O Estado do País

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É um facto mais do que evidente!
Só quem não vai lá ou pelo menos veja alguns blocos noticiosos nas tv's espanholas é que não tem a noção do que também por lá se passa.

Penso que ainda há muito boa gente por cá que ainda acha que ali ao lado é tudo rosas (não me refiro ao PSOE), não é bem assim...

Para além da constituição estar baseada numa Monarquia parlamentar, não se pense que o sistema político de nuestros hermanos esteja isento de determinadas irregularidades, corrupção e outros factores desestabilizadores.
Disto não falta por todo o mundo e penso que seja perda de tempo falar de corrupção como se fosse um fenómeno localizado e ao qual nos habituámos!
Uma coisa é dizermos de ânimo leve que a corrupção existe em todo o lado, outra é ampliarmos a nossa visão do mundo e termos a perfeita noção de que é um mal amplamente espalhado...

Há a noção de que a corrupção é mais grave no Sul da Europa, isto é, Portugal, Espanha, Grécia e Sul de Itália.
 
Falando só do espaço europeu, admito que assim seja...

Não tenho bem conhecimento da situação nos EUA, mas pelo que leio aqui e acolá na comunicação social os processos de corrupção costumam chegar ao fim em poucos meses/anos, as penas são pesadas e é comum os acusados confessarem os crimes.

Aqui em Portugal, não há nunca coragem para se confessar um crime ou erro em tribunal, nega-se sempre até ao fim, há uma constante vitimização...

EDIT: quando referi a Europa do Sul esqueci os países da Europa de Leste, em especial aqueles que ainda estão próximos da Rússia...

É preciso que os portugueses tenham noção de quanto o país empobrece à custa da corrupção...
 
Aqui em Portugal, não há nunca coragem para se confessar um crime ou erro em tribunal, nega-se sempre até ao fim, há uma constante vitimização...

Agora é que disseste tudo. Mais verdade do que essa era impossível. E por uns pagam os outros... daí o "generalismo"... Enfim é uma pena :mad:

A corrupção na Grécia então nem se fala.... E se Portugal não tomar juízo daqui a nada estará igual ou pior que os gregos. Aí é que irá haver quase de certeza uma revolução social neste país em relação ao regime.

Monarquia precisa-se!
 
u

Agora é que disseste tudo. Mais verdade do que essa era impossível. E por uns pagam os outros... daí o "generalismo"... Enfim é uma pena :mad:

A corrupção na Grécia então nem se fala.... E se Portugal não tomar juízo daqui a nada estará igual ou pior que os gregos. Aí é que irá haver quase de certeza uma revolução social neste país em relação ao regime.

Monarquia precisa-se!

S. Miguel, mesmo com uma Monarquia, os partidos, as leis e o povo permaneceriam tal e qual como são...

Isto da corrupção, economia dos afectos, agrados, vitimização, etc, tem muito que se lhe diga...

Já ando cá há mais de vinte anos, adoro crítica social, Jorge de Sena, Virgílio Ferreira, Eça de Queirós... e constato que em Portugal não há coragem para dizer «errei, lamento, agora vou assumir as minhas responsabilidades». Quando alguém é acusado, mesmo estando culpado, e nem falo de crimes, mas de problemas familiares, no trabalho ou na faculdade, cria uma estratégia de vitimização, diz-se alvo de calúnias, mentiras, invejas, gera uma rede de intrigas e mesquinhices, levando a que o crítico ou acusador acabe por ser castigado por ter denunciado alguém que enveredara pelo vício.

Dois exemplos práticos muito simples. Já repararam que noutros países europeus, ou nos EUA, quando rebentam escândalos de corrupção ou sexuais em torno de detentores de cargos públicos estes ou pedem de imediato a demissão ou vêm a público assumir o erro e pedir desculpa? E em Portugal, o que sucede? Veja-se o caso de Domingo Névoa, considerado culpado num processo de corrupção, continuou a afirmar que estava inocente, e o advogado que o denunciou foi julgado em tribunal por difamação e calúnia e obrigado a pagar um indemnização de milhares de euros por danos morais. Ou então o caso do autarca de Oeiras, que foi condenado em Primeira Instância e que não pediu a demissão. Em Portugal, nunca há culpados, mas sim vítimas de cabalas... Agora comparemos com a posição de Madoff, que assumiu os crimes pelos quais era acusado, ou de Bill Clinton, no escândalo em torno de Monica Lewinsky.
 
S. Miguel, mesmo com uma Monarquia, os partidos, as leis e o povo permaneceriam tal e qual como são...

Isto da corrupção, economia dos afectos, agrados, vitimização, etc, tem muito que se lhe diga...

