O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Gerofil isso não é de ti, és mais esperto que a maioria dos Portugueses

Exactamente por essa razão recusei duas semanas de férias pagas, com tudo incluído, no estrangeiro, feitas por um ex-presidente de uma câmara socialista no Alentejo; a contrapartida seria filiar-me no Partido Socialista … Pelo menos eu não sou corrupto.
Para quando em Portugal uma lei que condene Alberto João Jardim e todos os outros políticos corruptos a pagarem eles próprios a divida que hoje eu e todos os funcionários públicos somos obrigados a suportar?
Não há pachorra alguma a quem ainda ande por aí a criticar quem faz greve e que luta dia a dia para que não lhe venha a faltar o pão à mesa … Abdiquem primeiro também do subsídio de férias e de Natal de 2012 e depois sim conversem …

"A Grécia, primeiro país da zona euro a ser atingido pela crise da dívida há dois anos, foi submetida a duras medidas de austeridade. Segundo um relatório do Banco da Grécia hoje divulgado pela imprensa, 12,9 por cento das famílias gregas não têm atualmente qualquer tipo de rendimento, nem salarial nem assistencial, e 16 por cento dos trabalhadores em idade ativa estão desempregados."

DESTAK
 
Jamais farei piquete de greve, o direito a greve é enorme, o Direito ao Trabalho é Muito Maior

- Nunca digas nunca;
- Também não concordo com os piquetes de greve. Quem quiser trabalhar tem todo o direito de o fácil. Da mesma forma é vergonhoso a requisição civil. Quem quiser fazer greve também tem todo o direito de a fazer;
- Pegando na tua frase, muitas vezes exerce-se o direito à greve para ter o mais importante, o direito ao trabalho.

Infelizmente, não existe nenhuma visão estratégica para o País. A visão ultra-liberal é aproveitarem-se da desgraça em que reina o país, para meter tudo a seu belo prazer, ou seja, vender ao desbarato.

Fazendo uma analogia a qualquer pedinte que encontrasse na rua, não quero dar os meus subsidios prá droga, quero que seja para o país comer uma carcaça.
 
Pela 1ª vez na vida fiz greve!

«Amanhã talvez tenha que me sentar em frente aos meus filhos e dizer-lhes que fomos derrotados, que não soubemos como fazer para ganhar. Mas não poderia olhá-los nos olhos e dizer-lhes que eles vivem assim porque eu não tive coragem para lutar!»
 
- Nunca digas nunca;
- Também não concordo com os piquetes de greve. Quem quiser trabalhar tem todo o direito de o fácil. Da mesma forma é vergonhoso a requisição civil. Quem quiser fazer greve também tem todo o direito de a fazer;
- Pegando na tua frase, muitas vezes exerce-se o direito à greve para ter o mais importante, o direito ao trabalho.

Infelizmente, não existe nenhuma visão estratégica para o País. A visão ultra-liberal é aproveitarem-se da desgraça em que reina o país, para meter tudo a seu belo prazer, ou seja, vender ao desbarato.

Fazendo uma analogia a qualquer pedinte que encontrasse na rua, não quero dar os meus subsidios prá droga, quero que seja para o país comer uma carcaça.

Sem dúvida, aliás hoje sou sindicalista, representante de um sindicato independente na região.
E como colocamos no nosso comunicado de greve a escolha é sempre de cada um, não creio que demore muito tempo para o país querer parar completamente não um só dia. Mas hoje isso não é realista! Um só dia como hoje de nada serve, os trabalhadores Portugueses só irão vencer se tiverem dispostos a fazer greve até as suas reivindicações sejam atendidas...
 
http://internationalworkers.blogspot.com/2011/11/portugal-right-to-indignation.html
PORTUGAL: THE RIGHT TO INDIGNATION
"The Right to Indignation" stands above the declaration of the independent trade union SINERGIA that I visited together with the members of the Worldboard of WOW one day before the general strike of November 24. SINERGIA is the trade union of Portuguese workers in the oil, gas and electricity sector and an affiliate of WOW.

The trade union says in its statement that it wants to support the general strike even though it has as an independent union no place in the socio-economic dialogue with government and employers and therefore does not have influence on any national decision whatsoever. This is a deplorable situation taking into consideration that the majority of unions in Portugal is independent.
SINERGIA also emphasizes in its statement that as a humanist-oriented trade union it considers a strike as the last resort while emphasising on social dialogue as an instrument for the solution of social conflicts.



The Right to Indignation


The current state of national finances, the result of governments of the last decade combined with a difficult global and international financial situation, has caused chaos in the social and economic life of the country.

