Pandemia da COVID-19 2021

Por cá, há que fazer a continência quando se é vacinado...



Quando for levar a vacina contra o tétano também posso escolher do cardápio a marca comercial que quero? E se alguém quiser especificamente a vacina russa vão importar uma dose para satisfazer o pedido?

Ninguém está a recusar vacinar àqueles que não querem levar a vacina da AZ. Simplesmente passam para o fim, são vacinados depois de setembro. É uma escolha livre de cada indivíduo.
 
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Era o que mais faltava agora o pessoal andar a escolher. Quando vão ao médico também dizem ao médico que medicamento é que querem que lhe receite? Fundo da lista e ficam com o que houver. Se houver.

Claro, faz todo o sentido, porque todos os medicamentos têm reacções adversas e o médico, tem que saber se é alérgico a alguma coisa que contenha nesse medicamento ou será que tomas tudo aquilo que os médicos receitam e levas tudo até ao fim, mesmo que isso faça com que tenha reacções adversas ou comunicas ao médico que o medicamento causa essas reacções e pedes a ele para mudar?
 
Claro, faz todo o sentido, porque todos os medicamentos têm reacções adversas e o médico, tem que saber se é alérgico a alguma coisa que contenha nesse medicamento ou será que tomas tudo aquilo que os médicos receitam e levas tudo até ao fim, mesmo que isso faça com que tenha reacções adversas ou comunicas ao médico que o medicamento causa essas reacções e pedes a ele para mudar?

Tomo sempre o que me prescrevem porque de outra forma, para quê ir ao médico? Nunca tive nenhuma reacção adversa a nenhum medicamento. Se tivesse, obviamente comunicaria a quem de direito e procuraria outra alternativa. No entanto, sem saber se vou ou não ter uma reação adversa não vou dizer ao médico o que há-de receitar-me, como é óbvio. Também não ensino a missa ao padre. No que respeita às vacinas, ninguém sabe se terá ou não efeitos secundários porque estas vacinas são recentes. Isso só se descobre depois da toma. As pessoas que já tiveram reações alérgicas graves a outros medicamentos ou vacinas (anafilaxia) têm indicação para fazer qualquer das vacinas em meio hospitalar. É por isso que se preenche um inquérito antes da toma. Várias vacinas disponíveis em menos de um ano, gratuitas, e ainda acham que devem escolher? Ficam para o fim e já têm sorte.
 
Quando for levar a vacina contra o tétano também posso escolher do cardápio a marca comercial que quero? E se alguém quiser especificamente a vacina russa vão importar uma dose para satisfazer o pedido?

Ninguém está a recusar vacinar aqueles que não querem levar a vacina da AZ. Simplesmente passam para o fim, são vacinados depois de setembro. É uma escolha livre de cada indivíduo.

E porque não? Vacina não autorizada. Depois, e porque não? Nos próximos tempos haverá comércio de vacinas (devido às enormes encomendas dos países desenvolvidos). Acrescento que a tua simplificação é atroz. É mesmo preciso explicar...?

É um bocadinho mais que isso. Está-se perante alguém, um militar, que assume que é uma personagem fundamental num momento histórico e exagera em conformidade com a cultura militar, que novamente a título pessoal, não faz qualquer tipo de sentido. Onde estão os especialistas em ciências comportamentais? :D
 
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'estamos seriamente a pensar em comprar mas não queremos lidar com, para já pelo menos, telefonemas irados do bidão. já basta o gasoduto'

BERLIN (Reuters) - German Health Minister Jens Spahn said on Friday he would be in favour of signing a national supply deal with Russia for its Sputnik V vaccine for COVID-19.

“I can also well imagine that we conclude contracts - and conclude them quickly,” he told a weekly news conference, adding that Germany was in close contact with Russia on questions to do with the vaccine.
 
