Política e economia internacional

Estado
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E começamos lentamente a entrar numa ditadura.
Não estamos longe dos estados ditos de ditadura.


Aquilo que estão a fazer é tão só o retirar da liberdade individual, a nossa liberdade única, conquistada há séculos\décadas.
Os bur(r)ocratas estão a minar a nossa sociedade com o "politicamente correto".

As decisões tomadas nos gabinetes vão levar em última instância à convulsão social daqui a alguns anos\décadas (e serão certamente poucas).
A revolução social começa a ser não uma miragem mas uma aspiração, no sentido de retirar o poder aos políticos de treta do mundo ocidental.

Estão a levar-nos para caminhos tortuosos...:sad:
 
Aristocrata

Estamos mesmo, aos poucos, todos vão começando a perceber isso.

Estamos a ser escravizados aos poucos com o nosso consentimento e silêncio.
 
Eis os resultados desastrosos da globalização selvagem, do multiculturalismo e do ensino como negócio. A Europa está cheia de imigrantes que fazem o que os europeus recusam. Os produtos são importados da China e de outros países que não respeitam o ambiente, os direitos dos trabalhadores e até os direitos humanos. As universidades massificaram-se e puseram de lado a qualidade, a exigência e o rigor: o resultado é um excesso de profissionais em várias áreas sem emprego. Se a Europa não tomar outro rumo, a única solução será o regresso do fascismo. E será a própria população que pedirá esta solução. De facto, a História repete-se.

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Re: Outros Protestos

England back to basics...

Ai está a nova recessão e o período económico mais medíocre dos últimos 100 anos.

«Britain’s economy is back in recession, according to official figures, piling pressure on the coalition government and providing fodder for the critics of austerity.
The UK economy contracted 0.2 per cent in the three months to the end of March on top of a 0.3 per cent decline in the last quarter of 2011, providing two successive quarters of a decline in output – the technical definition of a recession used by many economists.»

Infelizmente continua sem entender nada... vai sair do governo com a recessão por resolver, desemprego a aumentar e todas as outras coisas maravilhosas que a teoria económica dominante necessita para se continuar a impor.

«David Cameron, prime minister, said the figures were “very, very disappointing” and said a “very tough situation ... has just got tougher”.
But he added: “It is very difficult recovering from the deepest recession in living memory, accompanied as it was by a debt crisis.” He warned that changing course and borrowing more would imperil low interest rates.»

http://www.ft.com/intl/cms/s/0/0e25582a-8eb0-11e1-aa12-00144feab49a.html#axzz1t4WlIdz0
 
Re: Outros Protestos

O novo roubo oficializado pelo Banco Mundial, inúmeros bancos, fundos de pensões, seguradoras e outras entidades opacas. A máfia do capital livre tenta agora expulsar as populações locais dos países pobres de áfrica das actividades agrícolas tradicionais e do acesso à água.

http://therealnews.com/t2/index.php?option=com_content&task=view&id=31&Itemid=74&jumival=8260

Uganda, óleo de palma. Um dia John Muniishya acorda de manhã e descobre que a terra que costumava cultivar desapareceu e foi substituída por uma plantação de palma a mando de uma multinacional qualquer. O governo tinha declarado interesse público na terra e expropriou-o sem ele saber. A terra passou para as mãos de uma empresa qualquer a milhares de quilómetros dali. É a corrida dos especuladores ao mercado da alimentação.




Exxon Mobil - 104 milhões de dólares de lucro por dia, 1300 dólares por segundo!

http://thinkprogress.org/climate/20...s-are-stuck-with-a-higher-gas-bill/?mobile=nc
 
Editado por um moderador:
Re: Outros Protestos

Não muito diferente das terras nacionalizadas por cá há uns 30 e poucos anos...por uma certa ideologia esquerdista.
 
Re: Outros Protestos

Não muito diferente das terras nacionalizadas por cá há uns 30 e poucos anos...por uma certa ideologia esquerdista.

Bastante diferente da reforma agrária.

A terceira causa porque falta a gente popular é por não terem, neste reino, terras que cultivem e de que possam tirar a sua sustentação... e o Alentejo que pudera socorrer a esta falta (porque é quase tão espaçoso como o resto do reino), como está todo dividido em herdades, e as mais delas muito grandes, nem se povoa, nem se cultiva - Manuel Severim de Faria, 1655.
 
