Pandemia da COVID-19 2021

Alguém já confirmou que os casos nesses concelhos é de 1 única cadeia de transmissão? Podem ser 2,3 ou mais cadeias de transmissão diferentes.

Em Portimão é duma empresa de construção civil e duma padaria, em Albufeira também é duma empresa de construção civil, mas não pertence à mesma.

Hoje, segundo a ARS Algarve houve 62 casos, sendo 27 em Portimão, 12 em Albufeira, 6 em Lagoa e 5 em Silves, o resto são 2 ou 3 casos em alguns concelhos.
 
The data show that only half of respondents could identify the main symptoms of COVID-19, around 1 in 5 would seek a test if they developed symptoms, and around 80% would share details of close contacts if they tested positive.

Only around half of participants identified the main symptoms of COVID-19. Across all waves, intention to fully self-isolate if symptoms were to develop was around 70%. However, self-reported adherence to full self-isolation (not leaving home at all in the first 10 days after symptoms developed) was 43%, increasing to 52% in the latest wave of data collection (25-27 January 2021).

Intention to request a test if symptoms were to develop was 62%. However, across all waves, only 18% reported requesting a test after symptoms developed, increasing to 22% from 25 to 27 January 2021.

Across all waves, 79% said they intended to share details of close contacts if they tested positive for COVID-19, increasing to 82% from 25 to 27 January 2021.

Adherence to UK's test, trace, and isolate system is low

“Unimaginable” cost of Test & Trace failed to deliver central promise of averting another lockdown

In May last year NHS Test and Trace (NHST&T) was set up with a budget of £22 billion. Since then it has been allocated £15 billion more: totalling £37 billion over two years.
 
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Segundo o município de Portimão, o surto da zona que já se estendeu a vários municípios e que elevou a incidência da região para 96 casos por 100.000 habitantes (a média do país era de 60 casos por 100.000 habitantes a 14 dias hoje) deve-se a um evento ilegal dum grupo de pessoas duma empresa de construção da cidade, no passado dia 15 de março. :facepalm:
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Tem-se falado aqui numa espécie de "ponto de inflexão" que já era esperado e que se deve possivelmente ao tempo de incubação da questão das escolas. Ainda assim, há algo que vale a pena referir e que é o facto de apenas terem sido abertas as creches e o 1° ciclo. Em setembro foram todas as escolas as que abriram e não só as de crianças até 10 anos, e isso é fulcral... São muito menos alunos, portanto. :rolleyes:
Quando entrarem os do 2° e 3° ciclos é que veremos mesmo o que acontece, porque nessa altura já teremos a maioria dos alunos em aulas presenciais novamente. :D
 
Segundo o município de Portimão, o surto da zona que já se estendeu a vários municípios e que elevou a incidência da região para 96 casos por 100.000 habitantes (a média do país era de 60 casos por 100.000 habitantes a 14 dias hoje) deve-se a um evento ilegal dum grupo de pessoas duma empresa de construção da cidade, no passado dia 15 de março. :facepalm:
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Tem-se falado aqui numa espécie de "ponto de inflexão" que já era esperado e que se deve possivelmente ao tempo de incubação da questão das escolas. Ainda assim, há algo que vale a pena referir e que é o facto de apenas terem sido abertas as creches e o 1° ciclo. Em setembro foram todas as escolas as que abriram e não só as de crianças até 10 anos, e isso é fulcral... São muito menos alunos, portanto. :rolleyes:
Quando entrarem os do 2° e 3° ciclos é que veremos mesmo o que acontece, porque nessa altura já teremos a maioria dos alunos em aulas presenciais novamente. :D

Pré-escolar e 1o ciclo ja são quase 700 mil crianças e são também que obrigam a maior mobilidade dos pais e avós. Olhando para o caso da Madeira que nunca fechou esses ciclos de ensino: no dia 20 de Dezembro, data que foi identificado o 1o caso da variante britânica na ilha, o grupo etário 0-9 representava menos de 3% dos casos totais. Hoje representa mais de 8% dos casos.
 
