Biodiversidade

Tópico em 'Biosfera e Atmosfera' iniciado por psm 15 Nov 2008 às 20:50.

  1. weatherbox

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    Cumulus

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    Alguém me consegue identificar esta planta?

    É de um familiar e ele próprio não sabe que planta é e sempre tive curiosidade na mesma.
    Cresce bastante de ano para ano, qualquer dia parece mais uma árvore que uma planta de flores, sobretudo na primavera/verão, dá as flores que se vêm abaixo e tem espinhos muito afiados. O calor não parece afectá-la muito, vai buscar água não se sabe aonde :D e só geadas mais severas lhe fazem alguma comichão :D Daí a curiosidade

    Obrigado

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  2. Pedro1993

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    Super Célula

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    Esta planta tratasse de uma buganvilia, eu sei de um exemplar, que é pena já ter pouco tempo de vida, fica na cidade de Torres Novas, e ela já chega ao telhado de um prédio de 2 andares.

    Aqui na foto do Google em 2014 ela ainda estava em bom estado, mas agora já está quase toda seca.
    https://www.google.pt/maps/@39.4763...4!1sEp22LTOMx_a4ShxlKTI0FA!2e0!7i13312!8i6656

    Ficha completa da planta.
    http://www.jardiland.pt/diversos/a-buganvilia/
     
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  3. luismeteo3

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    Furacão

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    E já agora, para quem queira experimentar as flores da buganvilia são comestíveis e bastante anti-oxidantes.
     
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  4. Pedro1993

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    Olha essa ainda eu não sabia, é bem verdade que todos os dias estamos sempre a aprender e é assim até um dia morrermos.
    Quando acaba a floração da buganvilia, e as sua flores caem para o chão, é engraçado porque depois essas mesmas flores, ficam que até parecem que são de papel.
     
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  5. luismeteo3

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    Furacão

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    Pois é... para mim é das espécies mais vistosas que podemos ter por cá. Nos trópicos a mais fabulosa é a jade vine (Strongylodon macrobotrys) mas não é comestível. Existe em azul, amarelo e vermelho fogo! :D

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  6. weatherbox

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    Cumulus

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  7. Pedro1993

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    "Partilhamos as primeiras fotografias da acção "Não ao Furo, Sim ao Futuro", que juntou cerca de 1000 pessoas na praia de Odeiceixe"





    Cerca de 1000 pessoas de 40 países diferentes formaram uma enorme mensagem humana na praia de Odeceixe para impedir a exploração de petróleo na costa Portuguesa. O evento integrou-se no "Defend the Sacred: Envision a Global Alternative", realizado em Tamera, ao qual se juntaram líderes de Standing Rock e movimentos ambientalistas Portugueses. A imagem humana aérea foi desenhada por John Quigley da Spectral Q, filmada por Ludwig Schramm e uma equipa de Tamera.

    À medida que as empresas petrolíferas pressionam para iniciar a exploração de petróleo em Abril de 2018, juntámos-nos para honrar a água como fonte de vida, a água como sagrada, a vida como sagrada, e a necessidade de defender o que é sagrado. LaDonna Brave Bull Allard, iniciadora do acampamento Sacred Stone em Standing Rock, afirmou durante o evento “Quando nos erguemos pela água, o mundo ergueu-se connosco, por isso vim até aqui para me juntar a vocês. Já não temos escolha, temos de tomar partido pela água e temos de o fazer agora!
     
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  8. Brigantia

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  9. Pedro1993

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    Javalis supreendem banhistas em praia da Arrábida

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    Os populares que esta sexta-feira se deslocaram até às praias da Arrábida, entre eles o antigo jogador de futebol Jorge Cadete, viram-se confrontados com a presença invulgar de javalis no areal.

    O aparecimento inusitado destes animais nas praias de Setúbal foi captado em fotografias pela antiga estrela do Sporting Clube de Portugal, que as partilhou naquele momento na sua conta de Facebook, numa publicação aberta.

    http://www.jn.pt/pessoas/in/interior/a-companhia-insolita-de-jorge-cadete-na-praia-8714086.html
     
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  10. DaniFR

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    As consequências dos incêndios chegam agora aos rios. O próximo Inverno vai ser complicado

    Retirada mais de meia tonelada de peixes mortos em Coimbra

    Câmara Municipal já pediu à EDP "a abertura urgente" das comportas da barragem no rio Ceira. Morte de peixes estará relacionada com falta de água e com cinzas dos incêndios

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    Mais de meia tonelada de peixes mortos foram retirados esta sexta-feira do rio Ceira, informou a Câmara Municipal de Coimbra, que apelou à EDP "a abertura urgente" das comportas da barragem do Alto Ceira.

