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Pais defendem fim de exames nacionais

A Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap) defende o fim dos exames de acesso ao Ensino Superior e vai solicitar uma audiência ao ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, para transmitir a sua posição nesta matéria.

"A Confap defende o fim dos exames nacionais como trampolim decisivo para entrada na universidade", afirma Albino Almeida, sugerindo que sejam as próprias instituições de Ensino Superior a elaborar "provas de aptidão".

O presidente da maior confederação representativa dos pais admite que no final do Secundário sejam feitas "provas globais a todas as disciplinas, mas sem a carga eliminatória do exame". Albino Almeida alega que, "com os exames a valer 30 por cento, há alunos de 18 valores que ficam de fora porque naquele dia estavam nervosos ou porque o enunciado não era claro, e são três anos deitados fora". Uma situação que não é aceitável. "Isto é criminoso, e quem mais sofre são os alunos muito bons, não são os médios ou os maus", salienta.

Albino Almeida sugere que seja aplicado em Portugal o método finlandês: "As notas do Secundário servem de referência. As notas são transformadas em créditos e, consoante os créditos que têm, os alunos ficam a saber a que cursos e universidades se podem candidatar. Mas depois têm de provar à universidade que possuem as competências necessárias." É então que as universidades "elaboram provas de aptidão, que podem passar pela apresentação de um portfólio, um trabalho de investigação ou uma comunicação".

O dirigente lembra que "os exames só avaliam saberes, mas muitos não sabem organizar-se trabalhar em grupo ou investigar, e falham na universidade".

Albino Almeida defende que deve ser cada universidade a definir os critério de selecção dos mais competentes. "É assim que funciona nos países com os quais nos queremos comparar", conclui.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/pais-defendem-fim-de-exames-nacionais

Mas tá tudo passado. O que é isto ? Quer dizer, o ensino já é facilitado ainda querem acabar com uma das poucas provas que testa os conhecimentos gerais, eu não sei se esta gente tem noção, mas aqueles que saem do secundário e vão para faculdade vão para faculdade, e na faculdade não existe os facilitismos do secundário, na faculdade é exigido conhecimentos globais (adquiridos) das mais variadas matérias, raciocínio, opiniões formuladas e capacidade de argumentação e método de estudo. Se até o mais inteligente se vê à rasca na transição do secundário para o superior fará o mais baldas, o 1º ano da faculdade é um desastre para grande parte das pessoas, pois o secundário não prepara em quase nada os alunos para esse choque, algo que não acontecia no passado e cada vez acontece mais, e com medidas destas então, será lindo, os alunos estão a desperdiçar um ano das suas vidas porque simplesmente o secundário não os prepara para o choque e método do superior, logo quando chegam ao superior andam aos papéis.

Eu defendo algo muito mais radical, o secundário devia ter um sistema de faculdade a nível de método de ensino, e deixarem de andar com os alunos nas palmas das mãos como acontece até aqui e acontece cada vez mais. Os alunos deviam ser obrigados a pensar a raciocinar a investigar, devia ser fomentado mesmo isso, o incentivo há investigação.
Nas disciplinas de línguas já a minha prof de inglês dizia, não devia haver testes, pois é injusto, o aluno pode ser bom na oralidade ser mau na escrita ou vice-versa, deviam ser testadas ambas as capacidades do aluno, pois é uma disciplina onde se está a testar a capacidade de argumentação e comunicação numa língua estrangeira, as provas orais são algo essencial, isso já está um pouco assim, mas os testes ainda existem, quando deviam ser substituídos por trabalhos constantes e avaliação dos mesmos equivalendo aos testes.

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Atravessamos o tempo dos contact centers, com vista à poupança de recursos/deslocações, à centralização de serviços, à homogêneizacão do tratamento e qualidade do serviço, e andam estes senhores da Confac a querer que os estudantes andem a visitar capelinhas (universidades, politécnicos, escolas..) para fazer exames, tantas capelinhas quantas candidaturas quiserem fazer ao acesso ao ensino superior!? Ridículo.. Aceito que hajam provas muito específicas de determinados cursos em determinadas universidades quando se justifique, mas fazer n exames por n cursos por n instituições, é uma barbaridade.