Esta semana começa a reflectir o 2º ciclo de incubação pós 1ª fase de desconfinamento, ou por outras palavras, os pais e os avós começaram a tossir após os miúdos terem regressado à escola. Não é preciso ficar alarmado, mas é preciso dizer a verdade, a causa-efeito das medidas de desconfinamento não se mede na cadência proposta pelo governo. O número de casos deverá, à partida, permitir um atempado rastreio e isolamento de casos positivos e contactos.

Identifico no entanto um problema. Vamos entrar agora em 3 ou 4 dias onde o número de testes vai ser significativamente reduzido. Mesmo com restrições, haverá inevitavelmente mais contactos na Páscoa. Na próxima 2af, regressam à escola os ciclos de ensino até ao 9º ano. As esplanadas e algumas lojas reabrem. Ou seja, quando uma parte relevante do desconfinamento ocorre, estaremos há 4 dias `as cegas`.
Pois, agora que estamos a iniciar a mais que esperada inversão para uma subida dos casos, como seria normal de esperar, os timings das próximas aberturas poderão ser um autêntico tiro no pé...

É óbvio que a Páscoa irá aumentar os casos. Nada comparável ao natal mas terá o seu impacto. Até poderá não ser mt grave, mas... Logo de seguida, por cima desse aumento, fomentar a propagação de cadeias de transmissão com reabertura de mais ciclos escolares e lojas, pode correr bastante mal. Podemos estar a dar um "empurrão" significativo para cima.
Parece-me óbvio que era de bom senso a próxima fase esperar mais 1-2 semanas , para ver se o efeito da Páscoa foi mínimo ou não... Parece quase um remake do início de Janeiro, em menor escala claro.

Já para não falar da tendência crescente a nível europeu. Parece que estamos numa bolha, mas estamos cansados de ver que os números europeus se refletem sempre cá eventualmente, especialmente com abertura de fronteiras, como e óbvio. Já é altura de não esperar milagres de excepção por cá...

Vamos ver se na segunda quinzena de Abril não estamos a fechar muita coisa de novo...

Enviado do meu SNE-LX1 através do Tapatalk
 
Parece que estamos numa bolha, mas estamos cansados de ver que os números europeus se refletem sempre cá eventualmente, especialmente com abertura de fronteiras, como e óbvio.
Enquanto a situação pandémica estiver mais ou menos controlada no país vizinho, como está agora, tenho dúvidas que a situação que se está a passar na Europa Central e de Leste neste momento se estenda para Portugal. Ainda assim, a Páscoa continua a ser um momento chave no combate à pandemia e a coisa pode mudar drasticamente do lado de lá da fronteira (bem como do lado de cá), como já têm vindo a dizer alguns peritos em jornais espanhóis. :buh:
O país vizinho tem funcionado, para já, como um "tampão" entre Portugal e o resto da Europa, com os surtos mais ativos em regiões longe da Raia (na Catalunha, Madrid, País Basco e Navarra). Veremos se assim continua... :pray:
 
+90 casos em relação à passada 6af, um aumento de cerca de 20%. Mantém-se a tendência de crescimento que deve ser cuidadosamente monitorizada. É nestas alturas que seria útil ter acesso a fluxos de admissão nos hospitais e não de balanços de camas ocupadas como os apresentados pela DGS.
 
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Obedecer ao isolamento.
Não frequentar escolas, lojas ou cafés.

A pandemia vai acelerar em números reais no final da próxima semana.

não há condições para retomar a atividade. Esperar pelo final do mês onde se espera que a vacinação seja acima de 30%.
 
o coordenador da vacinação espera vacinar 150 mil pessoas por dia durante este mês e em maio também.

no terreno não vejo centros de vacinação preparados para isso.