Re: Outros Protestos

... nacionalização da Autoeuropa e outras (poucas) empresas estrangeiras

Vince, por favor não repita a graça. É que as paredes têm ouvidos e se algum resquício dessa intenção chega aos alemães e outras (poucas) empresas estrangeiras .... Eles zarpam!
Quero ver depois quem são os extremistas aristocratas, knights ou até mais agrestes para conseguirem com mãos de Ben Hur seguirar a quadriga portuguesa. :cold:
 
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Li recentemente parte deste livro. Eis alguns dos tópicos focados pelo autor, e algumas das ideias que defende.

- Os EUA são um Império global. Contudo, ao contrário de Roma ou de Londres, que lideraram impérios formais, os EUA lideram um império informal. A próxima década servirá para sedimentar esse império e o poder dos EUA no mundo.

- A maior ameaça ao Império americano é a união da Rússia à UE. A China não constitui um problema. Mais de 80% da população chinesa vive em condições ao estilo da África negra. A China não tem poder militar, nem terá nos próximos 10 anos. Para além disso, nos próximos anos parte da indústria será deslocalizada para países com salários mais baixos, como as Filipinas, o que contribuirá para o arrefecimento da economia chinesa, a par da explosão da bolha imobiliária.

- O Japão não constituirá uma ameaça enquanto permanecer obediente aos EUA e não desenvolver a sua frota naval. A demografia prejudicará a economia japonesa; para além disso, a cultura japonesa è avessa à integração de imigrantes. Assim, no futuro, o Japão poderá tentar expandir-se, pelo que deve estar debaixo de olho.

- A Argentina deverá ser apoiada. Uma Argentina forte e aliada dos EUA poderá ajudar a servir de contrapeso ao poder do Brasil. As relações económicas entre Angola e o Brasil deverão ser impedidas, pois corre-se o risco dos brasileiros dominarem o comércio com a costa ocidental de África. Para além disso, dever-se-á impedir a presença militar do Brasil no Atlântico Sul. Mas de uma forma geral, o Brasil não será para já um problema.

- A descolonização de África foi um excelente negócio para o Reino Unido ou a França. Sem a despesa de manter funcionários públicos e militares no terreno é possível explorar os recursos naturais destes países e sair quando estes já estão esgotados. A Etiópia e o Egipto são os dois únicos países-nação. Tudo o resto é um emaranhado de tribos e etnias. Os actuais países resultam da divisão do continente a regra e esquadro, por isso nas próximas décadas as guerras serão uma constante. Para manter a boa imagem internacional dos EUA, o país deverá dar algumas ajuda financeira, organizar campanhas de caridade e publicitar tudo muito bem. Assim, será mais fácil fazer negócios, e conquista-se a opinião pública global.

- A união da Rússia à Alemanha poderá levar à formação de um Império que superará e destruirá os EUA. Tem de ser evitada a todo o custo. Para isso será criada uma zona tampão. Os EUA têm de controlar a política interna de países como a Polónia e a Hungria. A Rússia tem poder militar e recursos, mas uma economia fraca. A Alemanha tem uma economia forte, e tecnologia, além de controlar o mercado único.


Falta-me ler a parte do mundo árabe ou da Índia.
 
Em breve Espanha poderá receber o maior investimento da área do entretenimento e do turismo de todo o Velho Continente. Segundo a The Economist, uma multinacional com negócios em Macau ou Singapura pretende criar uma Las Vegas na zona euro. O país escolhido foi Espanha, devido ao clima, ao facto de ser o quarto destino turístico global e devido à alta taxa de desemprego: esperam assim receber apoios públicos, pois prometem 250 000 empregos.

O projecto inclui pelo menos 4 hotéis de luxo, casinos, campos de golfe e outras infra-estruturas de entretenimento e turísticas. Os investidores contam atrair turistas de uma população de mil milhões de habitantes, tendo em conta 50 países que estão a menos de uma hora de avião de Madrid.

Falta escolher a cidade onde será instalado o mega-projecto. Barcelona ou Madrid?

Os críticos afirmam que este investimento poderá atrair redes de crime organizado (droga, prostituição, máfia), gerar vícios, criar empregos precários ou com salários baixos. Para além disso, o impacto ambiental da nova cidade será elevado.

Imaginem algo assim em Portugal! Resolver-se-ia logo parte do nosso problema do desemprego.
 
