O Estado do País

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Quando, como e quem vai pagar a dívida é que estou curioso em saber.

Como bem disse o Agreste: "1100 milhões de euros de nova dívida na RAM comprometem definitivamente os subsídios de férias e natal do ano de 2012."

Não me espantaria que assim fosse.
Também a situação das contas públicas de 2011 foram comprometidas há muito e vamos ter de arranjar dinheiro para isso...

No fim somos sempre os mesmos a pagar a crise.:(
 
Como bem disse o Agreste: "1100 milhões de euros de nova dívida na RAM comprometem definitivamente os subsídios de férias e natal do ano de 2012."

Não me espantaria que assim fosse.
Também a situação das contas públicas de 2011 foram comprometidas há muito e vamos ter de arranjar dinheiro para isso...

No fim somos sempre os mesmos a pagar a crise.:(

E quando chegar a conta das autarquias? Tiram-nos o quê?
 
Ontem o Medina Carreira parece que no programa da Judite de Sousa no TVI24 disse:
nem vou falar na crise da Madeira pois é insignificante no contexto geral do que estou a falar e de certeza que não vai ser a nossa última surpresa

As medidas que virão aí, não serão só pela Madeira não caiam nesse erro...
 
Esta questão da Madeira recorda-me as mulheres promíscuas e fogosas que levam a vida a falar mal das vizinhas e amigas que têm a mesmas tendências. O Governo Regional da Madeira errou, muito, mas no Continente somos iguais ou piores. Que se pare de crucificar na praça público o povo madeirense, pois poderá haver consequências inesperadas. Uma divisão irreversível não será bom para ambos, portugueses do Continente e portugueses da Madeira. Isto mais parece um Auto da Fé contra a Madeira.
 
Estas declarações não justificam os erros cometidos, nem os perdoam, mas que tem razão em muito do que diz, lá isso tem.


"Desafio o Estado português a pôr cá fora, desde o 25 de Abril, qual foi o montante que perdoou de divida aos países africanos, que hoje são independentes, não são portugueses", afirmou o cabeça de lista social-democrata às eleições legislativas de outubro, esta noite.
"Temos que derrotar os poderes económicos, financeiros e políticos de Lisboa. Mostrar ao País que Lisboa pode ser derrotada democraticamente, dando uma lufada de esperança, que a maçonaria pode ser derrotada, não é o tal poder absoluto que tem Portugal na não", proclamou, ao discursar num jantar-comício na freguesia do Caniçal, concelho de Machico, que reuniu aproximadamente 1.300 pessoas.
Jardim disse que "os madeirenses querem saber desde 1975 que quantidade de dinheiro o Estado português deu a países estrangeiros e vão ver que quem anda de gatas é Portugal debaixo dos países africanos. Até agora com o acordo ortográfico que não serve para nada, e querem continuar a tratar a Madeira como colónia", que consideram "rebelde".
Salientou que "de todos os povos que tiveram de lidar com o povo português, os madeirenses foram os mais fiéis", garantindo: "Continuamos e queremos continuar a ser portugueses".
A polémica em torno da dívida da Madeira foi outro dos temas destacados pelo líder madeirense no discurso neste comício, mencionando que se fala desta situação regional sem mencionar o passivos das várias empresas públicas, do Metro do Porto, do BPN e das Estradas de Portugal.

"A obsessão daquela gente é a Madeira, porque enquanto se fala da Madeira não se fala da pouca-vergonha que os socialistas fizeram ao País e puseram Portugal na situação vergonhosa dos portugueses estarem sob administração estrangeira", realçou Jardim.
"Não se fala dos socialistas, nem do actual Governo que, coitado, herdou um País onde tem tomar medidas muito chatas", insistiu.
Segundo o governante regional, "esta história da Madeira cai às mil maravilhas, até porque os adversários em Lisboa pensam: 'vamos explorar esta história da dívida a ver se a gente se vê livres do Alberto João", argumentou.
A propósito, admitiu que "até dentro do PSD haja quem queira ver-se livre do Alberto João, mas só quem põe o Alberto João na rua é o povo" madeirense.
"Depois apareceu outra história que o governo da Madeira tinha ocultado não sei quanto de dívida... Isto é mentira. Não se ocultou coisa nenhuma. Pegaram em frases minhas ditas em comícios para dizer 'ele reconheceu'", adiantou."Não reconheço coisa nenhuma, o que se passou foi que, enquanto os socialistas nos tiraram dinheiro, ouviram-me dizer que nós continuamos com as obras. Fizemos dívida. Foi preciso acertar de novo essa dívida com os bancos e empreiteiros e logo que entrou este Governo, no passado mês de Agosto... Não tenho nada a esconder. Se quisesse só pedia a fiscalização no fim de setembro ou princípios de outubro, mas como gosto de coisas clarinhas, pedi em agosto a intervenção oficial à República", explicou.
Jardim realçou ainda que foi o próprio secretário regional das Finanças que "entregou os dados" ao Instituto Nacional de Estatística. "O ridículo de tudo isto é estarem a dar impressão que o buraco português de centenas de milhares de milhões de euros, a culpa é dos madeirenses. Devemos ter ouro debaixo da cama", referiu.
Jardim apontou que andam a defender a realização de um inquérito ao presidente e a outros membros do governo regional, perguntando: "Alguém fez algum inquérito ao Sócrates e aquela cambada que puseram o País por água abaixo?"

