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Uma das tretas do eduquês foi a inclusão da chamada avaliação da «participação» nas aulas. Agora há professores que calculam a nota final da seguinte forma:

- 60% testes
- 40% participação

Não há treta maior que esta porcaria. Alunos tímidos mas que efectivamente saibam são prejudicados, enquanto alunos com médias negativas vêm assim notas inflacionadas com uns favores na nota da participação.

Até já há estudos sobre este problema, sim problema, que começou nos anos 80 em Inglaterra e que entretanto chegou a Portugal. Sabe-se por exemplo que os alunos rapazes são prejudicados, porque os adolescentes do sexo masculino por questões de ordem biológico tendem a ser mais faladores, activos, rebeldes até, e são prejudicados na nota final por causa da sua «postura», prejudicados mesmo demonstrando que têm conhecimentos em testes e exames.
 
Uma das tretas do eduquês foi a inclusão da chamada avaliação da «participação» nas aulas. Agora há professores que calculam a nota final da seguinte forma:

- 60% testes
- 40% participação

Não há treta maior que esta porcaria. Alunos tímidos mas que efectivamente saibam são prejudicados, enquanto alunos com médias negativas vêm assim notas inflacionadas com uns favores na nota da participação.

Até já há estudos sobre este problema, sim problema, que começou nos anos 80 em Inglaterra e que entretanto chegou a Portugal. Sabe-se por exemplo que os alunos rapazes são prejudicados, porque os adolescentes do sexo masculino por questões de ordem biológico tendem a ser mais faladores, activos, rebeldes até, e são prejudicados na nota final por causa da sua «postura», prejudicados mesmo demonstrando que têm conhecimentos em testes e exames.

Tens toda a razão, essa coisa da participação é uma treta, pelo menos a mim só me prejudica, e é claro que depois aqueles que tem 5 e notas desses tipo nos testes tem sempre notas no período muito acima disso...
 
Tens toda a razão, essa coisa da participação é uma treta, pelo menos a mim só me prejudica, e é claro que depois aqueles que tem 5 e notas desses tipo nos testes tem sempre notas no período muito acima disso...

Nas escolas públicas encontram-se muitos professores «forretas» que não dão mais de 14 ou 15 na participação a alunos que têm médias de testes superiores a 16 ou 17. E depois quando a média de teste é de 16.5, 17.5, 17.9, cai um ou dois valores por causa da participação. Isto é um desastre para quem quer ir para o Superior, e uma festa para quem compra médias de Secundário de 19 ou 20 em certos colégios.
 
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) recebeu uma denúncia anónima sobre o exame de Português que decorreu na segunda-feira.

A denúncia anónima foi recebida pelo Gabinete de Avaliação Externa (Gave) relativamente à prova de Português (639), tendo a mesma sido reencaminhada para a Inspecção-Geral de Educação e Ciência (IGEC) para análise, revela o gabinete de imprensa do MEC ao PÚBLICO.

Segundo a edição do Correio da Manhã desta quarta-feira, terá havido uma fuga de informação que permitiu que dezenas de estudantes de Guimarães e Fafe soubessem, via SMS e com antecedência, que ia sair o canto VI de Os Lusíadas na prova do 12.º ano. O exame foi realizado na segunda-feira, à tarde, por 65.291 dos 70.719 alunos inscritos.


Fonte: Público



Ora acho engraçado que isto tenha sucedido no Norte.

É que isto não é novidade nenhuma. Há uma explicadora de Biologia aqui na região que tem dezenas de alunos todos os anos. Essa senhora cobra 25 euros por hora e cada aula demora 2 horas. São 200 euros no fim do mês. Nos últimos 2 meses, ou 3, antes do exame, são 2 aulas por semana, 400 euros. Cada grupo tem 4 alunos, em média. Uma mina, portanto. Nada declarado às finanças, não passa recibos. Ora essa senhora tem «conhecimentos». E fama de dizer o que sai no exame na última aula. É amiga pessoal dos autores dos manuais e em tempos conhecia quem fazia as perguntas de exame. Sucede que fui aluno dessa senhora. E curiosamente, na última aula, deu-nos uma lista de items que ela intuia que poderiam sair em exame. E foi o que saiu. Golpe de sorte, boa intuição, coincidência? Só Deus sabe. Como colegas, tinha os filhos da nata do Porto. Filhos de políticos, médicos, grandes empresários do Norte. Ela só aceita certas pessoas, e entrei lá com «pedido» de uma amiga que fora sua aluna.
 
O que é que isso interessa? Não sai no exame.