Os alunos candidatos iriam ter dificuldades acrescidas, é certo, mas ingressam na mesma, pois pela qual for a média final, o que importa mesmo é o número clausus. As regras são iguais para todos, se os resultados forem péssimos para todos, entram em mesmo número!

A posição da associação de pais também é demasiado facilitista, pois todos sabemos que a qualidade do ensino não é igual em todas as escolas, de forma que considero os exames nacionais uma forma de atribuir (parcialmente) uma classificação justa aos alunos, independentemente das escolas.

Na minha opinião, o que deveria ser feito vai no sentido contrário: acabar com os testes de avaliação nas escolas e substitui-los por exames nacionais!! Assim garantiriamos que não houvesse escolas mais fáceis que outras, a classificação das escolas e dos seus professores seria trigo limpo farinha amparo, na muche!! :) As provas de acesso ao ensino superior continuariam a ser exames nacionais, ou até poderiam deixar de existir, dado que todos os testes de avaliação eram já exames nacionais!
Só há um senão na minha proposta: as escolas teriam de garantir bons professores, teriam em especial de garantir o cumprimento dos programas a tempo e horas, seria o caos se as aulas começassem e ainda não tivessem sido colocados todos os professores.

Assim, sim haveria justiça no ensino, justiça nas notas aos alunos, justiça às classificações dos próprios professores. Todos iguais, pelas mesmas regras, mesmos exames, mesmas datas de exame, tudo!
 
Atravessamos o tempo dos contact centers, com vista à poupança de recursos/deslocações, à centralização de serviços, à homogêneizacão do tratamento e qualidade do serviço, e andam estes senhores da Confac a querer que os estudantes andem a visitar capelinhas (universidades, politécnicos, escolas..) para fazer exames, tantas capelinhas quantas candidaturas quiserem fazer ao acesso ao ensino superior!? Ridículo.. Aceito que hajam provas muito específicas de determinados cursos em determinadas universidades quando se justifique, mas fazer n exames por n cursos por n instituições, é uma barbaridade.

Os alunos candidatos iriam ter dificuldades acrescidas, é certo, mas ingressam na mesma, pois pela qual for a média final, o que importa mesmo é o número clausus. As regras são iguais para todos, se os resultados forem péssimos para todos, entram em mesmo número!

A posição da associação de pais também é demasiado facilitista, pois todos sabemos que a qualidade do ensino não é igual em todas as escolas, de forma que considero os exames nacionais uma forma de atribuir (parcialmente) uma classificação justa aos alunos, independentemente das escolas.

Na minha opinião, o que deveria ser feito vai no sentido contrário: acabar com os testes de avaliação nas escolas e substitui-los por exames nacionais!! Assim garantiriamos que não houvesse escolas mais fáceis que outras, a classificação das escolas e dos seus professores seria trigo limpo farinha amparo, na muche!! :) As provas de acesso ao ensino superior continuariam a ser exames nacionais, ou até poderiam deixar de existir, dado que todos os testes de avaliação eram já exames nacionais!
Só há um senão na minha proposta: as escolas teriam de garantir bons professores, teriam em especial de garantir o cumprimento dos programas a tempo e horas, seria o caos se as aulas começassem e ainda não tivessem sido colocados todos os professores.

Assim, sim haveria justiça no ensino, justiça nas notas aos alunos, justiça às classificações dos próprios professores. Todos iguais, pelas mesmas regras, mesmos exames, mesmas datas de exame, tudo!