    O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR de Coimbra deslocou-se à zona do Cabouco, Coimbra, na terça-feira, tendo constatado "uma grande quantidade de peixes mortos" no rio Ceira, disse à agência Lusa, fonte do comando territorial da GNR.

    De acordo com a mesma fonte, a causa da morte dos peixes poderá estar relacionada com as cinzas provocadas pelo incêndio que lavrou na zona e que terão escorrido para o rio após a forte chuva de segunda-feira.

    Durante esta sexta-feira, elementos da Câmara Municipal de Coimbra (bombeiros sapadores e funcionários da divisão do ambiente) recolheram 520 quilos de peixe morto, que foram colocados em aterro.

    O pessoal envolvido foi ainda forçado a utilizar máscaras devido ao cheiro nauseabundo", afirmou a autarquia em nota de imprensa.

    Na mesma nota, o município disse que, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, apelou à EDP para abrir com caráter de urgência as comportas da barragem do Alto Ceira.

    A descarga em contínuo de caudal possível não só seria benéfica ao nível da renovação da água, contribuindo para eliminar os agentes que estão a provocar a morte dos peixes e salvando a vida dos espécimes que possam estar em risco, como contribuiria para arrastar para jusante os que agora se encontram, em putrefação, a boiar no rio", realça a Câmara Municipal de Coimbra.

    Para a autarquia, a situação verificada no rio Ceira trata-se de "um verdadeiro problema ambiental e de saúde pública junto às povoações ribeirinhas com possíveis graves consequências ao nível da captação e da distribuição de água para consumo humano".

    De acordo com o município, já foram alertadas a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a GNR/SEPNA, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a delegação de saúde de Coimbra.

    Foram pedidas análises à qualidade da água "para garantia das suas características e, consequentemente, de fornecimento e da saúde dos cidadãos, além da determinação dos fatores que originaram esta situação", acrescentou o município, na mesma nota de imprensa.

    A Câmara Municipal de Coimbra afirmou ainda que a recolha dos peixes mortos vai continuar no sábado, em Cabouco, Boiça e Tapada.

    TVI24
     
  11. Pedro1993

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    Rio Ceira está seco no concelho da Pampilhosa da Serra

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    O rio Ceira, afluente do Mondego, está completamente seco a jusante da Barragem do Alto Ceira, no concelho da Pampilhosa da Serra.

    A situação foi denunciada este fim de semana por pessoas daquela região nas redes sociais.

    É revelado que “após a recente abertura da comporta de fundo da Barragem do Alto Ceira, que provocou enxurrada subita de água malcheirosa pondo en risco o ambiente e as pessoas nas praias fluvais a jusante, em Camba, Porto da Balsa e Ponte de Fajão, eis que o Rio Ceira está morto com o fecho quase total do caudal ecológico na barragem, provocando a enexistência de água no leito do rio e a morte dos peixes e praticamenter toda a fauna aquícola”.

    http://centrotv.pt/rio-ceira-esta-seco-no-concelho-da-pampilhosa-da-serra/
     
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  12. belem

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    Cumulonimbus

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    #1542 belem, 11 Set 2017 às 10:28
    Última edição: 11 Set 2017 às 20:43
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  13. belem

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    Portugal escapa ao desaparecimento global das abelhas

    Morreram quase metade das colmeias nos Estados Unidos ao longo do último ano e em boa parte da Europa a situação também é preocupante. Mas por cá há cada vez mais abelhas, apesar das múltiplas ameaças

    Se as abelhas desaparecem, o Homem sobreviverá apenas mais quatro anos". Esta citação atribuída a Albert Einstein está cada vez mais presente na cabeça dos apicultores norte-americanos, que no último ano voltaram a sofrer uma perda massiva de colmeias, desta vez na ordem dos 44%, bem acima do valor considerado aceitável nos Estados Unidos (até 20%).

    A preocupação com o desaparecimento das abelhas estende-se à Europa, com a França a registar em 2015 uma produção de mel de 17 mil toneladas, contra as 32 mil que era habitual conseguir antes de 1995. Além da França, também Bélgica, Inglaterra e os países da Escandinávia apresentam números elevados de mortes nas colónias de abelhas (todos na casa dos 20 ou 30%), mas Portugal surge em contraciclo. Segundo os dados mais recentes do programa EPILOBEE, da Comissão Europeia, entre o outono de 2013 e o verão de 2014 o nosso país registou uma taxa de mortalidade nas colmeias inferior a 10%, a sétima mais baixa entre os 16 países da União Europeia analisados.

