Pandemia da COVID-19 2021

Supostamente farão como foi feito na primeira vaga: dum dia para o outro retiram dos dados de casos ativos uns 40.000 e ficamos só com uns 12.000 casos ativos. Algo semelhante foi feito no início de maio de 2020... :rolleyes:
 
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Supostamente farão como foi feito na primeira vaga: dum dia para o outro retiram dos dados de casos ativos uns 40.000 e ficamos só com uns 12.000 casos ativos. Algo semelhante foi feito no início de maio de 2020... :rolleyes:
Tenho ideia de ter havido um dia em que o número de recuperados foi ridiculamente alto, mas nunca 40000 casos de um dia para o outro
 
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Portugal não vai suspender vacina da AstraZeneca. Nove países europeus já o fizeram

https://lifestyle.sapo.pt/saude/not...tugal-nao-via-suspender-vacina-da-astrazeneca
"Os resultados preliminares sugerem não existir uma relação causal entre a administração desta vacina e estes eventos" e noutra notícia que aparece citada nessa, são relatados 22 casos de trombose em 3 milhões de vacinados, parece-me apenas um exagero e precipitação, mas não sou médico, claro
 
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Actualização do mapa de risco do ECDC, referência de muitos países para as restrições/aberturas de corredores aéreos.

Madeira passou para o nível de risco máximo, consequência dos números errados da DGS. Incompetência com contornos criminosos...




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É preciso cautela. Claro que os 'incidentes' devem ser investigados por todos os motivos e mais alguns mas a vacina protege contra a Covid, não contra todas as outras doenças e, muito menos, a morte.
 
Sem querer bater mais no ceguinho...Existe um historial de problemas nas notificações da DGS (quem não se lembra da potencial cerca no Porto porque os casos duplicaram de um dia para o outro?). O problema "resolveu-se" pedindo às ARS e munícipios que não tornassem os seus dados públicos e centralizar a informação na DGS. Hoje sabemos que é precisamente quem tem a informação certa que não publica os dados (exceptuando as regiões autónomas). Fica a questão, o problema resolveu-se mesmo ou foi só a contra-informação que foi resolvida? Que impacto têm estes erros cumulativos nos casos totais registados ao longo de este ano? Neste momento, tenho muitas dúvidas em relação aqueles valores de 14, 15, 16 mil casos registados em Janeiro...


Covid-19. DGS admite duplicações na contagem de casos no Porto - Renascença (sapo.pt)

Covid-19: DGS fala na primeira morte nos Açores. Autoridades de saúde locais desconhecem qualquer óbito | TVI24 (iol.pt)

Melhorar articulação da ARS Algarve com DGS obriga à não publicação do relatório epidemiológica de covid-19 de hoje - Postal do Algarve
 
Sem querer bater mais no ceguinho...Existe um historial de problemas nas notificações da DGS (quem não se lembra da potencial cerca no Porto porque os casos duplicaram de um dia para o outro?). O problema "resolveu-se" pedindo às ARS e munícipios que não tornassem os seus dados públicos e centralizar a informação na DGS. Hoje sabemos que é precisamente quem tem a informação certa que não publica os dados (exceptuando as regiões autónomas). Fica a questão, o problema resolveu-se mesmo ou foi só a contra-informação que foi resolvida? Que impacto têm estes erros cumulativos nos casos totais registados ao longo de este ano? Neste momento, tenho muitas dúvidas em relação aqueles valores de 14, 15, 16 mil casos registados em Janeiro...


Covid-19. DGS admite duplicações na contagem de casos no Porto - Renascença (sapo.pt)

Covid-19: DGS fala na primeira morte nos Açores. Autoridades de saúde locais desconhecem qualquer óbito | TVI24 (iol.pt)

Melhorar articulação da ARS Algarve com DGS obriga à não publicação do relatório epidemiológica de covid-19 de hoje - Postal do Algarve
Lá vêm as conspirações... :disgust: Eu também não sei se os dados publicados foram os corretos ou não, mas o que é certo é que o sistema de saúde colapsou em janeiro de 2021 e não colapsou em abril de 2020 no Porto nem na Madeira agora nos últimos dias. A situação grave também é visível na mortalidade - nos últimos dias, a Madeira teve uma mortalidade baixa. O Porto também não estava a ter mortalidade alta quando houve esses erros. Já Portugal Continental em janeiro teve mais de 300 mortes diários em dois a três dias. Se estes dois argumentos não confirmam que os dados claramente não foram alterados e que a situação foi grave, não sei bem o que é que confirma... :facepalm:
 
