Política e economia internacional 2015

  • Thread starter Thread starter Vince
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Se me permites...

a sensação que dá é que foi a mudança disso tudo que agora permite esta espécie de caos, houve um esvaziamento de influências, por parte de potências que resolveram é começar primeiro a tratar de problemas internos em vez de tentarem comandar a vida no mundo inteiro.

:huh:

Quais são os problemas internos que vão ser resolvidos em detrimento dos externos?

Eu leio que não há ameaças existenciais aos EUA. Eu concordo inteiramente. Já em relação a outros países tenho outra opinião.

As invasões descaradas de países foram substituídas por apoios a terceiras partes. Isso significa que há menos interferência nos assuntos de outros?

O extremismo islâmico é a pior ameaça de que há memória. Solução? Depor ditadores que combatiam esses mesmo extremistas. Eu até acho que vamos ver nuvens cogumelo mais cedo do que muitos pensam. E não serão os russos. Serão os sauditas. A única diferença entre os sauditas e os iranianos relativamente a Israel é que os últimos são mais vocais. Porque na mira dos sauditas estão todos (daí que escreva que não percebo a ajuda de Israel a sunitas - especialmente a Al-Qaeda/EI). Mas um problema de cada vez.
 
Complementando o meu post anterior, o plano nuclear iraniano para armamento é uma falsa questão. Os russos (ou até chineses), que se saiba, ainda não venderam nenhuma arma. Se estivessem para aí virados há muito que já tinham vendido. Os sauditas já reservaram as suas.

Já de vez deixo aqui a análise de um antigo analista da CIA acerca do conflito Israel-Irão (basicamente é o direito de fazer aquilo que quer e matar quem quiser sem repercussões - O Tribunal Penal Internacional é antissemita. Isso de acusar sionistas é crime):

"The Israelis want to pretend the Iranians are building up their nuclear capabilities, want to zap them between now and November 6, and the chances are at least even that they will try to do that thinking the U.S. will come in with both feet," McGovern told us.

McGovern thinks that "Israel does not fear a nuclear weapon in Iran's hands" because Israel already has a nuclear arsenal and the threat of Iran having a couple of nukes "would not be all that credible except in a limited, deterrent way."

That deterrent would be important, however, because "since 1967 the Israelis have been able to pretty much do whatever they want in that area" and a nuclear Iran would bring a "different strategic situation because, for the first time, Israel would have to look over their shoulder."

Já imaginaram Israel deixar de roubar terra aos palestinianos para construir colonatos? Impensável!
 
Última edição:
Os EUA tem nos últimos anos diminuído imenso o que gastam em defesa, pode não parecer óbvio a curto prazo, porque envolve muitas vezes cortes de investimentos a longo prazo que não se notam logo (encomendas de novos aviões, barcos, etc), mas é essa a realidade. O complexo militar-industrial outrora pujante, já perdeu bastante influência nos tempos actuais.

Tem-se assistido à privatização da guerra. Que até acho que aumentará os custos da guerra para os governos. Não só os operacionais são mais bem pagos mas também uma empresa privada não tem nenhum incentivo para cortar custos nem encurtar guerras. O contribuinte que pague.

E fazem muito bem os EUA, é mais que tempo de deixarem de ser polícias do mundo. Agora, espero é que a cada asneira europeia não lhe vamos a correr pedir ajuda.

A Europa engloba tanta nação em tão pouco espaço. E na Europa, felizmente, não há a glorificação da guerra. Por outro lado, e por mais que discordes de mim, os EUA gostam de ser os polícias do mundo. A OTAN é apenas um instrumento para tal. Tenho curiosidade em ver o futuro da OTAN. Como é que os países da Europa, fiscalmente em problemas profundos e com aversão cultural à guerra, vão financiar?

Diz-me lá tu, que produto russo compras tu hoje no dia a dia ? Com toda a sinceridade,
E quantos produtos americanos usas todos os dias? Também com toda a sinceridade.

