camrov8
Cumulonimbus
Pois eles querem o resto do dinheirinho, nem se preocuparam em mostrar o que estava mal, so queriam o pilim e com juros, assim até eu empresto dinheiro
A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, considera que se fizerem mais reformas nos últimos quatro anos do que nos 36 anteriores.
Jaime Gama vai ser o novo presidente do Conselho de Administração do BES Açores, avança este domingo a SIC Notícias.
O antigo presidente da Assembleia da República vai substituir no cargo Augusto Ataíde, falecido no final de fevereiro.
Aos 66 anos, Jaime Gama, que nasceu em Ponta Delgada, assume novas funções. Licenciado em Filosofia, fez carreira como professor, jornalista, fundou o Partido Socialista e foi ministro de vários governos.
Há três anos, afastou-se da vida política ativa quando ocupava a presidência da Assembleia da República.
concordo.é uma saída limpa,estou limpinho, este mês foram 650€ só para impostos.....
há muito tempo que não vejo o nosso Paulinho a beijar as peixeiras,porque será?
O vice-presidente da bancada social-democrata Carlos Abreu Amorim afirmou hoje que Portugal vai ter uma «carta de intenções» como a Irlanda teve e acusou o PS de parecer zangado com a «saída limpa» do programa de resgate.
Em resposta ao PS, que hoje exigiu que o Governo PSD/CDS-PP esclareça as condições detalhadas de saída do atual programa de resgate que está a negociar com a 'troika', Carlos Abreu Amorim declarou: «Não há nenhum mini memorando. Aquilo que virá a existir é um documento que é típico - e já estava previsto - do final das avaliações. É um documento normal, uma carta de intenções».
«Não há carta nenhuma, a não ser aquela que a Irlanda assinou há seis meses: um documento de intenções, um compromisso de intenções», reforçou o deputado do PSD, em declarações aos jornalistas, na Assembleia da República, acrescentando que essa carta «com certeza, em devido tempo, será conhecida, porque está a ser trabalhada com as várias entidades internacionais».


Portugal merecerá do FMI o mesmo tratamento que foi dado à Irlanda para poder concluir o programa de ajustamento: o envio de uma “carta de intenções”. Nela o Governo renovará o seu compromisso com as principais reformas a implementar este ano e no próximo mas, segundo Maria Luís Albuquerque, não terá nada que surpreenda os portugueses.
“O que temos com o FMI é igual ao que foi pedido à Irlanda: uma carta de intenções onde surge um conjunto de compromissos que já estava inscrito no documento de estratégia orçamental”, garantiu a responsável pela pasta das Finanças na conferência de imprensa após o Eurogrupo. Entre os temas contemplados estão pensões, as medidas substitutivas dos actuais cortes de salários e pensões, o mercado de trabalho e outras áreas “com medidas com processos em curso” o que alude às rendas na energia, um dos temas que quentes das últimas avaliações da troika.
A ministra as Finanças não especificou o grau de detalhe dos compromissos que assumirá. O FMI tinha começado por exigir que, além de uma carta de intenções, Portugal entregasse também, como anexo, um Memorando de Políticas Económicas e Finanças (MEFP) mais detalhado que não pediu à Irlanda, uma intenção que gerou desconforto do lado nacional e que o Fundo acabou por deixar cair.
No domingo, após o Negócios avançar com o tratamento diferenciado entre os dois países, fonte oficial de Washington garantiu que os dois países teriam um tratamento igual, recusando ter imposto um “mini-memorando” ao País.
A Carta de Intenções será enviada a Christine Largarde, e faz parte dos requisitos formais para a conclusão da 12ª avaliação da troika, que decorrerá em Junho. O seu conteúdo será divulgado juntamente com o relatório da 12ª avaliação.
Maria Luís Albuquerque disse hoje que o Governo estará livre para usar a verba atribuída à recapitalização da banca, de 6,4 mil milhões de euros, depois dos testes de stress.
Depois de o PS ter criticado o PSD por não revelar “com clareza e a transparência” as condições que está a acordar com o FMI, com o Banco Central Europeu e com a Comissão Europeia para o período pós-troika, foi a vez de o partido social-democrata responder.
Em declarações aos jornalistas, Carlos Abreu Amorim acusou o PS de, com “desinformações”, tentar “incutir o medo e terror nas pessoas, dizendo que de alguma maneira este memorando vai continuar e tentando agitar fantasmas que não têm razão de existir”.