    "O efetivo nacional passou de 566 mil colónias de abelhas em 2013 para 619 mil em 2015", adianta à VISÃO Manuel Gonçalves. O presidente da Federação Nacional de Apicultores de Portugal destaca a importância dos mais de 50 milhões de euros investidos no setor através de apoios comunitários, o que impulsionou "a chegada à atividade de um grande número de jovens apicultores".

    Paulo Russo, do departamento de zootecnia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, reforça esta ideia. "Em Portugal a mortalidade global nunca foi comparável à dos Estados Unidos. Pelo contrário, o efetivo tem vindo a aumentar em parte devido à adesão de um número elevado de jovens com projetos apícolas", sublinha à VISÃO o professor universitário.

    Por norma, o número de abelhas diminui no inverno e é reposto até ao verão, quando o bom tempo traz mais alimento e a reprodução dispara. O drama nos Estados Unidos é que, no último ano, a taxa de mortalidade na estação mais quente foi idêntica à da estação mais fria.

    "É normal haver mortes durante o inverno, mas o facto de os apicultores estarem a perder abelhas no verão é alarmante", comentou o cientista Dennis van Engelsdorp, que liderou o último estudo nacional realizado na América, em colaboração com o ministério da Agricultura.

    A utilização de pesticidas, a contaminação das abelhas pelo ácaro Varroa ou o clima são alguns dos múltiplos fatores que podem explicar o fenómeno, subsistindo muitas divergências na comunidade científica sobre o peso de cada um no colapso das colmeias.

    AS MAIORES AMEAÇAS ÀS ABELHAS EM PORTUGAL


    Por cá, Manuel Gonçalves nota "uma maior dificuldade para repor as baixas" ocorridas durante o inverno, mas garante que os dados da Comissão Europeia para Portugal (taxa de moralidade de 18,1% em 2012-13 e de 9% em 2013-14) "estão em linha com a perceção dos apicultores no terreno". Ou seja: há anos mais problemáticos do que outros devido à complexidade que envolve a manutenção de uma colmeia.

    Como salienta à VISÃO o professor António Murilhas, do departamento de zootecnia da Universidade de Évora, "o Varroa destructor continua a ser uma dor de cabeça praticamente a nível planetário", uma vez que não existe um tratamento 100% eficaz contra este ácaro. Ao disseminar parasitas pelas colmeias, obriga o apicultor a manter um controlo apertado para não deixar o problema alastrar-se a ponto de provocar a morte de todas as abelhas.

    Outro foco de ameaça é a Vespa velutina (ou asiática), que desde 2012 se instalou no norte litoral do país e ataca as abelhas. O combate a esta espécie predadora requer muitas vezes intervenção especializada (para aniquilar os seus ninhos), o que levou a Assembleia da República a aprovar, na semana passada, uma campanha de informação sobre o que fazer quando se detetar um ninho. "Se algum dia esta vespa estiver presente em todo o país, pode causar prejuízos de 5 milhões de euros no setor apícola", alerta Manuel Gonçalves.

    Já em relação aos pesticidas, "embora presentes", como assinala Paulo Russo, as suas implicações na morte das abelhas "não estão quantificadas" em Portugal. E entretanto, acrescenta António Murilhas, "surgem novos atores em cena, como o fungo Nosema ceranae", já identificado em várias colmeias dizimadas nos Estados Unidos e na Europa e que os cientistas suspeitam ter um efeito devastador quando interage com outro agente. Qual? Ninguém sabe ao certo.

    Menos dúvidas oferecem as consequências de uma quebra acentuada da quantidade de abelhas no mundo. Sem a polinização pela qual são responsáveis, frutos como a cereja, o melão, a maçã ou o pêssego ficariam em causa, assim como muitos legumes, casos do nabo ou da abóbora. As plantas polinizadas pelas abelhas também poderiam desaparecer e, por conseguinte, os animais que delas se alimentam, interferindo assim em toda a cadeira alimentar. Daí a suposta declaração fatalista de Einstein sobre o futuro da Humanidade sem abelhas – suposta porque, na mesma medida em que não existem evidências irrefutáveis dos motivos que levam ao colapso das colmeias, também não há provas concretas de que o prémio Nobel da física em 1921 tenha algum dia realizado tal profecia.

    http://visao.sapo.pt/actualidade/so...-escapa-ao-desaparecimento-global-das-abelhas
     
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  14. criz0r

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    Excelente notícia, penso que muita malta ainda não tomou consciência de que se as Abelhas entrarem em extinção, nós seremos os senhores que se seguem.
     
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  15. camrov8

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    quanto ao filme isso são abelhas asiáticas e que se sabem defender da vespa velutina, quanto ao desaparecimento das abelhas será mau mas não o fim não são os unicos polinizadores que existem os que ficarem iram aumentar em numero
     

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