Pandemia da COVID-19 2021

Sugestão dos especialistas. Entrar em discotecas com teste negativo além de certificado.​

Medida sugerida no Infarmed só permitirá entrar em bares e discotecas quem já foi vacinado contra a Covid-19, mas também testou negativo num prazo de 48 horas. Concertos e estádios ficam de fora.

Mostrar apenas um certificado digital de vacinação ou só um teste negativo pode deixar de ser suficiente para entrar num bar ou discoteca em Portugal. A especialista em saúde pública Raquel Duarte pretende que seja necessário apresentar o certificado digital com a informação da vacinação completa e ainda um teste negativo para aceder a estes espaços, esclareceu a própria investigadora em declarações ao Observador após a reunião no Infarmed.

No plano com novas medidas que apresentou aos decisores positivos para controlar a propagação do coronavírus, Raquel Duarte incluiu a sugestão de acrescentar nos certificados digitais os resultados dos testes com validade de 48 horas, “nos contextos em que tal seja adequado e justificável”, isto é, aqueles em que há “aglomeração em contexto de interior e sem máscara”.

Até agora, a apresentação de um certificado digital válido de vacinação completa bastava para entrar em discotecas e bares com pista de dança, mas quem não o tivesse já tinha de apresentar um teste laboratorial negativo. O que a especialista em saúde pública propõe é que as duas coisas passem a ser mandatórias, sendo que os autotestes não seriam válidos — só os que são efetuados em laboratórios e farmácias.


Continuam os "especialistas" a dar sugestões e, de certo modo, a discriminar tanto vacinados como não vacinados.

Certificado não serve sem um teste negativo, teste negativo não serve sem o certificado :D

Esquecam lá isso do certificado que não prova a infecção naquele momento, peçam antes um teste negativo e actualizado, agora os testes até voltaram a ser comparticipados (e bem) pelo governo, cada pessoa tem direito a 4 testes gratuitos por mês...qualquer pessoa que desconfie que não está bem, ou tem sintomas, pode fazer um teste na farmácia.

Querem levar os bares e discotecas à falência? Quer se goste ou não, eles também precisam de trabalhar e pagar as contas, poucas pessoas, mesmo com o certificado, estarão para andar sempre a fazer testes para ir a um bar ou discoteca...mesmo estes sendo gratuitos, e no geral um não vacinado não pode entrar, mesmo estando negativo... :unsure:


A notícia do Público, além das discotecas, fala também nos lares e casamentos:

Covid-19. Peritos recomendam testes para entrar em lares, discotecas e casamentos - mesmo para vacinados.

https://www.publico.pt/2021/11/19/sociedade/noticia/recomendam-testes-lares-discotecas-casamentos-mesmo-vacinados-1985621

Com este tipo de propostas, não se admirem que hajam cada vez mais pessoas a questionar para que servem as vacinas, ou "para que me vacinei"? :rolleyes:
 
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Eu pensava que com a reunião do Infarmed a desinformação tinha cessado de vez, mas esta notícia deste "jornaleco" voltou a bater na mesma tecla: :angry:
Notícia de 20/11/2020

A sério que ainda vêm falar da máscara obrigatória na rua, quando tal medida foi descartada pelos próprios especialistas da reunião do Infarmed ontem? E o mais curioso é que são contraditórios na própria notícia: começam por dizer que é "quase certo" e depois usam a expressão "provavelmente", mais abaixo... :facepalm:
 
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A sério que ainda vêm falar da máscara obrigatória na rua, quando tal medida foi descartada pelos próprios especialistas da reunião do Infarmed ontem? E o mais curioso é que são contraditórios na própria notícia: começam por dizer que é "quase certo" e depois usam a expressão "provavelmente", mais abaixo..

Por isso coloco sempre a palavra "especialistas" entre aspas...nem eles sabem o que querem propor e contradizem-se... :rolleyes:

Máscaras na rua com o devido distanciamento não se justificam, apenas em grandes aglomerações, estádios, eventos..onde não haja distanciamento e claro em espaços fechados como as discotecas, restaurantes, exceto se estiverem a comer/beber como é óbvio.