Plenamente de acordo. A média de secundário deveria ser calculada com base em 5 ou 6 exames nacionais, bem exigentes. Aqui no Porto, por exemplo, há escolas onde se compra a nota de secundário. Isso de fazer exames numa universidade é um treta, então eu sendo algarvio para entrar em Medicina que é um curso de média elevada teria de ir a todos os lados para garantir entrada, passaria um mês a viajar pelo país! Que absurdo. Mais, o exame na faculdade abriria portas a muitas cunhas e pedidos, seria um grave retrocesso. Esta país está doido! Estes pais em vez de exigirem qualidade e exigência só pedem mais facilitismo. Aqui ao lado em Espanha fazem os exames de selectividad com matérias muito mais exigentes, vários exames em poucos dias, e não há cá polémicas. Houve este ano, sim, porque tornaram os critérios de correcção da selectividad menos exigentes. E tem havido polémica no Reino Unido por causa dos A levels estarem mais fáceis. Aqui em Portugal não se aprende cálculo matricial e primitivas no secundário, não há latim, grego, filosofia de 12.º ano, química de 12.º e física de 12.º na maior parte das escolas, chega-se ao inglês de 11.º com o mesmo nível de inglês de 9.º, mal se aprende gramática «à moda antiga», e mais isto e aquilo, e ainda não estão contentes? Que querem mais?

Eu tive de secundário 18 e de específicas 19.45, se não fossem os exames nacionais só teria entrado em Medicina na Madeira ou nos Açores. Andei numa escola pública e não conseguia concorrer com os alunos dos colégios privados, que terminam com médias de secundário de 19 e 20. Essa confederação de pais está doida.
 
Quer combater a criminalidade? Conheça 100 conselhos
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, apresentou hoje um guia do cidadão com uma centena de conselhos sobre segurança, num livro que reúne princípios essenciais para combater a criminalidade e prevenir situações de risco.

“É nosso dever manter os mais elevados níveis de segurança e reprimir qualquer forma de criminalidade, por isso desenvolvemos este livro de forma a convocar todos os cidadãos para que saibam como garantir a sua própria segurança”, afirmou Rui Pereira.

“100 conselhos de segurança” é o título do livro que, dividido em capítulos, descreve os princípios mais importantes a ter em conta para evitar situações de risco, quer em relação às crianças e comerciantes, quer no que diz respeito à segurança em casa, segurança rodoviária e nos transportes públicos e, por fim, em caso de acidentes naturais.

“Queremos um livro imediatamente útil para as pessoas para que passem a adotar comportamentos responsáveis seguros”, acrescentou.

De acordo com Rui Pereira, a iniciativa está inserida numa linha estratégica determinada pelo Ministério da Administração Interna (MAI) que visa, além de sensibilizar os cidadãos, reforçar os dispositivos de segurança, intensificar o policiamento de proximidade e utilizar a tecnologia para a prevenção da criminalidade.

Rui Pereira ressalvou, no entanto, que este livro não pretende retirar responsabilidades ao Governo, nomeadamente ao MAI, que, segundo disse, “tem a obrigação de garantir a segurança dos cidadãos”.

Numa altura em que a maioria dos portugueses se prepara para ir de férias, o ministro que tutela a pasta da Administração Interna lembrou que “esta foi a altura ideal para o lançamento deste manual, para que as pessoas tenham umas férias mais seguras”.

Este manual de conselhos estará disponível a partir de sábado e será distribuído juntamente com o jornal diário Correio da Manhã.

http://www.ionline.pt/conteudo/70492-quer-combater-criminalidade-conheca-100-conselhos

Quando me parar de rir comento esta noticia de forma séria, agora não consigo :lmao::lmao::lmao: andam a gozar connosco.
 
E porque não enfiar o Cálculo completo com as Equações Diferenciais e os diferentes tipos de soluções possíveis, a Análise Complexa, as Séries de Taylor e de Laurent, a transformada de Laplace, a de Fourier mais a transformada Z, as mudanças de coordenadas através do cálculo do Jacobiano para o cálculo de áreas e volumes não regulares, os Teoremas de Green e Stokes mais o da Divergência, Rotacionais, Campos Conservativos e Não Conservativos...

