O Estado do País

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Ainda a propósito da conversa do outro dia, sobre o Che Guevara, por favor, não dêem tshirts do Che aos vossos bebés:

YouTube- Broadcast Yourself.

Acho que como forma de protesto vou encomendar uma t-shirt com a imagem de Salazar. Esse ao menos não consta que tenha mandado fuzilar ninguém. E até foi recentemente elogiado, pelas reservas de ouro que acumulou. Sim, para quem não sabe, um jornal qualquer considerou Salazar um dos maiores investidores de sempre.

Salazar+Licao+01.jpg
 
CÓMO ESTÁ EL PATIO
¡Mamá, quiero ser funcionario!
Por Pablo Molina

En la España rural de los setenta las madres soñaban con que sus hijos aprobaran una oposición y se convirtieran en funcionarios. Daba igual el cuerpo, la subescala o la administración en que recayeran, lo importante era sacar una plaza y tener un sueldo para toda la vida. Por si fuera poco, con calefacción en invierno y aire acondicionado en verano, ventajas de cuya importancia sólo se puede ser plenamente consciente si se conocen de primera mano los rigores del trabajo en el campo.
En esa época, el consejo de las madres (los padres, no sé por qué, en esto no se metían) era de puro sentido común. Su concepción utilitarista de la existencia les llevaba a aconsejar a sus hijos que se garantizaran un pasar de la forma más confortable posible. Y eso fue lo que hicimos muchos; sobre todo, en tiempos en que aprobar una oposición no era precisamente una de las pruebas de Hércules.

Con el desarrollo económico, la generalización de los estudios universitarios y la apertura de la economía al mundo globalizado entramos en un periodo en que aspirar a una plaza de funcionario sólo estaba justificado si se tenía una especial vocación por la medicina o la enseñanza, dado el cuasi monopolio que el estado mantiene en esas profesiones. Pasar los días enterrado en una montaña de expedientes y cobrar por ello un salario por debajo de la media no era precisamente algo como para enorgullecerse en las reuniones de amigos. Más bien, el funcionario de los noventa era considerado una persona con escasas aspiraciones que dejaba pasar las oportunidades de ganar dinero por las migajas que el estado le ingresaba en la cuenta bancaria al final de cada mes.

¿Qué ha pasado para que, de nuevo, tres de cada cuatro españoles quieran ser funcionarios; para que las madres vuelvan a soñar con ver a sus hijos convertidos en jefes de negociado; para que las academias preparatorias tengan que doblar turnos? Pues ha pasado y pasa José Luis Rodríguez Zapatero. Es decir, el socialismo, uno de cuyos efectos más notorios es la desaparición de las oportunidades de negocio en el ámbito privado y la expansión elefantiásica del sector público.

Al celebrar su primera década al frente del PSOE, Zapatero dijo: "Estamos mejor de lo que parece: lo vais a vivir"; y la Pajín salió corriendo a buscar una placa de mármol y un cincel. En efecto, la audiencia a la que iba dirigida la soflama, formada por miembros del PSOE, está mucho mejor que el españolito de a pie. Exentos de sufrir las pifias de su líder, los cargos socialistas son la nueva élite funcionarial, los reyes del trinque presupuestario, y nunca les van a faltar fondos. Analfabetos estructurales, jovenzuelos que han hecho de la política su forma de vida y aspirantes a vivir de lo ajeno sin mayores preocupaciones van a vivir, están viviendo lo bien que se vive cuando quien gobierna es el jefe de la camada.

Las encuestas sobre las salidas profesionales que el español medio prefiere confirman que el PSOE es, en efecto, el partido que más se parece a España. Como no todos los parados caben en la nómina del partido, los que quieren ser partícipes del "Vais a vivir" han de tratar de colocarse en tal o cual administración, pero el objetivo es el mismo: vivir sin agobios amarrado y bien amarrado a la teta pública.

Con Aznar, queríamos ser profesionales liberales y nos atrevíamos a emprender negocios; no porque el tío fuera un santo protector de las libertades, sino porque tuvo el sentido común de no entorpecer en exceso la iniciativa privada. Zapatero ha acabado también con ese legado, y nos retrotrae sociológicamente al ruralicio de los setenta. Cuarenta años de retroceso en sólo seis de mandato: una plusmarca que, ciertamente, no está al alcance de cualquiera.

