O Estado do País

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Vivem-se tempos interessantes. Parece que as profecias de Manuela Ferreira Leite e de Medina Carreira se estão a cumprir. Como anda a dizer a blogosfera, já era hora de lhes pedirem desculpas. Por todas as vezes que os trataram com mimos como velha, retrógrada, velho do Restelo, taxista, taberneiro, etc.

Exacto, a solução está encontrada. Suspendamos então a democracia que é ela própria um desperdício de dinheiro público.
 
O PCP, o BE e a ala radical do PS iriam adorar tal suspensão, se fosse para impor o seu programa.

Se não é com o programa da esquerda radical... qual é o programa que está a governar o país? Talvez o do Ernani Lopes, Medina Carreira e Manuela Ferreira Leite... o dos economistas do regime que depois de o afundarem agora se propõem salva-lo... :rolleyes:

Mas ainda há portugueses que não andam a dormir...

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Se não é com o programa da esquerda radical... qual é o programa que está a governar o país? Talvez o do Ernani Lopes, Medina Carreira e Manuela Ferreira Leite... o dos economistas do regime que depois de o afundarem agora se propõem salva-lo... :rolleyes:

Mas ainda há portugueses que não andam a dormir...

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O programa do país sei qual é. O Vince também sabe.
 
O programa é não ter programa. É seguir os desejos do aventalinho, das construtoras, dos clientes dos escritórios de advogados ligados ao poder, dos caciques locais ou das grandes empresas monopolistas, e pelo meio, um ou outro lobby modernaço.
 
2.443.759 euros /hora é a velocidade a que aumenta a nossa dívida. Fora as fortunas em dívidas não orçamentadas nas empresas para-publicas.

O FMI será a nossa única salvação que os dirigentes nacionais estão simplesmente a tratar da vidinha futura nas grandes empresas para quando saírem de lá. Eleições também já se viu que não resolvem nada que o país já tem demasiada gente que se sustenta nesta dívida e ninguém vota contra a mão que o sustenta. O FMI resultou em 1983 em Portugal, quando são os de fora a impor as inevitáveis soluções (cá ninguém quer perder um voto ou tacho que seja) o país conseguiu atinar.

Lousano, sobre a procura da dívida, não acredites na propaganda. Quando vemos ministro das finanças a dizerem que a procura é elevada está a chamar aos portugueses débeis mentais. A procura a taxas brutais destas é baixíssima face ao que normalmente acontece nestas situações, são taxas insustentáveis, com tanta dívida e com juros destes é uma bola de neve, teremos que emitir divida só para andar a pagar juros e mais juros. Estamos a chegar aonde os gregos estavam no início do ano e incrivelmente apesar do exemplo deles nada fizemos para evitar a hecatombe que vai ocorrer nos próximos meses, a dívida continua a aumentar descontroladamente.

E a maior falsidade de todas, é que a maior parte dessa procura não existe, é sobretudo o BCE e banca nacional que está a adquirir dívida e o ministro das finanças sabe isso muito bem. Nem Estado nem bancos estão a conseguir arranjar dinheiro sem recorrer ao BCE. Na pratica já estamos a depender da ajuda externa há muitos meses sem estar oficializado para não levantar ondas e precipitar o inevitável. Mas as autoridades europeias vão mandar um murro na mesa se não apresentarmos um plano de redução de despesas do Estado, e o FMI serve para dar as ordens pois nenhuma opinião pública de um país europeu aceita estar oficialmente a receber ordens na política económica de outro país europeu.

Um dos Estados que mais recorreu à dívida portuguesa foi o Estado ou os bancos alemães.
Temos que recordar que o valor do défice na CE foi principalmente definido e continua a ser sobretudo defendido pelos alemães, que neste caso foram dos paises que mais entraram na corrida da compra da dívida portuguesa.