E a Álgebra? Não era bom enfiar a Álgebra toda no secundário? os Grupos, os Anéis e os Corpos, a forma canónica de Jordan, as Matrizes Complexas, os Valores e Vectores Próprios, a Factorização prima para os primeiros passos na Criptografia...

E a Estatística? Também é um importante ramo da Matemática. Não seria importante meter no secundário?

Não entendo. Por um lado diz-se que os exames são demasiado banais mas por outro diz-se «há escolas onde se compra a nota do secundário».
 
E porque não enfiar o Cálculo completo com as Equações Diferenciais e os diferentes tipos de soluções possíveis, a Análise Complexa, as Séries de Taylor e de Laurent, a transformada de Laplace, a de Fourier mais a transformada Z, as mudanças de coordenadas através do cálculo do Jacobiano para o cálculo de áreas e volumes não regulares, os Teoremas de Green e Stokes mais o da Divergência, Rotacionais, Campos Conservativos e Não Conservativos...

E a Álgebra? Não era bom enfiar a Álgebra toda no secundário? os Grupos, os Anéis e os Corpos, a forma canónica de Jordan, as Matrizes Complexas, os Valores e Vectores Próprios, a Factorização prima para os primeiros passos na Criptografia...

E a Estatística? Também é um importante ramo da Matemática. Não seria importante meter no secundário?

Não entendo. Por um lado diz-se que os exames são demasiado banais mas por outro diz-se «há escolas onde se compra a nota do secundário».

Provavelmente nunca viveste fora do Algarve. Senão saberias do que estou a falar.

Quanto ao facto dos exames serem banais, nem vale a pena comentar. Mas se estiveres interessado no tema, arranja uns exames anteriores a 2003 e compara com os actuais.
 
Eu não conheço nenhuma escola do Algarve ou de outro sítio qualquer onde se comprem classificações escolares. Se soubesse mandava o assunto para a IGE.

Mas o objectivo é aprender fazendo com que os estudantes se interessem pela matéria ou é decorar livros? média calculada em 5 ou 6 exames? e porque não calculada com todas as disciplinas? Se é para ser rigoroso força nisso, mas depois é preciso encontrar uma solução para a esmagadora maioria que não vai chegar lá. Uma competição por notas ou por outra coisa qualquer não tem só vencedores ou a resposta será do tipo amanhem-se... :huh:

Alguém consegue encontrar uma relação de vantagem entre quem decora livros para chegar ao 19 e aqueles que ficam pelo 14 ou 15? Na prática ter 19 profissionalmente significa o quê?
 
Agreste, no Algarve desconheço a prática. Mas aqui no Norte há colégios onde é normal um aluno terminar com média de testes de 16 e ter 19 ou 20 no final do período. Numa dessas escolas a média interna é de 16 ou 17, uma das mais altas do país, e a média de exames anda pelo 11. Este dito colégio mete por norma mais de 100 alunos em Medicina, anos houve em que preenchia quase 10% das vagas nacionais de Medicina.

Quanto à entrada no superior, o que propões? Exames feitos na faculdade? Notas de exames de acesso a nível nacional? Que conte apenas a média de secundário? O sistema actual que conjuga nota de secundário e uma ou duas provas específicas? Gostaria de tomar conhecimento da tua proposta.

Penso que tens uma visão muito distorcida e por vezes utópica da realidade.
 
Não entendo. Por um lado diz-se que os exames são demasiado banais mas por outro diz-se «há escolas onde se compra a nota do secundário».

É fácil explicar.. Não tenhas a menor dúvida de que hoje em dia o facilitismo é mesmo realidade! Os exames que saem de matemática, física em geral não se comparam à realidade de há 20anos atrás, muitas das questões não preciso de lápis e calculadora resolvo-as de cabeça! Digo algumas, não todas, com humildade.