Lo peor es que, mientras que antes el puesto de funcionario te garantizaba un sueldo seguro, con ZP nadie puede confiar en que la administración para la que trabaja no entre en bancarrota de un día para otro. Es el socialismo. Es Zapatero. Que nadie los acuse de traicioneros.


http://findesemana.libertaddigital.com/mama-quiero-ser-funcionario-1276238041.html
 
Fabuloso ...Uau .... isso já agora gera quantos empregos e que riqueza gera para o país ? Quantas famílias sustenta ?
Não seria mais interessante ver 3 empresas de Tavira em destaque em vez de umas equipas de futsal ?

-> Panem et circenses

Continuo a achar que deve haver lugar a actividades lúdicas e recreativas. A vida não se esgota nas 8 horas de trabalho. E ainda bem que a Câmara de Tavira distribui dinheiro, por pouco que seja, pelas várias associações da terra.
 
Continuo a achar que deve haver lugar a actividades lúdicas e recreativas. A vida não se esgota nas 8 horas de trabalho. E ainda bem que a Câmara de Tavira distribui dinheiro, por pouco que seja, pelas várias associações da terra.

O meu ginásio tem muitas actividades lúdicas. Aulas de hidroginástica, abdominais, dança, step, spa, etc. Não recebe ajudas da Câmara da Porto e é economicamente viável, senão já teria certamente fechado as portas. Por isso, se as câmaras pararem de roubar dinheiro aos contribuintes para pagar os prazeres cinegéticos, columbófilos ou futebolísticos dos seus habitantes, os mesmos poderiam sobreviver apenas com o dinheiro de quem realmente se interessa por essas actividades. Segundo relatos de pessoas mais velhas, há 30 anos atrás os bailaricos e festarolas eram organizados por privados que tinham armazéns e dancings para o efeito. E não havia tanta associação da treta. Não sei quando, mas um dia esta palhaçada terá de ter um fim.
 
Falando da economia do Algarve, os empresários locais podem preparar-se para o próximo ano que será mau. O aumento de impostos recente por via dos PEC's e do que terá que ser aprovado no próximo orçamento, só será sentido em toda a sua força no próximo ano quando chega a altura de receber o cheque das finanças com a devolução do IRS do ano corrente. O corte nas deduções fiscais será significativo e a maioria das pessoas ainda não se apercebeu disso. Calculo em cerca de 500-1000€ numa família de classe média com filhos a estudar. Sabendo-se que a maioria das famílias portuguesas que pode passar férias no Algarve (ou noutros locais) o faz muito à conta dessa devolução do IRS, o Algarve pode ir contando com uma forte contracção do turismo interno no Verão do próximo ano.

E desconfio que poderá ainda ser pior. Apesar do aumento da receita fiscal (6% no 1º semestre), a galinha dos ovos de ouro, o Estado insiste em não conseguir estancar a despesa, antes pelo contrário.
Os cidadãos e as empresas apertam o cinto quanto podem, o Estado simplesmente não aperta, continua a gastar como se não houvesse amanhã. Esta semana saiu o boletim de execução orçamental do 1º semestre do ano e o Estado em 6 meses gastou mais 7,8 mil milhões de euros do que recebeu, apesar de ter cobrado mais 6% do que cobrou no 1ºsemestre do ano passado. A despesa corrente subiu 5,1%.

A este ritmo os funcionários públicos podem ir contando com: ou um sequestro dos subsídios de natal/férias; ou uma diminuição de salários no próximo ano. Não há outra forma de alimentar a gula insaciável do Estado.

E quem te garante que isso vai ficar por aí? Sempre podias propor que sejam retidos na fonte os próximos 5 anos de trabalho. O ajustamento do défice era muito mais rápido e eficiente. Ao mesmo tempo como o Estado é monstruoso podíamos deitar fora uns monos que são SNS e a Educação Pública. Há aí uns hospitais privados do Mello e do BES que são um prémio à gestão e podem ser a solução.