Porquê?
1 - Devido aos juros elevados, algo que surgiu em muita boa parte devido às suas pressões.
2 - Tempos instáveis em que qualquer aposta financeira tem muito risco e a aposta no tesouro de um país soberano não é assim tão arriscado, aliando os elevados renomeração dos juros.

É verdade que o valor dos juros que iremos pagar serão péssimos para Portugal. Mas que remédio temos?

O problema é que não damos nenhum sinal de confiança para exterior (redução efectiva da despesa) ou seja um governo a falhar e uma oposição que de um lado pede ainda mais despesa e do outro faz alarido para os juros das dívidas serem agravados.

Este é o nosso Parlamento.
 
Sempre achei que Pedro Passos Coelho não estava preparado para o cargo que ocupa. A minha opção sempre foi Paulo Rangel. Pela sua cultura e inteligência extraordinárias, e muito particularmente pela sua visão sobre o futuro da Educação em Portugal.

No entanto, PPC venceu o PSD.

E aí, antevi logo que seria «fuzilado» pelo exército mediático do PS. PPC não tinha qualquer malícia para lidar com a esquerda, a sua ingenuidade política era assustadora. A política lusitana não é para santos. Quem quiser fazer bem a Portugal, terá de ser maquiavélico, tendo em vista fins louváveis após atingir o poder.

Quando saíram as propostas de revisão constitucional, os meus receios confirmaram-se. PPC estava a cavar a sua própria sepultura. E as sondagens comprovaram-no.

Acabei de ler esta crónica de JAS. Pelos vistos, não sou o único que percebe o falhanço que tem sido PPC. Cavaco Silva, com a mesma idade, e usando uma expressão algarvia, «comprava-o e vendia-o».

Fazer de morto
16 de Setembro, 2010José António Saraiva

A entourage de José Sócrates é hoje constituída por alguns indivíduos que fazem o que for preciso para atingir os fins estabelecidos
«Se ele for para o Governo acaba com o Serviço Nacional de Saúde».

«O objectivo dele é facilitar os despedimentos».

«Se fosse ele a mandar, o Ensino deixava de ser gratuito».

«Vejam o que se passa com as SCUT: ele quer que sejam todas pagas».

«Caso ele chegasse a primeiro-ministro os salários iam baixar».

Com estas e outras frases do género, José Sócrates e a sua entourage foram minando a imagem de Passos Coelho nos últimos meses.

E a campanha teve resultados: o presidente do PSD, que chegou a liderar as sondagens, foi perdendo progressivamente terreno e hoje já está atrás do PS.

Passos Coelho revelou grande ingenuidade.

Não percebeu com que tipo de gente tinha de lidar quando se relacionava com o Governo.

A entourage de José Sócrates é hoje constituída por alguns indivíduos que fazem o que for preciso para atingir os fins estabelecidos.

Para essas pessoas, a acção política não tem freios: o objectivo é liquidar quem se oponha ao PS e ao Governo, seja por que meios for.

E a táctica usada é sempre a mesma: o gabinete do primeiro-ministro pega nas afirmações e nas propostas dos adversários, vira-as do avesso, ridiculariza-as - e atira-as à cara de quem as fez.

Assim aconteceu com a proposta de revisão constitucional do PSD, agora apresentada.

Quando se começou a falar dela, o staff de Sócrates chamou-lhe um figo.

Escolheu os pontos que lhe interessavam, estudou o modo de os apresentar ao povo de forma terrível - e a partir daí nem quis falar de mais nada.

Uma proposta que Passos pensava que ia servir-lhe para liderar a agenda e estar na ofensiva acabou por virar-se completamente contra ele e obrigá-lo a pôr-se à defesa.

Num ápice e sem contemplações, os homens de Sócrates transformaram Passos Coelho no mau da fita, que quer acabar com o Estado Social e com as conquistas dos trabalhadores.

A acusação tem requintes de malvadez, porque Sócrates sabe que muitas das propostas que Passos Coelho faz são inevitáveis.

Todo o Governo já percebeu que o Estado Social que temos é insustentável.

