a sensação que dá é que foi a mudança disso tudo que agora permite esta espécie de caos, houve um esvaziamento de influências, por parte de potências que resolveram é começar primeiro a tratar de problemas internos em vez de tentarem comandar a vida no mundo inteiro.

"The Israelis want to pretend the Iranians are building up their nuclear capabilities, want to zap them between now and November 6, and the chances are at least even that they will try to do that thinking the U.S. will come in with both feet," McGovern told us.
McGovern thinks that "Israel does not fear a nuclear weapon in Iran's hands" because Israel already has a nuclear arsenal and the threat of Iran having a couple of nukes "would not be all that credible except in a limited, deterrent way."
That deterrent would be important, however, because "since 1967 the Israelis have been able to pretty much do whatever they want in that area" and a nuclear Iran would bring a "different strategic situation because, for the first time, Israel would have to look over their shoulder."
Os EUA tem nos últimos anos diminuído imenso o que gastam em defesa, pode não parecer óbvio a curto prazo, porque envolve muitas vezes cortes de investimentos a longo prazo que não se notam logo (encomendas de novos aviões, barcos, etc), mas é essa a realidade. O complexo militar-industrial outrora pujante, já perdeu bastante influência nos tempos actuais.
E fazem muito bem os EUA, é mais que tempo de deixarem de ser polícias do mundo. Agora, espero é que a cada asneira europeia não lhe vamos a correr pedir ajuda.
Diz-me lá tu, que produto russo compras tu hoje no dia a dia ? Com toda a sinceridade,
E quantos produtos americanos usas todos os dias? Também com toda a sinceridade.
Não estou a generalizar. Lê a histórica económica, as guerras foram sempre por razões económicas. Se hoje algumas das maiores empresas do mundo que "por acaso" até são americanas e nasceram criadas por meros putos em simples garagens, e não por oligarcas de stados corruptos ou subsidiodependestes, devias no mínimo respeitar isso. Apple, Google, Amazon, Microsoft, Facebook, etc,etc. Ou pelo menos reflectir sobre isso. Sobre que o que são os EUA. Talvez se pensares um pouco sobre isso, percebas finalmente porque há tanta demonização dos EUA.
São uma chatice, não fosse estares aqui mesmo a escrever graças a uma catrafada de inovações americanas, desde do cabozinho interatlântico que te leva aí a banda larga, à marca do teu router, que até pode ter sido fabricado na China, mas o firmware muito provavelmente foi escrito nos EUA.
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Um Edward Snowden russo já estaria mais que morto há anos se revelasse segredos russos.
Ou mesmo o problema na Ucrânia, que é basicamente a Rússia que não quer que uma data de países se aproximem da Europa, do nosso modelo de vida, económico e social, coisas que tu muito prezas, e muito bem.
Porque é muito fácil criticar o que temos.

A Grã-Bretanha acusou o presidente russo, Vladimir Putin, no domingo, de agir como um "tirano" em relação à Ucrânia, mas disse que as forças de Kiev não poderiam derrotar o exército da Rússia no campo de batalha e que apenas uma solução política pode acabar com o derramamento de sangue.
"Ucranianos não podem derrotar o exército russo, essa não é uma proposta prática. Tem que haver uma solução política", disse o ministro das Relações Exteriores, Philip Hammond, à Sky News.
"Este homem (Putin) enviou tropas através de uma fronteira internacional e ocupou o território de outro país em pleno século 21 agindo como se fosse um tirano em meados do século 20. Nações civilizadas não se comportam dessa forma", acrescentou.
The German intelligence service estimates the real losses in the Ukrainian civil war at 50,000 dead (civilians and servicemen), which is nearly 10 times higher than reported by the Kiev authorities, German media report.
Things changed in July 2011, when Greece signed a supplemental loan agreement with international lenders to ward off financial collapse. Now, as stipulated in the deal, Greeks must pay all costs out of pocket after their benefits expire.
