Na edição de propaganda de hoje:
Económico
Faltou dizer: Cada euro ou dólar que deixarem de pagar nas tarifas, significa menos um euro ou dólar que as importações têm que pagar.
Não há muito tempo atrás:
Público
Quem garante que os produtores mexicanos, com o seu menor custo, não destruirão a produção portuguesa? Quem garantirá que as empresas portuguesas fiquem em Portugal e não se desloquem para o México? O surgimento da China não foi aleatório. Os acordos de livre comércio facilitaram a deslocação da indústria para o Oriente com os resultados hoje facilmente visíveis.
Também não é à toa que o acordo tem um secretismo desconcertante numa democracia. A globalização trouxe salários e níveis de vida mais baixos. O capital perseguirá sempre o mais pobre dos pobres. E isso não mudará.
Durante 48 horas o embaixador norte-americano visitou empresas exportadoras de sucesso no norte do país. Fim das tarifas com o acordo de comércio livre (TTIP) vai beneficiar exportações de têxtil e calçado.
(...)
"Aumento de salários a longo prazo e criação de empregos (40 600) a curto prazo" são os principais efeitos macro-económicos que poderão esperar em Portugal, sublinha Paula Redondo Pereira, chefe de gabinete do secretário de Estado dos Assuntos Europeus que acompanha esta visita. O estudo encomendado pelo executivo revela que "têxtil e calçado serão os sectores mais beneficiados".
"Cada euro ou dólar a menos que deixarem de pagar em tarifas, significa mais um euros ou dólar investido nas empresas e na criação de emprego", salienta o director executivo do AICEP, Pedro Pessoa e Costa que integrava a comitiva desta ronda.
Económico
Faltou dizer: Cada euro ou dólar que deixarem de pagar nas tarifas, significa menos um euro ou dólar que as importações têm que pagar.
Não há muito tempo atrás:
Os eurodeputados portugueses Vital Moreira e Nuno Melo defenderam hoje que a abertura do mercado europeu ao Paquistão vai penalizar os países mais pobres, atingindo sobretudo a indústria têxtil portuguesa e podendo destruir postos de trabalho.
Neste sentido, o eurodeputado Nuno Melo (CDS-PP) apresentou hoje uma proposta de resolução, em Estrasburgo, pedindo o impedimento da abertura do mercado da União Europeia aos têxteis do Paquistão, recentemente decidida pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que tem ainda de ser aprovada pelo Parlamento Europeu.
Público
Quem garante que os produtores mexicanos, com o seu menor custo, não destruirão a produção portuguesa? Quem garantirá que as empresas portuguesas fiquem em Portugal e não se desloquem para o México? O surgimento da China não foi aleatório. Os acordos de livre comércio facilitaram a deslocação da indústria para o Oriente com os resultados hoje facilmente visíveis.
Também não é à toa que o acordo tem um secretismo desconcertante numa democracia. A globalização trouxe salários e níveis de vida mais baixos. O capital perseguirá sempre o mais pobre dos pobres. E isso não mudará.