Sou altamente crítico da política externa americana. A política do bombardear primeiro e pensar depois vai-nos (mundo ocidental - mas especialmente à Europa que faz fronteira com muitos países islâmicos) dar grandes problemas. Se generalizas isso para os produtos americanos, isso não tem fundamento. Pode-se ser socialista não socrático, de direita que não concorda com este governo e até, pasme-se, profundamente anti-belicismo americano e amante das liberdades. Mas respondo à tua questão com outra. Quantos produtos chineses compras? Isso faz de ti comunista e pró-China?

Ao contrário da União Soviética, que caiu sem um tiro, e de Cuba, cuja idade avançada dos irmãos Castro augura uma nova esperança de um futuro diferente, já implicar militarmente com a Rússia e/ou China, só fará com que a paz mundial fique mais fraca. De que serve ter um exército soberbo se não o usamos? É uma boa pergunta de facto. Aquele F35 já vai em 1,5 triliões de dólares. O que é que achas que vai acontecer quando os cortes orçamentais forçarem uma redução do apoio coberto e descoberto a muita gente? Isto depois de todo o Médio Oriente estar completamente em tumulto. Muita paz virá, está-se mesmo a ver. Palpita-me que irão haver muitos escândalos ao estilo do Irão-Contra.
 
Não estou a generalizar. Lê a histórica económica, as guerras foram sempre por razões económicas. Se hoje algumas das maiores empresas do mundo que "por acaso" até são americanas e nasceram criadas por meros putos em simples garagens, e não por oligarcas de stados corruptos ou subsidiodependestes, devias no mínimo respeitar isso. Apple, Google, Amazon, Microsoft, Facebook, etc,etc. Ou pelo menos reflectir sobre isso. Sobre que o que são os EUA. Talvez se pensares um pouco sobre isso, percebas finalmente porque há tanta demonização dos EUA.

Eu não posso responder pela demonização dos outros. Justifico a minha. E a minha demonização não engloba semelhantes empresas (na política externa. Na política interna - vulgo espionagem - a história é outra e periodicamente abordo isso). E isso é muito diferente de criticar o empreendedorismo. Quanto à vontade dos EUA dominarem tudo e todos é algo cultural e histórico.

Os EUA têm muitas coisas boas e muitas coisas más. É algo para um tópico exclusivo com estatísticas e tudo (para comparar com a Europa). Há largos anos, era eu criança, vi uma emigrante dizer: 'A América é só boa para ganhar dinheiro'.

PS. Os EUA são uma oligarquia não sabias? E não sou eu a especular nem a demonizar.
 
São uma chatice, não fosse estares aqui mesmo a escrever graças a uma catrafada de inovações americanas, desde do cabozinho interatlântico que te leva aí a banda larga, à marca do teu router, que até pode ter sido fabricado na China, mas o firmware muito provavelmente foi escrito nos EUA.

Bah. Não saímos do mesmo :lol:.

Eu devia ter um poço de petróleo na Rússia para te oferecer. Aí queria ver os teus elogios à oligarquia :lmao:
 
Um Edward Snowden russo já estaria mais que morto há anos se revelasse segredos russos.

Como é que podes saber? Não são os estados unidos que transportavam presos pelas bases militares europeias secretamente? Quando se tentou investigar, o que aconteceu?

Ou mesmo o problema na Ucrânia, que é basicamente a Rússia que não quer que uma data de países se aproximem da Europa, do nosso modelo de vida, económico e social, coisas que tu muito prezas, e muito bem.

a Rússia já tem guerras que cheguem, não quer mais nenhuma guerra mas também não aceita ordens de outros países.

Joe Byden afirmou que vai fornecer à ucrânia todas as armas que precisarem. Os Estados Unidos estão a armar um país que tem uma fronteira considerável com a Rússia. Um país acha-se no direito de dar ordens a outros como se os outros tivessem de acatar ordens.

