Seguimento Meteorológico Livre - 2026

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Estive aqui a pensar se o raio da kristin tivesse vindo para o porto o que se iria fazer nas pontes ? Impediam e bloqueavam tudo ou deixava se andar ?
É que acho ironico que o ipma meta vel
De vento abaixo do esperado , e uma coisa é passar numa ponte com ventos de 120 e outra sao de mais de 200
...se a KRISTIN tivesse vindo para cá teríamos também sérios problemas, diria que amplificados por uma tremenda ocupação humana nas zonas mais litorais.
Quanto às pontes, como são "curtas", certamente que, mesmo com avisos para circular a baixa velocidade, os nortenhos iriam puxar da "musquelatura" e vociferar "Já estou habituado a isto!", e continuariam o seu rumo a mais de 120 km\h.

Aqui há uns bons anos, um colega de curso numa noite de temporal, com vento de mais de 100 km\h, passou a cerca de 240 km\h em cima da ponte da Arrábida. O carro era pesado, com boa estabilidade, suspensão K####G de competição, etc., etc.. E disse-me que sentiu o carro a levantar um pouco e a perder aderência.
Afirmou depois que nunca sentiu tanto medo como naquela noite, como dizemos por cá "Ficou borradinho de medo!".
Dei-lhe um pequeno chã, obviamente. Estava habituado a fazer isto noutras paragens, acho que nunca mais repetiu a gracinha...
 
Olhem que interessante, e só descobri hoje!

Esta base de dados no site do IPMA contém dados meteorológicos históricos (apenas temperatura e precipitação) registados pelas principais EMAs do país desde que entraram em funcionamento e até dezembro de 2020. Basta ir á secção "Histórico Observado" e o mapa aparecerá, permitindo selecionar uma estação e ver os dados mensalmente, sazonalmente ou pelas normais climatológicas. Relativamente á temperatura, também mostra os extremos de cada mês (mínimo da mínima e máximo da máxima), embora sem especificar o dia. Relativamente á precipitação, para além de mostrar o total mensal, mostra ainda o máximo diário!
Por curiosidade, selecionei a estação do Cabril, no Minho, e regressei até ao diluvioso inverno de 2000/2001. Bem... foram mais de 3400 mm em apenas cinco meses! O destaque vai para março de 2001, com "apenas" 1130 mm!
 
ALERTA VERMELHO:
‼️

Zonas em Risco de Evacuação (Próximas Horas)
O Comando Sub-regional da Proteção Civil de Santarém e o Governo (através do Estado de Calamidade) colocaram estas áreas sob vigilância máxima devido à abertura das comportas de fundo de Castelo do Bode:
No Concelho de Santarém:
Ribeira de Santarém: Risco elevado de inundação das habitações na cota baixa.
Vale de Figueira: Alagamento severo dos campos e isolamento da localidade pela Estrada do Campo.
Valada e Reguengo do Cartaxo: Zonas extremamente sensíveis ao efeito de maré e ao caudal de 3.500 m³/s que desce agora.
No Concelho da Golegã:
Azinhaga: (A aldeia de José Saramago) está sob risco de isolamento total.
Pombalinho: Zona de descarga direta onde o rio Alviela "estanca" devido à subida do Tejo.
Nos Concelhos de Mação e Abrantes :
Alvega: Zonas ribeirinhas e área da Estação de Canoagem (Evacuação de bens terminada).
Ortiga: Monitorização da zona da Estação e habitações na margem direita.
Rossio ao Sul do Tejo: Risco de galgamento para lá das barreiras de proteção.
⚠️
AVISO À POPULAÇÃO
⚠️

Informamos que a Barragem de Castelo do Bode está a operar com CAPACIDADE MÁXIMA DE DESCARGA (Comportas de Fundo e Superfície).
CAUDAL: Supera os 3.500 m³/s em Almourol.
RISCO: Inundação rápida nas zonas baixas de Ortiga, Alvega, Golegã e Santarém.
APELO: Quem tem gado ou máquinas agrícolas em zonas de leito de cheia deve retirá-los IMEDIATAMENTE. Não circulem em estradas submersas.
A força da água vinda do Zêzere está a criar um efeito de refluxo no Tejo, impedindo o escoamento normal em Abrantes.
 