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2005838&seccao=Madeira&page=3
 
Esta questão da Madeira recorda-me as mulheres promíscuas e fogosas que levam a vida a falar mal das vizinhas e amigas que têm a mesmas tendências. O Governo Regional da Madeira errou, muito, mas no Continente somos iguais ou piores. Que se pare de crucificar na praça público o povo madeirense, pois poderá haver consequências inesperadas. Uma divisão irreversível não será bom para ambos, portugueses do Continente e portugueses da Madeira. Isto mais parece um Auto da Fé contra a Madeira.

Continua a haver uma enorme confusão... Mas alguém de boa fé anda a crucificar o povo madeirense?
Estamos a falar de um GOVERNO REGIONAL, que omitiu uma dívida astronómica (Para já vai nos 1900 milhões de Euros... até ver...), que vai ser paga por todos os PORTUGUESES incluindo os PORTUGUESES NA MADEIRA. E não não é uma gota de água... é mesmo uma dívida enorme!
 
Continua a haver uma enorme confusão... Mas alguém de boa fé anda a crucificar o povo madeirense?
Estamos a falar de um GOVERNO REGIONAL, que omitiu uma dívida astronómica (Para já vai nos 1900 milhões de Euros... até ver...), que vai ser paga por todos os PORTUGUESES incluindo os PORTUGUESES NA MADEIRA. E não não é uma gota de água... é mesmo uma dívida enorme!

vitamos, os comentários do Facebook às notícias sobre a Madeira, bem como nos jornais online, mostram outra realidade. E depois há toda uma série de artigos publicados recentemente, em jornais, revistas e blogs, como o de Vital Moreira.
 
Continua a haver uma enorme confusão... Mas alguém de boa fé anda a crucificar o povo madeirense?
Estamos a falar de um GOVERNO REGIONAL, que omitiu uma dívida astronómica (Para já vai nos 1900 milhões de Euros... até ver...), que vai ser paga por todos os PORTUGUESES incluindo os PORTUGUESES NA MADEIRA. E não não é uma gota de água... é mesmo uma dívida enorme!

Se pensares que os Madeirenses tem consagrado o seu direito a escolha...

O secretariado do PS-Nacional voltou ontem a pedir que o PSD-Nacional trate a Madeira como simples delegação. O PS sempre o fez e por isso é que o PS-Madeira creio que passará a 3ª força politica já nestas eleições...

Isto não é que os Madeirenses da Madeira achem correcto ter sido encobrido as contas! Até porque, empregos regionais estão a sair prejudicados por esses atrasos nos pagamentos as empresas. Traduzindo-se em desemprego na economia...
 
vitamos, os comentários do Facebook às notícias sobre a Madeira, bem como nos jornais online, mostram outra realidade. E depois há toda uma série de artigos publicados recentemente, em jornais, revistas e blogs, como o de Vital Moreira.

Mas qual o valor de comentários no Facebook ou comentários de políticos isolados? De facto interessa, e de que maneira, ao próprio Governo Regional fazer disto uma guerra entre o Continente e a Madeira... Alberto João Jardim sempre fez questão de a manter... Quando insultou "n" vezes os tais cubanos.
Mas este país é assim. Tanto nos comentários que associam um povo a um líder, como no povo que apoia o próprio líder, independentemente da sua idoneidade. No fundo nas Ilhas ou em Portugal Continental passa-se sempre o mesmo. Muitos (não todos) os habitantes da Madeira veneram a figura de Alberto João Jardim.... Muitas populações do nosso cantinho de brandos costumes venerou Isaltino Morais, prestou vassalagem a Fátima Felgueiras, vibrou nos comícios de Ferreira Torres. Mais milhão menos milhão andamos sempre a falar do mesmo.
 