Quanto ao facto de se continuar a comprar notas não é de agora nem nunca foi! Não há nada que entender, o que foi de sempre.. A questão de pagar (quem pode) é uma questão sociológica, e é uma questão psicológica o facto de se achar difícil uma dada disciplina, por mais que se facilite no nível de dificuldade desta! Um exemplo simples: um amigo meu aprendeu análise matemática num sítio, achou complicado decorar todas aquelas primitivas, depois transferiu-se para outro sítio, onde não era necessário decorar nada, levava-se formulários, e acontece que para os novos colegas uma primitiva de x2 era coisa complicada de entender, coisa que esse amigo meu sabia de cor e salteado, uma primitiva simples! O facto é que, um aluno banal num sítio se tornou um gênio no outro. Como explicar? É psicológico, por mais que se facilite, há sempre espaço para achar que algo é difícil!
 
É fácil explicar.. Não tenhas a menor dúvida de que hoje em dia o facilitismo é mesmo realidade! Os exames que saem de matemática, física em geral não se comparam à realidade de há 20anos atrás, muitas das questões não preciso de lápis e calculadora resolvo-as de cabeça! Digo algumas, não todas, com humildade.

Quanto ao facto de se continuar a comprar notas não é de agora nem nunca foi! Não há nada que entender, o que foi de sempre.. A questão de pagar (quem pode) é uma questão sociológica, e é uma questão psicológica o facto de se achar difícil uma dada disciplina, por mais que se facilite no nível de dificuldade desta! Um exemplo simples: um amigo meu aprendeu análise matemática num sítio, achou complicado decorar todas aquelas primitivas, depois transferiu-se para outro sítio, onde não era necessário decorar nada, levava-se formulários, e acontece que para os novos colegas uma primitiva de x2 era coisa complicada de entender, coisa que esse amigo meu sabia de cor e salteado, uma primitiva simples! O facto é que, um aluno banal num sítio se tornou um gênio no outro. Como explicar? É psicológico, por mais que se facilite, há sempre espaço para achar que algo é difícil!

Não só são mais fáceis como estão mal feitos e os programas são uma porcaria. Hoje em dia a maioria dos alunos chega ao Superior sem saber nada de Química Orgânica porque acabaram com as disciplinas de Técnicas Laboratoriais e praticamente já não há turmas de Química de 12.º ano. As universidades são obrigadas por isso a dar aulas extra para compensar os alunos.
 
Já que estamos numa de ensino, encontrei algo muito interessante.

Um contracto entre uma professora e uma escola em 1923.

Tinha as seguintes regras, engraçado o pormenor do fumar, era algo que devia ser de novo aplicado hoje.

Trata-se de um acordo entre a menina …. professora, e o Conselho de Educação da Escola …. pelo qual a menina …. concorda em dar cumprimento às aulas por um período de oito meses a partir de ….. de Setembro de 1923. O Conselho de Educação concorda em pagar à menina …. a quantia mensal de…

A menina… aceita o seguinte acordo:

1.Não se casar. O presente contrato fica automaticamente anulado e sem efeito se a professora casa.
2.Não andar em companhia de homens.
3.Permanecer em casa entre as 8.00 da tarde e as 6.00 da manhã , a menos que se trate do estrito cumprimento de actividades escolares.
4.Não frequentar geladarias do centro da localidade.
5.Não deixar a localidade sob qualquer pretexto sem o consentimento do presidente do Conselho de Delegados.
6.Não fumar. Este contrato fica automaticamente anulado e sem efeito se a professora for vista a fumar.
7.Não beber cerveja, vinho ou whisky. O contrato fica automaticamente anulado e sem efeito se for vista a professora a beber cerveja, vinho ou whisky.
8.Não viajar de automóvel com homens, com excepção para irmãos ou pai.
9.Não vestir roupas de cores garridas.
10.Não andar sem chapéu.
11.Usar pelo menos dois saiotes.
12.Não usar vestidos que fiquem a mais de cinco centímetros acima dos tornozelos.
13.Manter limpa a sala de aulas.
a)Varrer pelo menos uma vez por dia.
b)Esfregar o chão da sala pelo menos uma vez por semana com água quente.
c)Limpar o quadro pelo menos uma vez por dia.
d)Acender a lareira às 7.00 de modo a que as instalações se encontrem aquecidas às 8.00 quando chegarem os alunos.
14. Não usar pó-de-arroz, maquilhagem e não pintar os lábios.

