Seguimento Rios e Albufeiras - 2017

Tópico em 'Seguimento Meteorológico' iniciado por slbgdt 14 Jan 2017 às 19:35.

  1. Pedro1993

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    Super Célula

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  2. Pedro1993

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    Super Célula

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    “Deus trocou o tempo para não sabermos mais do que ele”
    Os poços estão a secar, as bombas suspenderam a lavagem de carros. Os míscaros encareceram até aos 50 euros, os lavradores desistiram das couves. Sem erva, o leite das ovelhas perde qualidade para o queijo. Eis as terras férteis do planalto beirão, a cujas torneiras a água chega agora em camiões.

    https://www.publico.pt/2017/11/19/s...mpo-para-nao-sabermos-mais-do-que-ele-1793055
     
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  3. dahon

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    Uma questão. Há já umas semanas tenho uma questão que infelizmente não consigo encontrar resposta.
    Esta situação da barragem de Fagilde ter como única e exclusiva causa a seca não me chega como justificação. Quando as cheias acontecem não dizemos que a causa é única e exclusivamente o excesso de chuva. Normalmente também se questiona a gestão que foi feita nas barragens. Temos o exemplo recente do que aconteceu em Coimbra. E a conclusão a que se chegou, é que houve uma falha na gestão na Barragem da Aguieira(para além de outros factores).
    É por isso que eu gostava que também fosse questionado como foi feita a gestão da Barragem de Fagilde. Já que estamos numa altura que se faz comissões técnicas e comissões de inquérito por tudo e por nada, acho que também se devia apurar como foi feita a gestão desta barragem.

    O que me está a sustentar estas suspeitas é o facto de existirem 4 parais fluviais, duas delas com muita afluência no verão(Alcafache e Caldas de Sangemil) entre a Barragem de Fagilde e a foz do Dão na albufeira da Barragem da Aguieira.

    [​IMG]

    Até pode não ter influencia na gestão da barragem, mas tenho sérias dúvidas....
     
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  4. MipsUc

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    Cumulus

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    Posso falar da praia de São gemil que sou de lá perto. Eu não notei caudal anormal no verão. Há lá retenção de água porque há uma espécie de repesa com pedras. Se não, não se pode mergulhar como no resto do rio. Na minha opinião, o consumo de água pela cidade de Viseu e os incêndios levaram a essa situação. Acredito que haja imensas perdas na distribuição e consumo intensivo pelas autarquias.
     
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  5. rokleon

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    Reportagem Público: https://www.publico.pt/2017/11/19/v...a-agua-desaparece-nao-ha-nada-20171118-235616
     
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  6. Trovoada extreme weather

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    Nimbostratus

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    A chuva que vem nos próximos dias , não vai servir de nada para o nosso território , a chuva vai ficar mais a norte , de lisboa para baixo não vamos ter grande chuva , a seca está cada vez mais grave , se isto continuar assim , o ecm é o pior modelo em relação á precipitação , não choveria nada no Alentejo , Portugal vai ser o novo deserto ... :facepalm:
     
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  7. dahon

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    A minha questão é mesmo essa, estando em seca e tendo prespectivas pouco animadoras no que diz respeito à precipitação. Não deveria ter sido feita uma gestão ao longo do verão de acordo com a situação e não como se de um ano normal se tratasse?
     
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  8. Cinza

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  9. MipsUc

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    Concordo consigo. Na gestão da barragem nunca foi pensado a longo prazo. Eles acreditavam que iria chover mais cedo ou mais tarde. Voltamos à questão de sempre, em Portugal nunca se prevê nada. Depois de casa roubada, trancas à porta.
    Nunca pensei que uma capital de distrito estivesse assim tão vulnerável e numa zona que tem bons acumulados em anos normais.
    Ps: Agora está bom para a desassorear.
     