O que se diria se a Russia ou a China decidissem armar o méxico com todas as armas que quisessem utilizar?
 
Porque é muito fácil criticar o que temos.

Portanto, para continuar a ter acesso à internet tenho que apoiar o bombardeamento de todos os países que o exército americano quiser? Aliás, porque não usas o Facebook? És comunista? Deixa-me ver o teu cartão de militante do PCP :D
 
A Grã-Bretanha acusou o presidente russo, Vladimir Putin, no domingo, de agir como um "tirano" em relação à Ucrânia, mas disse que as forças de Kiev não poderiam derrotar o exército da Rússia no campo de batalha e que apenas uma solução política pode acabar com o derramamento de sangue.

"Ucranianos não podem derrotar o exército russo, essa não é uma proposta prática. Tem que haver uma solução política", disse o ministro das Relações Exteriores, Philip Hammond, à Sky News.

"Este homem (Putin) enviou tropas através de uma fronteira internacional e ocupou o território de outro país em pleno século 21 agindo como se fosse um tirano em meados do século 20. Nações civilizadas não se comportam dessa forma", acrescentou.

Reuters

Mais uma afirmação que eu concordo inteiramente. Isso de invadir países estrangeiros como se fosse um tirano em pleno século 21 não é um comportamento de uma nação civilizada. Imagine-se a imposição de um recolher obrigatório durante 12 anos que começou durante uma invasão estrangeira. Algo completamente bárbaro, apenas quando feito por outros:



E se os russos amanhã voltassem a entrar em guerra com a Chechénia? E se impusessem um recolher obrigatório e matassem 1 milhão? Qual é a diferença? As bombas 'democráticas' matam menos?

The German intelligence service estimates the real losses in the Ukrainian civil war at 50,000 dead (civilians and servicemen), which is nearly 10 times higher than reported by the Kiev authorities, German media report.

RT

Se fossem baixas russas só haveriam sorrisos e elogios sobre o quão superior é a aliança ocidental. Esmagar exércitos estrangeiros de meia tigela é fácil. Quando se é esmagado a história muda de figura.

Quanto aos passaportes, o bluff foi posto à prova. O passaporte está para o Poroshenko como o frasco de antrax está para o Powell:



Concluo a minha intervenção com isto. Tem havido muito indignação com a Grécia na medida em que está a pedir compensação à Alemanha pela II GM. O Reino Unido só agora vai pagar o que resta da dívida da I GM. Quase 2 mil milhões de libras. Se isto é relevante ou não, é, obviamente, um critério individual.
 
Há uns tempos fiz referência aos cortes de 25% na saúde na Grécia. Até é pior do que eu pensava (acho que nunca publiquei):

Things changed in July 2011, when Greece signed a supplemental loan agreement with international lenders to ward off financial collapse. Now, as stipulated in the deal, Greeks must pay all costs out of pocket after their benefits expire.

About half of Greece’s 1.2 million long-term unemployed lack health insurance, a number that is expected to rise sharply in a country with an unemployment rate of 25 percent and a moribund economy, said Savas Robolis, director of the Labor Institute of the General Confederation of Greek Workers. A new $17.5 billion austerity package of budget cuts and tax increases, agreed upon Wednesday with Greece’s international lenders, will make matters only worse, most economists say.

The changes are forcing increasing numbers of people to seek help outside the traditional health care system. Elena, for example, was referred to Dr. Syrigos by doctors in an underground movement that has sprung up here to care for the uninsured. “In Greece right now, to be unemployed means death,” said Dr. Syrigos, an imposing man with a stern demeanor that grew soft when discussing the plight of cancer patients.

Hospitals and pharmacies now demand cash payment for drugs, which for cancer patients can amount to tens of thousands of dollars, money most of them do not have. With the system deteriorating, Dr. Syrigos and several colleagues have decided to take matters into their own hands.

