O Estado do País

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Os partidos de extrema esquerda falam como falam porque nunca tem responsabilidades por isso é fácil criticar.
Aliás não é só partidos, bloguistas e outros "homens de opinião" tem também essa doença!

O povo fala o que fala mas nunca quer mudar.

Os partidos da esquerda criticam o estado a que chegámos mas apresentam sempre os seus candidatos e respectivos projectos em todas as eleições. Não é só conversa. Mesmo na RAMadeira.

Falar por falar basta ver as sondagens...
 
O grupo de Ricardo Salgado acaba de ter uma grande derrota:


O anúncio foi feito há momentos no Wentworth Club, em Surrey, Inglaterra.

A candidatura de Portugal perdeu a "corrida" para a organização da Ryder Cup de golfe de 2018 para a França, foi hoje anunciado no Wentworth Club, em Surrey, Inglaterra. Além da França e Portugal, apresentaram candidaturas a Espanha, Alemanha e Holanda.
A edição de 2018 do prestigiado troféu bianual, que opõe as selecções da Europa e dos Estados Unidos, será disputada no percurso do Golf National de Saint-Quentin, em Yvelines, nos arredores de Paris. Será a segunda vez que a Ryder Cup vai disputar-se na Europa continental, após a Espanha ter acolhido a prova, em 1997, em Valderrama, Cádiz.
A prova, criada em 1927, foi dominada pelos Estados Unidos na sua fase inicial, mas a Europa tem recuperado terreno nos últimos anos: venceu seis das últimas oito edições.
As próximas edição da Ryder Cup vão realizar-se respectivamente em Illinois (2012), Escócia (2014) e Minnesota (2016).
A divulgação da decisão do comité europeu da Ryder Cup ocorreu hoje no Wentworth Club, tendo o anúncio sido feito por George O'Grady, chefe-executivo do European Tour.


http://www.dn.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1854020

Entretanto, dos cofres do Estado já saíram uns míseros 300 mil euros:

A candidatura portuguesa à organização da Ryder Cup 2018 custou um milhão de euros, dos quais 300 mil euros ao erário público, segundo o presidente da Federação Portuguesa de Golfe (FPG), Manuel Agrellos.
Os números foram avançados em 2010, quando foram conhecidos os contornos da candidatura lusa, tendo o responsável máximo da FPG realçado então o efeito positivo que uma eventual vitória portuguesa traria à modalidade em Portugal.
A comissão de honra da candidatura foi liderada pelo ex-Presidente da República Jorge Sampaio, mas o responsável executivo do projecto foi o ex-ministro da Economia Manuel Pinho.
A Ryder Cup é uma competição bienal que opõe as selecções da Europa e dos Estados Unidos, sendo considerado o terceiro evento desportivo mundial mais mediático.
Apenas uma vez, em 1997, não foi realizada nos Estados Unidos ou nas Ilhas Britânicas, tendo então decorrido em Valderrama, Espanha, com vitória dos europeus.


http://www.dn.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1854048

Seria bom recordar os contornos desta candidatura. Na altura, o Governo rejeitou a candidatura de campos de golfe algarvios, com as infra-estruturas já prontas, para apostar na Comporta, um empreendimento que nem está concluído. O tema gerou polémica, sem consequências. Aos olhos dos entendidos na matéria, esta candidatura estava condenada, pois o empreendimento do BES não tinha condições para concorrer à organização do evento, pois os campos de golfe (e restantes infra-estruturas) nem estavam sequer concluídos, e o melhor teria sido lançar como representantes nacionais os campos de golfe algarvios.

Mas fica aqui mais um exemplo de como funciona o Regime Xuxa.
 
Funcionária da Lusa demitida por falta de confiança hierárquica e política
Nadea Rodrigues, chefe dos serviços comerciais da Agência Lusa, foi ontem exonerada das suas funções. Em causa está a falta de confiança hierárquica e política por parte do director comercial, apurou o SOL junto de fonte da Lusa. A Comissão de Trabalhadores (CT) já contestou os termos da punição.

