mil. Ignorar isto...
4º Dados a 26/02/21 somos o 10º país pior do mundo ao nível de infetados e o 8º ao nível dos óbitos (isto desde março 2020). Ótimo historial. Muitos óbitos, COVID e não COVID, ocorreram por falta de capacidade do SNS. Claramente não aguenta estes números de grandeza.
5 º Continuámos a olhar só para aquilo que nos interessa, a parte, e esquece-se o todo. Os factos, não interessam.
6º Considero que o confinamento está a chegar ao seu fim. A retoma deverá ser gradual para não voltarmos ao mesmo.

Excelente resumo.
Também concordo que por vezes é melhor dar-se mais importância a quem percebe de facto do assunto, do que aos nossos dogmas, e como dizes bem, só olhar para o que queremos, esquecendo tudo o resto (Esquecer as opiniões dos especialistas. Só olhando para os "nossos" especialistas. Os que dizem o mesmo que nós, nem que sejam uma minoria). Eu que percebo quase 0 de epidemiologia e de saúde publica, prefiro basear-me na maioria dos especialistas. E a maioria diz que o desconfinamento no início de Março seria cedo de mais.

Quem sou eu para discordar? Opinião contrária posso ter, mas dizer com certezas absolutas que algo decidido após consulta dos especialistas, é um disparate, diria que não é muito aconselhável. Porque isso é o mesmo que dizer que a ciência e a especialização não servem para nada.
 
Última edição:
população exposta ao vírus confirmado laboratorialmente - 800 mil.
população exposta ao vírus sem sintomas, portanto sem nunca ter feito um teste - vou considerar outros 800 mil

população vacinada - 800 mil.

portanto 2,4 milhões de pessoas já não podem transmitir a doença.

nada mau.
 
população exposta ao vírus confirmado laboratorialmente - 800 mil.
população exposta ao vírus sem sintomas, portanto sem nunca ter feito um teste - vou considerar outros 800 mil

população vacinada - 800 mil.

portanto 2,4 milhões de pessoas já não podem transmitir a doença.

nada mau.
Mesmo que as estimativas de números sejam aproximadas, a realidade é diferente. Dos 800mil já expostos, em mais de um ano, muitos já terão perdido a imunidade após doença, em especial para estirpes novas, podendo então ficar de novo doentes e contagiosos. Obviamente nao fazemos ideia de quantos nessa situação, esperemos que não demasiados. O mesmo se aplica aos não detetados.

Mais ainda, já que falas em número de pessoas que pode infetar outras, convém não esquecer que também não serão todos os vacinados. Está já bastante referido que vacinados poderão na mesma ser infetados e infetar, mesmo que sem sintomas graves por estarem já protegidos pela vacina.

Portanto terás estimado bastante por cima quase de certeza.

Enviado do meu SNE-LX1 através do Tapatalk
 
Mesmo que as estimativas de números sejam aproximadas, a realidade é diferente. Dos 800mil já expostos, em mais de um ano, muitos já terão perdido a imunidade após doença, em especial para estirpes novas, podendo então ficar de novo doentes e contagiosos. Obviamente nao fazemos ideia de quantos nessa situação, esperemos que não demasiados. O mesmo se aplica aos não detetados.

Mais ainda, já que falas em número de pessoas que pode infetar outras, convém não esquecer que também não serão todos os vacinados. Está já bastante referido que vacinados poderão na mesma ser infetados e infetar, mesmo que sem sintomas graves por estarem já protegidos pela vacina.

Portanto terás estimado bastante por cima quase de certeza.

Enviado do meu SNE-LX1 através do Tapatalk

Eu até acho que o número estará subestimado. Vários estudos apontam que o número real de infectados seja superior a 3 vezes o de infectados identificados. Para além disso, em Portugal, a esmagadora maioria dos infectados é recente, uma vez que mais de metade dos testes positivos ocorreram nos últimos 3 meses, pelo que a esmagadora maioria dos infectados ainda estão imunizados (e resta saber qual a percentagem de infectados que perdem a imunidade, há casos de reinfecção, mas até agora são estatisticamente irrelevantes).

O problema é que é provável que mesmo os imunizados possam transmitir o vírus, embora com uma carga viral mais reduzida, o que faria diminuir o índice de transmissibilidade. Faltam estudos a esse respeito.
 
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população exposta ao vírus confirmado laboratorialmente - 800 mil.
população exposta ao vírus sem sintomas, portanto sem nunca ter feito um teste - vou considerar outros 800 mil

população vacinada - 800 mil.

portanto 2,4 milhões de pessoas já não podem transmitir a doença.

nada mau.