Bancos espanhóis perderam 23 mil milhões em menos de cinco meses

A banca espanhola perdeu em bolsa 23 mil milhões de euros nos primeiros cinco meses deste ano, o que equivale à capitalização conjunta da CaixaBank, Banco Popular, Bankia e Sabadell, de acordo com as contas da EFE. Segundo a recolha feita pela agência de notícias espanhola, o Banco Santander foi a entidade financeira que mais valor de mercado perdeu, passando de 50,2 mil milhões de euros, no principio de janeiro, para 42,4 mil milhões, no final de abril.
As perdas bolsistas dos bancos espanhóis foram agravadas pelas notícias, na semana passada, da entrada em recessão do país e da descida do 'rating' pela Standard & Poor's relativamente às entidades financeiras.

DESTAK

Simiocracia



aleixsalo
 
Editado por um moderador:
Interessante ler isto.

De certeza que essa cantora foi bem paga para produzir esse videoclip e provavelmente foi feito de forma subtil que ela se calhar nem se dá conta disso. E tanto se controla a música pop com propaganda, como se monotoriza a internet para calar dissidentes ou quem organize mudanças. Realmente a diferença é que a China e a Coreia ou o Irão fazem tudo às claras e há mais tempo, no ocidente, o controlo é mais subtil, mas também existe e tem aumentado de ano para ano. É preciso uma nova inspiração pela democracia e liberdade.


Katy Perry é uma cantora sem qualquer talento. É bonita e simpática, mas não passa disso. Não escreve as letras, tem uma voz mediana, não produz. Mais uma marioneta nas mãos da indústria discográfica, controlada por agentes, produtores, fotógrafos, etc.

O mais recente vídeo musical desta artista é uma pura peça de propaganda militar para as juventude norte-americana.

Repito o que tenho vindo a denunciar. Há várias décadas que o poder político e financeiro controlam Hollywood e toda a indústria discográfica. São os meios mais poderosos que organizações como a CIA têm para levar as massas de todo o Ocidente a aceitar a sua agenda. Muitas letras e vídeos musicais são por vezes meras encomendas de poderes obscuros. Principalmente as artistas do sexo feminino são escolhidas não pelo seu talento mas pela sua imagem e capacidade de submissão. E quando fogem à agenda, misteriosamente, este tipo de marioneta começa a ser alvo de perseguição por parte dos meios de comunicação social, surgem escândalos, são excluídos das rádios, das revistas e da televisão. Sucedeu com Michael Jackson ou Whitney Houston, bem como com Madonna, cuja carreira apenas sobreviveu graças ao mercado europeu e a um forte equilíbrio mental.

As massas, ao visualizarem o novo vídeo de Katy Perry, acham piada à ideia de utilizar o mundo militar na música pop. Ser soldado é agora cool, é fixe, é porreiro.

Katy Perry - Part Of Me - YouTube



Enquanto ninguém critica abertamente este tipo de propaganda, o novo anúncio de Madonna foi censurado nos EUA por ser demasiado provocante. Um anúncio banal com uma mulher de 50 anos que parece ter 30 em roupa interior é censurado. Mas a propaganda militar é fixe.

"Truth or Dare by Madonna" Fragrance Commercial - YouTube

E chamam àquilo um país de liberdade? Se aqui em Portugal este anúncio fosse censurado ou proibido caía o Carmo e a Trindade!

Dizia eu atrás que quando algum artista cai na asneira de denunciar o sistema tem a carreira destruída. Foi o que aconteceu com Michael Jackson por ter lançado singles com este:

Michael Jackson - They Don't Care About Us - YouTube
 
Re: Outros Protestos

Espanha já tem o seu BPN.... :lol:


Agreste como se pode rir da situação no país vizinho? :huh: Tenho a certeza que sabe do perigo que representa para Portugal a situação deficitária de Espanha. As convulsões sociais em epocas de crise economica e financeira juntamente com a escassez de recursos v.g. naturais facilmente geram gerras civis. É, no minimo, alarmante aquela "pancadaria" toda na Grécia e eu - tão como milhares de portugueses - escolho austeridade para ver se conseguimos "aguentar o barco".

Por favor, sorria quando fala de praia, surf, ski, petiscos saborosos, etc, etc mas não de desastres, tumultos, terrorismo, crise economica e financeira. Ninguem que ver a Ocidental Praia Lusitana banhada de sangue, fome e peste.
 
Estado
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