Sexta-feira, Luís Martins, director comercial, terá impedido a funcionária de realizar as tarefas que desempenhava há sete anos, alegando publicamente que não tinha confiança hierárquica e política, relatou ao SOL fonte da Lusa.

Nesse dia mesmo dia, a CT reuniu com o presidente do Conselho de Administração (PCA) da Lusa. Afonso Camões disse aos trabalhadores iria abrir um processo de averiguações – entretanto concluído, culminando na demissão, ontem comunicada à funcionária.

A CT, onde Nadea Rodrigues se queixou, fez saber a Afonso Camões que «não são de forma nenhuma aceitáveis os termos e pressupostos referidos por aquele superior hierárquico».

Em comunicado, a Comissão de Trabalhadores da Lusa lamenta que «por actos e omissões se tenha deixado arrastar uma situação com evidentes prejuízos quer para a imagem da empresa quer para a sua normal actividade laboral interna». A CT lamenta ainda que não tenham sido tidas em conta atempadamente «as observações e chamadas de atenção feitas por aquele trabalhador da Lusa».

Isto porque a funcionária integra a Comissão de Trabalhadores e foi nessa condição que participou na Comissão Parlamentar de Ética em Junho último, altura em que terá começado a sentir-se perseguida.

O SOL sabe que já em Janeiro, Nadea Rodrigues contactou verbalmente e por escrito Afonso Camões, dando conta dessa situação, mas nunca obteve resposta.

A demissão ontem concretizada apanhou o órgão que representa os funcionários de surpresa, pois «contraria a informação da parte do PCA sobre a abertura de um processo de averiguações».

«Este facto consubstancia a culpabilidade desse mesmo trabalhador sem que ao mesmo tenha sido dada oportunidade de se defender e sem que o apuramento da verdade dos factos tenha sido previamente efectuado, com a conclusão do anunciado processo de averiguações», constata a CT, lamentando que Afonso Camões «tenha tomado uma decisão que configura uma punição, ao arrepio da aplicação justa de medidas conforme o processo de averiguações anunciado».

O SOL tentou falar com Afonso Camões e com Luís Martins, mas até ao momento ainda não foi possível.

SOL

Alguém anda em limpezas e não sou eu...
 
Obrigado Agreste. Vou comprar. Por acaso, Fernando Pessoa dizia que não havia elites. A ver se passo para aqui o texto.

A imprensa internacional já diz que a Grécia terá provavelmente um novo empréstimo. Garantias? Património do Estado. Imaginem tal coisa em Portugal, daqui a dois ou três anos. Sempre temos... as ilhas Desertas e as ilhas Selvagens, as ilhas da Ria Formosa, as praias do Algarve e da Costa Alentejana, os edifícios na posse da câmara municipal de Lisboa, as matas nacionais, a CGD, o Alqueva, a ZEE, a ilha do Pessegueiro, o ouro do Banco de Portugal, monumentos vários, o recheio dos museus...

Entretanto, os adeptos das teorias da conspiração falam num esquema montado pelos grandes banqueiros internacionais e pelos socialistas fabianos para dominar a economia mundial...

Desertas e Selvagens não são suas, de o Algarve como garantia!
 
O grupo de Ricardo Salgado acaba de ter uma grande derrota:


O anúncio foi feito há momentos no Wentworth Club, em Surrey, Inglaterra.