Ainda nao há evidencia cientifica que quem tenha imunidade nao posso transmitir a doenca. O que existe evidencia é que a infecao nao causa sintomas.
 
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Ainda nao há evidencia cientifica que quem tenha imunidade nao posso transmitir a doenca. O que existe evidencia é que a infecao nao causa sintomas.

E o mais provável é que algumas pessoas transmitam de facto a doença, da mesma forma que outros coronavírus que causam apenas constipações também se transmitem. E também é mais provável que o índice de transmissibilidade de pessoas imunizadas seja muito mais baixo que o de pessoas não imunizadas. O futuro será, como foi dito por muitos virologistas logo no início da pandemia, que o SARS-Cov2 se torne endémico e inofensivo. Felizmente foram criadas vacinas a tempo de evitar muitas mortes até isso acontecer.
 
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E a maioria diz que o desconfinamento no início de Março seria cedo de mais.

A maioria dos especialistas que o governo convida para as reuniões no Infarmed diz que o desconfinamento no início de Março seria cedo de mais.
A bold, especialistas médicos que defendem a abertura imediata das escolas:

“Prioridade à escola”: a carta aberta (na íntegra) que apela à reabertura das escolas já em março

(...)
Alexandre Homem Cristo (Colunista Observador e Presidente da QIPP), Ana Balcão Reis (Professora de Economia da Educação), Ana Castro Caldas (Médica Neurologista), Ana Isabel Mourato Ramos (Psicoterapeuta), Ana Maria Oliveira (Professora Auxiliar em Serviço Social na UCP), Ana Matos Pires (Médica Psiquiatra), Ana Nassauer Monica (Médica Radiologista), Ana Nunes (Médica Especialista de Medicina Interna), Ana Rita Peralta (Médica Neurologista), Ana Rosa Sá Lopes (Médica Pediatra), Ana Sá (Médica Internista), Ana Teresa Ribeiro dos Santos Morgado (Educadora de Infância), Andreia Pinto Ferreira (Coordenadora Geral da SER+), Ariana Cosme (Coordenadora do Observatório de Vida das Escolas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da UPorto), Ariana Furtado (Professora do 1.º Ciclo e Coordenadora da Escola Básica do Castelo), Artur Rodrigues (Professor de Finanças), Aurora Cerqueira (Professora do Ensino Básico e Secundário em Aveiro), Bruno Carvalho (Investigador Universitário), Carla Sá (Professora de Economia da Educação), Carlos Neto (Professor Catedrático FMH), Catherine Moury (Professora de Ciência Política), Cátia Batista (Professora de Economia), Cecília Sapeta (Psicóloga Educacional), Celeste Malpique (Pedopsiquiatra), Conceição Tavares de Almeida (Psicóloga Clínica e da Saúde, Psicanalista), Cristina Amado (Professora Universitária), Cristina Gomes da Silva (Socióloga e Diretora da ESE-IPSetúbal), Daniel Cardoso (Professor de Relações Internacionais), Daniel Oliveira (Jornalista), Dima Mohammed (Investigadora Universitária), Elisabete Ramos (Epidemiologista na UPorto), Eloísa Cristiana de Faria Gonçalves (Professora na Escola Secundária de Carlos Amarante), Filinto Lima (Professor e Diretor), Filipa Dias da Silva (Pedopsiquiatra, Centro Hospitalar Universitário de São João), Francisco Moscoso Costa (Médico Cardiologista), Helena Sapeta (Professora do 1.º Ciclo), Henrique Barros (Professor Catedrático de Epidemiologia da Faculdade de Medicina da UPorto), Inês Castro (Professora e Diretora do Agrupamento do Monte da Caparica), Inês Lemos (Médica de Família), Isabel Flores (Secretária-Geral do IPPS-ISCTE), Isabel Leal (Psicóloga, Professora no ISPA), Ines Maravic (Educadora de Infância), Joana Teixeira (Interna de Psiquiatria), Jorge Gravanita (Psicólogo e Psicanalista, Presidente da Sociedade Portuguesa de Psicologia Clínica), Joaquim Azevedo (Professor Universitário), João Cancela (Professor de Ciência Política), João Cerejeira (Professor de Economia), Julián Perelman (Professor da ENSP), João Mendes Ferreira (Psicólogo Clinico), João Vasconcelos Costa (Virologista), José Manuel Boavida (Médico, Presidente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal), Jorge Ascenção (Presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais), Kristina Van de Sand (Professora de Música), Lino Santos (Cardiologista), Luís Aguiar-Conraria (Professor de Economia), Luísa Branco Vicente (Psiquiatra, Pedopsiquiatra, Psicanalista), Manuel Martins (Professor, Presidente da CAP da E. S. Peniche), Manuela Silva (Psiquiatra, Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte), Madalena Resende (Professora Universitária), Manuel Lisboa (Professor Catedrático de Sociologia), Margarida Gaspar de Matos (Psicóloga Clínica e da Saúde; Representante da Opp na EFPA / Board of Promotion and Prevention), Margarida Tavares (Médica Infecciologista, Centro Hospitalar Universitário S. João), Maria Alexandra Amaral (Professora do Agrupamento de Escolas Luís de Camões), Maria Belo (Psicanalista, Fundadora do Centro Português de Psicanálise), Maria José Vitorino (Professora e Bibliotecária), Maria Loureiro (Médica Cardiologista), Maria Manuel Mota (Bióloga, Diretora do IMM), Maria Manuela Calheiros (Professora da Faculdade de Psicologia da ULisboa), Maria Oliveira (Professora do Ensino Básico e Secundário), Mariana Esteves (Investigadora Universitária), Mariana Reis Correia da Costa (Médica Neurologista), Marieta Vaz Osório (Psiquiatra), Marta Gonçalves (Psiquiatra), Miguel Coelho (Médico Neurologista), Miguel Herdade (Profissional do Terceiro Sector), Miguel Lucas (CEO da Oxy Capital), Miguel Portela (Professor de Economia), Milton Severo (Bioestatístico no ISPUP), Paula Broeiro (Médica de Família), Paula Zaragoza (Psicóloga Clínica na Unidade de Pedopsiquiatria do HGO de Almada), Paulo Borges Diniz (Médico ORL), Paulo Oom (Médico Pediatra), Pedro Cunha (Diretor do Programa Gulbenkian Conhecimento), Pedro Freitas (Investigador em Economia da Educação), Pedro Job (Psicólogo Clínico), Pedro Jorge Sobral Camões (Professor de Ciência Política), Pedro Oliveira (Professor Universitário), Pedro Morgado (Psiquiatra e Professor Universitário), Pedro Simas (Virologista), Pedro Pita Barros (Professor de Economia da Saúde), Pedro Santa Clara (Partner na Shaken not Stirred), Pedro Teixeira (Professor Universitário), Raquel Lucas (Epidemiologista no ISPUP), Raquel Moreira Braga Silva Pereira (Psicóloga Clínica), Raquel Ribeiro da Silva (Psiquiatra), Ruth Geraldes (Médica Neurologista), Sandra Maximiano (Professora de Economia), Sérgio Rodrigues (Médico Pediatra), Sílvia Camões (Professora Universitária), Sofia Dias (Médica Intensivista), Sofia Martins (Médica Pediatra), Susana Peralta (Professora de Economia), Teresa Leão (Médica de Saúde Pública, Investigadora), Teresa Maria Cabral Vozone (Directora do Jardim de Infância O Pinhão), Vasco Tavares dos Santos (Psicanalista), Victor Ramos (Médico de Família e Professor ENSP), Vítor Rodrigues (Professor de Epidemiologia da UCoimbra).
 
Portugal, no dia 1 de fevereiro, era o pior da Europa ao nível da incidência de casos e agora é o terceiro melhor da UE, apenas atrás da Dinamarca e da Alemanha, com uma incidência a 7 dias de 68,5 por 100.000 habitantes (apenas 1,2 valores acima da Alemanha e 6,4 valores acima da Dinamarca). Tendo em conta que o ritmo de contágio em Portugal continua a ser mais baixo que o desses países, não me admirava nada que, daqui a uns dias, Portugal tenha a menor incidência do continente:
https://www.statista.com/statistics...fTfC2RQQwFvhugiN-TdJYtM7aAC8MUHiMI3j-QkfzfKIg
 
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As próximas semanas deverão trazer-nos mais dados relativamente à duração da imunidade e o efeito da % de população exposta ao vírus vs índice de reprodução.

Por isso sigo com interesse o que se passa neste momento na Lombardia de uma forma geral (mas particularmente em áreas como Bérgamo, Como, Cremona, etc). Estime-se que cerca de 20% da população da Lombardia tenha sido exposta ao vírus de forma natural (sem contar com os vacinados) mas este valor ultrapassa os 40/50% em algumas províncias e cidades. Neste momento a prevalência de variantes na Lombardia é superior a 50% pelo que a Lombardia será um excelente case-study a partir deste momento.

