O Estado do País

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- Administração do Novo Banco demissionária... 2 meses depois. :lmao:
- A excelência da gestão privada portuguesa, é mais fácil gerir monopólios como a unicre. Também é mais fácil destruir salários e pensões do que "criar valor". :lmao:
- Vítor Bento regresso pra junto do pai, Cavaco Silva. :thumbsup:

- Prova-se que o BES não vale nada a não ser os 4 mil milhões de euros de fundos públicos. :lmao:
 
Partilho das tuas palavras Agreste!
Afinal a "equipa maravilha" mostra-se incapaz de resolver este problema e os responsáveis continuam por aí... a destruir provas... ninguem vai para a cadeia! Estranho? Afinal estamos em Portugal!

Lá terá que ser... a "maldita" CGD que há muito devia ter sido privatizada ( :lol: ), a obsorver e assumir mais uma vez (BPN lembram-se) os prejuizos do BES ou Novo Banco o que lhe queiram chamar... Será...? :calor: :calor: :calor:

Os clientes esses continuam a fuga...

Investidores retiram 335 milhões da gestora de ativos do Novo Banco

A Espírito Santo Ativos Financeiros (ESAF), gestora agora englobada no Novo Banco, sofreu resgates no montante de 334,5 milhões de euros no último mês, depois de já ter 'emagrecido' quase 750 milhões de euros em julho.

A ESAF, que figurava em julho no terceiro lugar das maiores sociedades gestoras em Portugal, caiu agora para a quinta posição, com um total de ativos de 1,3 mil milhões de euros, que lhe conferem o quinto lugar da tabela e uma quota de mercado de 10,7%.

Em julho, a quota de mercado da ESAF estava nos 13,1% e em dezembro do ano passado ascendia a 16,6%, de acordo com os dados hoje divulgados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP).

Porém, em virtude dos resgates do último mês, a ESAF foi ultrapassada pelo Millennium BCP Gestão de Ativos (12,3%) e pelo Santander Asset Management (13,2%).

No primeiro lugar está a Caixagest (do universo CGD), com ativos sob gestão de 3,8 mil milhões de euros e uma quota de 30,8%. Segue-se-lhe o BPI Gestão de Ativos (quase 2 mil milhões de euros sob gestão e uma quota de 16,2%).

Os dados hoje divulgados pela APFIPP mostram que os problemas no Grupo Espírito Santo (GES), cujo principal ativo era o Banco Espírito Santo (BES), e que levaram à intervenção do Banco de Portugal na entidade que era liderada por Ricardo Salgado, continuam a afugentar os investidores que tinham dinheiro confiado à gestão da ESAF.

Ainda assim, houve um abrandamento no ritmo de resgates de ativos que estão sob gestão da entidade que agora faz parte do Novo Banco.

Ainda em julho, face à dimensão da fuga de investidores da ESAF, a APFIPP tinha realçado que os fundos geridos pela entidade, devido à sua política de investimento, não podem "ter qualquer exposição a ativos emitidos por entidades do universo GES como, por exemplo, fundos de ações americanas ou de mercados emergentes".

Para a associação, a retirada massiva de investimentos na ESAF significa que "muitos investidores ainda desconhecem as caraterísticas fundamentais dos fundos de investimento".

No dia 03 de agosto, o Banco de Portugal tomou o controlo do BES, depois de o banco ter apresentado prejuízos semestrais de 3,6 mil milhões de euros, e anunciou a separação da instituição em duas entidades distintas.

Dinheiro Vivo

Uma coisa todos concordam... Sem dinheiro e sem clientes não há Banco! :calor:
 
Andam todos entretidos com outras coisas :eek:.

Sim, essencialmente essa é a verdade.

Se os questionarmos ainda poderão dizer que o cálculo dos preços, vem de uma média móvel, com algumas variáveis pelo meio, entre elas o stock existente e talvez o mais importante: o petróleo está cotado em dólares, ora, o euro tem depreciado bastante para o dólar, o que significa que é necessário pagar mais euros para comprar a mesma quantidade de dólares, leia-se "petróleo".

Mas sim, ainda assim os preços parecem não acompanhar a descida do petróleo.