Não é necessário "comer uma garfada " e colocar a máscara, comer outra e colocar a máscara...não exageremos :D até porque a esmagadora maioria da população está vacinada, e se não estão podem sempre (?) apresentar teste negativo... :unsure:

E isto também não:

cubreboca-comiendos.gif


Nem isto:

face-mask-eating.gif


:D
 
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Por isso coloco sempre a palavra "especialistas" entre aspas...nem eles sabem o que querem propor e contradizem-se... :rolleyes:

Máscaras na rua com o devido distanciamento não se justificam, apenas em grandes aglomerações, estádios, eventos..onde não haja distanciamento e claro em espaços fechados como as discotecas, restaurantes, exceto se estiverem a comer/beber como é óbvio.

Não é necessário "comer uma garfada " e colocar a máscara, comer outra e colocar a máscara...não exageremos :D até porque a esmagadora maioria da população está vacinada, e se não estão podem sempre (?) apresentar teste negativo... :unsure:

E isto também não:

cubreboca-comiendos.gif


Nem isto:

face-mask-eating.gif


:D
Mas, quando olhas para a multidão que está em Santarém, a assistir ao "Somos Portugal", aonde tens uma minoria com máscara, diz tudo da responsabilidade das pessoas.

Essas máscaras são a melhor solução para casamentos e baptizados, um bom negócio para investir. :D
 
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80% das pessoas que morreram de Covid-19 em outubro estavam vacinadas.​

  • Joana Abrantes Gomes
  • 19 Novembro 2021

No mês de outubro, morreram 132 pessoas com esquema vacinal completo contra a Covid-19, o que corresponde a 80% dos óbitos por infeção com o coronavírus nesse período. Os restantes 20% (33 óbitos) de mortes foram de pessoas não vacinadas ou com vacinação incompleta, revela o relatório de Monitorização das Linhas Vermelhas divulgado esta sexta-feira pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

Face ao anterior relatório, o número de novos casos de infeção por 100 mil habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, subiu de 138 para 203 casos, com tendência fortemente crescente a nível nacional. Ao mesmo tempo, passou a registar-se uma incidência superior ao limiar de 240 casos nas regiões do Algarve e do Centro.

Já a incidência cumulativa mais expressiva verifica-se, agora, no grupo etário dos 0 aos 9 anos (298 casos), que compreende idades que não são elegíveis para vacinação. No entanto, o documento ressalva que a incidência cumulativa a 14 dias apresenta uma “tendência crescente” em todos os grupos etários.

O R(t) – índice de transmissibilidade – indica “uma tendência crescente da incidência de infeções a nível nacional“, estando agora fixado em 1,17 em todas as regiões. “A manter esta taxa de crescimento, a nível nacional, estima-se que o limiar de 240 casos em 14 dias por 100 000 habitantes possa ser ultrapassado em menos de 15 dias”, estimam as autoridades de saúde.

Comparando com os valores apresentados no relatório da passada semana, a região Centro foi a única em que o R(t) desceu, passando de 1,21 para 1,16. Nas restantes regiões do continente, o valor médio do R(t) subiu, o que demonstra “uma aceleração da velocidade de crescimento da epidemia”. A DGS e o INSA destacam, neste caso, a região Norte, em que o R(t) passou de 1,14 para 1,20, Lisboa e Vale do Tejo, que viu o R(t) aumentar de 1,13 para 1,15, o Alentejo (de 1,06 para 1,29), e o Algarve (de 1,16 para 1,25).

O número de doentes por Covid-19 internados em unidades de cuidados intensivos no continente mantém-se numa tendência estável. Do valor crítico definido de 255 camas ocupadas, estão ocupadas 28% (72 camas), mais três pontos percentuais face à semana anterior.

A DGS e o INSA avançam ainda que a proporção de testes positivos foi de 4,3%, mais 0,9 pontos percentuais do que no último balanço, encontrando-se já acima do limiar definido de 4%. Nos últimos sete dias, houve um novo aumento do número de testes realizados para a deteção de SARS-CoV-2, sendo que a proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 2,8%, quando na semana passada foi de 4,1%. Ou seja, mantém-se abaixo do limiar de 10%.

Quanto aos casos positivos, o relatório indica que, nos últimos sete dias, 96% dos casos de infeção foram isolados em menos de 24 horas após a notificação. “No mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 92% dos casos” – uma descida face à semana passada -, acrescenta.

A variante Delta mantém-se dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 100% dos casos avaliados na semana compreendida entre 1 e 7 de novembro.