A candidatura de Portugal perdeu a "corrida" para a organização da Ryder Cup de golfe de 2018 para a França, foi hoje anunciado no Wentworth Club, em Surrey, Inglaterra. Além da França e Portugal, apresentaram candidaturas a Espanha, Alemanha e Holanda.
A edição de 2018 do prestigiado troféu bianual, que opõe as selecções da Europa e dos Estados Unidos, será disputada no percurso do Golf National de Saint-Quentin, em Yvelines, nos arredores de Paris. Será a segunda vez que a Ryder Cup vai disputar-se na Europa continental, após a Espanha ter acolhido a prova, em 1997, em Valderrama, Cádiz.
A prova, criada em 1927, foi dominada pelos Estados Unidos na sua fase inicial, mas a Europa tem recuperado terreno nos últimos anos: venceu seis das últimas oito edições.
As próximas edição da Ryder Cup vão realizar-se respectivamente em Illinois (2012), Escócia (2014) e Minnesota (2016).
A divulgação da decisão do comité europeu da Ryder Cup ocorreu hoje no Wentworth Club, tendo o anúncio sido feito por George O'Grady, chefe-executivo do European Tour.


http://www.dn.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1854020

Entretanto, dos cofres do Estado já saíram uns míseros 300 mil euros:

A candidatura portuguesa à organização da Ryder Cup 2018 custou um milhão de euros, dos quais 300 mil euros ao erário público, segundo o presidente da Federação Portuguesa de Golfe (FPG), Manuel Agrellos.
Os números foram avançados em 2010, quando foram conhecidos os contornos da candidatura lusa, tendo o responsável máximo da FPG realçado então o efeito positivo que uma eventual vitória portuguesa traria à modalidade em Portugal.
A comissão de honra da candidatura foi liderada pelo ex-Presidente da República Jorge Sampaio, mas o responsável executivo do projecto foi o ex-ministro da Economia Manuel Pinho.
A Ryder Cup é uma competição bienal que opõe as selecções da Europa e dos Estados Unidos, sendo considerado o terceiro evento desportivo mundial mais mediático.
Apenas uma vez, em 1997, não foi realizada nos Estados Unidos ou nas Ilhas Britânicas, tendo então decorrido em Valderrama, Espanha, com vitória dos europeus.


http://www.dn.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=1854048

Seria bom recordar os contornos desta candidatura. Na altura, o Governo rejeitou a candidatura de campos de golfe algarvios, com as infra-estruturas já prontas, para apostar na Comporta, um empreendimento que nem está concluído. O tema gerou polémica, sem consequências. Aos olhos dos entendidos na matéria, esta candidatura estava condenada, pois o empreendimento do BES não tinha condições para concorrer à organização do evento, pois os campos de golfe (e restantes infra-estruturas) nem estavam sequer concluídos, e o melhor teria sido lançar como representantes nacionais os campos de golfe algarvios.

Mas fica aqui mais um exemplo de como funciona o Regime Xuxa.

Como algarvio esse anúncio da perda da Ryder Cup é motivo para qualquer algarvio festejar. :w00t::w00t: O Algarve sempre foi desprezado por este governo, foi uma grande derrota, para os socialistas.:D:D:lmao:
 
Como algarvio esse anúncio da perda da Ryder Cup é motivo para qualquer algarvio festejar. :w00t::w00t: O Algarve sempre foi desprezado por este governo, foi uma grande derrota, para os socialistas.:D:D:lmao:

Tanto faz porque o pin da comporta era o objectivo final.

Porém hoje também é um dia histórico. O Banco de Portugal abriu a porta a que os bancos possam alterar as condições dos contratos de crédito de forma unilateral transpondo a expressão «jus variandi»

http://www.bportugal.pt/pt-PT/OBanc...otasdeInformacao/Paginas/combp20110517-1.aspx
 
Bem o Louçã esmagou o Passos Coelho, espero que esteja mais bem preparado para governar do que para debates.

Espero que esteja à altura da reestruturação da dívida porque a discussão é já apenas essa e é isso que está a ser negociado no caso da Grécia. Já todos admitem que os gregos mesmo com todas aquelas medidas, que eram boas e que iam desembocar na cura milagrosa, afinal destruíram qualquer hipótese de recuperação económica.

A Grécia é hoje um país muito pior do que era há um ano atrás!

Mas por cá as fraudes e as fantasias castigadoras sobre o trabalho e os salários ainda estão para durar. Chegamos sempre atrasados a tudo.
 