Although the independent trade unions, the majority of trade unions in the country, are still not represented in the social dialogue and therefore not involved in the development of policies which have led to the declaration of a general strike on 24 November, SINERGIA considers that there are sufficient reasons to show indignation about the direction the national economy is going and is undermining seriously social and economic life of most Portuguese families.

Therefore SINERGIA announces the general strike, taking into account the real concerns of all workers:

- For investment and more dynamics in the productive sector.
- To combat fraud, tax evasion and undeclared work.
- Against the impoverishment of the workers and the people in general.
- For the defense of the basic social functions of the state.
- For the defense and improvement of public services.
- Against the arbitrary elimination of social services.
- Against unemployment and job insecurity.
- Against lowering wages and pensions.

Sinergia is based on the values of humanism with an emphasis on social dialogue and consultation to which the strike is considered as a last resort for the solution of social conflicts. The choice is (always) yours!

WOW dando voz ao SINERGIA internacionalmente.
 
O que se entende por uma greve em Portugal por quem em nenhuma circunstância a fará:

Manhã cedo...

Mesmo não apoiando a greve reconheço que será bom que a mesma não seja um fracasso. Neste momento de particular urgência a greve geral, para além de constituir um sinal ao governo, sinaliza sobretudo a linha das oposições, das organizações sindicais, e de movimentos sociais que espreitam uma oportunidade para ocupar o espaço do PCP e a CGTP.

O pior que poderia acontecer ao Governo seria uma greve totalmente fracassada. Mais do que nunca precisamos de uma rua institucionalizada e responsável. Um fracasso da greve abriria espaço para outras ruas.

Ao início da tarde...

Quanto mais sucesso tiver a greve mais hipóteses há de haver outras ruas. Mas por outro lado quanto maior for o fracasso da CGTP e do PCP, menos influencia têm na rua e mais as ruas ficam entregues a irresponsáveis.
Bom, bom é uma greve assim assim. Como aliás está a ser. Os sindicalistas ficam relativamente contentes e o governo relativamente preocupado.
 
O que se entende por uma greve em Portugal por quem em nenhuma circunstância a fará:...
De maneira nenhuma esta é uma visão realista.:rolleyes:

----------------------

Não fiz greve porque este não é o momento certo para estas lutas na rua - é sim tempo de trabalhar.
Quando foi mais necessária a mobilização não o fizeram.
Agora que que um governo está num processo de resolução dos problemas reais do país, com acordos com entidades que nos emprestaram o dinheiro que não temos, não vejo porque o deveria fazer.

Fiz greves, em anos passados, quando entendi que era a altura certa de inverter o caminho trilhado até então. Fi-lo conscientemente porque que se o fizesse estava a mostrar que haveria que mudar de política, de atitude enquanto a decisão era nossa.
Digo agora como o dizia nessa altura: "malditos sindicatos e dirigentes sindicais (UGT\CGTP) e da esquerda (PCP e BE) que nada fazem por estar no governo um partido de esquerda (PS)!"
Agora que a direita (centro-direita) está a governar, é que avançam com estas lutas que mais não são do que uma luta fratricida em que, quem mais vai sofrer são os pobres e indefesos deste Portugal. Porque não é nas ruas mas nos locais próprios que se faz uma luta política.
Esta greve parece mas não é uma luta pelos trabalhadores mas uma querela política entre enfezoados esquerdistas (distintos dos verdadeiros esquerdistas) e aqueles que querem fazer um país com futuro.

Faremos com na Grécia: paralisemos tudo, a economia real, e iremos ver as nossas condições de vida muito piores do que ficará até 2013. Deixem-nos (aos esquerdistas\sindicatos) fazer o que querem e verão que seremos um país excluído da Europa. Muito rapidamente...

Não sou contra a greve ou contra os grevistas. Pelo contrário, não vejo mal na luta por uma vida melhor. Mas a luta tem de ser realista, só se pode lutar por aquilo que podemos atingir e não por ideais tirados de um sonho qualquer...e este é o momento de sermos realistas!
 
Eu não fiz greve, apesar de ser funcionário público. Sem desfazer no trabalho dos outros, digo com franqueza que o meu trabalho não é de encher chouriços! O meu trabalho não foge e se não for resolvido hoje, amanhã continua por fazer num amontoado! Como podia eu fazer greve, eu que nunca faltei ao trabalho em 13 anos nem doente, sabendo que só recuperaria indo ao trabalho fazer umas horas de fim-de-semana e sabendo que não receberia nada pelo dia de greve?