Não é possível, por exemplo, manter os actuais gastos com a Saúde.

Os enormes encargos com o Estado Social estão a asfixiar as empresas, mobilizando capitais que deveriam ser investidos de forma reprodutiva - e a consequência disso será o definhamento progressivo da economia.

E o definhamento da economia fará com que a percentagem do Estado Social no produto interno vá sempre aumentando, obrigando a aumentos consecutivos de impostos e ao crescimento da dívida externa.

Trata-se de uma espiral infernal que é preciso interromper.

Sócrates sabe isto muito bem.

Mas agora o importante é atacar Passos Coelho.

Uma vez arrumado mais este adversário, logo se verá.

E este tipo de comportamento por parte do staff de Sócrates é popular, porque o país ainda não está preparado para um discurso de verdade.

Se o próprio primeiro-ministro diz que está tudo no bom caminho, por que razão hei-de acreditar num senhor que me vem dizer que o país está muito mal e é preciso mudar de rota? - é o que muita gente pensa com os seus botões.

Por que hei-de apostar num senhor que nos mete medo com as desgraças do país e não naquele que promete levar-nos ao paraíso? .

O staff do primeiro-ministro conseguiu habilidosamente levar a cabo uma espécie de troca de papéis entre Sócrates e Passos.

Assim, Sócrates, o chefe do Governo, de quem se esperaria uma atitude realista, aparece a prometer mundos e fundos - e Passos, que era suposto estar a semear ilusões, é apresentado como o papão que quer sacrifícios para o povo.

Quando se aproximava o fim do cavaquismo, António Guterres disse-me várias vezes a seguinte frase: «A partir de agora basta-me fazer de morto».

Queria ele dizer na sua que não precisaria de fazer nada para ganhar as eleições seguintes: bastava-lhe existir.

Ora Passos Coelho, se queria ganhar as próximas eleições, devia ter feito o mesmo.

Quando se apanhou à frente nas sondagens, devia ter feito de morto.

Devia ter começado a produzir declarações anódinas, mostrando sempre boa vontade para colaborar com o Governo e o ajudar a resolver os problemas do país - mas espalhando subtilmente a ideia de que esta não era a sua política, sendo possível fazer muito melhor.

Mas Passos não percebeu com quem estava a lidar, caindo na esparrela de começar a falar demais - e expondo-se totalmente às setas envenenadas dos socialistas.

Se o PSD quer ter ainda alguma esperança de ser Governo num horizonte razoável, o melhor é estar quietinho - e esperar que a realidade faça o seu trabalho.

Só a realidade pode vencer um poder que se especializou no golpe baixo, que não olha a meios para alcançar os fins e que há muito substituiu a estratégia política pelo tacticismo imediatista e pelo marketing.

Só a realidade pode vencer a clique que se instalou no poder à volta do primeiro-ministro.


http://sol.sapo.pt/inicio/Opiniao/interior.aspx?content_id=216&opiniao=Pol%EDtica%20a%20S%E9rio
 
Novas Oportunidades, what else?

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Eu vou largar o meu curso de Electrónica e Automação da escola que todos os anos investe dezenas de milhares de euros neste curso para que tenha tudo do bom e do melhor, onde inclusive já vieram professores catedráticos visitar as instalações e roerem-se de inveja, inscrever-me nas Novas Oportunidades, e em menos de metade do tempo entro na faculdade. Actualmente falta-me pouco menos de 2 anos!
 
Re: Novas Oportunidades, what else?

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Eu vou largar o meu curso de Electrónica e Automação da escola que todos os anos investe dezenas de milhares de euros neste curso para que tenha tudo do bom e do melhor, onde inclusive já vieram professores catedráticos visitar as instalações e roerem-se de inveja, inscrever-me nas Novas Oportunidades, e em menos de metade do tempo entro na faculdade. Actualmente falta-me pouco menos de 2 anos!