Estão quase todos vazios, ninguém pode lá entrar pelos preços que cobram, apresentam défices crónicos de exploração mas não convém fechar porque há ai um partido que diz ter a solução.
 
O meu ginásio tem muitas actividades lúdicas. Aulas de hidroginástica, abdominais, dança, step, spa, etc. Não recebe ajudas da Câmara da Porto e é economicamente viável, senão já teria certamente fechado as portas. Por isso, se as câmaras pararem de roubar dinheiro aos contribuintes para pagar os prazeres cinegéticos, columbófilos ou futebolísticos dos seus habitantes, os mesmos poderiam sobreviver apenas com o dinheiro de quem realmente se interessa por essas actividades. Segundo relatos de pessoas mais velhas, há 30 anos atrás os bailaricos e festarolas eram organizados por privados que tinham armazéns e dancings para o efeito. E não havia tanta associação da treta. Não sei quando, mas um dia esta palhaçada terá de ter um fim.

Eu não tenho ginásio. Prefiro o parque público para os meus 12Km diários de corrida. Além disso também há a pista de atletismo de Faro que é pública e onde não se paga para correr. Já viste a roubalheira que aqui vai?
 
Continuo a achar que deve haver lugar a actividades lúdicas e recreativas. A vida não se esgota nas 8 horas de trabalho. E ainda bem que a Câmara de Tavira distribui dinheiro, por pouco que seja, pelas várias associações da terra.

Não acho particularmente grave que uma câmara ajude algumas colectividades que elevam o nome do concelho, fazendo assim publicidade positiva à região, e sendo um veículo para as empresas locais poderem fazer publicidade, como é o caso da equipa de ciclismo do Tavira. Que ganha, quando um ciclista sobe ao pódio ouve-se o nome Tavira, e cujas camisolas e carros de apoio têm inscrita publicidade a empresas do concelho.

Há também uma vertente em muitos destes clubes, bastante importante e que muitas vezes se substituem às entidades estatais, ocupando o tempo livre dos jovens e promovendo a prática desportiva e os hábitos de vida saudáveis.

Apesar disso é certo que a atribuição destes fundos deve obedecer a alguns critérios, como o mérito desportivo, a aposta na formação e boas práticas de gestão dos subsídios atribuídos.
 
Sobre as camisolas de Che Guevara. É certo que foi um assassino, como qualquer guerrilheiro. É certo que esteve na origem de um dos regime mais repressivos e absurdos do mundo. Mas o que as camisolas representam para quem as veste, é mais o símbolo de um guerrilheiro, que escondido nas montanhas consegue derrubar um regime apoiado por uma grande potência vizinha.

Tal como se diz que Salazar era um grande estadista, economista, e foi recentemente vencedor de um concurso televisivo que o elegeu o melhor português do século passado. Por outro lado deu início a uma guerra estúpida que durante 13 anos delapidou toda uma geração (cerca de 10 000 portugueses mortos, outros com danos irreversíveis, que hoje estão reformados e custam bastante dinheiro ao estado). Houve prisões políticas, execuções sumárias a mando da polícia política, etc.

Até os mais considerados estadistas mundiais têm telhados de vidro. Churchill, só por vingança, pois na altura a guerra estava decidida, ordenou o bombardeamento de Dresden. Estimam-se meio milhão de mortos e um vastíssimo património cultural destruído.

A Segunda Guerra Mundial estava no fim. Em 1945 Dresden não era nenhum ponto militar. Não existiam bases militares em Dresden, não era nenhum local estratégico, não existia indústria pesada, não tinha defesas aéreas, não tinha centros de comunicação importantes. Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinha maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade era até conhecida como cidade dos refugiados e tinha sido declarada cidade hospital para os feridos da guerra. Dresden era uma das mais belas cidades da Alemanha, a capital da Saxônia era conhecida pela "Florença do Elba" devido à sua mundialmente famosa arquitetura Barroca. A economia de Dresden era sustentada, em tempo de paz, pelos seus teatros, museus, instituições culturais e indústrias artesanais, nomeadamente a cerâmica.

