Política e economia internacional 2020

O Espanhol tem tido um grande crescimento em número de falantes mas... o inglês é a língua da Ciência, a maior parte das obras de referência dos cursos científicos são publicadas em inglês e cerca de 90% dos artigos médicos são em inglês. Quanto às obras de referência da área da Humanidades, então o Francês e o Alemão são línguas importantes. A UE precisa de 2 ou 3 línguas francas, a minha aposta vai para o francês e alemão.
 
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é sim por ser fácil achas que o mandarim se aprende do pé para a mão e ainda para mais tem mil idiomas estas bem deslocado da realidade . a facilidade com regras simples muito disseminada o mandarim só aparece por via do puro volume de falantes tal como o Hindi praticamente não se fala fora de fronteiras, e algo que tem Chinês em vez de mandarim não espanhol em vez de castelhano não vale o os bites de memoria onde esta guardado

Eu acho isso tudo muito relativo. Nós dizemos que o inglês é "simples" porque estamos habituados desde pequenos a ouvi-lo e a lê-lo em todo o lado. E eu admito, na escola quando contactei com o inglês achei aquilo intragável até me habituar, já o francês não, até o estudava bem. No entanto apenas tive contacto com o francês 3 anos e apenas na escola. O inglês tive desde o 5º ao 12º e fora da escola tem-se muito contacto com ele, mesmo assim só me tornei fluente a conversar com turistas e imigrantes em Lisboa.
 
O Espanhol tem tido um grande crescimento em número de falantes mas... o inglês é a língua da Ciência, a maior parte das obras de referência dos cursos científicos são publicadas em inglês e cerca de 90% dos artigos médicos são em inglês. Quanto às obras de referência da área da Humanidades, então o Francês e o Alemão são línguas importantes. A UE precisa de 2 ou 3 línguas francas, a minha aposta vai para o francês e alemão.

O latim também era a lingua da ciência. Todas as línguas francas são linguas da ciência...
 
Se a América Latina tivesse o poder económico da América do Norte acham que o "Espanhol" e até o Português não teriam outra importância a nível mundial? Eu não acho, tenho a certeza.
 
temos que nos despegar de certos complexos há necessidade de se ter uma lingua franca que dure no tempo pois o seu objectivo é permitir a comunicação entre pessoas da mesma maneira que o latim é usado nas ciências por ser imutável assim um húngaro sabe o que é o staphilococos aureos e o Italiano e um português ou o metro ser a unidade de medida e sei de acidentes entre peças no sistema imperial em maquinas métricas e foi a nasa que fez tal trapalhada
 
Um fenómeno interessante diz respeito à explosão da música em espanhol graças às novas tecnologias. No Youtube, muitas das músicas com mais visualizações são em espanhol.



A música em Espanhol nunca vendeu tanto como agora e tudo se deve ao Youtube ou Spotify.
 
O português já foi a língua franca no Índico.

E o francês foi a língua franca global até décadas recentes. O inglês emergiu após a Segunda Guerra quando os EUA se tornaram a potência dominante.

Nem mais. Eu não estou a criticar o facto do inglês ser língua franca. Tem todo o seu mérito. No entanto trata-se disso, mérito. Dinheiro que a população nativa falante tem para gastar e a sua abertura ao mundo. Aos falantes nativos de espanhol só lhes falta mesmo o poder aquisitivo.
Nos negócios quem tem algo a perder é que se curva a quem não tem nada a perder.
 
Antigamente as grandes editoras escolhiam os artistas que queriam promover e depois enviavam as músicas destes artistas para as rádios e conseguiam aparições na TV nos programas de maior audiência. Nos EUA havia de certa forma uma grande discriminação, até aos anos 60 dos artistas afro-americanos, e até anos recentes dos artistas latinos, que ficavam restringidos a rádios temáticas de música latina e canais de TV temáticos para a comunidade hispânica. Agora, com a internet, esse mundo acabou e nunca se ouviu tanta música em Espanhol nos EUA e na Europa como agora.
 
a lingua franca vem como o nome diz dum dialecto franco (francês) que éra muito usada por marinheiros e com muita influencia de Português e Catalão era compreendida em toda a bacia mediterrânea e que era a primeira que os marinheiros usaram durante os descobrimentos mas passaram para o português pois na africa austral ninguém a sabia
 
Nós dizemos que o inglês é "simples"

Nós não dizemos. É mesmo gramaticalmente uma língua simples. O artigo definido não tem singular nem plural, nem masculino nem feminino. Espetam-lhe um The atrás e fica o problema resolvido. Em Português tem número e, muito pior, género, que salvo raras excepções são aleatórias (o que torna o Português um inferno para se aprender. Como se explica a quem aprende que objectos tenham género? Que a casa seja feminino e o carro masculino? Não se explica. Marra-se). Os adjectivos idem, nem número, nem género. Não há comparação com o Português. E já nem falo do pesadelo do Alemão que tem três géneros (masculino, feminino e neutro mas que tem palavras como 'Mädchen' que significa 'rapariga' que são neutras, portanto 'das Mädchen'. Go figure! Pronomes, substantivos e adjectivos são declináveis e existem 4 casos gramaticais: nominativo, acusativo, dativo e genitivo. Não é, portanto, uma sensação. É uma realidade.
 
Nós não dizemos. É mesmo gramaticalmente uma língua simples. O artigo definido não tem singular nem plural, nem masculino nem feminino. Espetam-lhe um The atrás e fica o problema resolvido. Em Português tem número e, muito pior, género, que salvo raras excepções são aleatórias (o que torna o Português um inferno para se aprender. Como se explica a quem aprende que objectos tenham género? Que a casa seja feminino e o carro masculino? Não se explica. Marra-se). Os adjectivos idem, nem número, nem género. Não há comparação com o Português. E já nem falo do pesadelo do Alemão que tem três géneros (masculino, feminino e neutro mas que tem palavras como 'Mädchen' que significa 'rapariga' que são neutras, portanto 'das Mädchen'. Go figure! Pronomes, substantivos e adjectivos são declináveis e existem 4 casos gramaticais: nominativo, acusativo, dativo e genitivo. Não é, portanto, uma sensação. É uma realidade.
Por outro lado, a ortografia de qualquer língua é simples e fácil de entender ao pé da do inglês...
 
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Enquanto houver pessoas a correrem o risco de morrer, NADA disso interessa. Pode interessar depois de elas estarem fora de água. Eu não sou das hipócritas que chora lágrimas de crocodilo perante as imagens do cadáver de uma criança que aparenta estar a dormir à beira-mar ao mesmo tempo que diz para outros com mais uma dúzia de anos irem para a terra deles. Nem as vidas dos Italianos e Espanhóis que morrem por falta de ventiladores em número suficiente valem mais do que as que se perdem no Mediterrâneo. Nem as vidas dos Chineses que se perderam para o Covid-19 valem mais do que as dos Espanhóis ou Italianos. Ou dos 'nossos'. Podem é chocar-nos mais por estar o fogo a chegar ao nosso quintal. Ao que me oponho é à hipocrisia demasiado óbvia de quem descobriu agora que devemos ser humanos, solidários e generosos para com os mais frágeis e desamparados.
Embora eu racionalmente consiga entender que as vidas dos espanhóis e as dos chineses valem o mesmo, é compreensível até certo ponto que as pessoas se preocupem mais com o que está mais perto - e neste caso de uma doença contagiosa, até faz sentido de certa forma. E não percebi a ligação entre isso e os migrantes no Mediterrâneo
 
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