About half of Greece’s 1.2 million long-term unemployed lack health insurance, a number that is expected to rise sharply in a country with an unemployment rate of 25 percent and a moribund economy, said Savas Robolis, director of the Labor Institute of the General Confederation of Greek Workers. A new $17.5 billion austerity package of budget cuts and tax increases, agreed upon Wednesday with Greece’s international lenders, will make matters only worse, most economists say.
The changes are forcing increasing numbers of people to seek help outside the traditional health care system. Elena, for example, was referred to Dr. Syrigos by doctors in an underground movement that has sprung up here to care for the uninsured. “In Greece right now, to be unemployed means death,” said Dr. Syrigos, an imposing man with a stern demeanor that grew soft when discussing the plight of cancer patients.
Hospitals and pharmacies now demand cash payment for drugs, which for cancer patients can amount to tens of thousands of dollars, money most of them do not have. With the system deteriorating, Dr. Syrigos and several colleagues have decided to take matters into their own hands.
"Este homem (Putin) enviou tropas através de uma fronteira internacional e ocupou o território de outro país em pleno século 21 agindo como se fosse um tirano em meados do século 20. Nações civilizadas não se comportam dessa forma", acrescentou.
8 - Cai o governo ucraniano e é restabelecida a Democracia e a Liberdade. Por motivos de segurança a NATO fica a tomar conta da Ucrânia durante os 5 anos seguintes.
A cache of secret bank files shows that HSBC's Swiss banking arm helped wealthy customers avoid taxes and hide millions of dollars, according to a report by a network of investigative journalists released Sunday.
The files, analysed by 140 reporters in the International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ), showed that British banking giant HSBC provided accounts to international criminals, corrupt businessmen, politicians and celebrities.
"HSBC profited from doing business with arms dealers who channelled mortar bombs to child soldiers in Africa, bag men for Third World dictators, traffickers in blood diamonds and other international outlaws," ICIJ reported.
Clients included former and current politicians from Britain, Russia, India and a range of African countries, according to the files.
Six Bosnian immigrants accused of sending money and military equipment to extremist groups in Syria used Facebook, PayPal and other readily available services to communicate and transfer funds, according to a federal indictment.
All are charged with conspiring to provide and providing material support to groups designated by the U.S. as foreign terrorist organizations, including the Islamic State group and an al-Qaida-affiliated rebel group known as the Nusra Front.
The indictment unsealed Friday in U.S. District Court in St. Louis alleges they plotted by phone, Facebook and email; shared videos and photos related to their plans on social media sites; sent money via PayPal and Western Union; and shipped boxes of military gear through the U.S. Postal Service.
The FBI arrested Salkicevic on Friday. If convicted, she could face up to 15 years in prison and a fine of up to $50,000 on each charge. The case will be tried in Missouri, where several other defendants were arrested. A bond hearing Monday will determine whether Salkicevic travels there on her own or in custody.
A evolução das Smart TVs e a chegada de novas funcionalidades, como os comandos de voz, está a tornar o comando remoto num objeto obsoleto, mas também pode levantar algumas questões de privacidade. Uma atualização na política de privacidade da Samsung, que na sua linha de televisores inclui aquele tipo de funcionalidades de voz, está a deixar os utilizadores indignados ao alertar para uma possível divulgação de dados privados sem o consentimento do cliente.
A Internet das Coisas já chegou há vários anos ao mundo dos televisores. Com novas funcionalidades, houve a necessidade de incluir formas de navegação mais simplificadas, e a utilização da voz, à semelhança do que acontece nos smartphones, é uma delas. Contudo, a questão da privacidade volta a vir ao de cima e a envolver a Samsung em polémica.
Na página da política de privacidade da empresa, é dado um aviso que chamou à atenção: "esteja consciente de que, se diz algo relacionado com dados pessoais ou informações sensíveis, essa informação irá estar entre os dados obtidos e transmitidos a outros serviços através do Reconhecimento de Voz".