Já ando cá há mais de vinte anos, adoro crítica social, Jorge de Sena, Virgílio Ferreira, Eça de Queirós... e constato que em Portugal não há coragem para dizer «errei, lamento, agora vou assumir as minhas responsabilidades». Quando alguém é acusado, mesmo estando culpado, e nem falo de crimes, mas de problemas familiares, no trabalho ou na faculdade, cria uma estratégia de vitimização, diz-se alvo de calúnias, mentiras, invejas, gera uma rede de intrigas e mesquinhices, levando a que o crítico ou acusador acabe por ser castigado por ter denunciado alguém que enveredara pelo vício.

Dois exemplos práticos muito simples. Já repararam que noutros países europeus, ou nos EUA, quando rebentam escândalos de corrupção ou sexuais em torno de detentores de cargos públicos estes ou pedem de imediato a demissão ou vêm a público assumir o erro e pedir desculpa? E em Portugal, o que sucede? Veja-se o caso de Domingo Névoa, considerado culpado num processo de corrupção, continuou a afirmar que estava inocente, e o advogado que o denunciou foi julgado em tribunal por difamação e calúnia e obrigado a pagar um indemnização de milhares de euros por danos morais. Ou então o caso do autarca de Oeiras, que foi condenado em Primeira Instância e que não pediu a demissão. Em Portugal, nunca há culpados, mas sim vítimas de cabalas... Agora comparemos com a posição de Madoff, que assumiu os crimes pelos quais era acusado, ou de Bill Clinton, no escândalo em torno de Monica Lewinsky.

Também não é necessário chegar ao ponto de devassar a vida privada dos detentores de cargos públicos. Essa história de Clinton - Lewinski foi conduzida de forma lamentável, pois os affaires sentimentais do presidente não afectam nem a sua capacidade de governação nem a sua credibilidade enquanto político.

Quanto ao resto, estou de acordo, em Portugal a culpa geralmente não é de ninguém.
 
Também não é necessário chegar ao ponto de devassar a vida privada dos detentores de cargos públicos. Essa história de Clinton - Lewinski foi conduzida de forma lamentável, pois os affaires sentimentais do presidente não afectam nem a sua capacidade de governação nem a sua credibilidade enquanto político.

Quanto ao resto, estou de acordo, em Portugal a culpa geralmente não é de ninguém.

Concordo. Apenas utilizei o caso de Monica Lewinsky para salientar as diferenças culturais entre as duas nações. Há outros exemplos idênticos nos EUA, na Inglaterra ou na Alemanha. Lá fora, a exigência em relação ao detentores de cargos públicos é tão grande que chegam ao ponto de devassar a sua vida privada. Veja-se também o caso de Bush, que assumiu um consumo excessivo de álcool, e afirmou estar arrependido. Aqui temos Pedro Passos Coelho, que experimentou um charro sem saber o que estava a fumar...
 
Re: u

S. Miguel, mesmo com uma Monarquia, os partidos, as leis e o povo permaneceriam tal e qual como são...

Eu já não vejo dessa forma e nem a maioria dos monárquicos pelas razões que passo já a explicar:

1 - Com o regresso de um rei em Portugal o espírito de nacionalismo e patriotismo despertaria em todos os sentidos. Coisa que falta muito ao povo português, o sentido de patriotismo, já que ele só é manifestado na porcaria do futebol entenda-se!

2 - O rei não seria o centro da vida portuguesa mas sim a constituição do Reino e do Estado português, logo, numa constituição, tem-se democracia em eleições.


3 - O rei passa a ter muitas mais resposabilidades que os republicanos não teriam, cabendo a ele e somente a ele por exemplo,intervir em acções diplomáticas, tendo o poder de excluir todos os membros do mandato para não voltarem e criar a novas eleições.

Em suma, seria um tipo de governo perfeito ou por outras palavras, muito melhor que o regime actual, tendo o rei um papel de moderador zelando pela nação e interesses do povo.

Não podemos esquecer que a República em Portugal processou-se de uma forma muito violenta e foi implantada à custa de múltiplos assassínios.


Dois exemplos práticos muito simples. Já repararam que noutros países europeus, ou nos EUA, quando rebentam escândalos de corrupção ou sexuais em torno de detentores de cargos públicos estes ou pedem de imediato a demissão ou vêm a público assumir o erro e pedir desculpa? E em Portugal, o que sucede? Em Portugal, nunca há culpados, mas sim vítimas de cabalas...