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
8:00 Quarta feira, 20 de junho de 2012

Num país com baixos índices de escolarização e altos níveis de iliteracia, os pais tendem a confundir a preparação, a cultura e o conhecimento dos seus filhos com as notas que eles têm em exames. Este "conhecidómetro" instantâneo transformou-se no alfa e no ómega do nosso sistema educativo. Pouco interessa o que realmente se aprende na escola e qual a utilidade do que se aprende para o desenvolvimento intelectual, cultural, técnico e emocional (desculpem, "emocional" não, que é "eduquês") da criança (desculpem, "criança" não, que é "piegas") e do adolescente. A escola tem apenas uma função: preparar para os examesA.

Um pai um pouco mais exigente, que tente acompanhar os estudos do seu filho, depara-se sempre com a mesma avassaladora e pragmática resposta: "pai, isso não me interessa, não sai no teste"; "mãe, não é assim que está no livro". A nossa escola promove duas coisas: a completa ausência de sentido crítico e a capacidade de memorização. Não desprezo a segunda, muitíssimo longe disso. Mas, se não me levarem a mal, não chega.

Na escola portuguesa também se despreza cada vez mais a capacidade de desenvolver projetos, em grupo ou individualmente, promove-se pouco o desejo de ir mais longe do que é debitado nas aulas e dá-se muito pouco valor à expressão oral. Depois de centenas de exames, um aluno com excelentes notas pode acabar a escola sem saber desenvolver oralmente uma ideia e sem conseguir argumentar num debate. Porque o essencial da avaliação é feita através de provas escritas, sem consulta, e iguais para todos.

Compreende-se esta opção: é aquela que melhor serve o raciocínio do burocrata. E para o burocrata a exigência não se mede por o gosto por aprender (ui, o que eu fui escrever!) e pelo desenvolvimento de capacidades que são forçosamente diferentes, de pessoa para pessoa. O burocrata abomina, pela sua natureza, as variações que lhe estragam os gráficos.

Os testes e exames não servem para avaliar o que se aprendeu nas aulas e fora delas, as aulas é que servem para os alunos se prepararem para os testes e exames. E avaliados de uma forma que, com raríssimas exceções, nunca mais vão voltar a experimentar na sua vida. Nunca mais, em toda a minha vida, me tive de sentar numa secretária e despejar por escrito o que, como a esmagadora maioria dos alunos, tinha decorado uns dias antes.

O ministro Nuno Crato passa por um reformador. Porque alguém meteu na cabeça das pessoas que há uma qualquer relação entre a "escola moderna" (um movimento pedagógico considerado libertário) e as práticas e teorias em vigor nas escolas públicas e no Ministério da Educação. Na realidade, a escola sonhada por Nuno Crato é muito próxima da escola que realmente temos. Ele apenas decidiu agravar todos os seus vícios: a "examinite" aguda, o domínio absoluto do que a gíria estudantil chama de "encornanço" e o predomínio burocrático da avaliação como princípio e fim das funções do ensino. Lamentavelmente, como poderemos ver comparando o nosso sistema educativo com os melhores da Europa - o finlandês, por exemplo, que tem os melhores resultados no mundo apenas tem, que eu saiba, um exame no fim do ensino secundário -, este sistema não prepara profissionais competentes, pessoas interessadas e cidadãos conscientes. Este sistema burocrático, pensado por burocratas, apenas forma excelentes burocratas.

Nuno Crato já tinha criado os exames no final do 2º ciclo e, absoluta originalidade em toda a Europa, no final do 1º ciclo. Promete agora a introdução de mais exames nacionais, no final de cada ciclo, em mais disciplinas. Não tenho a menor dúvida que a medida é popular. Popular entre muitos pais, que podem ver as capacidades dos seus filhos traduzidas em números, sem terem de acompanhar o que eles realmente sabem. Popular entre muitos professores com menos imaginação que têm assim metas bem definidas, sem a maçada de trabalhar com a singularidade de cada aluno.

A escola, como uma fábrica de salsichas, é o sonho do ministro contabilista, do professor sem vocação e do pai sem paciência. Não vale a pena é enganar as pessoas: não se traduz em qualquer tipo de "exigência" (uma palavra com poderes mágicos, capaz de, só por ser dita, transformar a EB 2 3 de Alguidares de Baixo no Winchester College) nem em mais qualificação profissional e humana dos jovens portugueses. Os países que conseguiram dar à Escola Pública essa capacidade seguiram o caminho oposto. Aquele que Nuno Crato abomina.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-que-e-que-isso-interessa-nao-sai-no-exame=f734008#ixzz1yLyjGZSy

Fonte: http://expresso.sapo.pt/o-que-e-que-isso-interessa-nao-sai-no-exame=f734008
 
Em traços gerais concordo com o texto, mas devo frisar que os exames em certas situações são a melhor alternativa, falo do acesso ao Superior. As alternativas possíveis num país como o nosso levam sempre a «casos». A simples possibilidade de as escolas superiores escolherem os alunos por exames de acesso ou por entrevista é arrepiante, mais tarde ou mais cedo começariam a surgir os casos ingressos por tráfico de influências.

