Orion, digas tu o que disseres, estado e religião, não. Nunca. Nenhuma. Não gosto de religiões em geral mas isso já é uma questão minha. Aliás, o problema não são as religiões no sentido doutrinário da coisa, são os que a põem em prática e a forma como o fazem. De qualquer das formas, não julgo ninguém com base na sua fé ou ausência dela, mas a prática da religião deve ser confinada a casa e aos respectivos templos. Crucifixos em salas de aula de escolas públicas, como aconteceu durante todo o meu percurso escolar, num estado laico, é inaceitável. Quem diz crucifixos diz quaisquer outros símbolos religiosos de outras confissões. Querem crucifixos na sala e religião e moral, vão para uma escola/colégio Católico ou de outra religião qualquer.
Chamas-lhe discurso abrangente e inconsequente, mas o que não tens coragem de dizer é que é verdadeiro. A não ser que não sejas intelectualmente honesto ou que sejas muito mais novo do que eu (tenho 36), sabes que é verdade. Em todas as situações que mencionei, com excepção feita à dos 'retornados' (tenho 'retornados' na família) que só ouvi dizer dado que nasci em 79, foi exactamente isso que se disse, em tempos de maior e menor sucesso económico. Como diz o outro, a porcaria é a mesma. Mudam as moscas.
Mudam é os protagonistas. Primeiros foi com os 'pretos' que vinham lá das Áfricas, seres caracterizados como selvagens que se andavam a matar uns aos outros. Aliás, os primeiros até foram os ditos 'retornados', que voltavam para a metrópole que já não era a terra deles, como se dizia na altura, para roubarem trabalho aos verdadeiros Portugueses. Depois foi com a malta dos Palop, a seguir eram os Brasileiros que vinham eles para roubar e matar e elas para andar na vida. Depois foi com o pessoal de Leste que vinham para cá roubar e matar, de tão habituados que estavam às guerras e conflitos. A ignorância é a mesma, muda quem a profere e o alvo.
Chamas-lhe discurso abrangente e inconsequente, mas o que não tens coragem de dizer é que é verdadeiro. A não ser que não sejas intelectualmente honesto ou que sejas muito mais novo do que eu (tenho 36), sabes que é verdade. Em todas as situações que mencionei, com excepção feita à dos 'retornados' (tenho 'retornados' na família) que só ouvi dizer dado que nasci em 79, foi exactamente isso que se disse, em tempos de maior e menor sucesso económico. Como diz o outro, a porcaria é a mesma. Mudam as moscas.