Esta sexta-feira, decorreu uma nova reunião entre políticos e peritos no Infarmed, prevendo-se que o Governo anuncie novas medidas nos próximos dias para fazer face ao crescimento da pandemia no país.

 
Portimão só hoje teve mais 50 casos :wacko:

+9 internados (57), nos UCI manteve os 9, mas os ventilados subiram para 6 mais 2 do que ontem.

Monchique é o concelho do Algarve com a maior taxa de incidência com 703 casos por 100 mil habitantes e a incidência no Algarve é de 480 casos por 100 mil habitantes.

No Verão ainda podia-se dizer que era do turismo que fez aumentar os casos e agora, só pode ser a sub-variante Delta mais contagiosa para justificar isto. :unsure:
 
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Mais 1475 casos e 18 mortes nas últimas 24 horas.​

Estão agora 628 pessoas internadas devido à covid-19, indica o relatório diário da Direção-Geral da Saúde. Subiu a incidência e o R (t).

Desde o dia 9 de agosto que o número de mortes por covid-19 em Portugal não era tão alto. De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) desta segunda-feira, no domingo morreram mais 18 pessoas devido à doença, mais sete do que na véspera.

Os novos casos são agora 1475, menos 1024 do que no domingo. A incidência (o número de novos casos nos últimos 14 dias por 100.000 habitantes) é agora de 228,9 casos a nível nacional (sexta-feira, estava nos 191,2) e de 228,8 no continente (era de 190,9). Já o o R(t) -índice de transmissibilidade - a nível nacional está em 1,19 (era de 1,17 na sexta-feira) e no continente em 1,20 (era de 1,18).

O relatório desta segunda-feira (22 de novembro) confirma a tendência de subida do número de doentes internados. Há 16 dias consecutivos que aumenta o número de doentes em hospitais. São agora 628 (mais 31 do que na véspera) os internados, dos quais 93 (mais quatro do que na véspera) estão em unidades de cuidados intensivos.


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Mais 1475 casos e 18 mortes nas últimas 24 horas.​

Estão agora 628 pessoas internadas devido à covid-19, indica o relatório diário da Direção-Geral da Saúde. Subiu a incidência e o R (t).

Desde o dia 9 de agosto que o número de mortes por covid-19 em Portugal não era tão alto. De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) desta segunda-feira, no domingo morreram mais 18 pessoas devido à doença, mais sete do que na véspera.

Os novos casos são agora 1475, menos 1024 do que no domingo. A incidência (o número de novos casos nos últimos 14 dias por 100.000 habitantes) é agora de 228,9 casos a nível nacional (sexta-feira, estava nos 191,2) e de 228,8 no continente (era de 190,9). Já o o R(t) -índice de transmissibilidade - a nível nacional está em 1,19 (era de 1,17 na sexta-feira) e no continente em 1,20 (era de 1,18).

O relatório desta segunda-feira (22 de novembro) confirma a tendência de subida do número de doentes internados. Há 16 dias consecutivos que aumenta o número de doentes em hospitais. São agora 628 (mais 31 do que na véspera) os internados, dos quais 93 (mais quatro do que na véspera) estão em unidades de cuidados intensivos.


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Os casos são menos do que ontem por hoje ser segunda-feira e, no fim-de-semana serem processados menos testes. É impressionante como os jornalistas ainda não se aperceberam disso! :facepalm:

Covid-19: Ministro diz que alemães estarão "vacinados, curados ou mortos" até ao final do inverno​


O ministro alemão já adotou o palavreado do "grande líder das picadas" Gouveia e Melo... :lol:
 
Os casos são menos do que ontem por hoje ser segunda-feira e, no fim-de-semana serem processados menos testes. É impressionante como os jornalistas ainda não se aperceberam disso! :facepalm:

Eu penso que eles saberão, apenas não fizereram referência na notícia, já é um dado adquirido que à segunda feira os casos baixam sempre.

O valor a reter será que na passada segunda feira dia 15/11 foram 974 casos portanto hoje mais 501.

Veremos o desenrolar desta semana, mas não me admira nada que se ultrapassem os 3000 em algum dia.

Nem é tanto os casos, mas sim como os mesmos se refletem nos internamentos, UCI e óbitos.

Para já a tendência é claramente crescente, mas ainda não é nada de "dramático"

RT e incidência altos e também em ascensão.
 
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