A capacidade de argumentação e crítica deve ser desenvolvida, mas o problema é complexo e cultural. Há uma noção muita «escolástica» do ensino, há a sacralização do «dogma», o que o professor diz ou o livro diz é como um dogma religioso, e ai daquele que discorda. Lamentavelmente, em Portugal, em traços gerais, o aluno graxa, que vive para agradar o professor, tem mais hipóteses. Temos ainda um longo caminho a percorrer como sociedade.
 
A fantasia é uns entrarem pra Medicina decorando livros...

A realidade é ter hoje no activo metade dos médicos com mais de 50 anos.

«Percebe-se também que o Alentejo e o Algarve estão desguarnecidos em várias especialidades médicas. Só alguns exemplos: o Alentejo tem um neurocirugião, 2 dermatologistas, 12 cardiologistas e 14 oftalmologistas. E perspectiva-se um futuro ainda mais negro. Nesta região, onde o envelhecimento da classe médica é muito acentuado, 111 dos 721 clínicos têm mais de 60 anos.»

http://www.publico.pt/Sociedade/mai...-trabalhar-no-sns-tem-50-ou-mais-anos-1551299
 
A fantasia é uns entrarem pra Medicina decorando livros...

A realidade é ter hoje no activo metade dos médicos com mais de 50 anos.

«Percebe-se também que o Alentejo e o Algarve estão desguarnecidos em várias especialidades médicas. Só alguns exemplos: o Alentejo tem um neurocirugião, 2 dermatologistas, 12 cardiologistas e 14 oftalmologistas. E perspectiva-se um futuro ainda mais negro. Nesta região, onde o envelhecimento da classe médica é muito acentuado, 111 dos 721 clínicos têm mais de 60 anos.»

http://www.publico.pt/Sociedade/mai...-trabalhar-no-sns-tem-50-ou-mais-anos-1551299

A verdade é que nos últimos dias nos jornais, vem sempre alguém da ordem dos médicos dizer "olhem lá, que a continuar assim temos médicos no desemprego em breve! Vamos lá reduzir os números clausus nos cursos.." :) E todos os anos acontece o mesmo, com aqueles senhores alarmados com o disparar do número de médicos!
Olho para as palavras deles com muita reserva, não me parece que sejam dignas de confiança..


Em relação à educação, para mim 3 regras resolveriam 80% dos problemas:
- Disciplina dos alunos
- Exames globais todos os anos escolares, assim se avaliam alunos, escolas e professores
- Exames seriam por consulta, assim acabam as cabulas.
 
Dez regras do Código do Trabalho que vão mudar

Menos quatro feriados, três dias de férias. Cortes nas horas extra e nas indemnizações são algumas das alterações em vigor a 1 de Agosto.