http://diasquevoam.blogspot.com/2009/10/contrato-de-professoras-1923-castilla.html
 
Na época em questão e tratando-se de uma mulher, será que se fosse um homem seriam aplicadas (salvo as devidas diferenças) em pontos comuns as mesmas restrições? :rolleyes:
O que achei mais caricato foi na questão das tarefas de limpeza e do aquecimento da sala de aula, não havia empregados(as) que o fizessem naquela escola?! :disgust:
 
Também quero um subsídio para pagar a mensalidade no meu ginásio. :lmao:

Tavira: Câmara atribui 419 mil euros a 30 clubes do concelho

A Câmara de Tavira deliberou atribuir apoios financeiros a três dezenas de clubes desportivos, no valor global de 419 mil euros.

A concessão de subsídios acontecem ao abrigo do Regulamento de Apoio à Actividade Desportiva, recentemente aprovado pela Assembleia Municipal.

O regulamento visa ajudar as colectividades a cumprirem os planos de actividades e a superarem as dificuldades financeiras inerentes à sua acção no domínio da formação desportiva de crianças e jovens.

A Câmara diz que os montantes são repartidos de acordo com o nível competitivo de cada modalidade, a actividade desenvolvida e o número de praticantes que integram os clubes.

Os contratos para atribuição dos subsídios são assinados em cerimónia a ter lugar dia 27 de Julho na Autarquia tavirense às 18:00 horas.

http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=107549
 
Não se pode dizer que não há mérito nas comparticipações da Câmara de Tavira para a actividade desportiva do concelho. Na Luz de Tavira «Os Sonâmbulos» são um dos 3 representantes do futsal do Algarve na 3ª divisão nacional e o Centro de Ciclismo de Tavira é o vencedor das 2 últimas edições da Volta a Portugal em bicicleta. :thumbsup:
 
Falando da economia do Algarve, os empresários locais podem preparar-se para o próximo ano que será mau. O aumento de impostos recente por via dos PEC's e do que terá que ser aprovado no próximo orçamento, só será sentido em toda a sua força no próximo ano quando chega a altura de receber o cheque das finanças com a devolução do IRS do ano corrente. O corte nas deduções fiscais será significativo e a maioria das pessoas ainda não se apercebeu disso. Calculo em cerca de 500-1000€ numa família de classe média com filhos a estudar. Sabendo-se que a maioria das famílias portuguesas que pode passar férias no Algarve (ou noutros locais) o faz muito à conta dessa devolução do IRS, o Algarve pode ir contando com uma forte contracção do turismo interno no Verão do próximo ano.

E desconfio que poderá ainda ser pior. Apesar do aumento da receita fiscal (6% no 1º semestre), a galinha dos ovos de ouro, o Estado insiste em não conseguir estancar a despesa, antes pelo contrário.
Os cidadãos e as empresas apertam o cinto quanto podem, o Estado simplesmente não aperta, continua a gastar como se não houvesse amanhã. Esta semana saiu o boletim de execução orçamental do 1º semestre do ano e o Estado em 6 meses gastou mais 7,8 mil milhões de euros do que recebeu, apesar de ter cobrado mais 6% do que cobrou no 1ºsemestre do ano passado. A despesa corrente subiu 5,1%.

A este ritmo os funcionários públicos podem ir contando com: ou um sequestro dos subsídios de natal/férias; ou uma diminuição de salários no próximo ano. Não há outra forma de alimentar a gula insaciável do Estado.

Eu proponho antes umas ajudas às colectividades locais que tanto zelam pela nossa cultura e pelo nosso desporto, das quais saem para o mundo variadíssimos nomes que se inscrevem na História das Artes ou da Ciência, ou que alternativamente garantem grandes sucessos nas competições desportivas, para lá de Badajoz. Isso sim seria óptimo para o nosso tecido económico. :lmao:
 
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