Política e economia internacional 2015

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Estado
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"The hard truth is this one-way street for Greece was imposed on us," Tsipras said. The lenders had sent the message that in a country under a bailout there was no point in holding elections, he said.

http://uk.reuters.com/article/2015/07/14/eurozone-greece-tsipras-idUKL5N0ZU4VM20150714

E volto a ser repetitivo, porque vale a pena:

I also can imagine there being a “eurozone parliament”. The European Parliament should be involved more effectively in eurozone decisions.

I also think it would be possible for us to use the EU budget as an instrument for setting priorities in individual member states.

We could support the EU’s country-specific recommendations through a targeted and conditional use of resources. In this way, we could fight problems in individual countries and support structural reforms.

Insisting that countries comply with the rules that we have agreed in Europe does not violate national sovereignty. Otherwise we shouldn’t agree on any rules in Europe at all.

In the process, we in Germany will have to accept that, when it comes to decisions that are made on the European level, it is the European Court of Justice that is ultimately responsible for settling disputes – and not national courts.

The things that nation states, regions and local authorities can administer themselves should remain their responsibility. But once we have clearly divided up the responsibilities, then each level should have proper democratic legitimisation for its tasks. Then each level would take care of those things that can best be tackled on that level.

Instead, it should be a complementary and inter-connected system of democracies with different scopes and competences: a system of double democracy that is both national and European.

We would then be citizens of our national democracies and of a European democracy at the same time. We could give this idea a concrete form by giving citizens two passports.

http://www.bundesfinanzministerium.de/Content/EN/Reden/2014/2014-05-27-rede-hertie-school.html

Conceitos chave: Não há fascismo, há democracia a vários níveis. Não há perda da legitimidade dos governos nacionais, há partilha das responsabilidades. Não há perda da soberania, há um esforço coletivo para uma sociedade melhor. Não há uma deliberada obstrução na livre determinação dos povos na aplicação do orçamento, há uma discussão coletiva e aplicação individual do dinheiro consoante as necessidade de um dado país. Não há perda da opinião individual, há um consenso coletivo sobre qual é a melhor posição a adotar.
 
Foi um momento patético, concordo, tal como foi patético o oposto, nos últimos meses (ainda ontem) a retórica política para consumo interno dizer que Portugal e Espanha é que estavam a bloquear um acordo com os gregos. Não me recordo de ridicularizares essa narrativa.

Bloquear, não diria. Aliarem-se aos grandes para parecerem menos pequeninos, acho muito provável. Mais Portugal que Espanha, na minha opinião. Os mais pequeninos sentem mais necessidade de se esforçarem para parecerem maiorzinhos. Aliás, achar que Portugal seria capaz de bloquear o que quer que fosse, provavelmente só mesmo Passos Coelho, tadito, completamente alheio da sua não influência. Saliente-se que dos países do Sul da Europa, Portugal foi o único que aparentemente não se opunha à saída da Grécia apesar de não a defender. O terreno pantanoso dos costume, aliás.
Já agora, eu ridicularizo o que acho ridículo. E aquilo que eu acho ridículo não é, obrigatoriamente, aquilo que outros acham ridículo. Dito de outra forma, cada um ridiculariza o que entender ridículo. Por enquanto ainda vamos sendo livres de o fazer.
 
Óbvio. Eu falo apenas por mim. Os outros que falem por si. À minha maneira também sou uma desbloqueadora. :lol:
 
Ora, nem mais. As figuras ridículas dos que não me representam são isso mesmo: ridículas mas divertidas. As dos que me representam (queira eu ou não) são só ridículas.
 
às 6 da manhã estava tudo acordado... cada um seguia o seu caminho.

Hoje estamos melhor, todos a rasgarem os papéis que assinaram. Venha de lá essa confiança.
 
Ao contrário de muito boa gente, Vince, eu sou verdadeiramente favorável à liberdade de ridicularização. Desde que não interfiram com a minha, é-me indiferente quem os outros escolham ridicularizar. Aliás, acho até um saudável exercício de inteligência.
 
Dado o estado das nossas contas? Que estado? A Maria Luís farta-se de dizer que os cofres estão cheios. No worries, people.
 
NATO and its allies will hold their biggest military exercise in more than a decade from October, deploying 36,000 personnel across the Mediterranean to counter the threat of Islamic State on the alliance's southern flank.

Briefly turning attention away from Russia, NATO commanders said on Wednesday the alliance would carry out some of its toughest training yet in a complex "artificial threat scenario" in which militants attack on land, from the air and at sea.

"We cannot choose between the eastern threat and the southern threat, we have to train for both," said General Hans-Lothar Domrose, commander of the NATO military command in Brunssum, the Netherlands, who is preparing the exercise.

http://uk.reuters.com/article/2015/07/15/uk-nato-islamic-state-idUKKCN0PP20P20150715

A OTAN vai fazer um treino massivo para assustar o EI. Ameaça essa com quem contra pouco ou nada tem feito. Incluindo na Líbia. Duvido que o EI dê muita importância ou fique 'assustado'. :rolleyes:

Quem é que tem feito treinos militares no mesmo mar? Russos e Chineses. Mas a ameaça é o EI :rolleyes:

Até parece que o EI tem uma marinha e uma força aérea :rolleyes:
 
Como identificar uma nação imperialista? Vendo os mapas por ela usadas:

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http://www.japantimes.co.jp/culture/2012/04/15/films/u-s-forces-keep-the-world-in-their-sights/
 
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