O deputado social-democrata apelou ainda ao PS no “sentido de participar neste momento de alegria, pelo facto de os portugueses terem conseguido ultrapassar com sucesso” um desafio tão difícil como foi o período destes últimos três anos.
Carlos Abreu Amorim pede então que, “de uma vez por todas, o PS pare com esta guerrilha verbal” e com a tentativa de camuflar a realidade, ao dizer que “tudo o que foi conseguido foi graças ao Banco Central Europeu e não propriamente aos sacríficos que os portugueses tiveram de suportar”.
"A CDU é nestas eleições [europeias] a única força com representação no Parlamento Europeu que aponta um caminho capaz de libertar o país da dependência exclusiva dos mercados financeiros, dos especuladores dos mercados financeiros", disse João Ferreira.
O caminho, segundo o candidato, passa por "reestruturar a dívida" e "recuperar a soberania monetária que o país perdeu", recuperando um banco central nacional emissor de moeda, que "assegure a solvabilidade" do Estado e a capacidade do Estado em fazer face aos seus compromissos, nomeadamente nas suas funções sociais.
João Ferreira falava aos jornalistas, em Portalegre, à margem de uma visita ao Hospital José Maria Grande, iniciativa inserida na pré-campanha da CDU para as eleições europeias.
De acordo com o candidato, o anuncio feito no domingo pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de que Portugal optou por uma "saída limpa" do programa de assistência económica e financeira "foi uma operação de propaganda", inserida no "contexto" eleitoral que o país está a atravessar.
"Os constrangimentos que hoje pesam sob o país por estar sob um programa de assistência continuarão no futuro, mesmo sem esse programa de assistência se mantiverem estes mecanismos: o tratado orçamental, a governação económica e o semestre europeu", disse.
Sobre a visita ao distrito de Portalegre, João Ferreira considerou que houve um "rotundo falhanço" no objetivo da chamada coesão territorial, graças às políticas desenvolvidas nos últimos anos.
"Ao nível da União Europeia, falhou claramente o objetivo da coesão e isso é muito percetível hoje no agravamento das assimetrias, seja entre países, seja dentro de cada país ao nível das diferentes regiões", declarou.
Lamentando a "redução" de fundos da União Europeia para a coesão, o candidato comunista sublinhou que o orçamento comunitário 2014/2020 "desfere um golpe muito profundo" no objetivo da coesão económica, social e territorial.
"É um orçamento que prejudica Portugal, cada vez há mais desigualdade e isso é evidente", disse.
http://www.noticiasaominuto.com/politica/213207/ps-tenta-incutir-o-medo-e-o-terror-nos-portugueses
E depois ainda há coisas destas:
http://www.noticiasaominuto.com/eco...forca-capaz-de-libertar-portugal-dos-mercados
Por outras palavras, a CDU quer que Portugal saia do Euro mas lamenta que os subsídios dessa mesma Europa sejam cada vez mais pequenos. Novamente, omite que se o escudo voltasse, o financiamento do Estado não estaria resolvido porque a moeda não valeria nada. Além de que sair do Euro não reduziria a dependência dos mercados. De onde viria a taxa do câmbio do escudo (ou outra moeda)? A definição dos juros das dívidas?
Quanto ao banco próprio, o Zimbabwe fez isso, imprimiu e imprimiu chegando a taxa de inflação a... 231,000,000% em 2008. Depois disso começou a usar os Dólares Americanos.
)... que se resumem a esta pergunta: Porque é que somos dos países mais desiguais da Europa?
Quanto ao post anterior sobre a CDU acerca da saída do Euro. Das duas uma, o João Ferreira ou não sabe do que fala ou omite a verdade. As duas são obviamente graves e tenho dificuldade em distinguir qual delas é a pior.
Seremos?
Comparar o muito rico com o muito pobre... então no México deve ser o esplendor.
A comparação deveria ser apresentado no poder de compra dos 90% da população que estão entre os mais ricos e nos mais pobres.
Então veríamos as verdadeiras diferenças entre os vários países.
Portugal continua a ser um dos países mais desiguais do mundo desenvolvido, com um fosso acentuado na distribuição dos rendimentos, e o mais desigual entre as economias europeias, revelou hoje a OCDE.
De acordo com o estudo 'Divided We Stand: Why Inequality Keeps Rising', da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o fosso entre ricos e pobres atingiu o nível mais elevado dos últimos 30 anos.
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OCDE diz que antes da crise Portugal já era o país mais desigual da Europa