Desde já peço desculpas pela forma como me vou exprimir, mas é o que me vai na alma.

Este País cada vez está mais merdoso e miserável, cada vez somos mais um País de terceiro mundo e é isto que a esquerda comunista aplaude e apoia... há mais de 30 anos que nos estão a destruir e nos reduziram a uma sombra do passado!

Fora com o socialismo!

Se é esta m**** de País e Sistema que têm para nos oferecer, EU NÃO OS QUERO!
 
Sempre achei que Pedro Passos Coelho não estava preparado para o cargo que ocupa. A minha opção sempre foi Paulo Rangel. Pela sua cultura e inteligência extraordinárias, e muito particularmente pela sua visão sobre o futuro da Educação em Portugal.

No entanto, PPC venceu o PSD.

E aí, antevi logo que seria «fuzilado» pelo exército mediático do PS. PPC não tinha qualquer malícia para lidar com a esquerda, a sua ingenuidade política era assustadora. A política lusitana não é para santos. Quem quiser fazer bem a Portugal, terá de ser maquiavélico, tendo em vista fins louváveis após atingir o poder.

Quando saíram as propostas de revisão constitucional, os meus receios confirmaram-se. PPC estava a cavar a sua própria sepultura. E as sondagens comprovaram-no.

Acabei de ler esta crónica de JAS. Pelos vistos, não sou o único que percebe o falhanço que tem sido PPC. Cavaco Silva, com a mesma idade, e usando uma expressão algarvia, «comprava-o e vendia-o».

Fazer de morto
16 de Setembro, 2010José António Saraiva

A entourage de José Sócrates é hoje constituída por alguns indivíduos que fazem o que for preciso para atingir os fins estabelecidos
«Se ele for para o Governo acaba com o Serviço Nacional de Saúde».

«O objectivo dele é facilitar os despedimentos».

«Se fosse ele a mandar, o Ensino deixava de ser gratuito».

«Vejam o que se passa com as SCUT: ele quer que sejam todas pagas».

«Caso ele chegasse a primeiro-ministro os salários iam baixar».

Com estas e outras frases do género, José Sócrates e a sua entourage foram minando a imagem de Passos Coelho nos últimos meses.

E a campanha teve resultados: o presidente do PSD, que chegou a liderar as sondagens, foi perdendo progressivamente terreno e hoje já está atrás do PS.

Passos Coelho revelou grande ingenuidade.

Não percebeu com que tipo de gente tinha de lidar quando se relacionava com o Governo.

A entourage de José Sócrates é hoje constituída por alguns indivíduos que fazem o que for preciso para atingir os fins estabelecidos.

Para essas pessoas, a acção política não tem freios: o objectivo é liquidar quem se oponha ao PS e ao Governo, seja por que meios for.

E a táctica usada é sempre a mesma: o gabinete do primeiro-ministro pega nas afirmações e nas propostas dos adversários, vira-as do avesso, ridiculariza-as - e atira-as à cara de quem as fez.

Assim aconteceu com a proposta de revisão constitucional do PSD, agora apresentada.

Quando se começou a falar dela, o staff de Sócrates chamou-lhe um figo.
(...)


O Pedro Passos Coelho, pôs-se a jeito como se costuma dizer! Deveria ter sido melhor aconselhado na sua estratégia pelo seu partido, o que pode revelar algo que ainda é pior que ser contra o governo, que é haver ainda algum rancor no interior do partido que prefiram que tudo corra quanto pior tanto melhor!

Manuela Ferreira Leite escolheu fazer de morta, e isso também foi como um figo para Sócrates!

A melhor estratégia é bem mais simples: saber ouvir as pessoas e defende-las como uma bandeira, fazer de morto quando corre bem mas desperto para qualquer oportunidade! E oportunidades de estar contra o governo é contá-las às dezenas todos os dias nos jornais!

