Seguimento - Incêndios 2007

Tópico em 'Seguimento Meteorológico' iniciado por Vince 17 Mai 2007 às 14:01.

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    Portugal sofre com incêndios

    Um incêndio deflagrou este domingo à tarde na localidade de São Matias, em Nisa. Por esta altura, o fogo, localizado numa zona de eucaliptos, está a ser combatido por 89 homens apoiados por 27 veículos, três helicópteros e quatro aviões.


    De acordo com a TSF, três homens ficaram feridos no combate às chamas.

    Os bombeiros estão a ser apoiados por dois aerotanques pesados Canadair. A equipa de fogos tácticos de supressão foi também accionada para o combate às chamas.
     
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    Piloto morre no combate ao fogo em Torres Novas


     
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    Fogos em Ferreira do Zêzere e Nelas

    Dois fogos lavram no território continental, um no concelho de Ferreira do Zêzere e outro no concelho de Nelas, encontrando-se os dois não circunscritos, de acordo com a Protecção Civil.
    Um incêndio florestal deflagrou hoje às 13:53 na localidade de Igreja Nova, concelho de Ferreira do Zêzere, distrito de Santarém.
    O fogo está a ser combatido por 90 bombeiros, 27 viaturas, três helicópteros e dois aerotanques pesados, indica o site na Internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).
    Por outro lado, um incêndio em zona de mato lavra desde as 14:24 na localidade de Urgeiriça, concelho de Nelas, distrito de Viseu.
    Este fogo está a ser combatido por 48 bombeiros, 11 viaturas, um helicóptero e dois aerotanques ligeiros.
    Durante o dia de quarta-feira, a ANPC registou 126 ocorrências de fogo florestal, que mobilizaram 1.658 bombeiros e 412 viaturas.

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    Fonte: © Diário Digital / Lusa


    Venha daí essa chuva para que isto acabe rapidamente.
     
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    Fogo durante a madrugada em S. João da Pesqueira já em fase de rescaldo

    Um fogo começou hoje de madrugada no Concelho de S. João da Pesqueira, distrito de Viseu, numa zona de mato, onde lavrou durante mais de duas horas, de acordo com a Protecção Civil.
    O incêndio, o primeiro de maiores dimensões registado hoje, começou cerca das 06:00 na Quinta das Lajes e entrou em fase de rescaldo às 08:16.
    Foi combatido por 40 bombeiros com o auxílio de dez viaturas.
    Dados da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) indicam que na terça-feira se registou em Portugal um total de 84 fogos, a que acorreram 1.256 bombeiros auxiliados por 307 viaturas.
    Contudo, destes incêndios florestais a ANPC só informou da existência de três por terem atingido maior dimensão e de acordo com critérios previamente estabelecidos: prolongarem-se por mais de duas horas, envolverem mais de dez viaturas no combate ou ocorrerem em área s de paisagem protegida.
    Os três incêndios de maior proporção registados até às 00:00 de hoje ocorreram em Valongo (porto), Mirandela (Bragança) e Mértola (Beja).

    © 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2007-08-15 09:10:01
     
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  8. Gerofil

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    Mértola: fogo combatido por aerotanques pesados

    O incêndio que lavra desde desde manhã de hoje em Ribeira Vascão, Mértola, o único por circunscrever às 12:45, está a ser combatido pelos dois aerotanques pesados Beriev, segundo a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), noticia a Lusa. Este incêndio que deflagrou às 11:30 está a ser combatido por 78 bombeiros apoiados por 23 viaturas, um helicóptero e os dois aviões russos Beriev, que estão em Portugal para reforçar o combate aos fogos.
    Entretanto, o incêndio que eclodiu domingo à noite no Alandroal, distrito de Évora, entrou em fase de vigilância, permanecendo no terreno 68 bombeiros e 19 veículos.


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    Fogo já terá destruído 200 hectares do parque Natural do Guadiana

    Cerca de 200 hectares do Parque Natural do Vale do Guadiana já terão sido consumidos pelo incêndio que lavra naquela área protegida desde cerca das 10:00 de hoje, disse o presidente da Câmara local, Mértola. Em declarações à agência Lusa, Jorge Pulido Valente disse que o fogo iniciado junto à Ribeira do Vascão, que separa o Algarve do Alentejo, está a ser difícil de combater devido ao terreno muito acidentado e ao vento forte.
    Embora ainda não disponha de dados precisos, o autarca, que já esteve no local e conta regressar lá ainda hoje, disse que as chamas terão já destruído uma área aproximada dos 200 hectares, principalmente de mato (estevas). "É uma zona muito selvagem", considerou o presidente da Câmara, para ilustrar a dificuldade nos bombeiros em combater o fogo.
    O parque Natural do Vale do Guadiana ocupa uma vasta área adjacente ao grande rio do sul com a extensão total de 69 mil hectares. Cerca das 17:00, e de acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), estavam a combater aquele fogo 124 bombeiros, com 36 veículos e auxiliados por dois helicópteros e os dois aviões-tanque Beriev, os maiores do mundo, alugados pelo Governo na época de fogos. Foram também destacados para o local dois grupos de especialistas no uso de contra-fogo, para tentarem travar o avanço das chamas.
    À mesma hora apenas continuava activo e por controlar outro incêndio de proporções consideráveis, no Sardoal, distrito de Santarém, que mobilizava 156 bombeiros, 44 viaturas, um helicóptero e dois aviões-tanque. Este fogo começou às 13:46 e está também a ser combatido por duas equipas de Análise e Uso de Fogo.
    Os restantes incêndios que deflagraram durante a tarde foram todos dados como extintos pela ANPC.