Pois, mas isso com uma Monarquia iria mudar e muito! O povo português tem que ser educado e ensinado a dar a cara e pedir desculpa ao povo quando é preciso. Mas isso nunca será possível enquanto os senhores republicanos enquanto cá estiverem, pois, se eles servem de modelo perfeito para os que se fazem de vítimas, muito difícil será mudar o actual regime para um melhor. Acho e dá-me a impressão que povo português só se lembra que é português em campeonatos internacionais de futebol. E o resto pra quem fica hein?? :disgust:

Tem de haver uma grande revolução social em Portugal para as coisas mudarem. Óme os portugueses têm de deixar de ver a vida como se fossem os outros a resolverem os seus problemas. Numa Monarquia quem dirigia a vontade da nação era o Rei e o povo concordava, visto que a última palavra cabia sempre ao rei, senhor da nação! Os portugueses nunca deixaram desde D. Afonso Henriques, de ser súbditos de e SÓ do Rei de Portugal.
Portugal é um país Monárquico quer queiram quer não e já todos tivemos a noção que a República não vinga nesse país. Para quê taparem o sol com a peneira? Mas o português tornou-se assim... acomodam-se com as desgraças e não têm capacidade sequer para fazerem sair do governo os republicanos.

Se os nossos reis se levantassem hoje das suas tumbas e vissem ao ponto a que chegou esse país hoje em dia, acho que morreriam de novo com um ataque cardíaco. ( E isso não tem nada a ver com xenofobia mas sim com AMOR À NAÇÃO e amar o nosso país defendendo-o contra as agressões exteriores). Tanto sangue que se derramou por este pequeno país e andam alguns por aí a venderem a sua pátria e a sua camisola aos outros mas pronto... Portugal pelos vistos até não se queixa de tal... Pena os açorianos ou os madeirenses já não verem dessa forma, porque quem está longe é que se apercebe mais facilmente das coisas, daí que Portugal tenha perdido muitas das suas ex colónias. Não se esqueçam que os Açores e a Madeira ainda fazem parte do Império Português, logo nesse caminho um dia Portugal se não fizer nada para melhorar o actual regime que tem pode acabar por perder tb os Açores e a Madeira. Acho que os portugueses andam anestesiados demais.. Até um dia... Desculpem mas sou muito crítico nessas coisas porque como Açoriano e português que sou não gosto de ver fazerem pouco do que é nosso e nem das pessoas. Havia de haver novamente mais uma Batalha de Aljubarrota ou uma Batalha de S.Mamede que eu seria o primeiro da frente a alistar-me.

E como se diz aqui na minha terra e muito bem: "Antes morrer livres que em paz sujeitos"

Abraços
 
E quando as coisas correm mal, quando um rei governa (e já tivemos reis muito maus) ou quando um rei não serve os interesses do país? Como é que se remove um rei uma vez que não existe hipótese do povo poder contestar o poder em eleições? O grandes países da Europa não são monarquias. Os Estados Unidos não são uma monarquia. A Bélgica é uma monarquia mas isso não impediu o crescimento do separatismo. A monarquia é um regime imperfeito e não funciona em lado nenhum.
 
E quando as coisas correm mal, quando um rei governa (e já tivemos reis muito maus) ou quando um rei não serve os interesses do país? Como é que se remove um rei uma vez que não existe hipótese do povo poder contestar o poder em eleições? O grandes países da Europa não são monarquias. Os Estados Unidos não são uma monarquia. A Bélgica é uma monarquia mas isso não impediu o crescimento do separatismo. A monarquia é um regime imperfeito e não funciona em lado nenhum.

Não sou grande entusiasta da Monarquia, mas deixarei algumas notas sobre o teu comentário:

- O Reino Unido é uma monarquia; se não o fosse, provavelmente não haveria Commonwealth, nem mesmo Reino Unido (a Escócia já seria independente).

- A Noruega, a Suécia e a Dinamarca são monarquias, tal como o Luxemburgo ou a Holanda, países que estão no topo da lista dos mais ricos e desenvolvidos do mundo.

- A Bélgica tem duas regiões culturalmente distintas, cada uma com a sua língua, a Valónia com uma língua latina, a Flandres com uma língua germânica; se não fosse o rei, podes crer que já não havia Bélgica.

- Em Espanha, a monarquia tem sido um factor de união e contraponto ao separatismo catalão e basco; Castela sem a Catalunha e sem o país Basco seria um desastre, já que são duas regiões ricas.

- Na Tailândia, a Monarquia mostrou a sua importância nos acontecimentos recentes, contribuindo para que os vermelhos não avançassem, impedindo assim a entrada de um regime capitalista de Estado ao estilo da China.

- A França, quando acabou com a Monarquia, na «abençoada» Revolução francesa, instalou um regime de terror (Robespierre), onde os crimes cometidos foram mais bárbaros que os da Monarquia.

Mais uma nota: o país europeu com mais tradição liberal é a Inglaterra, a Monarquia mais sólida do Velho Continente. Pelo contrário, República tem significado totalitarismo, centralização, plutocracia e capitalismo de Estado, não são raros os exemplos em que isso sucedeu. As monarquias têm-se mostrado sensíveis a temas como o ambiente, que são desprezados pelos plutocratas do capitalismo de Estado. Veja-se o caso do príncipe Carlos e do Rei da Tailândia, ou até de D. Duarte.