Já no campo da especulação, fala-se numa guerra eminente para eliminar o estado islâmico e assim podermos comprar mais gás natural da síria, para fazer face às muito prováveis contramedidas da rússia no que toca ao fornecimento de gás à europa, devido às sanções a que estão sujeitos.
 
“O salário dos deputados portugueses deve ser objeto de uma discussão. Mas devem ganhar o suficiente. Em Portugal ganham pouco [3.515 euros brutos]”, referiu Marinho e Pinto, eurodeputado que abdicou do cargo e que planeia concorrer, com um partido próprio, ao Parlamento Português.

Sobre este tema considerou o antigo bastonário da Ordem dos Advogados que a remuneração paga aos políticos não é “digna”, considerando ainda que “os órgãos de soberania em Portugal são mal remunerados, a começar no Presidente da República e a acabar nos juízes”, razão pela qual considera que “muitos políticos encontram formas, por vezes ilícitas, de suprirem essa deficiência”.

Quanto ao montante que auferia enquanto bastonário, Marinho e Pinto considerou que “para quem vivia em Lisboa, sim [é um salário digno]. Acho que não permite grandes coisas. Não permite ter padrões de vida muito elevados em Lisboa, fora de casa, quando se deixa de exercer a profissão”, referiu o eurodeputado.

Ainda sobre o “divórcio” com o Movimento Partido da Terra, Marinho e Pinto disse não querer “revelar publicamente as causas de uma separação”, porém referiu que as divergências que levaram a este afastamento não foram ideológicas, “foram metodológicas. Um partido deve estar ao serviço do povo e do interesse nacional e não dos seus dirigentes”, atirou.

Sobre a orientação política do partido que planeia fundar, Marinho e Pinto diz não estar preocupado com “a geometria política tradicional”, até porque esta “está, completamente, subvertida” e acrescenta: “O que é de esquerda ou de direita não faz qualquer sentido em Portugal. Vemos na esquerda atitudes que são de direita e observamos na direita posições que são mais próximas até da esquerda”.

http://www.noticiasaominuto.com/pai...ario-de-4800-euros-nao-permite-grandes-coisas

Mais um vazio ideológico.
 
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Sobre a orientação política do partido que planeia fundar, Marinho e Pinto diz não estar preocupado com “a geometria política tradicional”, até porque esta “está, completamente, subvertida” e acrescenta: “O que é de esquerda ou de direita não faz qualquer sentido em Portugal. Vemos na esquerda atitudes que são de direita e observamos na direita posições que são mais próximas até da esquerda”.

:lmao:

 
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As principais medidas da fiscalidade verde:

Taxa sobre o carbono imperceptível
Receita adicional: 95 milhões de euros

Oito cêntimos por cada saco de plástico
Receita adicional: 34,4 milhões de euros

Imposto de três e 15 euros para viagens aéreas
Receita adicional: 33 milhões de euros

Imposto sobre Veículos 3% mais caro
Receita adicional: 27,8 milhões de euros

Taxas de resíduos cinco vezes mais cara
Receita adicional: 2,5 milhões no curto prazo

Vales para transportes públicos
Despesa adicional: 2,0 milhões de euros

Carro velho em troca de transportes públicos
Impacto não quantificado

http://www.publico.pt/economia/noticia/as-principais-medidas-da-fiscalidade-verde-1669866

Portanto, num país onde existem mais de 3000 km de auto estradas e onde o transporte público só existe em Lisboa e Porto praticamente e onde muitas vezes se paga mais impostos na factura da água/luz (impostos de resíduos e locais) que propriamente o consumo em si, onde a industria praticamente não existe por asfixia provocada pelos burocratas, onde a TAP está com dívidas até aos cabelos faz sentido todos estes agravamentos sem dúvida. É sem dúvida o governo mais liberal de sempre. E já agora se alguém me consegue responder, o que é um carro velho ? É que para a câmara de Lisboa um carro velho é inferior ao ano 2000.
 
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a taxa de resíduos deveria servir para manter o sistema mas também para prever a construção de novos aterros pois a vida útil dos actuais está a meio...

isto seria tudo bem feito dentro do Estado, com preços controlados e com gente competente... não no mercado onde só prevalece o lucro imediato e nunca o médio prazo.
 
a taxa de resíduos 5x mais caro só tem suporte numa futura privatização do sistema. Futura não, essa privatização vergonhosa já aconteceu.
 
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