Claro que faria greve se pudesse, mas principalmente se não tivesse o mesmo trabalho empilhado no dia seguinte, para resolver, sem nada receber! Se é uma questão de fechar as portas da casa, tudo bem, excelente! Até é bom para o estado que assim poupa 1 dia de remuneração nos funcionários públicos que fizeram greve!

Eu cumpro sempre, mas sempre com as minhas obrigações, nunca falho ir a votos às eleições, e voto mesmo em alguém! E embora normalmente vote PS/PSD, não exitaria votar uma vez que fosse num PC/BE desde que apresentassem um programa de governo! Porque é por estas e por outras que nada muda no nosso país! Só vota quem quer, assim como alguns partidos só apresentam programa de governo se lhes der na gana! É esta é a democracia que temos, sem hipóteses!

Mas falemos do direito à greve. É um direito inequívoco, sinal de democracia e que eu apoio! Mas temos de estar atentos e compreender tudo à nossa volta: como as coisas estão, quem é que faz greve e por quem é acompanhado:
- Quadros efectivos
- Desempregados
- Reformados
- Sindicalistas
- Militantes da oposição
- Família e amigos

Quem tem o emprego em perigo, ou sendo efectivo tem trabalho ou funções que acumulam para o dia seguinte não participa em greves! É um bocado estúpido estar a recuperar nos 2 ou 3
dias seguintes o trabalho perdido e não receber pelo dia da greve, compreende-se!

O direito à greve não está em risco, mas sim o dever de protestar, devido à precaridade que indirectamente condiciona os nossos direitos!
 
A formação médica compreeende:

1) Seis anos de licenciatura
2) Um ano de internato geral
3) Quatro a seis anos de internato de especialidade.

Só ao fim de um ano de internato geral e um de especialidade é que um médico pode exercer autonomamente, passar receitas e ter vinhetas.

As vagas para o internato geral e para o de especialidade são limitadas por razões óbvias, para assegurar a qualidade da formação o número de formadores por alunos de especialidade tem de ser o adequado. E a formação é dada no SNS.

Portugal não tem capacidade actualmente para muito mais de 1100/1200 vagas de internato de especialidade. Mas caminha-se para perto das 2000 vagas no ensino superior, graças à abertura dos cursos do Algarve e de Aveiro, às vagas para licenciados noutros faculdades e à sobrelotação das faculdades mais antigas.

Assim, dentro de um ano ou dois haverá médicos desempregados em Portugal, por não haver vagas de internato suficientes para tantos alunos. E já nem contam os que virão de Espanha ou da Rep. Checa. A partir de 2015 ou 2016, haverá centenas de médicos em Portugal impedidos de exercer por não poderem aceder ao internato.

O desemprego médico, nos países desenvolvidos, ocorre no Sul da Europa, em países como Espanha, Itália ou Grécia. Genericamente, o número de médicos por 1000 habitantes no Norte da Europa é inferior ao número que ocorre no Sul da Europa.

Teria o Governo coragem de encerrar o curso do Algarve, de Aveiro, e reduzir vagas nas restantes faculdades? Não. O que sucederá ao longo de anos será um acumular de centenas, depois milhares de médicos, sem acesso ao internato, impedidos de exercer e de emigrar.

Será sensato deitar para o lixo milhões de euros na formação de médicos para o desemprego?
 
Ohhh Frederico que se evite os inúmeros suplementos existentes no serviço nacional de saúde. Evite-se os preços altos no serviço privado de saúde.

Não, não estou para a conversa corporativa dos médicos!

Quer dizer para canalizadores todos podem ser, para médicos o mercado tem de viver estrangulado. Vaiam praticar medicina no interior, há sempre vagas. Emigrem também são pessoas, como o canalizador!
 
Visto.Blog.pt

enfrentando o Abismo disse:
Acredito que um sonho está vindo a diluir-se o sonho de um Homem. Cada dia que passa enfrenta um trilho negro e sombrio e no fim deste sabe da existência de um Abismo no seu fim. As pontes que existiam estão destroçadas, os outros trilhos quebrados e a um povo ilhéu indefeso, incrédulo até.

Coloquemos sobre a Mesa:

- O Desemprego tem aumentado a olhos vistos, e aqui a paragem das obras, que noutros tempos foi o fulgor daqueles que com a sua pouca formação apenas de agricultura, e não, não é daquela produtiva e de crescimento mas aquele de subsistência familiar deu também aos seus filhos alguma formação e a oportunidade de algum crescimento pessoal de classes inferiores nesta nossa pequena sociedade. Mas também agora todo o mercado criado pelo poder de compra que deu trabalhos mais qualificados está também a cair.

