Se eu fosse António Costa diria ao senhor presidente: 'Senhor Presidente, isto é o que há. Quer, muito bem. Não quer, não há problema. Fica o governo actual em gestão. No problem at all.![]()
@Paulo H Haverá algum problema ao ler/interpretar os meus posts? Onde é que lá está escrito que é prejudicial (ou o seu inverso, já agora?). Eu disse o que faria se estivesse no lugar de AC. Nada mais. É que eu também sou levada para a brincadeira. Se AC fizesse isso, adorava ver o que o Aníbal faria/diria. Ou metia a viola no saco ou optava por um governo de gestão. Quer uma alternativa quer outra me iam dar gozo.
O administrador do BCP diz que os bancos portugueses vão precisar de mais dinheiro.
Xavier de Basto fala mesmo numa possível intervenção do estado para capitalizar a banca
Nesta mesma conferência, o professor e especialista em Finanças Públicas Eduardo Paz Ferreira, entende que o novo Governo deve avançar com um orçamento que assinale um virar de página da austeridade.
O pobre Marcelo bem tenta dizer o menos possível mas não o ajudam. Quanto à estabilidade do sistema financeiro, é pena o Aníbal não a ter exigido ao BPN e ao BES. Tinha poupado uma carga de trabalhos. Ou se calhar, não, dado que nas vésperas de o BES ir com os porcos, andava o Aníbal a jurar que estava tudo bem e a mandar a malta investir nele.
http://www.rtp.pt/noticias/politica...gencia-de-pr-sobre-sistema-financeiro_n876176
Sem qualquer problema. É por isso mesmo que não tenho partido.
Ou seja, para criticar um lado do rebanho, tenho, obrigatoriamente de pertencer a outro. Thanks but no thanks.
Quando fizeres o 'esforço' de levantar o rabo do sofá para efectivamente te manifestares da única maneira verdadeiramente influente para o futuro do teu país, podes tentar dar lições morais de política aos outros.António Costa não tem razões para reclamar
Esta de ser de esquerda e ser contra o lucro tem graça. Eu não sou nada contra o lucro.
Dar 'justificações' destas a um abstencionista, também tem graça.Quando fizeres o 'esforço' de levantar o rabo do sofá para efectivamente te manifestares da única maneira verdadeiramente influente para o futuro do teu país, podes tentar dar lições morais de política aos outros.
O motivo pelo qual não poderia nunca ser de direita e sou 'obrigada' a ser de esquerda, é que só a esquerda neste país garante que não existam cidadãos de primeira e cidadãos de segunda (como se comprovou recentemente na AR).