E ainda uma nota sobre a aristocracia... pois esta pode e deve existir, desde que não seja hereditária, mas sim definida pelo mérito científico, académico, artístico ou literário dos membros da Nação.

Assim, dentro da grandes nações europeias, três são Repúblicas (França, Alemanha e Itália) e três são Monarquias (Holanda, Reino Unido ou Espanha).

EDIT:

O crescimento económico no período da Monarquia era muito superior ao crescimento económico que se seguiu na Primeira República. Existem teorias que defendem que caso Portugal não tivesse abolido a Monarquia, ter-se-ia mantido mais aberto ao resto da Europa e seria hoje um país muito mais desenvolvido, pois não teria havido Primeira República, Salazar e socialismo...
 
Eu por mim ter um Presidente é pior que ter um Reino, é para fazer figura de boneco na mesma.
Assim teríamos uma pessoa que não seria politico mas seria mais isento porque qualquer que fosse o governo desde bebé a rei teria de se preocupar a encontrar uma linha de desenvolvimento para o país sem se preocupar se seria a esquerda ou a direita a governar.

É o contraponto que hoje em dia não existe, o Cavaco sejamos certos está mais preocupado com a re-eleição e o Alegre não sei como vai fazer o contraponto de ter o apoio do BE e agora do PS...
 
Ora nem mais nem menos. Recentemente, rebentou um escândalo no Reino Unido: David Laws, ministro Liberal Democrata, utilizou dinheiro do Parlamento para pagar o alojamento em casa de um amante. Três semanas após a coligação de Governo, assumiu tudo, demitiu-se a vai devolver o dinheiro ao Parlamento.

E em Portugal, como seria um caso destes? Bem, o ministro negaria tudo, os delatores seriam acusados de difamação e calúnia, e condenados a pagar uma indemnização choruda por danos morais. Não haveria nenhuma demissão nem devolução do dinheiro, e uma agência de comunicação «amiga» trataria de publicar fotos do ministro ao lado de belas mulheres que seriam tratadas como «namoradas» em revistas cor-de-rosa. O dito amante desapareceria misteriosamente dos olhares do público, provavelmente com uma bom cargo sem visibilidade, no estrangeiro, e passados uns meses ninguém falaria mais no assunto.
 
Ora nem mais nem menos. Recentemente, rebentou um escândalo no Reino Unido: David Laws, ministro Liberal Democrata, utilizou dinheiro do Parlamento para pagar o alojamento em casa de um amante. Três semanas após a coligação de Governo, assumiu tudo, demitiu-se a vai devolver o dinheiro ao Parlamento.

E em Portugal, como seria um caso destes? Bem, o ministro negaria tudo, os delatores seriam acusados de difamação e calúnia, e condenados a pagar uma indemnização choruda por danos morais. Não haveria nenhuma demissão nem devolução do dinheiro, e uma agência de comunicação «amiga» trataria de publicar fotos do ministro ao lado de belas mulheres que seriam tratadas como «namoradas» em revistas cor-de-rosa. O dito amante desapareceria misteriosamente dos olhares do público, provavelmente com uma bom cargo sem visibilidade, no estrangeiro, e passados uns meses ninguém falaria mais no assunto.

O problema não é o País...será o Povo?
 
O problema não é o País...será o Povo?

O «povo» e as «elites» (ou a ausência das mesmas). Com os seus vícios tão bem caracterizados por Eça de Queiroz, Jorge de Sena, Ramalho Ortigão ou José Gil, entre tantos outros. O problema será a periferia? Serão as condições naturais? Veja-se o caso da Suiça. Temos mar, temos excelentes solos, óptimo clima, recursos minerais, uma boa posição geográfica, unidade territorial, falta o resto...
 
E a saga continua. Parece que o Presidente da Alemanha fez umas afirmações polémicas sobre eventuais benefícios económicos da presença militar alemã no Afeganistão. Estalou a polémica e, voluntariamente, pediu a demissão.

E em Portugal, o que sucederia? Para já, a oposição não daria grande importância ao tema. E as vozes que se levantassem seriam olhadas de soslaio como ataques à estabilidade governativa do país e ao «desenvolvimento». O político em causa ignoraria o assunto, ou então optaria pela vitimização, afirmando que estaria em curso um tentativa de «golpe de estado». Em poucas semanas o caso estaria esquecido.

http://economico.sapo.pt/noticias/presidente-da-alemanha-demitese_91060.html

Não vos esqueçais, Portugal é o país onde um deputado é questionado pelo alegado envolvimento em dois casos graves e polémicos, vitimiza-se afirmando que é alvo de violência psicológica, «retira» os gravadores aos jornalistas e não há consequências. No nosso país há sempre retórica suficiente para relativizar e vencer. Somos mestres no argumento falacioso para desenrascanço.
 
Estado
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