A história do "buraco" nas finanças regionais da Madeira tem tudo para ser uma tragédia a juntar a muitas outras que esta ditosa pátria tem vivido pelo menos desde que me lembro de estar no mundo dos vivos. Porém, a tragédia maior que há-de vir decorre do facto de já se andar por aí a dizer que os portugueses do “continente” não devem “pagar”, ou ajudar a “pagar”, a calamidade financeira madeirense e de que Alberto João Jardim é o primeiro responsável. Do mesmo modo que muitos europeus do “norte” não quererão, real ou alegadamente, ajudar a pagar, emprestando dinheiro a juros bem altos, as dívidas soberanas dos países do “euro” do sul da Europa, há portugueses que prometem não dar um cêntimo sequer para ajudar a aliviar o fardo que se abaterá sobre o contribuinte que paga os seus impostos na “pérola do Atlântico.” Visto tudo isto, eu só gostaria de recordar que nada pior poderá acontecer (embora já esteja a acontecer), económica e politicamente, para a Madeira, para Portugal, para Europa e, já agora para o mundo, do que andar por aí a fomentar egoísmos mascarados de seriedade, de eficiência e até de xenofobia, mas que na verdade não passam de estrénuos sintomas de esperteza saloia típicos de cabeças que estão convencidas que o mundo não só começou ontem, como, e sobretudo, não é como é mas sim como devia ser.
Mas a verdade é que, queiramos ou não, com ou sem mercado, é necessário que o “dinheiro”, ou o “capital”, esteja disponível e seja colocado onde faz falta. Ou seja, onde pode impedir que de alguma forma se repitam os acontecimentos económicos e políticos, ou a “conjuntura”, da década de 1920 e, sobretudo, da década de 1930.


http://cachimbodemagritte.com/
 
Mas qual o valor de comentários no Facebook ou comentários de políticos isolados? De facto interessa, e de que maneira, ao próprio Governo Regional fazer disto uma guerra entre o Continente e a Madeira... Alberto João Jardim sempre fez questão de a manter... Quando insultou "n" vezes os tais cubanos.
Mas este país é assim. Tanto nos comentários que associam um povo a um líder, como no povo que apoia o próprio líder, independentemente da sua idoneidade. No fundo nas Ilhas ou em Portugal Continental passa-se sempre o mesmo. Muitos (não todos) os habitantes da Madeira veneram a figura de Alberto João Jardim.... Muitas populações do nosso cantinho de brandos costumes venerou Isaltino Morais, prestou vassalagem a Fátima Felgueiras, vibrou nos comícios de Ferreira Torres. Mais milhão menos milhão andamos sempre a falar do mesmo.

Os artigos são escritos pelos chamados «opinion-makers». Influenciam e muito a opinião pública. Já os comentários do Facebook espelham o sentimento de uma parte da população.
 
Desactivar bombas-relógio disse:
Felizmente o povo português identificou a tempo as pessoas capazes de desactivar a bomba socialista e pôr a pátria de novo na senda de um futuro de riqueza

Quando se arranca com um projecto novo é sempre fundamental avaliar o estado em que os antecessores deixaram a casa. E que casa desarrumada nos deixou José Sócrates!

Um pequeno cálculo: 700 mil desempregados + 204 mil inactivos = legado de José Sócrates. É necessária muita política negativa para, em seis anos, atingir directamente a vida de quase um milhão de portugueses, que se encontram actualmente numa situação de desemprego. Tal como é habitual, são os jovens que mais sentem o desgoverno socialista, dado que o número de desempregados na população entre 15 e 24 anos cresceu de 90 800 (22%) para mais de 123 900 (28%) indivíduos. Este aumento directo de 37% do número de jovens desempregados vem mostrar a dura realidade do mercado de trabalho português e as crescentes dificuldades que as novas gerações atravessam.