Morreu uma pessoa cá no sítio por falta do medicamento da Hepatite C e fez-se um grande alarido. Imagine-se que se deixava as pessoas morrer por falta de dinheiro. De uma coisa o ministro das finanças grego não pode ser acusado (curiosamente é criticado por isso). Honestidade não lhe falta. A Grécia está falida.
 
"Este homem (Putin) enviou tropas através de uma fronteira internacional e ocupou o território de outro país em pleno século 21 agindo como se fosse um tirano em meados do século 20. Nações civilizadas não se comportam dessa forma", acrescentou.

E o homem tem toda a razão. Putin vive no século XX.

Como se comportaria uma nação civilizada, membro da Organização Terrorista do Atlântico Norte, realizando uma invasão à século XXI:

1 - (Aconteceu mesmo) Um governo eleito por voto popular é derrubado nas ruas, com o apoio de potências estrangeiras. O novo governo, golpista e não democrático, marca eleições, mas impede a participação do ex-Presidente, logo as eleições não são totalmente democráticas;

2 - (A partir daqui é o que aconteceria numa invasão à séc. XXI) Os países da Organização Terrorista do Atlântico Norte não reconhecem a legitimidade do novo governo não democrático. Perante as ameaças aos Direitos Humanos levadas a cabo pelo novo governo, onde se inclui a nomeação do líder de uma milícia neo-nazi para chefe da polícia (esta parte aconteceu mesmo) resolvem bombardear a Ucrânia com Democracia, Liberdade e Direitos Humanos;

3 - O Secretário de Estado americano mostra no CS da ONU umas fotografias de satélite de uns camiões, que demonstram inequivocamente que o arsenal de armas de destruição maciça da Ucrânia está a ser mobilizado. O CS da ONU não aprova qualquer intervenção militar, devido ao veto da China. A Organização Terrorista resolve avançar sozinha, porque caso contrário morreriam 10 milhões de pessoas. A fotografia de uma criança morta noutro conflito circula nos media dos países da NATO para convencer a opinião pública de que a intervenção é necessária;

4 - Mísseis cruzeiros disparados por duas fragatas estacionadas no Mar Negro, em conjunto com caças que sobrevoam a altíssima altitude a Ucrânia, bombardeiam todas as instalações militares e civis do governo ucraniano, uma vez que estas poderiam ser utilizadas para torturar opositores. Um jornalista conhecido opositor do regime foi morto nos bombardeamentos, os media dos países pertencentes à NATO afirmam que foi usado como escudo humano;

5 - As organizações para-militares oposicionistas, que estavam a ser esmagadas com laivos de malvadez pelo tirano de serviço, passam a ser apoiadas pelos países da NATO. O apoio é apenas moral, apesar de haver boatos que lhes está a ser fornecido armamento e treino militar num país vizinho;

6 - Ao fim de três meses de bombardeamento, e de destruição total do país, as forças oposicionistas ainda não conseguiram aproximar-se da capital. O esforço de guerra por parte dos países da NATO começa a parecer injustificável aos olhos da opinião pública interna. É preciso acabar com isto;

7 - Tropas estrangeiras entram secretamente na Ucrânia para entrar na capital rapidamente. Devido à destruição de todo o aparelho militar ucraniano a invasão é fácil.. Forças rebeldes vêm em cortejo atrás, acompanhados por jornalistas, que "não" reparam que à frente seguem as forças estrangeiras. Nos países invasores alguns alucinados, teóricos da conspiração, afirmam em alguns blogues que houve invasão terrestre da Ucrânia;

8 - Cai o governo ucraniano e é restabelecida a Democracia e a Liberdade. Por motivos de segurança a NATO fica a tomar conta da Ucrânia durante os 5 anos seguintes.
 
  • Gosto
Reactions: Orion
8 - Cai o governo ucraniano e é restabelecida a Democracia e a Liberdade. Por motivos de segurança a NATO fica a tomar conta da Ucrânia durante os 5 anos seguintes.

