O desemprego tem uma grande relação com a propriedade da terra. Muito desemprego, propriedades muito grandes, individualismo e absentismo.
O desemprego tem uma grande relação com a propriedade da terra. Muito desemprego, propriedades muito grandes, individualismo e absentismo.

Sinceramente não vejo essa relação, vejo outras, basta pesquisares as ofertas de emprego pela Europa toda. Há uma disfunção enorme entre oferta e procura, por exemplo há milhares de ofertas de emprego para electricistas, mas já não há para engenheiros da área. O modelo social europeu (e outros ocidentais) transformou-se numa espécie de fábrica de canudos de secretária.
Por cá, a realidade é outra.. A economia de subsistência, tem uma grande relação com a dimensão das propriedades! Propriedades pequenas e dispersas = produção individual, sem mercado, em especial em regiões onde praticamente todos praticam alguma agricultura!
Uma propriedade pequena não contribui para o emprego, apenas para subsistência. Uma propriedade grande se não contribui para o emprego, das 2 uma:
- está "abandonada" ou com donos falidos, ou envelhecidos,...
- emprega, mas sem descontos, como economia paralela e daí que não tenha repercusão nos números do desemprego.
Existe ainda outra realidade, que é o desinteresse total de um desempregado em trabalhar para a agricultura. Por aqui, existem hectares que podem ser cultivados, por desempregados, rsi e outros, mas não aparece ninguém interessado!
O problema já não se resume apenas a propriedades pequenas vs grandes! A população entretanto já se deslocalizou, já envelheceu e poucos são os que herdaram conhecimentos básicos em agricultura! Há pessoas em grandes cidades que pensam que os pimentos vêm de árvores, é hilariante!![]()
Alemã deixa aldeia olímpica devido a suspeita de ligações à extrema-direita
A remadora germânica Nadja Drygalla deixou a aldeia olímpica de Londres2012, após ter visto o nome do seu companheiro envolvido numa reportagem sobre a extrema-direita, revelou o comité olímpico alemão.
Nadja Drygalla, que fez parte da tripulação de shell de oito que falhou o apuramento para a final, optou por deixar a aldeia olímpica para não provocar mal-estar na comitiva.
A atleta, na reunião com os dirigentes olímpicos germânicos e responsáveis do remo, demarcou-se do caso e "atestou de forma credível" que se encontra "comprometida com os valores da Carta Olímpica".
O porta-voz do Comité Olímpico Internacional (COI), Mark Adams, defendeu que o caso de Nadja Drygalla não constitui um problema, pois a atleta não fez qualquer referência a Londres2012.
Atleta expulsa dos Jogos Olímpicos por comentário racista
Poucos dias depois da morte de um homem de 75 anos vitima do vírus do Nilo, uma atleta grega do triplo salto achou que podia ter graça ao escrever no Twitter que «com tantos africanos a viver na Grécia, os mosquitos do vírus do Nilo estão a alimentar-se de comida caseira». A "piada" foi imediatamente repudiada pelo chefe da missão olímpica grega.
O Comité Olímpico da Suíça expulsou o defesa Michel Morganella da equipa de futebol, depois do jogador de 23 anos ter publicado um comentário polémico na rede social Twitter, após a derrota dos helvéticos frente à Coreira do Sul por 2x1.
Depois de se ter envolvido com vários sul-coreanos durante a partida, o defesa direito do Palermo, de Itália, não conseguiu afastar a frustração e escreveu o seguinte: «Vou espancar todos os coreanos, que se queimem todos os retardados», atirou sem pejo.
As reações no facebook não tardaram, com vários users a ameaçarem o jogador suíço de morte.
A consequência lógica foi a expulsão de Morganella da comitiva suíça que rapidamente endereçou um pedido de desculpas ao comité sul-coreano
Jovem detido por comentários maldosos sobre nadador britânico
Um jovem de 17 anos foi detido no sul de Inglaterra por ter feito comentários impróprios na rede social Twitter sobre o nadador britânico Tom Daley.
Tom Daley, de 18 anos, era uma das grandes esperanças britânicas nos saltos para a água, mas na prancha a 10 metros sincronizada, juntamente com Peter Waterfield, não foi além do quarto lugar.