- A Zona Franca, há uma guerra sobre os partidos de Esquerda e aqui não sei se é tentar asfixiar um Homem a direita nacional atacam uma Zona Franca que é regulada pelo Banco de Portugal, ao contrário de outras praças Europeias. Que não tenham dúvida foram criados, através do cunho regional dos seus filhos emprego Altamente Qualificado, grave é este ser perdido nem eles nem ninguém consegue ver onde poderão ser reintegrados.

- Os cortes salariais 20% em dois anos é muito, muito maior é se dentro destes agregados familiares alguém ficar no desemprego. Aí tudo volta a cair.

- Coloquemos taxas moderadoras na saúde que não pagamos até agora, coloque-se o IVA equiparado, coloque-se portagens em vias que nem comparadas tecnicamente a IP’s poderão ser.

- E o Turismo, a ânsia de matar a galinha de ovos de ouro de uma ilha que de Industria mais nada tem. Querem penhorar os cartazes turísticos aqueles que espalham o nome Madeira pelos Operadores e que não se pense que é só no Natal pois nem todos os turistas assim podem visitar-nos na época alta. Querem empurrar 30% dos trabalhadores prao abismo do desemprego.

- A implosão para o caos social e a falta de poder financeiro do Governo Regional para fazer face a miséria que Hoje já vai caindo em vários lares Madeirenses. O apoio social também vai ajudando a Matar um povo que por poucos anos teve o sabor doce do progresso.

O autocarro chegou ao fim, encontra-se já no abismo equilibrado com as pessoas na parte de trás com a porta aberta mas tendo a perfeita consciência que bastará sair um do autocarro e todos os outros milhares de Madeirenses irão sucumbir após o embate da vertiginosa queda para a Realidade. E do sonho de um Homem caminharemos para o Pesadelo de uma sociedade moribunda :(

...sem saída... publicitei assim no facebook e a primeira opinião é de estar a habilitar-me de entregar o cartão. Não, os mais astutos perceberão que partilho do sonho, só já pouco vejo a saída para este asfixiar terrorista, de esmagar o Sonho de um Homem. Esmagarão também um povo que a única coisa que quis foi sair da miséria e ser Feliz.
 
A formação médica compreeende:

1) Seis anos de licenciatura
2) Um ano de internato geral
3) Quatro a seis anos de internato de especialidade.

Só ao fim de um ano de internato geral e um de especialidade é que um médico pode exercer autonomamente, passar receitas e ter vinhetas.

As vagas para o internato geral e para o de especialidade são limitadas por razões óbvias, para assegurar a qualidade da formação o número de formadores por alunos de especialidade tem de ser o adequado. E a formação é dada no SNS.

Portugal não tem capacidade actualmente para muito mais de 1100/1200 vagas de internato de especialidade. Mas caminha-se para perto das 2000 vagas no ensino superior, graças à abertura dos cursos do Algarve e de Aveiro, às vagas para licenciados noutros faculdades e à sobrelotação das faculdades mais antigas.

Assim, dentro de um ano ou dois haverá médicos desempregados em Portugal, por não haver vagas de internato suficientes para tantos alunos. E já nem contam os que virão de Espanha ou da Rep. Checa. A partir de 2015 ou 2016, haverá centenas de médicos em Portugal impedidos de exercer por não poderem aceder ao internato.

O desemprego médico, nos países desenvolvidos, ocorre no Sul da Europa, em países como Espanha, Itália ou Grécia. Genericamente, o número de médicos por 1000 habitantes no Norte da Europa é inferior ao número que ocorre no Sul da Europa.

Teria o Governo coragem de encerrar o curso do Algarve, de Aveiro, e reduzir vagas nas restantes faculdades? Não. O que sucederá ao longo de anos será um acumular de centenas, depois milhares de médicos, sem acesso ao internato, impedidos de exercer e de emigrar.

Será sensato deitar para o lixo milhões de euros na formação de médicos para o desemprego?

Parece que a coisa vai chegar aos médicos, não defendo desemprego para ninguem, mas a classe médica estava metida numa redoma vidral intocável. Hoje têm de se aprumar e lutar no mercado de trabalho como os outros. No entanto em medicina geral, o desemprego está longe... no Interior do País, os médicos serão bem recebidos, mas se querem continuar na malha urbana das grandes cidades, isso já são outros 500 paus....
 
Estado
Fechado para novas mensagens.