ALERTA VERMELHO:
‼️

Zonas em Risco de Evacuação (Próximas Horas)
O Comando Sub-regional da Proteção Civil de Santarém e o Governo (através do Estado de Calamidade) colocaram estas áreas sob vigilância máxima devido à abertura das comportas de fundo de Castelo do Bode:
No Concelho de Santarém:
Ribeira de Santarém: Risco elevado de inundação das habitações na cota baixa.
Vale de Figueira: Alagamento severo dos campos e isolamento da localidade pela Estrada do Campo.
Valada e Reguengo do Cartaxo: Zonas extremamente sensíveis ao efeito de maré e ao caudal de 3.500 m³/s que desce agora.
No Concelho da Golegã:
Azinhaga: (A aldeia de José Saramago) está sob risco de isolamento total.
Pombalinho: Zona de descarga direta onde o rio Alviela "estanca" devido à subida do Tejo.
Nos Concelhos de Mação e Abrantes :
Alvega: Zonas ribeirinhas e área da Estação de Canoagem (Evacuação de bens terminada).
Ortiga: Monitorização da zona da Estação e habitações na margem direita.
Rossio ao Sul do Tejo: Risco de galgamento para lá das barreiras de proteção.
⚠️
AVISO À POPULAÇÃO
⚠️

Informamos que a Barragem de Castelo do Bode está a operar com CAPACIDADE MÁXIMA DE DESCARGA (Comportas de Fundo e Superfície).
CAUDAL: Supera os 3.500 m³/s em Almourol.
RISCO: Inundação rápida nas zonas baixas de Ortiga, Alvega, Golegã e Santarém.
APELO: Quem tem gado ou máquinas agrícolas em zonas de leito de cheia deve retirá-los IMEDIATAMENTE. Não circulem em estradas submersas.
A força da água vinda do Zêzere está a criar um efeito de refluxo no Tejo, impedindo o escoamento normal em Abrantes.
Qual é a fonte disto?!
 
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Reactions: frederico
Qual é a fonte disto?!
Quem fez a publicação poderá responder melhor, mas daquilo que consegui encontrar, a origem é um post no Facebook no grupo SOS - Observatório Ambiental do Rio Tejo - Portugal, feito há 17 horas.
Vale ressalvar que a pessoa que fez essa publicação não indicou as fontes da informação e foi feita numa altura em que a própria barragem estava a diminuir o caudal que estava a debitar.

Enviado do meu 2506BPN68G através do Tapatalk
 
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Sem querer entrar muito aqui pelo lado religioso (até porque não o sou), tenho uma dúvida. O santuário é público/estatal, ou pertence à Igreja? É que acho um bocado ignóbil, sendo isto propriedade da Igreja Católica (não sabendo, assumo), virem falar de pedir apoios ao estado e à autarquia quando se trata da entidade (supostamente altruísta e benevolente) mais rica do mundo. A não ser que o estado que está a ser contactado seja o Vaticano, claro. Aí tudo bem.

Não tenho nada contra quem pratique a sua religião, seja ela qual for, mas daí até achar que o dinheiro do estado, sacado dos nossos bolsos, é bem empregue a manter/restaurar "templos" religiosos ainda vai alguma distância. Não nego que, sendo a maioria da população católica, não seja do interesse público ver o santuário restaurado, mas se o (suposto) dono tem bolsos largos...
 
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Assim anda a informação climática e meteorológica na comunicação social:

Jornalixo do costume, só Dezembro 2022 meteu a um canto o Dezembro 2025.