Lá vêm as conspirações... :disgust: Eu também não sei se os dados publicados foram os corretos ou não, mas o que é certo é que o sistema de saúde colapsou em janeiro de 2021 e não colapsou em abril de 2020 no Porto nem na Madeira agora nos últimos dias. A situação grave também é visível na mortalidade - nos últimos dias, a Madeira teve uma mortalidade baixa. O Porto também não estava a ter mortalidade alta quando houve esses erros. Já Portugal Continental em janeiro teve mais de 300 mortes diários em dois a três dias. Se estes dois argumentos não confirmam que os dados claramente não foram alterados e que a situação foi grave, não sei bem o que é que confirma... :facepalm:
Ninguém disse que os valores verdadeiros eram necessariamente mais baixos do que os oficiais, e os números das mortes também têm algumas falhas, lembro-me de ter lido que os valores reais nunca teriam chegado aos 300 diários (embora tivessem andado lá perto, não estou a desvalorizar o caos que aconteceu). E eu não gosto de teóricos da conspiração, mas perdi muita confiança ao ver os 300 e tal casos diários na Madeira há uns dias...
 
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O essencial sobre o plano de desconfinamento a “conta-gotas”

Dever de recolhimento domiciliário mantém-se até à Páscoa. Creches e escolas do 1.º ciclo abrem já a 15 de Março, mas ensino secundário e superior só a 19 de Abril. Deslocações entre concelhos estão proibidas nos fins-de-semana até à Páscoa. As lojas, centros comerciais e restaurantes abrem a partir de 19 de Abril.


  • Até à Páscoa mantém-se o dever geral de confinamento;
  • Proibição de circulação de 20 a 21 de Março e de 26 de Março a 5 de Abril (até à Páscoa);
  • Teletrabalho continua a ser obrigatório sempre que possível;
  • Horários de funcionamento: 21h durante a semana; 13h ao fim-de-semana e feriados ou 19h para retalho alimentar.
A partir de 15 de Março pode abrir:
  • Creches, pré-escolar, 1.º ciclo (e ATL para as mesmas idades);
  • As missas regressam a partir de segunda-feira. Compasso pascal e procissões estão suspensos;
  • Comércio ao postigo, cabeleireiros, manicures e similares;
  • Livrarias, bibliotecas e arquivos;
  • Comércio automóvel e mediação imobiliária.
A partir de 5 de Abril pode abrir:
  • Escolas do 2.º e 3.º ciclo (e ATL para as mesmas idades);
  • Lojas até 200 metros quadrados com porta para a rua;
  • Museus, monumentos, galerias de arte, palácios e similares;
  • Equipamentos sociais na área da deficiência;
  • Feiras e mercados não alimentares (trata-se de uma decisão municipal);
  • Esplanadas (num máximo de quatro pessoas);
  • Modalidades desportivas de baixo risco;
  • Actividade física ao ar livre até quatro pessoas;
  • Ginásios sem aulas de grupo.
A partir de 19 de Abril pode abrir:
  • Ensino secundário e ensino superior;
  • Todas as lojas e centros comerciais;
  • Restaurantes, cafés e pastelarias (máximo de quatro pessoas ou seis em esplanada), até às 22h (ou 13h aos fins-de-semana e feriados);
  • Cinemas, teatros, auditórios, salas de espectáculos;
  • Lojas de cidadão com atendimento presencial, mas com marcação;
  • Modalidades desportivas de médico risco;
  • Actividade física ao ar livre até seis pessoas;
  • Eventos exteriores com diminuição de lotação;
  • Casamentos e baptizados com 25% de lotação.
A partir de 3 de Maio podem realizar-se:
  • Grandes eventos exteriores;
  • Eventos interiores com diminuição de lotação;
  • Casamentos e baptizados com 50% de lotação.
https://www.publico.pt/2021/03/11/s...cial-plano-desconfinamento-contagotas-1954034
 
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