De acordo com a polícia, Tom Daley recebeu uma mensagem na qual era acusado de, ao ter falhado a conquista de uma medalha, ter defraudado o seu pai Rob, que morreu no ano passado, vítima de um tumor cerebral.
Doente de Parkinson detido por... não sorrir
Este é provavelmente o momento mais insólito e também embaraçoso para a organização e polícia de Londres. Segundo o "The Guardian", Mark Worsfold, de 54 anos, que sofre da doença de Parkinson, foi detido no dia 28 de julho por... não estar a sorrir durante a prova de estrada de ciclismo.
Worsfold, antigo soldado e instrutor de artes marciais, denunciou a situação ao referido periódico, contando que a polícia questionou a sua "disposição" quando este estava sentado num muro, juntamente com um grupo de pessoas.
Se a situação foi claramente desagradável, convém referir que Worsfold sofre de uma rigidez muscular na face, situação que obviamente dificultava o sorriso que os polícias "exigiam".
Em face do ocorrido, o homem de 54 anos exige um pedido de desculpas por parte da polícia de Surrey, admitindo que o tratamento dado foi "desproporcionado", apesar de ter sido libertado no próprio dia, depois de ter passado pela esquadra.
Em declarações ao The Guardian, a polícia de Surrey defendeu-se da situação: "O homem estava posicionado próximo de um grupo pequeno de protestantes e, baseado no seu comportamento, estilo de roupa e proximidade com o grupo, os agentes decidiram avançar para a detenção, para prevenir eventuais violações da paz".
Párias sem página
Sendo inevitável a discriminação entre os homens, talvez seja inevitável também que, na era da Internet, a discriminação tenha origem virtual e não real. Um exemplo? O Facebook, de tal modo participado que atrai a desconfiança sobre os escassos excluídos. A desconfiança e, conforme se começa a verificar, não só.
De acordo com a Forbes, diversas empresas americanas passaram a considerar a ausência no Facebook um possível critério de exclusão no momento de admitir novos funcionários. Ao que consta, o raciocínio é o seguinte: quem não possui uma página na "rede" do sr. Zuckerberg provavelmente não possui uma vida digna de ser exposta em público e levanta suspeitas, quiçá, digo eu, de negócios obscuros, pedofilia ou envolvimento em cultos satânicos. Ou pior.
A revista alemã Der Taggspiegel dispensa salamaleques e lembra frontalmente que tanto Anders Behring Breivik, o psicopata norueguês, quanto James Holmes, o sujeito que matou uma dúzia de infelizes numa sala de cinema no Colorado, não constavam do Facebook. Logo, será lícito concluir que, mais dia, menos dia, os indivíduos alheios à dita "rede social" desatarão aos tiros em público. No mínimo, os indivíduos em causa não são de fiar: um artigo recente na Slate.com avisa que não se deve namorar com eles, visto que a reticência ao Facebook é sinónimo de reticência em assumir a verdadeira identidade e constitui uma, cito, "bandeira vermelha". Em contrapar-tida, um psicólogo chamado Christopher Moeller afirmou, novamente à Der Taggspiegel, que o Facebook define a capacidade de manter relações sociais saudáveis e confere aos utilizadores um, cito outra vez, "atestado de sanidade".
Recapitulando, se você possui amigos de carne e osso, com os quais se encontra e conversa directamente em casa ou no restaurante, você é um perigo potencial e merece ser um rematado pária, sem companhia, família ou - convém lembrar - emprego, que os pervertidos confundem com trabalho e que as pessoas saudáveis sabem não passar de um pretexto para cirandar adivinhem onde.
E qual é a novidade disso? Isso faz-se há décadas, de outras formas, mas sempre foi assim. Em Portugal também acontece, ainda há umas semanas levaram os PC's todos do gajo do site tugaleaks sem grandes explicações. Se fizessem ideia do que se passa hoje em dia com o cruzamento de informação, da perca de privacidade, etc, etc, as pessoas teriam mais cuidado.
Mas diga-se, quase ninguém parece particularmente preocupado com isso. Como costumo dizer aos meus amigos, meio a brincar meio a sério, por exemplo o facebook é a maquina mais diabólica e totalitária já inventada pelo homem, e claro, ninguém entende o que quero mesmo dizer![]()
A culpa disso tudo é do "neo" liberalismo![]()