A sua população residente e permanente era de 630.000 pessoas, mas naquela altura a cidade estava a abarrotar de refugiados provenientes de todo o Leste mas principalmente da Prússia e da Silencia de onde fugiam aterrorizadas pelas crueldades cometidas pelos bárbaros soldados soviéticos que a isso eram incitados pelo demônio da propaganda estaliniana, o judeu Ilja Ehrenburg. Este dirigente soviético em campanhas maciça na rádio e através de milhões de panfletos repetia constantemente perante os soldados vermelhos: "Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram" ou então "se vocês, um dia, não tiverem morto pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética ". Churchill nas suas memórias citava o judeu Ehrenburg, numa sua proclamação ao Exército bolchevista: "Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho".

Nesta altura os Aliados já sabiam que a Alemanha tinha perdido a guerra. Ninguém que tivesse capacidade de decisão - civil ou militar- acreditava que a Alemanha pudesse resistir, muito menos atacar, as forças Aliadas. O próprio Churchill queria pelo menos duas cidades destruídas a cada mês que passasse - até que não restasse nenhuma! O bombardeamento de Dresden só poderia ser entendido como um ato premeditado de assassínio em massa.

Assim, a 13 e 14 de Fevereiro de 1945 perto de 1200 bombardeiros Aliados (principalmente americanos e ingleses), seguidos de centenas de caças "bullet-spiting" levaram a cabo um triplo 'raid' aéreo em Dresden. O código de guerra dado a este bombardeamento foi "Clarion". O primeiro ataque dos bombardeiros começou a cair às 10 horas do dia 13 largando bombas explosivas na parte velha da cidade para destruir os telhados dos edifícios preparando assim o ataque com engenhos incendiários. O ataque seguinte trouxe o inferno transformando o centro da cidade - numa área com 3 milhas de comprimento e 2 de largura - num oceano de chamas. A temperatura do ar atingia os 1100 graus Fahrenheit. Os ventos fortes que se faziam sentir ajudaram á propagação instantânea das chamas. Centenas de milhar de pessoas eram queimadas vivas desde o primeiro ataque e continuariam a morrer até ao terceiro.

Alguns dados sobre os bombardeamentos foram tornados públicos mais tarde:
- O fumaça que saía da cidade via-se a 50 milhas de distância e a 15.000 pés de altitude.
- Mais de três terços de Dresden ficou completamente destruída em 14 horas de ataques.
- 24.866 casas desapareceram.
- 35.000 corpos foram mais tarde identificados.
- Perto de 500.000 corpos estavam irreconhecíveis, transformados numa massa amarela derretida nas ruas.

Um jornal na altura contabilizou desta maneira os mortos que não foram identificados:
- 37.000 crianças.
- 46.000 jovens em idade escolar.
- 55.000 hospitalizados, incluindo médicos, enfermeiros e pessoal hospitalar.
- 12.000 pertencentes a equipas de salvamento.
- 330.000 descritos simplesmente como "homens e mulheres".

O pedágio da morte estava desconcertando. A extensão cheia do Holocausto em Dresden pode mais prontamente ser contada perdas que vão de 250.000 até 500000 pessoas morreram dentro de umperíodo 14-hour, visto que estimativas daqueles que morreram na escala de Hiroshima e de Nagazaki foram de 90.000 a 140.000.

Os apologists aliados para o massacre têm Dresden "frequentemente comparado" com a cidade inglesa de Coventry. Mas os 380 mortos em Coventry durante a guerra inteira não podem começar a comparar com as 1.000 vezes mais que numeram quem foi massacrado em 14 horas em Dresden. Além disso, Coventry era um centro de munições, um alvo militar legítimo. Dresden, na outra mão, somente thina produzido cigarros e remédios -- e os copos e os talheres podem mal ser considerados ferragem militar!

http://13-februar.net/a_portug2.htm

Churchill era um assassino? Eu continuo a achar que não. E obviamente estava do lado certo da História. Poderia referir também as bombas nucleares de Hiroshima e Nagasaki, mas isso é muito óbvio e conhecido.

