A despesa pode ser compensada por receitas extraordinárias, á custa da alta finança, e o corte nesta despesa já sabes onde seria aplicada.Se cerca de 75% da despesa do Estado é destinada a salários e pensões, é natural que seja aí que se pretenda cortar.
Em relação á educação também já referi como podia ser cortado, sem ser cortado, em vez dos apoios sociais, substituir por linhas de crédito de valor limitado como referi para própria protecção do estudante. Assim nem teria que ser o Estado a suportar seria a Caixa Geral de Depósitos. Assim seria um investimento com devolução.
Isso foi o que eu disse, reformas limitadas, aniquilar as reformas vitalicias, limitar o valor a descontar acima dos 1500 euros por exemplo, e obviamente por isso falei em poupança em centenas de milhões no médio prazo e não no curto prazo.No caso de se optar pela reforma limitada (concordo a 100%), tem que se limitar igualmente o valor a descontar por cada trabalhador para a Segurança Social. As pessoas que já descontaram teriam que ver a sua reforma por inteiro, sem limitação máxima, ou então serem ressarcidas dos valores que descontaram a mais ao longo da sua vida, caso contrário seria roubo.
Na área da saúde só me lembro dessa das parcerias publico privadas, de resto
estou sem ideias por ser uma área extremamente sensível, mas por exemplo os doentes crónicos que precisam de medicamentos extremamentes caros, não podiam ter uma linha de créditos (sem juros) que lhes permitem pagar o medicamento sem ter o estado que pagar milhares de euros por um medicamento quase por inteiro???

As empresas e trabalhadores pagam bem menos impostos. O IRC na Islândia foi de 18% durante imenso tempo, hoje é de 20%, em Portugal é de 25% há toneladas de anos. Quer empresas quer trabalhadores descontam menos para a Segurança Social. O sistema fiscal islandês é de uma simplicidade enorme, a burocracia no país é reduzida. 