Até a oposição de esquerda incompreensívelmente está a favor do TGV defendendo que este aditamento do contrato vai prejudicar as populações servidas pelo TGV! Mas que populações?? Lisboa, as câmaras de Setúbal, Elvas? O país é muito maior que isso e que eu saiba o TGV pára em Badajoz! Era interessante vender a idéia do TGV, mas apresentando o preço que nos calha a cada um de nós contribuintes! É que quando eu vou ao supermercado sei quanto custa o que compro!

Uma coisa parece que Pedro Passos Coelho não faz, até porque seria asneira fazê-lo que é fazer vítimizacão! Esse papel é apenas para Sócrates, de cada vez que não consiga ripostar.

Vivemos num país de autistas. Todos fartos de todos até do próprio líder de partido e até contra as populações que os elegeram! O PS quase que aposto, está farto de Sócrates e o PSD parece não saber muito bem onde é que vai estar o fundo do poço para depois então saltar para o governo como salvador da pátria! Até mesmo presidentes de câmara se vendem secretamente contra a sua população apoiando o estado na óptica do dever de todos pagarem as SCUTS!

Fora com esta gentalha, canalha pior que farfalha! Fora com aqueles que não defendem quem os elegeu e só pensam no seu lugar prometido ao sol! Somos homens ou somos ratos?
 
Re: Novas Oportunidades, what else?

Este País cada vez está mais merdoso e miserável, cada vez somos mais um País de terceiro mundo e é isto que a esquerda comunista aplaude e apoia... há mais de 30 anos que nos estão a destruir e nos reduziram a uma sombra do passado!

Fora com o socialismo!

Se é esta m**** de País e Sistema que têm para nos oferecer, EU NÃO OS QUERO!

Assino por baixo.
 
Eu sonho com um País que é livre, um País onde os melhores e aqueles que nos representam chegaram lá por mérito próprio com muito esforço, dedicação e glória, sonho com um País onde não há tachos, cunhas por A, B ou C, sonho com um País onde os nossos mais altos representantes não têm cursos universitários tirados ao domingo.

Sonho com um país com propriedade privada, sonho com uma terra de oportunidades onde todos podem enriquecer com o seu trabalho e esforço.

Sonho com um País rico, desenvolvido e respeitado além fronteiras, sonho com um grande país onde ninguém tem vergonha daquilo que se produz dentro de portas.

Sonho com um espírito Português que foi apagado e que tarda em voltar, o espírito de poder gritar bem alto SOU PORTUGUÊS sem medos nem receios.

Sonho com um País onde o estado não controla empresas, pessoas, empregos, onde é tudo criado por iniciativa privada, onde de facto se cria riqueza e com um grande parque empresarial.

Sonho voltar em controlar os mares e ter grande poder marítimo com ou sem submarinos.

Sonho com um País onde quem trabalha é recompensado e onde quem não quer fazer nada, apenas viver do parasitismo seja penalizado.

Sonho com um País onde as pessoas queiram trabalhar e não viver à conta do Estado...

Será sonhar demais?
 
Tens toda a razão Trepkos! É o que todos os portugueses querem!

Mas esse desejo é um fim, deveríamos pensar nos meios de o alcançar! Se eu soubesse o que sei hoje teria apoiado a regionalização, mesmo cravada de parasitas de tacho na mão, pois significaria que o poder estaria mais próximo do povo. Eu defendo que os deputados fossem directamente elegidos pelo povo e não pelas suas concelhias políticas! É que da-me bastante pena constatar que existem ou existiram deputados pela minha região que nem defenderam nem sequer passaram por cá para conhecer a cidade! Com esse poder poderíamos demiti-los e obriga-los a defender os nossos interesses regionais!

Bem sei que existem os ditos interesses de estado, superiores ao interesse do povo ou das suas minorias, mas são excepções e geralmente são aceites com sensatez pelos portugueses.

Quanto aos parasitas esses podem continuar a viver do estado, mas na tropa a aprender a ser homens e mulheres e a defender a pátria!
 
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