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    #354 MipsUc, 21 Nov 2017 às 14:47
    Última edição: 21 Nov 2017 às 15:16
  10. dahon

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    Nimbostratus

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    Acabou agora mesmo de passar essa reportagem na sic noticias a referir exactamente essa situação. É mais fácil culpar só a seca.:disgust:
     
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  11. efcm

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    Cumulus

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    Já falam em aumentar a altura do paredão da barragem, mas remover a areia que acumulou durante anos nada e agora é muito fácil...
     
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  12. Pedro1993

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    Super Célula

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    Seca no Lindoso mostra aldeia submersa há 25 anos Habitantes voltaram à aldeia perdida nas águas para rever as casas onde moraram.
    [​IMG]

    A seca no Minho tem colocado a descoberto diversas aldeias, portuguesas e espanholas, que tinham sido abandonadas e tomadas pelas águas com a construção de barragens. Com a descida das águas na barragem do Lindoso, servida pelo rio Lima, a aldeia galega de Aceredo tornou-se num desses casos, voltando a ser vista depois de muito tempo submersa. Ao todo, foram precisos 25 anos para que esta aldeia voltasse a surgir no horizonte: Aceredo deixou de existir enquanto povoação corria o ano de 1992. As imagens da aldeia perdida nas águas foram captadas este fim-de-semana, altura em que os antigos habitantes voltaram ao local para rever as suas antigas casas.



    http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/seca-no-lindoso-mostra-aldeia-submersa-ha-25-anos
     
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    #357 Pedro1993, 21 Nov 2017 às 18:19
    Última edição: 21 Nov 2017 às 19:15
  13. Pedro1993

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    Clima de Portugal está a ficar como o de Marrocos ou da Tunísia

    O investigador Filipe Duarte Santos alertou, esta terça-feira, para o avanço do deserto nos países do norte de África, que leva a que Portugal comece a ter o clima de Marrocos, Argélia ou a Tunísia.

    O professor da Faculdade de Ciências de Universidade de Lisboa e presidente do Conselho Nacional do Ambiente falava em Évora numa mesa redonda sobre adaptação às alterações climáticas, no âmbito de um Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento, ENEG 2017, que hoje começou em Évora e que junta centenas de especialistas da área da água.

    https://www.jn.pt/nacional/interior...a-8933444.html?utm_source=Push&utm_medium=Web
     
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  14. Cinza

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    Quase 3500 novos furos de água nos últimos quatro meses

    Agência Portuguesa do Ambiente registou uma média de 870 novos furos subterrâneos por mês entre Junho e fim de Setembro. Grupo de trabalho da seca recomenda contenção e mais fiscalização.

    Atendendo à situação da seca severa e extrema que continua a atingir praticamente todo o país e à diminuição dos volumes de água armazenados, tanto nas albufeiras como nas águas subterrâneas, o grupo de trabalho recomenda a limitação e o licenciamento de novas captações “ao estritamente necessário” e “após uma análise cuidada da sua sustentabilidade”. Isto para “não colocar em causa as [captações já] existentes”.

    Ler mais em: https://www.publico.pt/2017/11/22/s...s-1793403?page=/portugal&pos=1&b=list_section


    [​IMG]
     
  15. Cinza

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    Cumulus

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    Empresa suspeita de poluir o Tejo parcialmente encerrada

    Em março deste ano a Centroliva foi também obrigada a encerrar parcialmente a laboração em duas caldeiras, pela falta de monitorização de emissões de gases poluentes para a atmosfera.

    Um comunicado do Ministério do Ambiente informa esta quarta-feira que a Centroliva, empresa de Vila Velha de Ródão, distrito de Castelo Branco, foi obrigada a encerrar parcialmente a atividade e intimada a tomar medidas para retomar plenamente a sua laboração.

    Na origem do encerramento está uma vistoria da Inspeção-Geral do Ambiente, tutelada pelo Ministério do Ambiente, que constatou nos dias 4, 20 e 21 de Novembro “a descarga de águas pluviais contaminadas”, provenientes da empresa situada numa área de influência da bacia hidrográfica do rio Tejo.

    Ler mais em: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/...e-poluir-o-tejo-parcialmente-encerrada-235971


     

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