Espero que esteja à altura da reestruturação da dívida porque a discussão é já apenas essa e é isso que está a ser negociado no caso da Grécia. Já todos admitem que os gregos mesmo com todas aquelas medidas, que eram boas e que iam desembocar na cura milagrosa, afinal destruíram qualquer hipótese de recuperação económica.

A Grécia é hoje um país muito pior do que era há um ano atrás!

Mas por cá as fraudes e as fantasias castigadoras sobre o trabalho e os salários ainda estão para durar. Chegamos sempre atrasados a tudo.

Pois aí está, primeiro os três messiânicos do regime ( PSD, PS, CDS) após o acordo vieram dar alvíssaras aos agiotas (FMI) congratulando-se pelo acordo assinado de cruz. Hoje começa-se a sentir que afinal o acordo não foi assim tão bom. Como se vai conseguir pagar mais de 5% de juros com a economia em recessão? Que medidas estão no memorando da Troika para dinamizar a economia? nenhum, alguns cortes cegos e uns apoios à banca.

Preparem-se para o pior....
 
E as razões que levaram à falência de Portugal e da Grécia ? Não interessam ?
Que será mau o que vem aí todos sabemos, infelizmente muito mau, mas aonde andaram vocês de esquerda nestes anos todos quando muitos alertavam que o Estado estava a gastar de forma suicidaria ?

Que o FMI é mau, que a UE é má, blablabla, pois é, e porque ? Não andámos a gastar o que não podíamos ? Querem que os contribuintes dos outros países nos paguem as loucuras oferecendo dinheiro a juro zero ou baixo? Vivem em que planeta vocês ? O planeta onde o dinheiro nasce nas árvores ?

Os Illuminati da grande banca internacional criaram a crise, emprestando dinheiro, sabendo que mais tarde as economias periféricas não poderiam pagar os empréstimos. Agora, obrigarão esses países a vender sectores públicos lucrativos, e outros bens públicos, assegurando assim lucros futuros, além de um maior controlo da economia ocidental.

Entretanto, a maçonaria ibérica regozija-se com a compra a preço de saldo de empresas públicas ou semi-públicas portuguesas, por empresas espanholas, dando mais um passo para a desejada União Ibérica.

Quem não gosta de uma boa teoria da conspiração? :lmao:
 
Os Illuminati da grande banca internacional criaram a crise, emprestando dinheiro, sabendo que mais tarde as economias periféricas não poderiam pagar os empréstimos. Agora, obrigarão esses países a vender sectores públicos lucrativos, e outros bens públicos, assegurando assim lucros futuros, além de um maior controlo da economia ocidental.

Entretanto, a maçonaria ibérica regozija-se com a compra a preço de saldo de empresas públicas ou semi-públicas portuguesas, por empresas espanholas, dando mais um passo para a desejada União Ibérica.

Quem não gosta de uma boa teoria da conspiração? :lmao:

Não acredito muito numa conspiração com fim de obter uma União Ibérica.. As uniões ibéricas nunca funcionaram no passado. Agora uma coisa é certa, falamos de organizações além fronteiras, que não se regem por patriotismos, pois para elas, a sua acção não conhece pátrias nem fronteiras. Nesse sentido, isso sim seria uma conspiração bem real! É como que o fim de tudo o que se iniciou com a globalização e terminará na mundialização. Falo em termos econômicos, financeiros, políticos. Continuarão a haver países e fronteiras físicas (alguns), mas de facto o poder real será mais ou menos determinado por esses grandes grupos.

Nisso acredito, se nada for feito e se não é tarde já para evitar..
 
E as razões que levaram à falência de Portugal e da Grécia ? Não interessam ?
Que será mau o que vem aí todos sabemos, infelizmente muito mau, mas aonde andaram vocês de esquerda nestes anos todos quando muitos alertavam que o Estado estava a gastar de forma suicidaria ?