As alterações ao Código do Trabalho foram publicadas hoje em Diário da República e vão entrar em vigor a 1 de Agosto. Com as novas regras, os portugueses vão poder contar com horas extra mais baratas, mudanças no despedimento e mais dias de trabalho. Mas os cortes nas férias e feriados só surtem efeito em 2013. Saiba tudo o que muda na vida dos trabalhadores portugueses.
1 - Menos feriados adiado para o próximo ano - O fim de quatro feriados só vai entrar em vigor a partir de 2013. Em causa estão dois feriados civis (5 de Outubro e 1 de Dezembro) e dois religiosos (Corpo de Deus e 1 de Novembro) que dependiam da negociação da Concordata. Foi essa negociação que ditou que os feriados religiosos ficassem suspensos apenas por cinco anos. Este prazo não ficou definido nasalterações à lei mas o Governo assumiu o compromisso de reavaliar o acordo com a Santa Sé findo esse período.
2 -Menos três dias de férias a partir de 2013 - A eliminação dos três dias extra de férias (para 22) ligados à assiduidade também só entra em vigor a partir de 2013. Isto porque o gozo de férias diz respeito ao trabalho prestado no ano anterior. Em causa estão todas as majorações estabelecidas depois de 1 de Dezembro de 2003.
3 - Empresas podem encerrar em ‘ponte' - Além dos períodos já previstos na lei, as empresas poderão encerrar para férias em dias de ‘ponte'. Esta medida também só tem início a partir de 2013 e as empresas terão de informar os trabalhadores desta intenção até 15 de Dezembro do ano anterior. Por outro lado, quem faltar injustificadamente ao trabalho em dia de ‘ponte' pode perder até quatro dias de salário.
4 - Bancos de horas com negociação individual - Quando a lei entrar em vigor, os bancos de horas poderão ser negociados directamente com os trabalhadores, podendo implicar mais duas horas de trabalho diário, até 150 horas extra por ano. Actualmente, os bancos de horas só podem ser instituídos por contratação colectiva. Até aqui, este regime podia ser compensado em descanso ou pagamento mas poderá agora resultar no alargamento do período de férias. Além disso, o regime poderá estender-se à equipa se uma maioria aceitar.
5 - Horas extra pagam metade - O pagamento de horas extra vai cair para metade, o que também terá efeitos em alguns casos de isenção de horário. E os Instrumentos de Regulamentação Colectiva de Trabalho (IRCT) que definam valores mais elevados ficarão suspensos por dois anos; depois, o corte para metade aplica-se aos valores previstos nesses IRCT. Desaparece o direito a descanso compensatório.
6 - Indemnizações vão descer em Novembro -As compensações por despedimento vão descer em Novembro e, para já, o Código do Trabalho aponta o valor de 20 dias de retribuição-base e diutunidades por cada mês de trabalho (contra os actuais 30 dias). Mas a verdade é que o Governo vai reduzir ainda mais este valor, para o nível da média europeia, que a ‘troika' indica entre 8 e 12 dias. Como esse valor ainda não está acordado com os parceiros sociais, as alterações ao Código acabaram por fixar, para já, o nível de 20 dias. Até porque é este o valor que já se aplica hoje a quem iniciou funções a partir de Novembro de 2011. Quem começou a trabalhar antes, tem direito a 30 dias de retribuição por ano. A partir de Novembro, terá direito a uma compensação mais restrita, baseada em duas fórmulas. A primeira (30 dias) aplica-se ao tempo de trabalho até Outubro de 2011, a segunda (que o Código indica 20 dia mas que será substituído por um valor entre 8 e 12) aplica-se no tempo de trabalho prestado a partir de Novembro. No entanto, será estabelecido um tecto de 12 meses ou 240 salários mínimos (116,4mil euros) nas compensações. Quer isto dizer que, quem já hoje tem direito a mais de 12 salários-base, verá o valor da sua indemnização "congelado" e não pode acumular a partir de Novembro. Prevê-se a criação de um fundo (ou mecanismo equivalente) empresarial para financiar parte das compensações. Tanto o fundo como o corte das compensações para a média europeia tem ainda de passar pelo Parlamento mas estas alterações já estão acordadas com os parceiros sociais. E o próprio preâmbulo do Código do Trabalho - que não foi publicado hoje em Diário da República - recordava o objectivo de reduzir as compensações a partir de Novembro.
7 - Empresas escolhem critério para despedir - No despedimento por extinção de posto de trabalho, a empresa poderá escolher critérios relevantes e não discriminatórios na escolha do posto a eliminar, caindo os actuais critérios de antiguidade. Tanto neste caso como no despedimento por inadaptação, deixa de ser obrigatório tentar transferir o trabalhador para outro posto.
8 - Inadaptação não exige mudanças no posto - O despedimento por inadaptação pode existir mesmo sem alterações no posto de trabalho (como introdução de tecnologias). Esta obrigação também cai no caso de cargos de complexidade técnica ou direcção. Estes já hoje podiam ser despedidos quando há metas acordadas e não cumpridas mas tinha de existir modificações no posto. Esta obrigatoriedade vai cair mas só para metas acordadas depois da aplicação da lei.
9 - Comissão de serviço - O regime de comissão de serviço poderá ser alargado a outras funções de chefia, o que implica maior liberdade de despedimento.
10 - Lay-off com novas regras - O ‘lay-off' vai obrigar a empresa a disponibilizar aos trabalhadores documentos que fundamentem a medida. Serão reduzidos os prazos de decisão e de aplicação mas a empresa fica proibida de despedir trabalhadores nos 30 ou 60 dias seguintes.

Económico (Cristina Oliveira da Silva)
 
Cheguei a ter um professor do secundário que fazia testes de condulta, no início estavam todos "Ah, muito fácil, é só copiar", depois os resultados eram 30% negativas :lmao:

Só 30% negativas não seriam 70% negativas. :D Testes com consulta são mais complicados do que sem consulta. É nem no teste com consulta as cábulas nos safam, porque nunca está lá o que queremos. :lmao::lmao:
 
El Sur de Europa hace "frontera económica" con China.

Debemos entender que China es un país "fronterizo económicamente" y por lo tanto debemos competir con ellos.
 
O norte da europa compete com o Vaticano, o Liechtenstein, o Mónaco, as ilhas Caimão (onde é possível abrir uma conta por telefone com 60 euros) e uma série de outros paraísos fiscais onde grande parte das empresas fazem circular a contabilidade para não pagarem impostos.

Devemos entender que esta lavagem de dinheiro permanente, lado a lado com o tráfico de droga e a venda de armas, chamada livre circulação de capitais, é a razão principal da crise. Empresas há que conseguem manter uma misteriosa saúde financeira permanente.
 
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