Encarando uma aridez de soluções no nosso país, 700 mil portugueses tiveram de sair de Portugal para poder prosseguir as suas legítimas ambições profissionais. Isto acentuou-se durante o governo do Partido Socialista, dado que só em 2007 e 2008 emigraram mais de 200 mil pessoas, sendo a terceira vaga de emigração com níveis comparáveis às décadas de 60 e 70. Importa ressalvar as palavras proferidas pelo actual ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que nos alerta para o facto de esta emigração poder ser "mais prejudicial porque inclui uma fuga de cérebros e porque, combinada com a baixa natalidade, é uma bomba-relógio para a sustentabilidade da Segurança Social".

Mas outra bomba-relógio reside na insustentabilidade da situação financeira do colosso burocrático que José Sócrates ergueu: nestes passados seis anos a dívida pública portuguesa passou de 80 mil milhões de euros para 160 mil milhões de euros. Actualmente, cada português nasce com uma dívida de 16 mil euros, demonstrando que a gestão de José Sócrates foi nefasta para o futuro das novas gerações.

Este é o verdadeiro legado que o Partido Socialista deixou a Portugal e aos portugueses, demonstrando a incompetência da sua acção governativa e a verdadeira incapacidade de adoptar novas medidas para solucionar esta grave crise económica e social, que afecta milhares de jovens. Os jovens quase deixaram de acreditar num Portugal rico e próspero, que valorize o talento, a criatividade e a ousadia.

Se por um lado os jovens deixaram de ter fé na recuperação de Portugal, outros só florescem num estado de grandiosa imaginação que roça a mentira, como tem demonstrado o novo líder do PS, António José Seguro, bem como demasiados ex-membros do governo, agora deputados do PS. Os factos e as estatísticas falam por si, bem como o passado silencioso de quem hoje tenta reescrever a história de uma forma farisaica. Mas o povo não tem memória curta.

Actualmente, todos somos chamados a unir esforços e a construir um novo Portugal. Como juventude responsável que somos, temos vindo a apresentar ideias e propostas construtivas para dar uma nova esperança à juventude portuguesa. Dos diálogos que temos mantido com os principais governantes, ficamos satisfeitos por perceber que existe disponibilidade para debater soluções para o futuro das novas gerações.

Não é por acaso que agora diversos analistas financeiros internacionais já vislumbram a saída de Portugal do nefasto clube dos PIIGS. Felizmente o povo português identificou a tempo a bomb-squad adequada para desactivar as bombas-relógio socialistas, e desta forma colocar Portugal novamente no rumo do progresso.

Para falar é preciso ter moral. Nesta febre necessária das auditorias, dou um conselho a António José Seguro e ao PS: comecem em sede própria.

P.S. Desculpem o desabafo, mas quem não se sente não é filho de boa gente e já começava a ficar com o saco demasiado cheio de tanto descaramento socialista.

Presidente da JSD
http://www.ionline.pt/conteudo/150472-desactivar-bombas-relogio
 
Strauss-Khan disse recentemente que todos os países deveriam assumir perdas com a dívida grega, para que o país volte a crescer. O que implica isto? Perdão parcial da dívida à Grécia, e depois, provavelmente, a Portugal.

Não admira toda a campanha mediática contra o antigo presidente do FMI. Em boa verdade, as suas opiniões chocam com certos interesses. Há muito que se sabia da sua vida de Casanova, por que motivo o escândalo só rebentou agora?
 
Alberto João Jardim sempre fez questão de a manter... Quando insultou "n" vezes os tais cubanos.

Eu já referi, e volto a referir, em que contexto isso sempre foi feito? Contra a classe política de Lisboa...
Mas os portugueses sempre se sentiram atingidos. Imagina agora nós em relação a vós?

E volto a insistir quantos de vós vindo a Madeira foram mal recebidos?...
 
Mas qual o valor de comentários no Facebook ou comentários de políticos isolados? De facto interessa, e de que maneira, ao próprio Governo Regional fazer disto uma guerra entre o Continente e a Madeira... Alberto João Jardim sempre fez questão de a manter... Quando insultou "n" vezes os tais cubanos.

Esses comentários no facebook e os desvarios de Vital Moreira e cia. lda., só aproveitam a AJJ para seguir na crista da onda a fazer-se de vítima. E a passar esse sentimento aos madeirenses.
Portanto deveria de haver algum cuidado dos políticos e opinion makers quando expressam opiniões extremadas face à Madeira. Porque esta seria uma boa oportunidade para os madeirenses derrotarem AJJ nas urnas, o que é pena é que a burrice da oposição já começou a estragar tudo.
 
Estado
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