Política e economia internacional 2015

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Levava uma vida, a crer no que se tornou público, totalmente incompatível com aquilo que deveria ser a vida de um Muçulmano minimamente devoto.

O mesmo se pode dizer dos padres pedófilos na IC. Nem todos são maus mas levam por tabela. Infelizmente a ênfase no evitamento das generalizações só se aplica a uns.
 
Os EUA tem um número anormal de indivíduos com psicoses. Mas no fundo, isso não será uma boa parte da causa de todos os males?

Cultura largamente ancorada na violência, proliferação das armas, maior consumidor do mundo de substâncias psicoativas... Nos EUA há uma ideia implícita e explícita de que qualquer um pode e deve expressar-se como quer. Na Europa, parece-me, a cultura é mais moderada e há maior pressão social para a homogenização. Certas tendências comportamentais chamam mais a atenção na Europa do que nos EUA.
 
O mesmo se pode dizer dos padres pedófilos na IC. Nem todos são maus mas levam por tabela. Infelizmente a ênfase no evitamento das generalizações só se aplica a uns.

Não concordo nada. Acho que a IC saiu muito pouco beliscada dos escândalos de pedofilia no seu seio, no sentido em que sempre passou para a opinião pública a ideia (correcta), de que se trata de uma minoria muito minoritária, passo a redundância, de padres envolvidos.
 
Não concordo nada. Acho que a IC saiu muito pouco beliscada dos escândalos de pedofilia no seu seio, no sentido em que sempre passou para a opinião pública a ideia (correcta), de que se trata de uma minoria muito minoritária, passo a redundância, de padres envolvidos.

É sempre mais fácil controlar um escândalo numa instituição, inclusive governos e empresas, do que generalizações com base em características demográficas. Contudo, é inegável que a profissão ficou manchada e que não há, novamente, tanta ênfase em querer separar o trigo do joio no caso dos padres. Exercer o cristianismo é beaticisse e temos todo o direito de criticar como bem entendermos. Criticar muçulmanos e a sua fé é xenofobia e faz um enorme furor. Porque é que os muçulmanos podem protestar contra os cartoons do Maomé sem serem sujeitos a pesadas críticas e quem criticar esses mesmos protestantes passa por xenófobo na opinião pública? Porque se deve proteger e dar um estatuto especial aos direitos de expressão de pessoas que não respeitam o mesmo direito dos outros?
 
É sempre mais fácil controlar um escândalo numa instituição, inclusive governos e empresas, do que generalizações com base em características demográficas. Contudo, é inegável que a profissão ficou manchada e que não há, novamente, tanta ênfase em querer separar o trigo do joio no caso dos padres. Exercer o cristianismo é beaticisse e temos todo o direito de criticar como bem entendermos. Criticar muçulmanos e a sua fé é xenofobia e faz um enorme furor. Porque é que os muçulmanos podem protestar contra os cartoons do Maomé sem serem sujeitos a pesadas críticas e quem criticar esses mesmos protestantes passa por xenófobo na opinião pública? Porque se deve proteger e dar um estatuto especial aos direitos de expressão de pessoas que não respeitam o mesmo direito dos outros?

O que está errada é fazer generalizações, mais nada. Tudo o resto é legítimo. Dizer que um padre Católico é pedófilo só por ser um padre Católico é tão ridículo como dizer que um Muçulmano é terrorista porque é Muçulmano. Nada tenho contra as expressões de fé, desde que no contexto correcto. O Calvão é tão ridículo sendo Católico, como Jeová, como Evangélico, como Judeu como Muçulmano. Eu cá acho que tudo é susceptível de crítica. Tudo. Desde que não se extrapole.
 
Já agora, eu já tenho idade para me lembrar da escandaleira que foi aquando daquela imagem do Papa com o preservativo no nariz. Fundamentalistas há em todo o lado e são precisamente eles que tornam este planeta menos respirável.
 
É o que dá viver num regime comuno-fascista. O medo impede que novas caras sejam eleitas 'democraticamente':

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http://www.pewglobal.org/2015/12/03...il&utm_term=0_3e953b9b70-6316aa58cd-400093809
 
Quanto à Venezuela, Como se consegue agora endireitar um país que chegou a este ponto?

