Mário Barros
Furacão
Pais defendem fim de exames nacionais
Mas tá tudo passado. O que é isto ? Quer dizer, o ensino já é facilitado ainda querem acabar com uma das poucas provas que testa os conhecimentos gerais, eu não sei se esta gente tem noção, mas aqueles que saem do secundário e vão para faculdade vão para faculdade, e na faculdade não existe os facilitismos do secundário, na faculdade é exigido conhecimentos globais (adquiridos) das mais variadas matérias, raciocínio, opiniões formuladas e capacidade de argumentação e método de estudo. Se até o mais inteligente se vê à rasca na transição do secundário para o superior fará o mais baldas, o 1º ano da faculdade é um desastre para grande parte das pessoas, pois o secundário não prepara em quase nada os alunos para esse choque, algo que não acontecia no passado e cada vez acontece mais, e com medidas destas então, será lindo, os alunos estão a desperdiçar um ano das suas vidas porque simplesmente o secundário não os prepara para o choque e método do superior, logo quando chegam ao superior andam aos papéis.
Eu defendo algo muito mais radical, o secundário devia ter um sistema de faculdade a nível de método de ensino, e deixarem de andar com os alunos nas palmas das mãos como acontece até aqui e acontece cada vez mais. Os alunos deviam ser obrigados a pensar a raciocinar a investigar, devia ser fomentado mesmo isso, o incentivo há investigação.
Nas disciplinas de línguas já a minha prof de inglês dizia, não devia haver testes, pois é injusto, o aluno pode ser bom na oralidade ser mau na escrita ou vice-versa, deviam ser testadas ambas as capacidades do aluno, pois é uma disciplina onde se está a testar a capacidade de argumentação e comunicação numa língua estrangeira, as provas orais são algo essencial, isso já está um pouco assim, mas os testes ainda existem, quando deviam ser substituídos por trabalhos constantes e avaliação dos mesmos equivalendo aos testes.
A Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap) defende o fim dos exames de acesso ao Ensino Superior e vai solicitar uma audiência ao ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, para transmitir a sua posição nesta matéria.
"A Confap defende o fim dos exames nacionais como trampolim decisivo para entrada na universidade", afirma Albino Almeida, sugerindo que sejam as próprias instituições de Ensino Superior a elaborar "provas de aptidão".
O presidente da maior confederação representativa dos pais admite que no final do Secundário sejam feitas "provas globais a todas as disciplinas, mas sem a carga eliminatória do exame". Albino Almeida alega que, "com os exames a valer 30 por cento, há alunos de 18 valores que ficam de fora porque naquele dia estavam nervosos ou porque o enunciado não era claro, e são três anos deitados fora". Uma situação que não é aceitável. "Isto é criminoso, e quem mais sofre são os alunos muito bons, não são os médios ou os maus", salienta.
Albino Almeida sugere que seja aplicado em Portugal o método finlandês: "As notas do Secundário servem de referência. As notas são transformadas em créditos e, consoante os créditos que têm, os alunos ficam a saber a que cursos e universidades se podem candidatar. Mas depois têm de provar à universidade que possuem as competências necessárias." É então que as universidades "elaboram provas de aptidão, que podem passar pela apresentação de um portfólio, um trabalho de investigação ou uma comunicação".
O dirigente lembra que "os exames só avaliam saberes, mas muitos não sabem organizar-se trabalhar em grupo ou investigar, e falham na universidade".
Albino Almeida defende que deve ser cada universidade a definir os critério de selecção dos mais competentes. "É assim que funciona nos países com os quais nos queremos comparar", conclui.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/pais-defendem-fim-de-exames-nacionais
Mas tá tudo passado. O que é isto ? Quer dizer, o ensino já é facilitado ainda querem acabar com uma das poucas provas que testa os conhecimentos gerais, eu não sei se esta gente tem noção, mas aqueles que saem do secundário e vão para faculdade vão para faculdade, e na faculdade não existe os facilitismos do secundário, na faculdade é exigido conhecimentos globais (adquiridos) das mais variadas matérias, raciocínio, opiniões formuladas e capacidade de argumentação e método de estudo. Se até o mais inteligente se vê à rasca na transição do secundário para o superior fará o mais baldas, o 1º ano da faculdade é um desastre para grande parte das pessoas, pois o secundário não prepara em quase nada os alunos para esse choque, algo que não acontecia no passado e cada vez acontece mais, e com medidas destas então, será lindo, os alunos estão a desperdiçar um ano das suas vidas porque simplesmente o secundário não os prepara para o choque e método do superior, logo quando chegam ao superior andam aos papéis.
Eu defendo algo muito mais radical, o secundário devia ter um sistema de faculdade a nível de método de ensino, e deixarem de andar com os alunos nas palmas das mãos como acontece até aqui e acontece cada vez mais. Os alunos deviam ser obrigados a pensar a raciocinar a investigar, devia ser fomentado mesmo isso, o incentivo há investigação.
Nas disciplinas de línguas já a minha prof de inglês dizia, não devia haver testes, pois é injusto, o aluno pode ser bom na oralidade ser mau na escrita ou vice-versa, deviam ser testadas ambas as capacidades do aluno, pois é uma disciplina onde se está a testar a capacidade de argumentação e comunicação numa língua estrangeira, as provas orais são algo essencial, isso já está um pouco assim, mas os testes ainda existem, quando deviam ser substituídos por trabalhos constantes e avaliação dos mesmos equivalendo aos testes.
As provas de acesso ao ensino superior continuariam a ser exames nacionais, ou até poderiam deixar de existir, dado que todos os testes de avaliação eram já exames nacionais!