Entretanto, algumas áreas da Lombardia passaram a nível "laranja escuro" o que determina o encerramento de todas as escolas excepto creches.
 
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As próximas semanas deverão trazer-nos mais dados relativamente à duração da imunidade e o efeito da % de população exposta ao vírus vs índice de reprodução.

Por isso sigo com interesse o que se passa neste momento na Lombardia de uma forma geral (mas particularmente em áreas como Bérgamo, Como, Cremona, etc). Estime-se que cerca de 20% da população da Lombardia tenha sido exposta ao vírus de forma natural (sem contar com os vacinados) mas este valor ultrapassa os 40/50% em algumas províncias e cidades. Neste momento a prevalência de variantes na Lombardia é superior a 50% pelo que a Lombardia será um excelente case-study a partir deste momento.

Entretanto, algumas áreas da Lombardia passaram a nível "laranja escuro" o que determina o encerramento de todas as escolas excepto creches.

Sim, a Lombardia é interessante, embora o pico tenha ocorrido há já 1 ano, pelo que pode haver algumas pessoas que tenham perdido a imunidade.
Nos últimos meses houve um dado interessante na Província de Bergamo. Apesar de ter sido a mais afectada em fevereiro/março do ano passado, após esse período existiram tão poucos contágios que actualmente é a província com menor incidência acumulada a Norte de Florença.

L8cSSov.png


Uma coisa parece-me certa. O índice de transmissibilidade da população total dos imunizados não é 0. Mas é inferior à dos não imunizados.
 
Sim, a Lombardia é interessante, embora o pico tenha ocorrido há já 1 ano, pelo que pode haver algumas pessoas que tenham perdido a imunidade.
Nos últimos meses houve um dado interessante na Província de Bergamo. Apesar de ter sido a mais afectada em fevereiro/março do ano passado, após esse período existiram tão poucos contágios que actualmente é a província com menor incidência acumulada a Norte de Florença.

L8cSSov.png


Uma coisa parece-me certa. O índice de transmissibilidade da população total dos imunizados não é 0. Mas é inferior à dos não imunizados.

Verdade. Sao questoes essenciais que temos de ver respondidas nos próximos vezes. A resistencia das vacinas as novas variantes, a durancao da imunidade, etc.
 
Portugal, no dia 1 de fevereiro, era o pior da Europa ao nível da incidência de casos e agora é o terceiro melhor da UE, apenas atrás da Dinamarca e da Alemanha, com uma incidência a 7 dias de 68,5 por 100.000 habitantes (apenas 1,2 valores acima da Alemanha e 6,4 valores acima da Dinamarca). Tendo em conta que o ritmo de contágio em Portugal continua a ser mais baixo que o desses países, não me admirava nada que, daqui a uns dias, Portugal tenha a menor incidência do continente:
https://www.statista.com/statistics...fTfC2RQQwFvhugiN-TdJYtM7aAC8MUHiMI3j-QkfzfKIg

Hoje já ultrapassámos a Alemanha, só a Dinamarca está à nossa frente.

Com excepção do período entre o Natal e o Ano Novo (e a respectiva sub-notificação de novos infectados) não tínhamos tão poucos casos activos desde o início de novembro.
 
Os especialistas não se ficam pelos médicos. Continuamos a fazer referência apenas àquilo que interessa. Curiosamente não vi nenhum professor nessa lista (daqueles que estão na escola real do dia a dia). Estes são aqueles que estão no terreno e sabem como podem contribuir/ajudar a melhorar a situação. Sim, porque, por exemplo, voltar para a escola com turmas de 30 alunos e todos em regime presencial (tudo ao molho e fé em Deus) já sabemos no que dá. Tudo quer agir como se estivesse tudo normal....e não está.
O problema das escolas, não são as escolas em si, é toda a envolvente (transportes, milhares de pessoas em movimento, como já referi...turmas enormes para o contexto atual). No seu interior, parece ser consensual a sua segurança. Digo parece, porque cerca de 80% das infeções não se conhece a sua verdadeira origem.
Termino, dizendo que todos sabemos da importância da presença dos nossos alunos nas escolas. Mas, não a qualquer custo e com demagogia...pois ninguém pode garantir que ao sair do confinamento de qualquer maneira, não estejamos novamente daqui a uns tempos em confinamento. E isto, o país não aguentará.
 
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