Depende da evolução dos preços do petróleo. Como não devem subir a curto prazo não vai ser giro. Mas não é só na Venezuela. Todos os produtores de petróleo que usam as receitas para apaziguar o povo devem estar apreensivos. Há muitas semelhanças entre a Venezuela e a Arábia Saudita.

@Orion, já reparaste que nestes casos não se pode acusar o €, nem a Merkel? :)

Vai mais além do que a Europa e a Venezuela.

Como é que todos os países podem ter um excedente comercial ao mesmo tempo?

Como é que toda a gente pode-se livrar das dívidas se o dinheiro é criado do nada e são cobrados juros*? Os economistas austríacos dizem que são os depósitos/poupança que antecedem o investimento. Mas donde vem o dinheiro, qual a sua verdadeira origem?

Como é que se pode impedir a corrida para o fundo com uma economia globalizada e com um avanço tecnológico que continuará a eliminar empregos? Camiões e navios automatizados, por exemplo, não precisam de muita gente. Cada assalariado é um consumidor.

Como é que se tem crescimento infinito num mundo finito? Ao longo do tempo um qualquer investimento tem um impacto cada vez menor no crescimento. Uma estrada recém-construída tem um impacto completamente diferente da recorrente manutenção da mesma.

*
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Definição de M2.

O mercado financeiro é como a bolsa. Para uns ganharem outros têm que perder. Para uns pouparem outros têm que cancelar as dívidas. E com cancelar as dívidas quero dizer ir à falência com todas as consequências negativas que isso tem. Quando alguns falam que quem não poupa é ... (preencher à vontade) só demonstra um grande desconhecimento acerca de como o dinheiro funciona. Um banco é das instituições mais tóxicas que há numa sociedade. Criam dinheiro do nada e cobram juros, criam instrumentos financeiros complexos e absurdos (também eles tóxicos), funcionam com uma permanente avalancagem que seria criticada em qualquer indivíduo e estão proibidos de falir para não destruírem a sociedade ocidental como se conhece. Indo novamente o artigo do Guardian:

Back in the 1930s, Henry Ford is supposed to have remarked that it was a good thing that most Americans didn't know how banking really works, because if they did, "there'd be a revolution before tomorrow morning".

http://www.theguardian.com/commentisfree/2014/mar/18/truth-money-iou-bank-of-england-austerity

E complemento com um ex-diretor do Banco de Inglaterra (frase ainda contestada mas publico na mesma):

"Banking was conceived in iniquity and was born in sin. The bankers own the earth. Take it away from them, but leave them the power to create money, and with the flick of the pen they will create enough deposits to buy it back again. However, take away from them the power to create money and all the great fortunes like mine will disappear and they ought to disappear, for this would be a happier and better world to live in. But, if you wish to remain the slaves of bankers and pay the cost of your own slavery, let them continue to create money."

Consumo é mau e poupança é boa. Então porque não se corta drasticamente no consumo? Como se ganha dinheiro e se poupa se não se vende (o dito consumo)? E, novamente, como é que todos os países podem ter excedentes comerciais ao mesmo tempo para que não hajam desequilíbrios inevitáveis?
 
Última edição:
Há eleições na venezuela... a oposição parece melhor colocada, provavelmente vai ganhar.´Será a primeira vez que partidos de direita vencem eleições na america do sul sem recurso a bombas ou golpes de estado.

Se fosse no chile já havia bombas e prisões políticas.
 
antes do colapso, a arábia saudita vai libertar os 700 mil milhões dólares (reservas de moeda dolar) que têm encaixotadas no seu banco central... esta imensa quantidade de dólares vai colapsar o mercado.

Se a arábia saudita vai colapsar? tenho muitas dúvidas que isso interesse ao outro lado do atlantico.
 
os filhos da américa republicana sempre podem reclamar a paternidade do peruano Fujimori em governos de direita democráticos mas certamente com muito distânciamento pois Fujimori defendeu a esterlização dos pobres como meio de controlo da pobreza, particularmente nas populações indígenas.
 
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