Que o FMI é mau, que a UE é má, blablabla, pois é, e porque ? Não andámos a gastar o que não podíamos ? Querem que os contribuintes dos outros países nos paguem as loucuras oferecendo dinheiro a juro zero ou baixo? Vivem em que planeta vocês ? O planeta onde o dinheiro nasce nas árvores ?

A crise começou no capitalismo sectário que tem sufocando a economia em prol de sectores financeiros pouco recomendáveis. Os ideais de esquerda não provocaram a crise. A crise foi provocada pelo capital, com fluxo de capitais para os grandes grupos financeiros e monopólios, para as bolhas imobiliárias e a especulação financeira. A defesa de um estado social sustentável baseado numa partilha de riqueza, com a não redução de pensões e salários, de um sistema de saúde mais justo e uma carga fiscal sobre quem nada produz a não ser movimentos de capital não pode ser culpada deste fracasso económico.

O dinheiro não desapareceu, tem de estar em algum lado, mas aonde? no grande capital que desestruturou a economia acabando com a mão produtiva.

Um exemplo, se aquela empresa que se situa na Madeira e que não paga impostos mas fatura cerca de 6 mil milhões de euros que não cria postos de trabalho, pagasse os impostos devidos, hoje, dava para pagar a dívida que vai a leilão no valor acima de mil milhões. E como este haverá bem mais exemplos.
 
Relativamente às várias offshores que existem pelo mundo fora, provavelmente não há nem nunca haverá condições para as terminar! O país que proibir vai ver impávido o fluxo de capitais para outro país, ou seja, ganhos zero como o Vince referiu!

Não encontro outra solução para o fim destes paraísos financeiros que não o bloqueio económico total aos países detentores destes paraísos, entre eles Portugal.

Só assim se conseguiria algo, mas estranhamente não há vontade política global, o que por si só reforça as suspeitas de que na realidade somos governados indirectamente por grandes grupos mundializados!

De quem é a culpa, da esquerda ou da direita? A resposta é simples, de todos, pois todos comem ao consentir! Aliás o mundo inteiro parece preferir dar apoio a uma guerra pela conquista do petróleo ao invés de regular a estas artimanhas globais!
 
400px-Front_National_2010-05-01_n04.jpg


Com a prisão de DSK, Marine Le Pen fica com o caminho aberto para vencer a primeira volta das Presidenciais em França. A filha do carismático Le Pen, e actual líder do partido nacionalista francês, tem-se demarcado nos últimos tempos dos grupos mais radicais que gravitam em torno do partido, com consequentes ganhos de popularidade.

E se Marine Le Pen vencer a segunda volta? As consequências para o futuro do euro, da UE, e também de Portugal serão imensas.

A líder da Frente Nacional:

- defende que a França, Irlanda, Espanha, Portugal, Itália, Grécia e Bélgica devem abandonar o euro;

- considera que a França deve aumentar e desenvolver o seu tecido produtivo na indústria e na agricultura, para reduzir as importações e aumentar as exportações;

- opõe-se ao multiculturalismo, e defende que a comunidade muçulmana deve seguir os costumes e leis da França;

- quer um maior controlo na entrada de imigrantes;

- assegura que as medidas de austeridade não trarão qualquer benefício e destruirão as economias dos países ajudados, e como alternativa, propõe um plano de saída do euro e reestruturação dos tecidos produtivos;

- é contra a entrada da Turquia na UE, e favorável a uma maior aproximação à Rússia;

- defende um aumento dos impostos para as grandes empresas, e uma redução para as pequenas e médias empresas;

- opõe-se a várias privatizações, defendendo que a economia francesa não deve estar vergada às imposições dos defensores dos mercados livres e desregulados.

Não percebo por que razão a comunicação social faz um alvoroço tão grande em torno da possível vitória da Frente Nacional. Ao ler as propostas de Marine Le Pen, até concordo com a maioria do que a senhora defende. A verdade é que a Europa neste momento está a duas velocidades, com as economias do Sul e das Ilhas Britânicas endividadas e estagnadas, e as economias do Centro e do Norte a crescer e com dívidas sustentáveis.
 
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