Referendo sobre a permanência na UE no Reino Unido

Foram expulsos?



Horrível é que não foram os nazis fascistas dos alemães que saíram, que por mero acaso são o maior contribuinte liquido da UE....

E o que é que os "Tugas" bloquistas acham de perto de 1 milhão de gregos votantes num partido neo-nazi? um dia que a Grecia vire para extrema direita mas extrema direita a sério, não é inglesa é mesmo a sério e comece a expulsar os migrantes do seu territorio, quero ver o que é que bloquistas irão dizer.
Ainda me lembro nos anos 80 e 90 os gregos acharem-se superiores e melhores que nós portugueses devido á CEE. Aliás acho que fizeram barulho com a entrada de Portugal e Espanha na CEE
 
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É por isto que continuo a dizer que haveria de se dividir Portugal em dois: uma parte do país pró-europeia e capitalista e outra parte comunista e isolacionista. Assim com os resultados da realidade crua e nua poderia ser que muita gente abrisse a pestana, desperta-se consciências entre o que é a realidade e o que são os impulsos e desejos. Enfim...

Nos tempos do Prec isso poderia teria acontecido, tivemos sorte em parte que as grandes potências acordaram que a URSS ficava com Angola e os States com Portugal, com a compartida de o PCP ser um Partido aceite em Portugal(palavras da Isabel do Carmo á revista visão) senão a coisa poderia ter sido mais complicada.
 
Foram expulsos?

Não. Mas essa não é melhor pergunta. Há que responder é a esta: Porque é que não foram expulsos? (não esquecendo que a vontade da Grécia é irrelevante numa expulsão)

Horrível é que não foram os nazis fascistas dos alemães que saíram, que por mero acaso são o maior contribuinte liquido da UE....

Por isso mesmo. E ainda há portugueses que se queixam do socialismo... :rolleyes::lol:

O pânico está a ser desnecessariamente amplificado. Não acredito que o acordo de saída (se chegar a haver) venha a ser assim tão dramático. Entretanto fico entretido a ver a malta a adotar a linguagem fascista. Claro que não se pode usar esse termo porque na Europa não há isso. Na linguagem europeia só há: ações excecionais para proteger a democracia e o bem-estar pan-europeu :lmao:Tira-se a opinião para proteger a liberdade. Faz sentido não faz? :D
 
Também é giro que um dia após os 28 terem passado a 27 se reúnam a 6. Continuem que vão bem. E depois admirem-se.
 
Não. Mas essa não é melhor pergunta. Há que responder é a esta: Porque é que não foram expulsos? (não esquecendo que a vontade da Grécia é irrelevante numa expulsão)



Por isso mesmo. E ainda há portugueses que se queixam do socialismo... :rolleyes::lol:

O pânico está a ser desnecessariamente amplificado. Não acredito que o acordo de saída (se chegar a haver) venha a ser assim tão dramático. Entretanto fico entretido a ver a malta a adotar a linguagem fascista. Claro que não se pode usar esse termo porque na Europa não há isso. Na linguagem europeia só há: ações excecionais para proteger a democracia e o bem-estar pan-europeu :lmao:Tira-se a opinião para proteger a liberdade. Faz sentido não faz? :D

a questão é o precedente, e o efeito de contágio, ainda para mais quando de um lado tens uma Le Pen, um Trump, Austria, etc,etc onde a extrema direita euro-céptica cresce e por outro tens na Penisula Ibérica uma esquerda radical também euro-céptica que pensa que vai viver do ar e do facto de Portugal ser um grande pais com um grande povo .
 
Nos tempos do Prec isso poderia teria acontecido, tivemos sorte em parte que as grandes potências acordaram que a URSS ficava com Angola e os States com Portugal, com a compartida de o PCP ser um Partido aceite em Portugal(palavras da Isabel do Carmo á revista visão) senão a coisa poderia ter sido mais complicada.

Começo a achar que isso deveria ter acontecido, porque nem depois de isso ter acontecido na Alemanha (com a posterior reunificação e as ilações que os próprios tiraram porque viveram e sentiram as consequências disso mesmo) os partidos de esquerda mudaram de discurso e de ideias (pelo contrário, continuam a reforçar que esse era e é o caminho). Pois bem, eu quero estar num país que tenha alguma hipótese de prosperidade, com liberdades e de mercado/comércio aberto (e não num país onde é o Estado que me dita o que faço, o que como, o que visto e por onde posso andar). Respeito quem pensa assim, mas eu não aceito essa ideologia fechada e retrógada em pleno século 21.

Já agora, fica aqui uma reflexão interessante...
http://mediaserver4.rr.pt/newrr/terca_noite_d211631886a.mp3
 
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Foi uma reunião simbólica entre os fundadores da UE. Tenho ideia que também nasceste nesses países como eu, ao lado do meu jardim de infância onde cresci havia uma muralha de pedra cravejada de impactos de projecteis da 2ªguerra mundial aonde todos os anos havia uma excursão da escola. Muitas crianças no Luxemburgo, Bélgica, Holanda, sul da Alemanha, norte de França. etc, foram felizmente educadas para perceberem o que se passou na Europa antes de nascerem.

É. A UE está cheia de simbolismos. Sempre os mesmos. Não me surpreende nada, claro. Está em linha com aquilo que é a UE agora. Se a saída de um estado membro não é o momento certo para falar a uma só voz e com um comunicado que represente os 27 que, por enquanto, lá estão, não vale a pena dizer mais nada a não ser o que já disse: continuem e depois queixem-se. Irra, que não se aprende mesmo nada.
 