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    Idosos evacuados no Sardoal

    Cerca de vinte idosos foram evacuados hoje pelos bombeiros do Centro de Dia de Alcaravela, Concelho do Sardoal (Distrito de Santarém), por causa de um incêndio florestal, disse à agência Lusa o presidente da Câmara do Sardoal. "O fogo [que começou no Sardoal às 13:45] já entrou nos Concelhos Abrantes e Mação. Temos novas povoações ameaçadas em Alcaravela, nomeadamente as aldeias de Panascos, Santa Clara, Presa, Palhota e Cabeça. Por prevenção, o centro de dia foi evacuado, uma vez que o fogo chegou a poucos metros do edificio", adiantou Fernando Moleirinho.
    Apesar da ameaça de algumas habitações, o presidente da Câmara do Sardoal disse não ter conhecimento de que alguma tenha sido destruída pelo fogo: "Só sei que houve uns amexos de uma casa, uns palheiros, atingidos pelas chamadas. É tudo o que sei até agora". O Concelho do Sardoal foi o primeiro, no Distrito de Santarém, a ser atingido pelo fogo perto das 14:00, segundo a página da Internet da Protecção Civil.
    Ás 17:12 deflagrou um outro incêndio florestal na Sabacheira (Tomar), no mesmo Distrito, e cerca de uma hora depois o incêndio do Sardoal chegou ao Concelho de Abrantes, em Lerca, registando a Protecção Civil o início deste novo foco de incêndio às 18:31. "A situação está complicada devido ao forte vento, que faz com que tenhamos no terreno não um incêndio mas vários focos de incêndios", afirmou o governador civil de Santarém Paulo Fonseca.
    O fogo do Sardoal está a ser combatido por 198 homens, 60 veículos, três máquinas de arrasto, um helicoptero e dois aerotanques, enquanto em Lerca (Abrantes) combatem o fogo 57 homens e 17 veículos. O presidente da Câmara do Sardoal assinalou a coincidência da data em que começou um fogo: "Todos os anos é a mesma coisa, na mesma data e à mesma hora, tem havido um foco de incêndio e da mesma maneira. Não posso afirmar que é fogo posto mas digo-lhe que estou convencido que foi. No ano passado, por esta data e à mesma hora, houve focos de incêndio ao longo da Estrada Nacional 2, como hoje".
    O último grande incêndio no Sardoal registou-se em 1995, tendo provocado a morte de alguns habitantes daquelas povoações. "Todos os anos há tentativas mas temos conseguido travá-las nos últimos anos. Hoje apagámos três focos de incêndio mas o quarto, com o forte vento, não conseguimos apagar", concluiu Fernando Moleirinho.

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    Incêndios: Fogo do Sardoal ganha dimensão e aproxima-se de povoações - vereador Mação

    Mais de oito horas depois de ter começado, o incêndio do Sardoal (distrito de Santarém) ganha dimensão e lavra com "grande intensidade próximo de várias povoações", segundo o vererador da Câmara Municipal de Mação, José Louro Martins.

    Agência Lusa
     
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    Fogos de Sardoal e Tomar de novo activos

    O incêndio que segunda-feira deflagrou no Sardoal reactivou hoje de manhã, estando a ser combatido por meios aéreos pesados, disse à agência Lusa fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro. Segundo o comandante de serviço, a frente do Sardoal está novamente activa, tendo-se igualmente reacendido o fogo que segunda-feira à tarde deflagrou em Tomar, desta feita junto a Vale Meão.
    Segundo a fonte, os incêndios activos encontram-se próximo de zonas habitadas mas não existem de momento situações de risco. O Governador Civil do distrito de Santarém disse à lusa que o incêndio que deflagrou ao princípio da tarde no Sardoal, e que depois se propagou aos concelhos vizinhos de Abrantes e Mação, afectou de forma intermitente uma área de cerca de mil hectares.
    Paulo Fonseca afirmou que a situação vivida segunda-feira foi «anómala» com o vento a provocar muitas projecções, algumas a 300 metros, o que levou a um cenário de «várias dezenas de fogos» numa área de cerca de mil hectares, que não ardeu em contínuo mas com vários conjuntos de fogos diferentes. Várias povoações ficaram «pelo meio», não chegando a ser afectadas, disse, afirmando que houve um ou dois casos em que arderam palheiros ou arrecadações, sem que qualquer edificação habitada tivesse sido atingida.
    Tal como no incêndio do Sardoal, que chegou a Mouriscas (Abrantes) e «tocou Mação», o fogo registado em Sabacheira (Tomar), que também rondou zonas habitadas, sofreu igualmente o efeito do vento, com várias projecções, embora numa dimensão menor, afirmou.