PS- O comunismo não matou ninguém. Como ideologia, e ao contrário do nazismo que promove a segregação racial, não defende a morte nem prisão de ninguém. Alguns, em seu nome mataram muita gente. Fidel Castro nunca foi comunista. Combatia Batista apoiado pelos EUA. Os russos viram um possível aliado na guerra fria e apoiaram-no na sua guerrilha. Fidel e os seus guerrilheiros tornaram-se comunistas. Tivesse a História tido outros caminhos e Fidel poderia ser hoje o Czar de Cuba. É só um exemplo, entre muitos.
 
Não acho particularmente grave que uma câmara ajude algumas colectividades que elevam o nome do concelho, fazendo assim publicidade positiva à região, e sendo um veículo para as empresas locais poderem fazer publicidade, como é o caso da equipa de ciclismo do Tavira. Que ganha, quando um ciclista sobe ao pódio ouve-se o nome Tavira, e cujas camisolas e carros de apoio têm inscrita publicidade a empresas do concelho.

Há também uma vertente em muitos destes clubes, bastante importante e que muitas vezes se substituem às entidades estatais, ocupando o tempo livre dos jovens e promovendo a prática desportiva e os hábitos de vida saudáveis.

Apesar disso é certo que a atribuição destes fundos deve obedecer a alguns critérios, como o mérito desportivo, a aposta na formação e boas práticas de gestão dos subsídios atribuídos.

Eu ficaria sim orgulhoso de Tavira se tivesse empresas na área da indústria, pescas, agricultura e turismo de qualidade, com patrões cultos e educados, independentes do poder político, que patrocinassem a equipa de ciclismo de Tavira se assim lhes aprouvesse, e que exercessem obras de mecenato na recuperação do património cultural e artístico da cidade. Assim, tirando dinheiro aos cidadãos via impostos, é muito fácil fazer obra. E viva o capitalismo de Estado!
 
O comunismo não matou ninguém? Ahah podíamos começar, por exemplo, por Pol Pot... morte aos burgueses!

Não sou comunista mas este argumento não pega...porque as Religiões, em nome das suas verdades, mataram muito mais gente...
Uma coisa são as ideias e a fé de cada um e outra coisa é querermos impôr as nossas ideias...todas têm discípulos com telhados de vidro, porque são seguidas por homens..e todos eles querem, no seu tempo de existência, usufruir po Paraíso em que acreditam. Seja o Cristiano Ronaldo, seja o Muçulmano que, na sua guerra Santa, se quer consular com as mil virgens...ou o Cristão que se quer sentar à direita de Deus Pai....na vida eterna, em que acredita.
 
Não sou comunista mas este argumento não pega...porque as Religiões, em nome das suas verdades, mataram muito mais gente...
Uma coisa são as ideias e a fé de cada um e outra coisa é querermos impôr as nossas ideias...todas têm discípulos com telhados de vidro, porque são seguidas por homens..e todos eles querem, no seu tempo de existência, usufruir po Paraíso em que acreditam. Seja o Cristiano Ronaldo, seja o Muçulmano que, na sua guerra Santa, se quer consular com as mil virgens...ou o Cristão que se quer sentar à direita de Deus Pai....na vida eterna, em que acredita.

A ideologia comunista em si é abjecta. Não há comparação possível com o cristianismo.
 
A ideologia comunista em si é abjecta. Não há comparação possível com o cristianismo.

Não pretendo discutir ideias pois isso não cabe aqui...a minha alergia ao comunismo prende-se mais com a falta das liberdades (para mim fundamentais), com o autoritarismo, com as verdades absolutas que levam à repressão e os dogmas do materialismo científico que são absolutamente o oposto ao que acredito - o método científico adoptado pela Ciência.
 
Não pretendo discutir ideias pois isso não cabe aqui...a minha alergia ao comunismo prende-se mais com a falta das liberdades (para mim fundamentais), com o autoritarismo, com as verdades absolutas que levam à repressão e os dogmas do materialismo científico que são absolutamente o oposto ao que acredito - o método científico adoptado pela Ciência.

O método científico também tem as suas limitações quando se tenta aplicar a algumas dimensões do Homem. De forma muito simplista, dir-se-á que não é a resposta para tudo.
 
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