Começo a achar que isso deveria ter acontecido, porque nem depois de isso ter acontecido na Alemanha (com a posterior reunificação e as ilações que os próprios tiraram porque viveram e sentiram as consequências disso mesmo) os partidos de esquerda mudaram de discurso e de ideias (pelo contrário, continuam a reforçar que esse era e é o caminho). Pois bem, eu quero estar num país que tenha alguma hipótese de prosperidade, com liberdades e de mercado/comércio aberto (e não num país onde é o Estado que me dita o que faço, o que como, o que visto e por onde posso andar). Respeito quem pensa assim, mas eu não aceito essa ideologia fechada e retrógada em pleno século 21.

Já agora, fica aqui uma reflexão interessante...
http://mediaserver4.rr.pt/newrr/terca_noite_d211631886a.mp3

O que nos safou foi um pouco a religiosidade e conservadorismo do Norte e Centro/Norte do pais que rejeitou sempre o marxismo-leninismo, porque senão poderíamos ter tido problemas sérios, já que a militância, as ligações, as estruturas marxistas pro URSS ou outras derivações tipo maoistas, jugoslavas, eram muitas na parte sul do pais e com apoio popular. Se as potências decidissem complicar a coisa, e o PCP recebesse directrizes para cerrar fileiras a coisa poderia-se ter mesmo complicado. Felizmente para todos lá o PS pós o socialismo na gaveta, e fomos na direcção certa.
 
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É. A UE está cheia de simbolismos. Sempre os mesmos. Não me surpreende nada, claro. Está em linha com aquilo que é a UE agora. Se a saída de um estado membro não é o momento certo para falar a uma só voz e com um comunicado que represente os 27 que, por enquanto, lá estão, não vale a pena dizer mais nada a não ser o que já disse: continuem e depois queixem-se. Irra, que não se aprende mesmo nada.


Lá nisto tenho que concordar contigo. Uma reunião a 27 e com uma conclusão final a uma só voz, acho que ficava bem melhor.
 
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O que nos safou foi um pouco a religiosidade e conservadorismo do Norte e Centro/Norte do pais que rejeitou sempre o marxismo-leninismo, porque senão poderíamos ter tido problemas sérios, já que a militância, as ligações, as estruturas marxistas pro URSS ou outras derivações tipo maoistas, jugoslavas, eram muitas na parte sul do pais e com apoio popular. Se as potências decidissem complicar a coisa, e o PCP recebesse directrizes para cerrar fileiras a coisa poderia-se ter mesmo complicado. Felizmente para todos lá o PS pós o socialismo na gaveta, e fomos na direcção certa.

Os EUA queriam fazer de Portugal uma vacina do comunismo para a Europa, mas devido ao que mencionaste isso não aconteceu (também por outros motivos, mas não me vou alongar aqui). Mas vai ser interessante ver Portugal quando a EU acabar. Quero ver se as ideias do discurso anti-europa continuam. É que há gerações que não têm consciência do que é estar fora do "escudo protector" que é a UE para países como o nosso. Olha que aí já não podem andar a negociar décimas do défice por periodos longos de tempo (nem poderá sequer existir défice), nem se lembram da ferocidade que é levar com o protecionismo de interesses nacionais de outros países mais fortes... Já agora, e só para rematar, cada vez que pedem e exigem mais Estado, depois não sei queixem que cortam aqui e ali e que aumentam os impostos (com todas as consequências que isso depois trás a nível da sociedade, das empresas e investimento ou falta dele, desemprego, etc). O Estado é nada mais nada menos do que cada um contribui do seu bolso. E quanto menos tens no teu bolso (e quanto menos tens tu para controlar), menos liberdades tens, and so on...
 
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O que nos safou foi um pouco a religiosidade e conservadorismo do Norte e Centro/Norte do pais que rejeitou sempre o marxismo-leninismo, porque senão poderíamos ter tido problemas sérios, já que a militância, as ligações, as estruturas marxistas pro URSS ou outras derivações tipo maoistas, jugoslavas, eram muitas na parte sul do pais e com apoio popular. Se as potências decidissem complicar a coisa, e o PCP recebesse directrizes para cerrar fileiras a coisa poderia-se ter mesmo complicado. Felizmente para todos lá o PS pós o socialismo na gaveta, e fomos na direcção certa.


Sem dúvida. Foi o contra balanço certo na altura certa.
 
Até costumo dizer como lisboeta, um pouco na brincadeira um pouco a sério, que a malta do Norte safou-nos duas vezes na Historia de boa.
No seculo XII,XIII safou-nos do Islão, se não a esta hora andava a rezar ao Alá :lol:
Nos finais do seculo XX safou-nos do comunismo :lmao:e a esta hora estava a conduzir um Trabant

Só posso agradecer que o pais vá para lá do Mondego e que o Dom Afonso Henriques tivesse se chateado com mãe e decidisse reconquistar terras a sul e fundar uma nação, senão isto seria complicado:lol:
 
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Lá nisto tenho que concordar contigo. Uma reunião a 27 e com uma conclusão final a uma só voz, acho que ficava bem melhor.

É o que temos. Depois admiram-se. Tanta cabeça junta e tão pouco neurónio.