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    A23 cortada diversas vezes devido ao fumo a Norte de Abrantes

    A circulação de trânsito na A23 junto a Abrantes foi hoje interrompida diversas vezes devido ao fumo provocado pelo incêndio que lavra na zona, disse o Governador Civil do distrito à agência Lusa. Paulo Fonseca disse à Lusa que a situação entre a A23 e o rio Tejo, na zona a Norte de Abrantes, é a que neste momento "merece mais cuidado", devido à existência de uma série de povoações, "embora não haja perigo" para as habitações.
    Segundo disse, a situação é hoje menos preocupante que a registada segunda-feira, em que o incêndio que deflagrou ao princípio da tarde no Sardoal alastrou aos concelhos vizinhos de Abrantes e Mação, devido às projecções provocadas pelas fortes rajadas de vento. Assegurando que os meios no local "são os suficientes", Paulo Fonseca adiantou que o facto de o vento soprar hoje com menos intensidade permite pensar que a situação está mais controlável.
    O Governador Civil adiantou que foram colocados elementos do outro lado do Tejo em precaução, caso haja projecções provocadas pelo vento. Paulo Fonseca adiantou que a A23, a Norte de Abrantes, foi já cortada por três vezes hoje, devido ao fumo, admitindo que a situação volte a ocorrer sempre que o fumo for mais intenso.
    Segundo disse, o vento que soprou segunda-feira fez com que a área afectada pelo incêndio iniciado no Sardoal fosse muito vasta, tendo-se registado hoje vários reacendimentos, o último dos quais em Mação. O coordenador distrital do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Joaquim Chambel disse à agência Lusa que a situação no concelho de Mação é a que neste momento mais preocupa os bombeiros.
    Segundo disse, os reacendimentos em todo o perímetro atingido pelo incêndio de segunda-feira "eram expectáveis", dada a dificuldade em eliminar todos os focos de incêndio, nomeadamente nos locais mais inacessíveis.

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    Casas evacuadas devido a fogo em Sintra

    Várias casas da região de Sintra onde lavra um fogo de grandes dimensões desde hoje de manhã foram evacuadas durante a tarde, observou um repórter da agência Lusa no local. Vários elementos da GNR em motos todo-o-terreno estão a bater o terreno para as autoridades se assegurarem que nenhum habitante possa vir a ser atingido pelo avanço do fogo, constatou o mesmo jornalista.
    O fogo consome mato e pinhal em cinco frentes, a noroeste da vila de Sintra, tendo já chegado a Nafarros, e envolve quase 400 bombeiros no combate e quatro aviões pesados e um helicóptero. A dimensão do fogo levou à mobilização de bombeiros de Lisboa, Santarém e Setúbal, assim como um grupo de Sapadores lisboetas.
    O presidente e o comandante operacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil encontram-se a acompanhar no local a operação de combate ao incêndio.

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    Fogo de Sintra mobiliza 400 bombeiros

    O incêndio que consome mato e pinhal desde a manhã de hoje em Sintra continua a aumentar de proporções e cerca das 16:45 envolvia já no combate quase 400 bombeiros, de acordo com a Protecção Civil. As chamas começaram às 10:52 em Pernigem, perto de Nafarros, e envolvem já no combate quatros aviões-tanque pesados - dois Berieve e dois Canadair -, além de 112 veículos dos bombeiros.
    A dimensão do incêndio levou à mobilização de bombeiros de Lisboa, Santarém e Setúbal e o próprio presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil e o comandante nacional de Operações do mesmo organismo deslocaram-se para o local. De acordo com o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, que se encontra no local, o incêndio "lavra em cinco frentes" das quais "a mais preocupante é a que evolui perto da localidade de Mato Grande".
    O combate ao incêndio, acrescentou, tem vindo a ser dificultado pelo vento intenso que se faz sentir na região. O grande objectivo, disse Seara, é o de fazer com que as chamas não cheguem à Serra de Sintra.

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    Circunscrito fogo em Pampilhosa da Serra, por controlar no Parque Natural Peneda Gerês

    O incêndio que lavra desde quinta-feira à noite em Pampilhosa da Serra foi circunscrito às 06:50 de hoje, mantendo-se por controlar o fogo que deflagrou no Parque Natural Peneda Gerês, segundo o site de Internet da Protecção Civil. O fogo que teve início às 22:00 de quinta-feira numa zona florestal em Quinta de Safra, Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra, foi circunscrito, estando no terreno 214 bombeiros, apoiados por 59 veículos.
    De acordo com informação da Autoridade Nacional de Protecção Civil, às 07:30 de hoje mantinha-se por circunscrever o incêndio que começou às 21:25 de quinta-feira no lugar da Parada, no Parque Natural Peneda Gerês, no concelho de Ponte da Barca. Este incêndio, em zona de mato, estava a ser combatido por 25 bombeiros, apoiados por oito veículos.
    O risco de incêndio é hoje muito elevado nos distritos do interior Norte e Centro, e máximo em alguns concelhos dos distritos de Viseu, Guarda, castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro.

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