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Tomo sempre o que me prescrevem porque de outra forma, para quê ir ao médico? Nunca tive nenhuma reacção adversa a nenhum medicamento. Se tivesse, obviamente comunicaria a quem de direito e procuraria outra alternativa. No entanto, sem saber se vou ou não ter uma reação adversa não vou dizer ao médico o que há-de receitar-me, como é óbvio. Também não ensino a missa ao padre. No que respeita às vacinas, ninguém sabe se terá ou não efeitos secundários porque estas vacinas são recentes. Isso só se descobre depois da toma. As pessoas que já tiveram reações alérgicas graves a outros medicamentos ou vacinas (anafilaxia) têm indicação para fazer qualquer das vacinas em meio hospitalar. É por isso que se preenche um inquérito antes da toma. Várias vacinas disponíveis em menos de um ano, gratuitas, e ainda acham que devem escolher? Ficam para o fim e já têm sorte.
Eu cheguei a fazer tratamento a um problema que tenho, e literalmente não respondi ao tratamento. Tive que fazer as malinhas e só cerca de 3 semanas é que voltei ao hospital e aí é que me trocaram a medicação. Se eu não os tivesse obrigado a mudar-me a medicação nem sei o que teria acontecido. Desde aí, sou eu mesmo que peço o medicamento ao qual respondo, e óbviamente informo o médico do sucedido.
 
E porque não? Vacina não autorizada. Depois, e porque não? Nos próximos tempos haverá comércio de vacinas (devido às enormes encomendas dos países desenvolvidos). Acrescento que a tua simplificação é atroz. É mesmo preciso explicar...?

Óptimo. Então eu, que não gosto de agulhas, quero a da J&J porque só necessito de uma dose.

Por outro lado:

 
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Era o que mais faltava agora o pessoal andar a escolher. Quando vão ao médico também dizem ao médico que medicamento é que querem que lhe receite? Fundo da lista e ficam com o que houver. Se houver.
Por acaso até costumam dizer coisas dessas, e nem todos os médicos fazem o que deviam (mandá-los passear)
Mas eu culpo em grande parte os políticos que causaram um medo completamente irracional por causa de uma vacina que é muito mais segura que a pílula ou outros que tais
 
Eu cheguei a fazer tratamento a um problema que tenho, e literalmente não respondi ao tratamento. Tive que fazer as malinhas e só cerca de 3 semanas é que voltei ao hospital e aí é que me trocaram a medicação. Se eu não os tivesse obrigado a mudar-me a medicação nem sei o que teria acontecido. Desde aí, sou eu mesmo que peço o medicamento ao qual respondo, e óbviamente informo o médico do sucedido.

Situação completamente distinta. Já tiveste experiência com um medicamento que não resultou. Não é o caso das vacinas. Ninguém tem experiência nenhuma porque ninguém foi vacinado com nenhuma destas vacinas antes. Logo, ninguém tem o direito de escolher. Por exemplo, a minha mãe é alérgica (leve) à penicilina. Quando, em 2015, foi operada e a anestesista disse que no pós-operatório ia fazer antibiótico, é óbvio que a minha mãe disse que tinha feito alergia em tempos à penicilina. Por curiosidade, até falei nisso à enfermeira quando fui com o meu pai à primeira dose da vacina e ela disse que isso não era impeditivo de levar nenhuma destas vacinas e que só quem tem histórico de alergias graves que tenham requerido ida às urgências é que precisa de levar em ambiente hospitalar.
 
Por acaso até costumam dizer coisas dessas, e nem todos os médicos fazem o que deviam (mandá-los passear)
Mas eu culpo em grande parte os políticos que causaram um medo completamente irracional por causa de uma vacina que é muito mais segura que a pílula ou outros que tais

A treta dos antibióticos é a mesma coisa. Diz-se que por qualquer coisinha se tomam antibióticos o que, naturalmente, tem consequências como todos sabemos mas a verdade é que muitos médicos cedem e vão na conversa.
 
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Não não é, mas tú estavas a falar de uma forma genérica e incluias todo o tipo de medicação... O médico só acerta na medicação se for devidamente informado.

Não estás a perceber. Incluo todo o tipo de medicação desde que não exista um histórico, naturalmente. Se eu vou ao médico com uma faringite e nunca fiz alergia a nenhum antibiótico, não lhe vou dizer 'ah, esse não quero, quero o outro que a minha amiga tomou e resultou muito bem'. Ou melhor, posso dizer mas ele devia responder-me 'então vá ter com ela e ela que lho prescreva'. Uma coisa é informar os profissionais de saúde sobre um histórico. Isso é, aliás, essencial na história clínica de um doente. Outra, completamente diferente, é não haver histórico nenhum e achar-se que se tem o direito de escolher sem ter nenhuma qualificação para o fazer.
 
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