Hehe. Só faltou acrescentar duas coisas aí.

8 (continuação) - A NATO constrói nos 4 cantos do país uma base militar para precaver qualquer tipo de incursão ou insurgência armada aderente ao governo deposto. De forma puramente coincidente, as bases militares põem em causa a segurança das potências militares vizinhas.

9- Tendo em conta o ponto 8 anteriormente descrito, a NATO propõe a instalação de sistemas anti-míssil. Diz que os vizinhos são agressivos mas diz não saber porquê. Uma das opções é que os vizinhos odeiam-nos devido à nossa liberdade e democracia.
 
A cache of secret bank files shows that HSBC's Swiss banking arm helped wealthy customers avoid taxes and hide millions of dollars, according to a report by a network of investigative journalists released Sunday.

The files, analysed by 140 reporters in the International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ), showed that British banking giant HSBC provided accounts to international criminals, corrupt businessmen, politicians and celebrities.

"HSBC profited from doing business with arms dealers who channelled mortar bombs to child soldiers in Africa, bag men for Third World dictators, traffickers in blood diamonds and other international outlaws," ICIJ reported.

Clients included former and current politicians from Britain, Russia, India and a range of African countries, according to the files.

BI

Fica-se à espera de saber o valor da multa (insignificante). Claro que criticar instituições ocidentais é ser comunista. O dinheiro e as armas caem do céu.

Acho piada que o artigo faz referência a conhecidos do Putin e do Assad. Anteriormente menciona que há políticos britânicos envolvidos. E os nomes destes para exemplificar?

Já se forem cidadãos 'normais' a fazer o mesmo que os bancos, os primeiros, claro, vão para a prisão:

Six Bosnian immigrants accused of sending money and military equipment to extremist groups in Syria used Facebook, PayPal and other readily available services to communicate and transfer funds, according to a federal indictment.

All are charged with conspiring to provide and providing material support to groups designated by the U.S. as foreign terrorist organizations, including the Islamic State group and an al-Qaida-affiliated rebel group known as the Nusra Front.

The indictment unsealed Friday in U.S. District Court in St. Louis alleges they plotted by phone, Facebook and email; shared videos and photos related to their plans on social media sites; sent money via PayPal and Western Union; and shipped boxes of military gear through the U.S. Postal Service.

The FBI arrested Salkicevic on Friday. If convicted, she could face up to 15 years in prison and a fine of up to $50,000 on each charge. The case will be tried in Missouri, where several other defendants were arrested. A bond hearing Monday will determine whether Salkicevic travels there on her own or in custody.

HP
 
Última edição:
A evolução das Smart TVs e a chegada de novas funcionalidades, como os comandos de voz, está a tornar o comando remoto num objeto obsoleto, mas também pode levantar algumas questões de privacidade. Uma atualização na política de privacidade da Samsung, que na sua linha de televisores inclui aquele tipo de funcionalidades de voz, está a deixar os utilizadores indignados ao alertar para uma possível divulgação de dados privados sem o consentimento do cliente.

A Internet das Coisas já chegou há vários anos ao mundo dos televisores. Com novas funcionalidades, houve a necessidade de incluir formas de navegação mais simplificadas, e a utilização da voz, à semelhança do que acontece nos smartphones, é uma delas. Contudo, a questão da privacidade volta a vir ao de cima e a envolver a Samsung em polémica.

Na página da política de privacidade da empresa, é dado um aviso que chamou à atenção: "esteja consciente de que, se diz algo relacionado com dados pessoais ou informações sensíveis, essa informação irá estar entre os dados obtidos e transmitidos a outros serviços através do Reconhecimento de Voz".

TEK

Por outras palavras, e usando jargão da polícia (Direitos de Miranda). Tens o direito de estar calado. Tudo o que disser poderá ser usado contra si.
 
Estado
Fechado para novas mensagens.